sexta-feira, 26 de junho de 2009

A falsa religião é sem valor



Veio uma palavra da parte do Senhor a Jeremias onde o Senhor Deus condenava todo o povo de Israel pela dureza de seu próprio coração a uma série de fatos que viriam a trazer angústia, sofrimento e dor não somente a uma pessoa, mas a uma nação completa. Todo sofrimento que viria com a ordem do Senhor expressa pelo profeta se devia ao fato do povo se fiar e confiar na própria religião como diz o título deste artigo e o versículo TEMPLO DO SENHOR, TEMPLO DO SENHOR, TEMPLO DO SENHOR… ou seja se fiavam no templo do Senhor como base de sua fé negando as boas obras, e logicamente pregando uma coisa e vivendo outra bem diferente. Se fiavam em sua própria religião, neste caso no judaísmo como base de proteção mesmo sendo infiéis, idólatras, adúlteros e assassinos. Sua colheita de obstinação já estava por vir.

Vejamos o que o profeta fala a respeito de suas próprias ações de confiar em sua própria religião falsa

Jeremias 7
"9 Furtareis vós, e matareis, e cometereis adultério, e jurareis falsamente, e queimareis incenso a Baal, e andareis após outros deuses que não conhecestes,10 e então vireis, e vos apresentareis diante de mim nesta casa, que se chama pelo meu nome, e direis: Somos livres para praticardes ainda todas essas abominações?11 Tornou-se, pois, esta casa, que se chama pelo meu nome, uma caverna de salteadores aos vossos olhos? Eis que eu, eu mesmo, vi isso, diz o Senhor."

Ou seja ao pé da letra, vocês fazem tudo que me desagrada como Deus, tudo que eu odeio e abomino, e vem em minha casa e dizem: somos livres do pecado porque somos judeus e filhos de Deus. A resposta de Deus é? A minha casa e meu templo virou covil de ladrões e ordinários?

O desejo de Deus para Israel na época era:

Jeremias 7
"3 Assim diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: Emendai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar.4 Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor são estes.5 Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras executardes a justiça entre um homem e o seu próximo;6 se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal,7 então eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais desde os tempos antigos e para sempre."

Ou seja uma inteireza de coração, uma fé pura, um obedecer a palavra de Deus, executar justiça e andar em caminhos retos.

Trazendo ao contexto dos dias atuais esta palavra:


O que vocês pensam que estão fazendo? Andam longe de minha casa, me abominam com idolatria ao consumismo, ao dinheiro, ao egoísmo, mentem ao seu irmão, negam ajuda ao próximo, são infiéis a obedecer a palavra e são povo rebelde que não ouve a minha voz.

Ou seja não adianta pregar uma de bom crente de ir a todo culto todo “santo” sábado ou domingo, dar o dízimo, ofertar, apertar a mão do irmão na igreja, dar a paz do Senhor, e se fiar nestas coisas, ações e palavras se elas negarem sua essência de cristão, é muito fácil falar sou “cristão”, “crente”, evangélico ou sei lá mais o que e diz vou no templo do Senhor, estou sempre lá, sou dizimista e não se fiar em verdadeiras obras de fé e na essência de transformação e vida com Deus, a verdadeira religião é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos…

O povo de Israel colheu o que plantou, uma falsa fé, falsas palavras diante do Senhor querendo convencer a Deus e eles mesmos que sendo judeus e religiosos seriam livres das consequências de seus próprios atos pecaminosos, sua colheita foi a destruição.

Atualmente muitos dentro de nossas igrejas continuam se fiando em palavras falsas e obras falsas. O Senhor lança fora os tais, não se engana a Deus, e a nós mesmos podemos enganar, mas uma hora ou outra a ficha cai ou nos damos conta do nosso erro. Devemos ter um reflexo claro de nossos atos libidinosos quando o praticarmos para que haja salvação, cura e quebrantamento e quem sabe haverá uma esperança ou uma benção.

Toda obstinação é pecado, e hoje a igreja do Senhor no Brasil encontra-se obstinada, obstinada pelo dinheiro, pelos interesses políticos, pelo estrelato evangélico, pelo sucesso, pelas denominações e também pela ambiguidade, devemos ser obedientes e não obstinados, erramos, reconhecemos. Sejamos luz e não penumbra e sombras nestes dias tão frios do calor dos irmãos e da falsa religião que tem se propagado em nosso meio.

Um viver comum e medíocre de se fiar no TEMPLO DO SENHOR E NO SOU EVANGÉLICO E ISSO BASTA. Ser evangélico não basta, devemos ser de Cristo, isto sim basta e é suficiente.


Fonte:
Sem profetada - Márcio Guerrero


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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Choque do Futuro




No início dos anos de 1970, a literatura que mais causava espanto era a que tratava sobre o que nos aconteceria “no futuro”, sobre as tendências das diversas áreas do conhecimento, sobre os produtos que usaríamos em casa, as modas das passarelas, os meios de transportes etc. Se considerarmos, porém, o que escreveram antes desses anos dourados da futurologia, assim também o que foi dito a partir de então, podemos deduzir como é difícil saber realmente o que está por vir.

Por exemplo, em 1899, o diretor do US Patent Officer afirmou: “Tudo o que poderia ser inventado, já foi inventado”.

Em 1901, o pioneiro da aviação americana, Wilbur Wright, afirmou: “O homem não voará nos próximos 1000 anos”. Lord Kevin, presidente da Royal Society, disse: “O rádio não tem futuro”. Os empresários europeus, reunidos em Conferência na Alemanha no início do Século 20, disseram: “O telefone é coisa para moleques desocupados”.

O que teria acontecido se todos tivessem acreditado nessas afirmativas?

Uma coisa pode-se deduzir: predições sobre o futuro são, geralmente, suposições erradas. Quando eu era menino, li revistas de ciência que apontavam para o Século XX e diziam que, quando esse “tempo distante” chegasse, todos estariam voando em carros aéreos e vivendo em casas dentro de redomas.

Será que podemos confiar em predições? Quem poderia saber sobre o futuro, de modo que pudéssemos confiar sem reservas? A resposta é: depende da fonte!

A única Fonte que trata sobe o porvir que é totalmente confiável, que jamais erra, é a Palavra de Deus, a Bíblia. Só no Antigo Testamento há mais de duas mil profecias que já se cumpriram. Não há nada, em nenhum outro livro em todo o mundo, que se assemelhe a isto, nem vagamente.

O Antigo Testamento contém 333 profecias relativas à vinda do Cristo, que incluem 456 fatos específicos ou detalhes concernentes ao Messias que viria. Todas essas profecias foram escritas entre cerca de 1500 a.C. e 400 a.C., de modo que é fácil imaginar como teria sido difícil engendrar isso.

Estava escrito que o Messias seria crucificado, uma previsão feita antes mesmo que os fenícios tivessem inventado a crucificação! (Sl 22.16, cerca de 1000 a.C.). Foi profetizado que Ele nasceria em Belém (Mq 5.2, cerca de 720 a.C.). Estava escrito que Ele levaria os nossos pecados e que pelas suas pisaduras seríamos sarados (Is 53.5, cerca de 750 a.C.).

A Bíblia não tem paralelo neste campo. Sabe por quê? Porque os homens que a escreveram foram divinamente inspirados por Deus e dirigidos pelo Seu Espírito ao redigirem as Sagradas Escrituras (2 Pe 1.20-21).

Tudo isso aponta para a veracidade do verdadeiro Choque do Futuro que está para vir. Refiro-me à volta de Jesus para buscar a Sua Igreja, composta de todos os crentes fiéis. Escolhi sete previsões quanto a isso, que são sete promessas, nas quais devemos atentar para alimentar a nossa fé e fortalecer a nossa esperança:

A vinda de Jesus será como um relâmpago (Mt 24.27).

Jesus virá numa nuvem, com poder e grande glória (Lc 21.27-28).

Os anjos ajuntarão os escolhidos em toda a terra (Mt 24.30-31).

Cristo assentará no trono da Sua glória (Mt 25.31).

Os que estiverem vigiando são bem-aventurados (Lc 12.37-38).

O crente fiel será colocado sobre os bens do Senhor (Lc 12.42-44).

Jesus virá nos buscar para morarmos eternamente com Ele (Jo 14.3).

O apóstolo Paulo indica como será esse momento: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16-17).

Paulo ensina também que devemos estar “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.13). Este é o modo seguro para não sermos pegos desprevenidos.

A vinda de Jesus é o Choque do Futuro fartamente previsto e que vai acontecer em breve. Convém estarmos preparados. Responda: você está pronto?



Fonte:
Choque do Futuro - Samuel Câmara

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A maneira de Deus amar

A maneira de Deus amar

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna.”(João 3:16)

É muito fácil amarmos aqueles que nos amam. Jesus diz, em Mt 5.46: “Pois se amardes quem vos ama, que recompensa tereis? Os publicanos não fazem o mesmo?”. Você já parou para pensar nisso? Agora, pense, além de amar seus inimigos, você tendo que dar o que tem de mais valioso. Por exemplo, você tem um único filho. Você daria?

Antes de você responder, vamos fazer algumas considerações: Imagine você tendo que dar seu filho pelo: Adolph Hitler, Osama Bin Laden, Fernandinho Beira-mar, Suzane Von Rithstophen ou pelos políticos de Brasília. Qual seria a sua reação? Para dar um filho, por eles, bem como por todo o mundo, é preciso amar muito, sem julgar essas pessoas. Afinal, todos somos maus. Em João 3.16, encontramos quatro verdades sobre a maneira pela qual Deus ama:

1ª. Verdade: 


Deus ama de maneira abrangente. "Porque Deus amou o mundo(...)". O amor de Deus é "globalizado". Foi isso que Jesus disse para Nicodemos (Leia João 3). Imagine a reação daquele homem, quando ouviu da boca do Messias que o Deus de Israel ama todo mundo? Deus não é como nós que, muitas vezes, amamos só algumas pessoas, que fazem parte do nosso convívio. (Fp 2.6-8, Dt 10.17, 1 Jo 4.8).

2ª. Verdade: 


Deus ama de maneira especial. "de tal maneira". Não foi de qualquer jeito que Deus nos amou: foi de uma maneira especial. O Apóstolo Paulo fala da situação em que estávamos, quando Deus nos amou: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós ainda sendo pecadores." Rm 5.8. Ele nos ama independentemente do que fazemos. Ele não depende nós (Ef 2.5; 1Jo 4.19).

3ª. Verdade: 


Deus ama de maneira sacrificial. "que deu seu Filho unigênito". Deus deu o que tinha de melhor a favor da humanidade: Jesus Cristo, o Salvador. Em 1João cap. 2.2, vemos que: "ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro". Cristo é o sacrifício que afasta a ira divina (Almeida Século 21).

4ª. Verdade: 


Deus ama de maneira recompensadora. "para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna". Jesus ressalta que é preciso nascer de novo para se ver o Reino de Deus. A fé que é depositada no Filho, através da Palavra (Rm 10.17), produz vida eterna. Quem crê no Filho tem a vida eterna (1 Jo 5.12):“Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida”.

Caro leitor, veja o quanto Deus o ama! Se você ainda não recebeu Jesus Cristo como Salvador e Senhor da sua vida, tome essa decisão o quanto antes, pois é um único meio para alcançar a salvação.
A você que vive a experiência do novo nascimento, Deus o chama para proclamar o Evangelho. A dizer ao mundo que Deus o ama. Para cumprirmos o que nosso Senhor nos ensinou:

“E disse-lhes: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. (Mc 16.15).


Fonte:
Andrei Charlei Sampaio Soares - Seminarista
Imagem:
Aline Pires em seu blog Secreta por Natureza

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Jovens que fazem a diferença


Quem andar pela cidade de Belo Horizonte e prestar atenção vai reparar na hora: os ipês-amarelos estão floridos. Nem é preciso ser um observador tão atento assim. As flores de um amarelo vivo se destacam em qualquer paisagem, seja entre os edifícios cinzentos ou em meio a outras árvores. Esteja onde estiver e seja de que altura for, um ipê-amarelo florido se destaca onde está. Ele faz a diferença, colorindo a paisagem com sua vida e com a sua beleza.

A metáfora do ipê amarelo devia fazer parte da vida do jovem cristão todos os dias. Em meio a situações adversas ou em um ambiente pouco favorável – como os edifícios cinzentos das cidades grandes – lá está ele, dando cor ao ambiente, com um testemunho diferente de todas as outras pessoas. Não há como passar sem observá-lo, sem admirá-lo.

Mesmo entre outros jovens – as demais árvores que estão por perto – sua postura é diferente, porque ele não se alegra em fazer o que os outros fazem ou em se omitir e passar despercebido onde está. O ipê sabe para o que foi criado: para florescer onde estiver, pintando o mundo com o colorido do amor de Deus.

Nos dias atuais, ser jovem não é fácil. Ser cristão, então, nem se fala. As pressões vêm de todos os lados, exigindo atitudes para ser aceito, para ser considerado moderno, para ser tido como “normal”.

“Tem namorada?”,

“Consegue ´pegar´ quantas em uma noite?”,

“Vai à balada hoje? Nossa! Vai para aquela igreja de novo? Você não enjoa? Que chatice!”,

“Vamos sair para tomar uma?”,

“Já fez vestibular? Não?!”,

“E aí, já arrumou emprego?”.

Quem não tem respostas para todas as perguntas, não usa roupa da moda e não se porta como o mundo deseja não pode fazer parte do grupo dos “normais”. Mas... peraí, quem disse que o jovem cristão quer e deve ser como os demais?

A barulheira do mundo às vezes é tão ensurdecedora que nos faz esquecer do que almejamos para a vida. Não queremos fazer o que todo mundo faz. Não queremos ir aos lugares que os outros vão para nos sentir bem. Não precisamos de nada disso. Lembre-se da metáfora: não nascemos para ser como as outras árvores.

Só a certeza de que somos portadores de uma Verdade e de um amor transformadores pode nos fazer jovens de destaque. O Senhor nos chama a cada dia para essa difícil missão de dar um testemunho diferente do que o mundo sugere. Ele nos chama a cada dia para um compromisso que o mundo não é capaz de oferecer ou de cumprir.

Mas o desafio de florescer como ninguém mais, em um ambiente muitas vezes árido e insípido, não é para qualquer um, só para os corajosos.

“Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o maligno.” (1 João 2.14.)

Quando passear pela cidade e avistar um ipê-amarelo, pense nisso.


Francis Rose
www.lagoinha.com


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É melhor obedecer


Um fato bastante comum na juventude é vermos meninos e meninas acreditarem que sabem de tudo e por isso não precisam ouvir e obedecer aos pais. A frase: “Sou dono da minha vida e faça dela o que quero” é muito conhecida de quem tem adolescentes em casa. Sim, a vida de fato pertence a uma única pessoa, ao seu dono. Mas, quando se é jovem e vive debaixo da responsabilidade dos pais é preciso dar satisfações e obedecê-los e na fase adulta o respeito e reverência devem continuar. A grande maioria dos jovens costuma pensar que está preparado para fazer o que bem entende e resolver tudo da forma que achar melhor, sem necessitar de orientações de quem é mais velho e não tem os mesmos anseios e pensamentos que ele.

Entretanto, se você parar e pensar, verá que nesta faixa etária certamente a pessoa não possui uma total e real segurança a respeito de suas decisões. Hoje os filhos vivem um momento difícil, pois muitos destes relacionamentos entre pai e filho se transformaram em amizades e daí, se confunde esta relação de liberdade e igualdade com uma certa falta de autoridade vinda da parte de quem é o responsável.

Talvez você esteja lendo isso e pensando: “Mas eu sei o que faço da minha vida, não sou criança... e que história é essa de dizer que meus pais são autoridade? E minhas vontades não contam”? Sim. Suas vontades são importantes, porém, se você quer uma vida abençoada e seus dias prolongados neste mundo é preciso obedecer aqueles a quem Deus instituiu. As Escrituras Sagradas mostram que dos dez mandamentos de Deus, um deles diz, honrai pai e mãe, para que seus dias se prolonguem na Terra. Destacando que este mandamento é o único que está seguido de uma promessa. (Efésios 6:1-3).


Filhos devem estar atentos para a importância desta atitude

O pastor David Silveira, da Igreja Missionária Evangélica Maranata, de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, afirma que desobediência e rebeldia não são problemas dos dias atuais. Ele, que foi criado em uma família de dez irmãos, conta que quando eram crianças e desobedeciam aos seus pais, eram repreendidos e muitas vezes acabavam apanhando. Mas, ao contrário de muitos, ele reconhecia que isto era um carinho para com ele. “Minha mãe faleceu com 86 anos de idade e todos nós sempre admiramos, honramos, respeitamos e obedecemos a mamãe até o último minuto de sua vida, e ainda hoje, temos saudades de seu zelo; não há em nós rancor nem traumas psicológicos pelo fato de termos sido corrigidos quando necessário”.

Por isso, ele acredita que as atitudes de pais corrigirem os filhos e estes deverem obediência são corretas. Pastor Davi diz ainda que todos devem guardar no coração e colocar em prática essas palavras ditas por Salomão, filho do rei Davi: O filho sábio alegra a seu pai mas, o insensato despreza sua mãe. (Provérbios 15:20). E continua exemplificando: Deus ordenou a Moisés para que dissesse ao povo: Maldito aquele que desprezar o seu pai ou a sua mãe. E todo o povo dirá amém. (Deuteronômio 27:15).

O jovem David Junior, de 15 anos, filho do pastor David, foi perguntado sobre o que acha da obediência. E disse que para ele, isto é natural por uma questão lógica. “Meus pais cuidaram de mim quando eu era um bebê, me deram banho, comida, roupas, cama, por diversas vezes me levaram ao hospital, ensinaram tantas coisas e acima de tudo me amam”.

Quando uma pessoa não reconhece esta autoridade e passa a agir de maneira inconsequente, ela vai colher os frutos do que plantar. (Galátas 6:7). Pastor David acredita que talvez seja esta a razão básica porque tantos jovens têm enveredado por caminhos horríveis, sendo ceifados de forma tão trágica, trazendo assim, angústia para sua família. Ele completa dizendo que na Bíblia o apóstolo Paulo mostrou em sua carta a Timóteo que nos últimos dias o povo sobreviverá dias difíceis e as pessoas seriam desobedientes aos pais. “Não faça parte dessa triste estatística. Ame, honre, respeite e obedeça aos seus pais”, conclui.


Fonte:
Site Elnet
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