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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A maneira como faço meu trabalho é de acordo com a vontade de Deus?


Procurai (...) trabalhar com as próprias mãos, como já vo-lo temos mandado, para que andeis honestamente para com os que estão de fora, e não necessitais de coisa alguma. (I Ts 4:11-12)

Deus se importa com a maneira que nos comportamos em nosso ambiente de trabalho. Entre os que, neste momento, estão lendo este estudo, hajam advogados, médicos (a), pintores (a), empresários (a), políticos, aposentados (a), pastores, mecânicos, secretários, donas de casa, etc. A Bíblia tem muito a nos dizer sobre a maneira correta de ganharmos o nosso pão.

COMENTÁRIO INICIAL

Tão ligado está o trabalho à definição de nossa identidade que, quando somos apresentados a uma pessoa, a pergunta mais imediata que fazemos não é de onde ela vem ou quem é sua família, mas o que ela faz. Se o trabalho assumiu essa importância tão central em nossa vida, é natural que não nos contentemos apenas com o que ele nos traz. Nós sempre soubemos que o trabalho é a ação de transformar algo: matéria-prima em objetos, tarefas em serviços. Hoje nos preocupamos também com o que ele faz de nós, como ele nos transforma. (...)

[Todavia] Em um momento de crise econômica mundial, esse tipo de preocupação tende a ser relegado a segundo plano. Uma pesquisa da consultoria Nielsen, realizada na semana passada, revela que a principal preocupação dos profissionais brasileiros é a manutenção do emprego. Para 22% dos pesquisados, essa é a questão primordial, e o total de preocupados com a estabilidade chega a 33%. Se acrescentarmos os preocupados em pagar dívidas (um quarto dos pesquisados) e os preocupados em sustentar a família (um quinto), a conclusão é que as questões pragmáticas dominam o mundo do trabalho.

Não é de espantar: como lembra o bem-humorado ditado, se trabalhar fosse bom, não precisaríamos ser pagos. Essa visão tem uma forte herança histórica. Os antigos romanos designavam as profissões como “sórdidas artes”. Os gregos antigos, cuja cultura forneceu a base da civilização ocidental, menosprezavam o trabalho. (...)

[Agora] Para grande parte das pessoas, o trabalho traz satisfação em si. Não é, provavelmente, o único motivo para trabalhar. Talvez nem o principal. Mas é um motivo forte. (...) Do ponto de vista do cidadão, a equação de trabalhar sem prazer para viver livremente nos períodos de folga é dura demais, se considerarmos que passamos mais de 60% do dia envolvidos com o trabalho. E, como não há notícia de um ser humano que tenha conseguido desligar o cérebro durante suas tarefas, somos também nós mesmos durante o labor. É impossível que ele não nos forme, de algum modo. [Fonte: COHEN, David; CID,Thiago; MARIANO, Nádia; PEREIRA, Rafael. Dá para ser feliz no trabalho? Disponível em: Revista ÉPOCA On line (http://revistaepoca.globo.com) Acessado em 16/10/2009].

A ORIENTAÇÃO BÍBLICA

Você conhece alguém que crê que a sua fé e o seu compromisso com Cristo não têm nada a ver com o seu trabalho diário, que chama o trabalho secular de “mal necessário” e pensa que só o serviço na igreja é santo? Hoje em dia, não é difícil encontrarmos pessoas assim. Entretanto, isso não deveria acontecer. Afinal, a maioria de nós passa a maior parte do tempo no ambiente de trabalho. Será que Deus não se importa com o modo com que nos comportamos ali? Será que ele não se importa com o nosso trabalho? É certo que sim! Por isso, neste estudo, iremos checar alguns textos bíblicos que tratam desse assunto na intenção de descobrir a visão bíblica correta a respeito do trabalho.

1. O imperativo bíblico do trabalho:

Para que fique bem claro, desde o início, quando nos referimos a trabalho, estamos enfatizando toda atividade deliberada, envolvendo energia mental, emocional ou física, ou as três, seja ela remunerada ou não. A Bíblia apresenta uma visão positiva a respeito do trabalho. Está carregada de textos que mostram a necessidade de trabalhar. Vamos checar alguns. Comecemos com o texto básico, que diz: Procurai (...) trabalhar (...), como já vo-lo temos mandado (I Ts 4:11a). Mas por que Paulo disse isso? Ao que parece, alguns membros da igreja de Tessalônica, por acreditarem que a vinda de Cristo estava bem próxima, estavam vivendo na inatividade, largando seus postos de trabalho, e, por isso, precisaram ser exortados a trabalhar. O fato de sermos filhos de Deus e aguardarmos a vinda do Senhor não é desculpa para não trabalharmos. Não é só neste texto que o trabalho é ordenado. Em outras ocasiões, Paulo disse: Aquele que roubava, não roube mais; pelo contrário, trabalhe (Ef 4:28); ... vos ordenamos que se alguém não quer trabalhar, também não coma (II Ts 3:10). A Bíblia sagrada condena a preguiça e rejeita a ociosidade! Todo crente em Jesus precisa considerar essa ordem bíblica para viver a fim de agradar a Deus (I Ts 4:1, cf. Sl 128:2; Ec 3:13; I Co 4:12, 15:10; II Ts 3:12).

2. O esforço diligente no trabalho:


Vamos continuar lendo o texto de I Tessalonicenses. Nós já vimos que Paulo ordenou que os irmãos trabalhassem: Esforcem-se para (...) trabalhar, ele disse. Agora veja a continuação da frase: ...com as próprias mãos... (I Ts 4:11b). O que a expressão “com as próprias mãos” nos ensina? Diligência individual para conseguir o seu próprio sustento! Essa ordem do apóstolo “vale para nós também. O cristianismo não nos libera do trabalho e do dever do nosso próprio chamado, mas nos ensina a sermos diligentes nisso”. O Salmo 128, nesta mesma linha diz: Do trabalho de tua mão comerás (v. 2). Conforme já destacamos, em vista da vinda do Senhor, os crentes em Jesus de Tessalônica estavam abandonando suas ocupações. Mas, de que maneira eles estavam comendo, então? A resposta é simples. Estavam se aproveitando da boa vontade dos outros, comendo de graça a comida (cf. II Ts 3:7-12). Por isso, a orientação de Paulo: Esforcem-se para ganhar o próprio sustento com as próprias mãos! O escritor de Provérbios também incentiva o trabalho diligente: O que trabalha com indolência empobrece, mas a mão do diligente enriquece (10:4); em outra parte, ele diz que em todo o trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria (14:23). O trabalho é um imperativo e deve ser feito com diligência.

3. O valor oferecido ao trabalho:

Pensemos mais um pouco na expressão: trabalhando com as próprias mãos. Com essa simples frase, Paulo oferece muito valor ao trabalho. Por quê? Por detrás desse mandamento, talvez, Paulo também esteja combatendo a atitude grega que desprezava o trabalho manual. No mundo grego antigo, o trabalho era visto como uma maldição, um mal absoluto, e ficar sem trabalho era um fato singularmente apreciado. É possível supor que existiam alguns crentes tessalonicenses gregos com essa mentalidade. Quando Paulo os ordena a que trabalhem com as próprias mãos, ele está indo de encontro com essa mentalidade grega da época. O apóstolo rejeitava essa ideia, tanto no seu próprio modo de vida (I Co 4:12) quanto no seu ensino (Ef 4:28). Dificilmente conseguiremos ser santos no trabalho, se o encararmos como uma maldição. Há quem pense isso. Porém, este não é o ensino da Bíblia. Adão já trabalhava, antes da queda (Gn 2:15). O que a Bíblia ensina, em Gênesis, é que Deus amaldiçoou a “terra”, e não o trabalho (Gn 3:17). Neste sentido, o trabalho pré-queda era totalmente prazeroso, porque a terra não estava sob maldição. Agora, por causa da maldição da terra, o trabalho pós-queda tornou-se algo, por vezes, fatigante e desanimador. Contudo, repetimos: o trabalho, em si, não foi amaldiçoado, mas a terra. O trabalho é uma benção e não maldição; dignifica o homem! Não é um “mal necessário”, mas um presente de Deus (Ec 3:13 cf. 2:24).

4. O proceder correto no trabalho:

Até agora, vimos o imperativo do trabalho, a diligência no trabalho e o valor do trabalho. Vejamos o que diz a continuação do versículo: ... afim de que andeis com dignidade diante dos que são de fora (I Ts 4:12a). Veja com quem Paulo está preocupado aqui: “os de fora”. Este termo se refere aos não cristãos. O cristão não tem compromisso somente com aqueles que fazem parte da igreja, mas, também, precisa dar testemunho aos de fora. A santificação pessoal precisa ser evidenciada para além das quatro paredes da igreja. Isso não estava acontecendo na igreja de Tessalônica. Como haviam abandonado seus trabalhos, os irmãos de Tessalônica não estavam pagando as suas contas e dependiam dos outros crentes para sobreviver. Um péssimo testemunho! Lamentavelmente, ainda hoje, existe muita gente vivendo das cestas básicas da igreja, do estado, da prefeitura. Não estamos dizendo que é errado recorrer à ajuda desses órgãos, mas o problema é que existem pessoas nessa condição há tanto tempo que se acomodaram e já nem se esforçam mais para ganhar seu próprio sustento. Isso é um desserviço ao evangelho. A Bíblia nos orienta a nos portarmos com sabedoria para com os de fora (Cl 4:5). Você tem se portado de modo digno do evangelho? Trabalhe e desenvolva a sua santificação pessoal em seu ambiente de trabalho, para viver de modo digno aos olhos dos que estão de fora.

5. O alvo bíblico do trabalho:

Aqueles que desejam agradar a Deus com o seu trabalho precisam entender qual é a finalidade deste. Ao concluir a sua exortação, Paulo diz aos cristãos que deveriam trabalhar para dar bom testemunho aos que estão de fora e para que não necessitassem de coisa alguma (I Ts 4:12b). Eles não deveriam ser parasitas da sociedade. Precisavam trabalhar para adquirir o próprio sustento. Esta é, em parte, a razão ou a finalidade do trabalho. Em outra ocasião, mas também escrevendo aos tessalonicenses, Paulo diz: ...ordenamos e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo que, trabalhando em paz, consigam o próprio pão (II Ts 3:12). Desde Gênesis a ordem ao ser humano é: ... do suor do teu rosto comerás o teu pão (Gn 3:19). A vida depende do trabalho, em muitos sentidos. Quando Jesus disse: Não fiqueis ansiosos quanto à vossa vida, com o que comereis, ou com o que bebereis (Mt 6:25), não estava estimulando seus ouvintes à preguiça, nem ordenando a que não procurassem emprego, afinal, se alguém não quer trabalhar também não coma, diz a Bíblia (II Ts 3:10). O trabalho serve para o trabalhador adquirir o seu sustento. E não só para isso. Em Efésios, também somos ensinados a trabalhar para termos o que repartir com quem está passando necessidade (Ef 4:28). De acordo com o texto de Efésios, ser santo no trabalho envolve muito mais que diligência para conseguir o próprio pão. Além de as mãos estarem sempre prontas a desenvolver o trabalho, o coração deve estar sempre pronto a exercitar a compaixão. Prontidão para ajudar os necessitados é uma virtude cristã que deve ser cultivada! Não são poucos os que usam o resultado do seu trabalho para o mau, de maneira egoísta. Sejamos diferentes! Usemos para o bem o resultado do trabalho das nossas mãos. Precisamos ser santos no trabalho. Na próxima parte, veremos três maneiras corretas de o cristão se comportar em seu ambiente de trabalho para glorificar a Deus.

APLICAÇÃO E MUDANÇA DE ATITUTE

Para que aja santidade no trabalho, ele deve ser feito com franqueza.

No capítulo 6 de Efésios, Paulo fala sobre os deveres dos empregados, e dos empregadores cristãos. Ele começa com os empregados. O apóstolo diz que estes devem ser respeitosos: ... obedecei a vossos senhores deste mundo, com temor e tremor (Ef 6:5a); e sinceros: ... com sinceridade de coração (Ef 6:5b). Não para por aí: Paulo mostra que o trabalho deve ser feito com franqueza: ... não servindo só quando observados (Ef 6:6a). Há uma tendência muito natural de não trabalhar o suficiente, quando o patrão não está presente. Essa é uma forma de desonestidade, os “níveis de produção de um cristão não podem variar de acordo com a posição geográfica do chefe”. Neste texto, Paulo ainda diz aos senhores que esta palavra também era aplicada a eles: ... fazei o mesmo para com eles (Ef 6:9). Veja que a franqueza, o respeito e a sinceridade devem vir de ambos os lados!

2. Para que aja santidade no trabalho, ele deve ser feito com prontidão.

É bem provável que você conheça ou já conheceu alguém que gostava de fazer “corpo mole” no serviço. Que precisava ser empurrado, “levado nas costas”, em todas as situações. Será esta uma atitude cristã? É óbvio que não! O conselho da Bíblia para o cristão é: trabalhemos de boa vontade (Ef 6:7), ou com ardor, de acordo com a tradução da Bíblia Viva. “Boa vontade”, aqui, neste texto, sugere prontidão, assinala a pessoa que não precisa ser forçada a trabalhar. É assim que deve ser. Trabalhemos com prontidão! Seja um funcionário exemplar em seu ambiente de trabalho. Deixe a luz do evangelho resplandecer através da sua vida!

3. Para que aja santidade no trabalho, ele deve ser feito com satisfação.

Conforme já vimos, o trabalho é uma benção de Deus! Por isso, trabalhemos de todo coração, assim como a Cristo (Ef 6:5); ... como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus (Ef 6:6). Os trabalhos, mesmo os mais humildes e comuns, podem se tornar nobres e dignos, quando feitos para a glória de Deus. A Bíblia diz: Fazei tudo sem murmurações (Fp 2:14). Talvez você conheça pessoas que só vivem reclamando. Para esses, a roupa nunca está boa, a comida sempre está sem sabor, o outro sempre tem culpa, enfim, o mundo está contra ele! Ao contrário de tudo isso, o servo de Deus deve trabalhar com satisfação, reconhecendo “que a empresa onde trabalha foi a oportunidade que Deus lhe proporcionou para exercer a sua profissão”.

CONCLUSÃO:

Como você tem se comportado em seu ambiente de trabalho? O seu serviço tem sido feito de coração, como a Cristo (Ef 6:5). As donas de casas, ao preparar refeições ou limpar a casa, têm se lembrado de Cristo, no desempenho de suas funções? “É possível para os professores educar crianças, para médicos tratar pacientes e para enfermeiras cuidar deles, para advogados ajudar clientes, para balconistas atender fregueses, para contadores fazer auditoria dos livros (...) como se em cada caso servissem a Jesus Cristo”. Pense nisso, e não se esqueça: cada um, seja escravo ou livre, receberá do Senhor todo o bem que fizer (Ef 6:8).

Que Deus nos abençoe e guarde!

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DEC

Piloto da Rede Globo relata momentos após a queda do helicóptero da TV Record.

Imagem do G1.com

A Aeronáutica vai usar as imagens da queda do helicóptero da TV Record, ocorrida por volta das 7h20 desta quarta-feira (10), no Jockey Clube, na Zona Sul de São Paulo, para saber quais foram as causas do acidente. Duas pessoas estavam a bordo da aeronave, modelo AS-350BA, fabricada pela Eurocopter. De acordo com a emissora, o piloto Rafael Delgado Sobrinho morreu na queda.

Segundo o tenente coronel Ricardo Beltran Crespo, comandante do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), em São Paulo, que irá ao local da tragédia, as principais hipóteses para o acidente “Em princípio, vamos investigar a hipótese de perda de controle por falha de comando de voo ou falha do motor. Aquela fumaça que saiu do helicóptero pode ter algo a ver com algum problema técnico. Tudo indica que o piloto ainda tentou fazer um pouso forçado após a falha”, disse Crespo, por telefone, ao G1.

Segundo o chefe do Seripa, a região o Jockey é um ponto de referência para pilotos de helicóptero por se tratar de uma das inúmeras rotas para esse tipo de aeronave na cidade. Ainda, de acordo com Crespo, a aeronave havia decolado do Campo de Marte, na Zona Norte.

As investigações sobre a causa do acidente podem levar até um ano. Crespo informou que a fabricante do helicóptero modelo EC350, a Helibrás, já se prontificou a ajudar na apuração dos fatos."Queremos apressar as investigações para evitar que outros acidentes semelhantes aconteçam", disse Crespo. Segundo ele, o acidente poderia ter causado mais vítimas caso a aeronave tivesse caído na Marginal Pinheiros, que passa ao lado do Jockey Clube. "Eu acho que o piloto foi até um herói. Ele tentou fazer um procedimento de emergência, mas não conseguiu". A TV Record informou que a outra pessoa a bordo, o cinegrafista Alexandre da Silva Moura foi levado para o hospital Itacolomy, na Zona Oeste, onde passa por exames na UTI. Uma nota com o estado de saúde dele deve ser divulgada em instantes.

Piloto relatou pane em hélice


O comandante do helicóptero da TV Globo, Dato de Oliveira, que viu a queda da aeronave, conversou via rádio minutos antes com o comandante do helicóptero da TV Record. Oliveira e Sobrinho sobrevoavam a mesma região, na Avenida Morumbi, captando imagens de um assalto a banco. Segundo Oliveira, o colega reclamou de uma pane no rotor de cauda, a hélice traseira, e que tentaria pousar no Jockey.
“Quando ele relatou o problema, decidir acompanhar o helicóptero da Record para ver o que estava acontecendo. Esse é um problema difícil de acontecer, porque o rotor de cauda é um rotor vital para o helicóptero. Se você o perde, você entra em giro”, explica Oliveira. A preocupação de Oliveira ao pousar no gramado era desligar a bateria e a bomba de combustível, o que foi logo feito, evitando uma explosão.

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Fonte: G1.com

Helicóptero da TV Record cai em São Paulo

Foto por Mario Ângelo/AE


Helicóptero "Águia Dourada", modelo Esquilo, da TV Record caiu dentro do Jockey Club na manhã desta quarta-feira

O piloto do helicóptero da TV Record Rafael Delgado Sobrinho morreu na manhã desta quarta-feira (10) após a queda da aeronave dentro do Jockey Club, na zona sul de São Paulo. O acidente com o helicóptero "Águia Dourada", modelo Esquilo, ocorreu por volta das 7h20. Além do piloto, o cinegrafista da emissora Alexandre Silva de Moura, o Alexandre “Borracha”, ficou gravemente ferido e foi levado para o hospital Itacolomi Butantã, antigo pronto-socorro Iguatemi.

Às 7h25, o helicóptero Águia 14 foi ao local para prestar socorro. Sete equipes do Corpo de Bombeiros também seguiram para a região. Os primeiros socorros às vítimas foram prestados por funcionários do Jockey.

Do G1, em São Paulo 10/02/10 - 07h30 - Atualizado em 10/02/10 - 08h34


Aeronave da TV Record cai no Jockey Clube. Duas pessoas estavam a bordo.

O helicóptero da TV Record caiu por volta das 7h20 desta quarta-feira (10), no Jockey Clube, na Zona Sul de São Paulo. Quando sobrevoava o local, a aeronave começou a rodopiar, perdeu altitude e caiu sobre o gramado do Jockey. Os bombeiros foram acionados.

Segundo informou um médico veterinário do Jockey à reportagem da TV Globo, o piloto morreu no momento da queda. O cinegrafista foi retirado com vida da aeronave e levado para um hospital da região.

A TV Record ainda não informou o estado de saúde das vítimas, que foram levadas para o Hospital Itacolomy, no Butantã, Zona Oeste. Há pouco, a emissora informou o nome das pessoas que estavam a bordo: o cinegrafista Alexandre Borracha e o piloto Rafael Delgado Sobrinho.

Pane em uma das hélices

Comandante do helicóptero da TV Globo, Dato de Oliveira, que viu a queda da aeronave, conversou via rádio minutos antes com o comandante do helicóptero da TV Record. Oliveira e Sobrinho sobrevoavam a mesma região, na Avenida Morumbi, captando imagens de um assalto a banco. Segundo Oliveira, o colega reclamou de uma pane no rotor de cauda, a hélice traseira, e falou que tentaria pousar no Jockey.
“Quando ele relatou o problema, decidi acompanhá-lo para ver o que estava acontecendo. Esse é um problema difícil de acontecer, porque o rotor de cauda é vital para o helicóptero. Se você o perde, você entra em giro”, explica Oliveira.
Segundo ele, o piloto Rafael Delgado Sobrinho era um profissional experiente. “Era um amigo de muito tempo, uma pessoa muito tranquila. Foi uma fatalidade mesmo”, disse. A preocupação de Oliveira ao pousar no gramado era desligar a bateria e a bomba de combustível, o que foi logo feito, evitando uma explosão.

Cinegrafista reclama de dores

O auxiliar de enfermagem do Jockey Luiz Carlos Assunção foi um dos primeiros a chegar no local onde o helicóptero caiu. Segundo ele, o piloto estava desmaiado.
“O cinegrafista gritava de muita dor. Falamos que iríamos socorrê-lo e tentamos acalmá-lo. Ele reclamava de muita dor na coluna e na região dos rins. Ele mexia os pés e estava aparentemente bem”, disse Assunção.
O jardineiro do Jockey Clube Anelito de Jesus também teve a impressão de que o cinegrafista Alexandre da Silva Moura também estava bem depois da queda.
“Fui bater o cartão de ponto e escutei o barulho. Cheguei a ver o helicóptero rodando. Ele ainda pegou um pedaço de uma árvore e bateu no chão. O piloto estava com o braço do lado de fora. Fui para lá. O piloto e o cinegrafista estavam com o cinto. Fiquei muito assustado. Nunca vi algo assim. Fiquei com medo, mas Deus dá coragem na hora para a gente ajudar”, conta.


R7 publicado em 10/02/2010 às 08h08:


O piloto do helicóptero da TV Record Rafael Delgado Sobrinho morreu na manhã desta quarta-feira (10) após a queda da aeronave dentro do Jockey Club, na zona sul de São Paulo. O acidente com o helicóptero "Águia Dourada", modelo Esquilo, ocorreu por volta das 7h20. Além do piloto, o cinegrafista da emissora Alexandre da Silva Moura, o Alexandre “Borracha”, ficou gravemente ferido e foi levado para o hospital Itacolomi Butantã, antigo pronto-socorro Iguatemi.

Às 7h25, o helicóptero Águia 14 foi ao local para prestar socorro. Sete equipes do Corpo de Bombeiros também seguiram para a região.

Informações iniciais são de que o piloto tentou fazer um pouso de emergência ao perceber que o helicóptero estava instável no ar, mas ele não conseguiu realizar a manobra e a aeronave caiu. Ainda não se sabe o motivo do acidente.




Perfis

[À esquerda, o piloto Rafael Delgado Sobrinho, e à direita o cinegrafista, Alexandre Silva de Moura]


O piloto Rafael Delgado Sobrinho tinha 45 anos. Ele trabalhou na TV Record de maio de 1999 a dezembro de 2007, retonando à emissora em outubro de 2008. Rafael deixa mulher e três filhos.

O cinegrafista Alexandre Silva de Moura tem 36 anos e é funcionário da TV Record desde abril de 2001. Atualmente, exerce a função de coordenador de sistema de TV externo. Ele é divorciado e não tem filhos.

O piloto do helicóptero da TV Record Rafael Delgado Sobrinho morreu na manhã desta quarta-feira (10) após a queda da aeronave dentro do Jockey Club, na zona sul de São Paulo. O acidente com o helicóptero “Águia Dourada”, modelo Esquilo, ocorreu por volta das 7h20. Além do piloto, o cinegrafista da emissora Alexandre da Silva Moura, o Alexandre “Borracha”, ficou gravemente ferido e foi levado para o hospital Itacolomi Butantã, antigo pronto-socorro Iguatemi.

Às 7h25, o helicóptero Águia 14 foi ao local para prestar socorro. Sete equipes do Corpo de Bombeiros também seguiram para a região. Os primeiros socorros às vítimas foram prestados por funcionários do Jockey.

Informações iniciais são de que o piloto tentou fazer um pouso de emergência ao perceber que o helicóptero estava instável no ar, mas ele não conseguiu realizar a manobra e a aeronave caiu. Ainda não se sabe o motivo do acidente.

Piloto relatou pane ao colega da Rede Globo

O piloto do helicóptero da TV Record fez contato com o piloto da Globo durante o voo que terminou com a queda do aparelho no pátio do Jockey Club de São Paulo. Dato de Oliveira, piloto do helicóptero da Globo, afirmou que as duas equipes estavam fazendo imagens da Avenida Morumbi e que Rafael fez contato com ele pelo rádio, falando da instabilidade do aparelho, que seria decorrente de uma pane no rotor de cauda, a hélice traseira do helicóptero.

Dato Oliveira teria então sugerido o pouso de emergência e Rafael seguiu para o Jockey, onde o aparelho acabou caindo.
- Ainda bem que ele foi para lá e se afastou da Marginal Pinheiros, evitando problema maior – disse.

- Tenho certeza absoluta que ele veio para cá porque sabia que aqui, se acontecesse algo, não atingiria outras pessoas. Se fosse na Marginal, seria mais grave – disse Dato, acrescentando que este tipo de pane na hélice é muito rara e que o rotor de causa é vital para um helicóptero, pois o mantém no eixo.
Dato afirmou que, logo em seguida, ele também pousou no pátio do Jockey Club, para ajudar no socorro. O piloto desligou a bomba de combustível, a bateria e a chave geral do helicóptero para evitar incêndio. Ao chegar perto do aparelho, viu o colega caído, desacordado
.- O Rafael era um amigo de muito tempo. A gente sempre se falava pelo rádio nos voos. Era um profissional consciente, de grande tranquilidade, excelente. Foi uma fatalidade.
Primeiro a fazer o atendimento no local do acidente, o soldado da PM Fabio Cézar disse o piloto já estava morto e o cinegrafista, muito nervoso, foi imobilizado e encaminhado ao Hospital Itacolomi Butantã. Segundo o PM, o cinegrafista apresentava sangramento na boca e dores nas costas.



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Fonte: G1.com e portal R7.com - + Informações O Verbo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dízimo, uma questão de fé e amor a Deus

Hermes C. Fernandes


Muito se tem discutido sobre a legitimidade do dízimo durante o regime da Nova Aliança. Para muitos, com o fim da Lei, encerra-se também a obrigatoriedade do dízimo. Vamos deixar as paixões de lado, e examinar o assunto com o coração aberto.

De fato, o dízimo figura nas Escrituras Sagradas mesmo antes da instituição da Lei. Portanto, o Dízimo já era praticado muito antes de Moisés receber as tábuas no Sinai. O escritor de Hebreus diz que o patriarca Abraão separou o dízimo de tudo, e o entregou a Melquisedeque, sacerdote de Salém. Nesta passagem é dito que o fato de Abraão lhe haver entregue o dízimo demonstrava o quão grande era Melquisedeque (Hb.7:4). Portanto, tributar-lhe o dízimo de tudo era o mesmo que reconhecer sua superioridade. Abraão, o menor, foi abençoado por Melquisedeque, o maior (7:7).

Ainda não havia templo em Jerusalém, nem mesmo havia sido instituído o sacerdócio levítico, mas isso não impediu que o patriarca entregasse seus dízimos. Portanto, cai aqui a idéia de que os dízimos só valiam enquanto houvesse um templo para ser mantido. O Dízimo já era praticado muitos antes de haver templo em Jerusalém.

Somente séculos depois, com a instituição da lei, os filhos de Levi foram autorizados por Deus a “tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos” (v.5). Neste caso, “recebem dízimos homens que morrem” (sacerdotes levíticos), mas no caso de Melquisedeque, figura de Cristo, “os recebe aquele de quem se testifica que vive” (v.8). Portanto, onde haja sacerdócio, ali também haverá quem receba dízimos.

Alguém poderá objetar dizendo que não há nenhuma palavra sobre o dízimo no Novo Testamento. Ledo engano! O próprio Jesus o endossou ao censurar a hipocrisia dos religiosos de Seu tempo:
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas negligenciais o mais importante da lei, a justiça, a misericórdia e a fé. Devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (Mt.23:23).
Mais claro que isso? Impossível. Jesus não os censurou por darem o dízimo, e sim por omitirem aspectos mais importantes da lei. Deveriam ser zelosos tanto na entrega do dízimo, quanto na observação da justiça, da misericórdia e da fé. E repare quão detalhistas eles eram. Davam o dízimo até do tempero da comida!

Pode até parecer legalismo de Sua parte, mas Jesus declarou que se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entraremos no reino dos céus (Mt.5:20).

A graça nos ensina a ir muito além do dízimo!

Por que Paulo e os demais apóstolos não precisaram ensinar sobre o dízimo? Porque para os cristãos primitivos, dar o dízimo era fichinha. Eles aprenderam a ir muito além do dízimo.

Também convém salientar que se os apóstolos fossem contrários ao dízimo, eles teriam combatido-o com a mesma veemência com que combateram a circuncisão (também anterior à Lei).

Os mesmos que hoje combatem o dízimo deveriam reconhecer que se o Evangelho chegou até nós, foi graças à fidelidade daqueles que deram muito mais do que o dízimo, patrocinando empreendimentos missionários ao redor do globo.

Entregar 10% de nossos rendimentos é dar o que já é esperado. Jesus nos ensinou a transpor os limites das expectativas que nos são postas.

Veja o que Ele diz sobre isso:
“Se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. E se alguém quiser demandar contigo e tirar-te a túnica deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas” (Mt.5:39b-41).
Este princípio também se aplica à questão das contribuições na igreja. E podemos ver um exemplo disso na segunda epístola de Paulo aos Coríntios, onde o apóstolo dos gentios dá testemunho da surpreendente atitude dos irmãos das igrejas da Macedônia. Devido à sua pobreza, Paulo quis poupá-los de ter que enviar ofertas para a igreja em Jerusalém. Porém eles imploraram para participarem desse privilégio (2 Co.8:4).
“Sua profunda pobreza transbordou em riquezas de sua generosidade. Pois segundo as suas posses ( o que eu mesmo testifico), e ainda ACIMA DELAS, deram voluntariamente (...) E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus” (vv.2b-3,5).
Entregar o dízimo é dar de acordo com a nossa posse.

Uma das coisas que me causam admiração no dízimo é que ele nivela a todos dentro da congregação. Ninguém dá mais, nem menos. Tanto o dízimo de um empresário bem-sucedido, quanto o de uma empregada doméstica têm o mesmo valor, a décima parte.

Porém, somos desafiados pelo Senhor a sermos imitadores das igrejas da Macedônia, transpondo a lei do Dízimo, e dando além de nossas posses.

Interessante que Paulo dá testemunho da generosidade dos Macedônios em sua carta aos Coríntios, e ao mesmo tempo diz que se gloriava da prontidão dos Coríntios perante os Macedônios (9:2). Generosidade e prontidão devem andar de mãos dadas.

Se deixarmos a obra de Deus por último, talvez não sobre nada. Temos que aprender a colocar o reino de Deus em primeiro lugar. Nossas contribuições, sejam a título de dízimo ou de oferta, devem ser preparadas de antemão, e que sejam expressão de generosidade, e não de avareza (v.5).

Muita gente dá o dízimo como o desencargo de consciência. Acham que já estão fazendo muito. O dízimo deve ser considerado o piso, e não o teto de nossas contribuições.

A mesma passagem usada pelos pregadores para exortar a igreja a ser fiel nos dízimos, também menciona outro tipo de contribuição que estava sendo sonegado. Repare no que diz a passagem em questão:
“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas” (Ml.3:8).
Nem todo mundo está devidamente familiarizado com a expressão “oferta alçada”. A maioria de nós sequer ouviu falar disso. Oferta alçada é qualquer oferta cujo valor exceda o valor do dízimo.

O que os cristãos macedônios estavam fazendo era cumprir este mandamento. Oferta alçada é aquela que vai além de nossas posses.

O Dízimo é o mínimo que um cristão pode fazer pela manutenção das obras realizadas pela igreja. Dele dependem aqueles que vivem do Evangelho. Ministros que se dedicam integralmente à igreja, e quem têm filhos para criar, aluguel de casa pra pagar, contas, compras, etc. Alguns são obrigados a cumprir jornada dupla, porque a igreja não atende às suas necessidades. Não nada de mal nisso. O próprio Paulo teve que fazer tendas para garantir sua subsistência por um tempo. O problema é que, ao trabalhar fora, o pastor já não poderá dedicar cem por cento do seu tempo ao rebanho.

O padrão estabelecido pelas Escrituras está claro:
“Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (1 Co.9:14).
Veja ainda a recomendação de Paulo a Timóteo:
“Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca do boi quando debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário” (1 Tm.5:17-18).
Se as igrejas abolissem os dízimos, e contassem exclusivamente com as ofertas voluntárias, como se manteriam e fariam planos para o futuro?

A vantagem do dízimo é a sua regularidade. Dá pra se fazer um planejamento, comprar uma propriedade para igreja, contratar novos funcionários, enviar missionários, etc., porque se tem um orçamento fixo.

A diferença básica entre dar o dízimo na Lei, e entregá-lo voluntariamente na Graça está na motivação com que se faz. O que se faz sob a Lei, se faz por mera obrigação religiosa. Mas o que se faz sob a égide da Graça, se faz por gratidão.

Detesto constatar que a maioria daqueles que dão o dízimo, o faz por medo de um suposto espírito maligno identificado como “o devorador”. Definitivamente, não há demônio ou legião com este nome. O que a Bíblia chama de “devorar” são as circunstâncias adversas sobre as quais não temos poder. Mesmo sabendo que o Senhor repreende o devorador, não deve ser esta a nossa motivação.

Seja a título de dízimo ou de oferta voluntária, tudo o que fizermos deve ser feito por amor e gratidão, jamais por coação ou constrangimento.
Comentário de PC@maral no blog:

Parabéns pelo texto!

Se desejarmos ver nosso dinheiro e nossos bens santificados e abençoados, a primeira coisa a fazer é reconhecer em Deus o verdadeiro dono de todas as coisas. Nada é nosso! Do Senhor é a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam (Sl 24:1). Somos apenas os mordomos Deus nos entregou os seus recursos para que cuidemos deles. E, nossa incumbência é administrá-los com sabedoria e dedicação, pois, um dia, vamos lhe prestar contas de nossa administração. O desejo de Deus é que usemos o que entregou, para o avanço de seu reino e ajuda aos necessitados. Esse princípio é libertador!

Quando o entendemos, nossa atitude diante do dinheiro muda radicalmente e encontramos uma motivação mais legítima para adquiri-lo. Sendo mordomos, devemos ser generosos em ajudar os que precisam. Sendo mordomos, devemos ser fiéis a Deus. Não devemos nos esquecer de devolver a parte que lhe cabe.

Entreguemos os dízimos e as ofertas como expressão de gratidão. Ele promete retribuir nossa liberalidade abrindo as comportas do céu e derramando benções sem medidas (Ml 3:10).

Creia nisso, meu irmão! Honre ao Senhor com os seus bens e com as primícias de toda a sua renda. (Pv 3:9)

Devolver os dízimos, além de ser bíblico, conforme o próprio texto descreve, é um ato de fé, é uma ato de amor. De amor a Deus, como gratidão pelo sacrificio que Ele fez, e amor ao meu próximo que, pelos recursos doados, ouvirá de algum missionário a palavra da Salvação. E mais ainda, é um privilégio que Deus nos concede.

Falo de mim agora como testemunho:

Sou fiel nos dízimos e ofertas, desde o primeiro dia em que me converti entendi a sua importancia na igreja. Reconheço que tudo o que tenho foi o Senhor que me deu. Não sou rico, mas sou próspero no Senhor.
Ele nunca me deixou faltar nada e ainda me ensina como adminstrar bem os 90% restantes.

Excelente texto Hermes - com certeza vai para o PC@maral agora rsrsrsrs

Que Deus abençoe a todos.

***

Fonte: Do excelente artigo com titulo O Dízimo já era... de autoria de Hermes Fernandes, um dos mentores da Santa Subversão Reinista no Genizah e divulgado aqui no PC@maral

Carnaval um Tsunâmi anunciado!

Ismael Narcizo


“Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Foi brincadeira.” Prov. 26:18-19.

O número de mortos provocados pelos efeitos do Tsunâmi, que atingiu principalmente a Indonésia, ultrapassou a 200.000. Todas essas pessoas, se avisadas com antecedência, com certeza não esperariam para ver o que iria acontecer. Fugiriam para as montanhas, é o que fariam, assim, a vida estaria em segurança.

Apesar de muito longe, o Brasil também tem seu Tsunâmi, com maior força, maior abrangência e mais brutalmente destruidor – o Carnaval – planejado e preparado com requintes de festividades enganosas, lançará, como sempre o fez, “faíscas, flechas e mortandades”.

Apesar de datado e amplamente divulgado, milhares serão suas vítimas, espalhadas por todo o Brasil, dominadas pela cegueira espiritual. O anunciado carnaval com força de parar o país e atrair nações, espalhará, (embalado pela vômito melódico), nas ruas e salões, sua destruição em forma de prostituição, bebedices, lascívia, nudez, brigas, traições e mortes.

A mídia apresentará toda essa louca tragédia, como sendo uma grande brincadeira, mas a mortandade se fará evidente, seja na telinha ou telona, na triste quarta feira cinzenta.

O carnaval, nunca foi e nunca será uma brincadeira. Quem tem ouvidos, não o ouça, quem tem olhos, não o veja, quem tem mãos, não o abrace, quem tem pés, não se dirija para ele.

Aos irmãos em Cristo alertamos: nestes dias, subi para vossos sítios, chácaras e fazendas, subi vosso coração e entendimento para o Senhor vosso Deus que é Santo.

Quem tem entendimento, ouça, em nome de Jesus, e seja livre desse mal.

***


Fonte: Texto de autoria do Pastor Ismael Pinto Narcizo - Vi no UMAP Oliveira dos Brejinhos e divulgado no PC@maral

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