segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tempo de estar calado, e tempo de falar

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““... tempo de estar calado e tempo de falar.” (Ec. 3:7)
Em todo o tempo, a criança está observando o adulto e construindo, a partir desse olhar, sua visão de mundo, de igreja e de sociedade.



Dsa. Abizail Dias do Nascimento

Quantos líderes não estão envolvidos em problemas, dificuldades no ministério, nos relacionamentos conjugais ou até mesmo em situações adversas no meio cristão, sem se darem conta de suas palavras? Conversam com alguém dentro do carro, em uma das dependências de sua casa, ou até mesmo numa visita a parentes ou amigos e desabafam sentimentos ou ressentimentos que angustiam a vida cristã. Em momentos como esse, se faz realmente necessário uma conversa, um aconselhamento pastoral e até mesmo uma busca de ajuda a profissional na área terapêutica.

Quando citamos essas dificuldades que são inerentes a todos os seres humanos, e principalmente no cotidiano daqueles que estão em cargos de liderança, lembramos dos espectadores que podem estar ao lado, ouvindo discussões tão acaloradas. São nossos queridos filhos! Estarão eles presentes nessas horas tão difíceis, quando situações extremas estão sendo desabafadas? Quantos pais discutem casos pessoais ou alheios nas dependências do carro, no caminho da igreja para casa, com seus filhos atentos ao que está sendo falado!

A Palavra de Deus nos orienta que existe tempo para tudo, deve existir também um tempo para as conversas particulares, um tempo reservado e, de preferência, com pessoas adultas.

Se pensarmos melhor sobre o assunto, observaremos que, se a situação está sendo tão difícil para o líder naquele momento, quanto mais para aquela criança que está ao lado, que não tem maturidade psicológica e espiritual para compreender o que está sendo falado.

Muitas questões são resolvidas com uma boa conversa entre cônjuges, companheiros de ministério, reuniões de conselho, mas continuam em aberto na mente da criança que presenciou o momento da explosão emocional. Como conseqüência disso, a visão da criança poderá ficar distorcida de tal forma que desenvolva resistências tanto em relação às pessoas envolvidas quanto aos cargos e programações de liderança.

Como podemos falar para nossos filhos que a igreja é o melhor lugar para eles se não vivermos essas palavras no nosso cotidiano, se mostrarmos somente as dificuldades no relacionamento entre cristãos? Somos responsáveis por aquilo que plantamos, se plantamos no coração dos nossos filhos ressentimentos, ódio e mágoa estaremos colhendo no futuro comportamentos inadequados ao nosso olhar, mas que correspondem àquilo que falamos e não damos conta de quanto os prejudicamos.

Eles precisam sentir amor pela causa, amor pelo evangelho de Cristo, amor pelos irmãos, para que possam ser motivados por esse amor. Através do exemplo em casa, devem saber que existem situações adversas que são solucionadas com um bom diálogo, com sabedoria, com oração, sem contenda, para que possam no futuro se posicionar da mesma forma.

Estaremos ensinando quando nos calamos ou falamos, quando dialogamos ou discutimos, quando oramos ou tomamos uma atitude precipitada, quando nos mostramos humildes ou arrogantes. Em todo o tempo, a criança está observando o adulto e construindo, a partir desse olhar, sua visão de mundo, de igreja e de sociedade. Por isso, não podemos nos esquivar de nossa responsabilidade como pais e líderes cristãos.

Vamos zelar pela família e valorizar o trabalho que Deus nos confiou. Da mesma forma, vamos cuidar da saúde mental e espiritual dos nossos filhos, para que sintam o desejo de colocar seus dons e talentos na obra do Mestre, não nos esquecendo que deles depende a igreja do amanhã. Se hoje priorizarmos a educação de nossas crianças, com certeza, teremos jovens e adultos dispostos a dar continuidade ao trabalho já iniciado, porque terão prazer na igreja do Senhor!

Dsa. Abizail G. M. D. Nascimento é pedagoga e psicopedagoga. Congrega na IAP em Vila Nhocuné (São Paulo) e atua ao lado do marido, Pr. Gildasio, no Departamento Ministerial da Região Paulistana Leste.


Crianças vêem, crianças fazem – Assista







Fonte: www.iapro.com.br


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Deus não quer que fiquemos apenas orando

Um comentário:

*Marcelo N Sancho
Reflexão para meus irmãos e amigos da Igreja de Cristo

Vivemos em uma sociedade cada vez mais individualista, onde as pessoas buscam o melhor para si em detrimento do outro, se esquecendo que somos seres sociais, que somos livres e felizes apenas em sociedade. Imaginemos por exemplo, deixar uma criança perdida, sozinha em meio a uma floresta. Com certeza essa criança não se tornará um humano ao crescer. E não precisamos imaginar tal coisa, pois isso já aconteceu.

Em setembro de 1799, um menino, de cerca de 12 anos de idade, foi encontrado perto da floresta de Aveyron, sul da França. Estava sozinho, sem roupa, andava de quatro e não falava uma palavra. Aparentemente fora abandonado pelos pais e cresceu sozinho na floresta. O menino, a quem lhe deram o nome de Victor, foi levado para Paris, onde ficou aos cuidados do médico Jean-Marc-Gaspar Itard. Durante 5 anos o Dr.Itard dedicou-se a ensinar Victor a falar, a ler, a se comportar como um ser humano, mas seus esforços foram em vão. Pouco progresso foi conseguido durante esse tempo. Victor nunca falou e aprendeu a ler somente uma palavra (leite). Não era mais o menino selvagem de quando fora encontrado mas, também, não se tornou humano.

Kaspar Hauser apareceu para a sociedade em 1828, numa praça do centro de Nuremberg. Tinha cerca de 16 anos de idade e falava de modo confuso; suas palavras eram pouco inteligíveis. Sua vida passada era um mistério, porém tudo indica que ele vivera preso em um celeiro desde o seu nascimento. Teve pouco contato com outros homens. Da mesma forma que Victor, Kaspar foi educado por seu tutor e, ao contrário de Victor, aprendeu a ler e escrever, pelo menos num certo nível em que era possível a comunicação com outras pessoas. Seu raciocínio, contudo, não foi muito adiante. Continuava a ser a mesma criança do dia em que fora encontrado. Sua visão não enxergava em perspectiva e também não conseguia apreender conceitos abstratos, como Deus e religião, apesar dos esforços de padres e educadores. Morreu 5 anos depois, assassinado, e seu passado misterioso nunca foi desvelado.

Em 1920, o reverendo Singh encontrou, em uma caverna na Índia, duas crianças que viviam entre lobos. Suas idades presumíveis eram de 2 e 8 anos. Deram-lhes os nomes de Amala e Kamala, respectivamente. Após encontrá-las, o rev. Singh levou-as para o orfanato que mantinha na cidade de Midnapore. Foi lá que ele iniciou o penoso processo de socialização das duas "meninas-lobo". Elas não falavam, não sorriam, andavam de quatro, uivavam para a lua e sua visão era melhor à noite do que de dia. Amala, a mais jovem, morreu um ano após ser encontrada. Kamala viveu por mais oito anos sem, contudo, aprender a falar, ler, usar o banheiro ou a ter qualquer comportamento que pudesse ser considerado próprio de seres humanos. A única emoção que demonstrou em todos esses anos foi algumas lágrimas que caíram de seus olhos, no dia em que Amala morreu.

O que esses exemplos têm em comum é que eles retratam pessoas que foram privadas de contato humano durante sua infância. Sem contato humano não conseguimos nos tornar seres humanos de fato: a aparência pode ser humana, mas o comportamento é de outra espécie. O homem, portanto, só pode ser homem se viver em sociedade.

Por isso o nosso Deus, que nos fez sua imagem e semelhança(ver Gênesis 1,26), não é solitário. Ele é Pai, Filho e Espírito Santo. Portanto é loucura, é antinatural esse modo de vida que hoje levamos, onde pensamos apenas em nós mesmos, buscamos satisfação para nós mesmos, queremos o agir de Deus exclusivamente para nós. Essa cultura individualista, transmitida pela ideologia neo-liberal como ápice da liberdade, na verdade nos desumaniza, nos escraviza ao pecado do egoismo, da indiferença ao próximo.

Como cristãos, como servos do Deus vivo, não podemos aceitar esse tipo de sociedade. Não temos a possibilidade de optar entre viver ou não em sociedade, mas, pelo menos, podemos escolher qual o tipo de sociedade em que desejamos viver. E com certeza não é nesse tipo de sociedade produzida pelo neo-liberalismo, individualista, egoista, que valoriza o ter e não o ser, que promove injustiça social e violência, que desejamos viver.
"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."(João 10: 10).
O nosso Deus se fez homem para que tenhamos vida em abundância, mas essa cultura perversa nos nega essa abundância, alias nega até mesmo a própria vida para a maior parte da humanidade. O neo-liberalismo quer apenas roubar, matar e destruir, basta observar a crise economica, a fome na África, a guerra no Iraque e no Afeganistão, a recusa das elites yankees em garantir para o seu próprio povo, o direito a um sistema público e gratuito(ou no mínimo acessível financeiramente). Aqui mesmo no Brasil, onde milhares morreram ano passado devido a epidemia de Dengue, e não pelo virus ser mais agressivo, mas pelo abandono da saúde em nosso país, onde o setor público está falido e o setor privado está entregue a quem deseja apenas lucrar a qualquer preço.

E o que fazemos? Continuamos indiferentes a essa realidade ou agimos para mudar, para transformar essa realidade? E como agir? Muitos acham que esse agir deve limitar-se a oração, deixando para Deus a tarefa do transformar. Entretanto ao ler a Palavra desse Deus, podemos ler:
"Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água. Então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de Mara, porque eram amargas; por isso chamou-se o lugar Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? E ele clamou ao SENHOR, e o SENHOR mostrou-lhe uma árvore, que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces. Ali lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou." (Êxodo 15: 22-25)
Aqui cabe importante reflexão. Deus em Seu poder, já havia feito secar o mar para que os hebreus iniciassem a sua caminhada para a libertação, portanto poderia muito bem ter feito a água tornar-se salubre diretamente. Porém assim não fez. Mostrou a Moisés uma árvore (instrumento) e este usando do recurso dado pelo Senhor, fez as águas tornaram-se doces. O mesmo podemos observar em João 11: 39-41, quando ao ressucitar Lázaro, o Senhor Jesus não retira milagrosamente a pedra da entrada do sepúlcro, mas ordena aos homens que a retirem.

Deus não quer que fiquemos apenas orando, esperando que apenas Ele faça o trabalho. O Senhor nos ordena a ser seu instrumento, nos ordena a ser a árvore que tornou doce a água do lago para que os hebreus a bebessem. Nos ordena para que retiremos a pedra do sepúlcro.

O Pastor batista Martin Luther King Jr obedeceu essa ordem, organizou os negros americanos para que lutassem por seus direitos, e hoje esses negros não somente possuem seus plenos direitos de cidadania, como também possuem um dos seus na presidência do país. Nunca mais vão andar na parte de trás do ônibus.

Na Alemanha, o Pastor luterano Dietrich Bonhoeffer não se calou diante da barbárie nazista, organizou a resistência cristã contra esse regime criminoso e desumano, motivo pelo qual morreu como mártir em um campo de concentração. E hoje ninguém mais aceita que esse tipo de barbárie volte a ocorrer. Na África do Sul, o Bispo anglicano Desmond Tutu participou da luta contra o regime racista do Apartheid, mobilizando o povo negro para lutar contra a opressão. E hoje a África do Sul é uma democracia multirracial, onde o Apartheid não passa de lembranças tristes e dolorosas de um passado que ninguém mais quer reviver.

E nós, o que fazemos diante dessa ordem dada pelo Senhor??? Para começar, deixemos de pensar que somos batistas, metodistas, presbiterianos, adventistas promessistas, anglicanos, congregacionistas, assembleanos, etc. Vamos pensar que somos CRISTÃOS, que somente juntos poderemos agir para mudar essa realidade. Isso não significa que vamos abandonar nossas identidades, os nossos meios de louvar e servir ao Deus vivo. Mas vamos deixar de lado o diferente que nos separa, que é tão pequeno, e olhar para aquilo que nos une, que é tão grande e maravilhoso, permitindo assim que nos tornemos realmente instrumentos do Deus vivo de Israel!




Fonte: Por email de *Marcelo N Sancho:

Marcelo é professor de filosofia e servo do Deus vivo, um simples e humilde iniciante da caminhada que leva a libertação, que mesmo vacilante e até mesmo fraco na fé, se orgulha em ter aceito Jesus como seu único e suficiente Salvador.

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A estratégia do inimigo

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Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; (1 Pedro 5:8)

Por PCamaral

Satanás sempre se utilizou da própria palavra de Deus para fazer desviar o caminho do homem. Foi assim com a mulher lá no jardim do Éden: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1). Foi assim com Jesus no deserto “(...) Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.” (Mateus 4:6).

A missão de Satanás não mudou, ele faz de tudo para desvirtuar a Criação e ao homem, que Deus fez a Sua imagem e semelhança. No tempo de Jesus ele usava as mesmas armas, mudou apenas a estratégia, veja o episódio da mulher pega em adultério. Os escribas e fariseus usaram a palavra do Senhor para lhe prepararem uma cilada:

“Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?” (João 8:4-5)

Jesus ouviu ao questionamento e não deu atenção, sabia que eles queriam deixá-lo em apuros, pois se dissesse que “não a apedrejassem” estaria sendo culpado de violar a lei de Moisés.

Ao Invés de tomar a posição que os fariseus queriam, Jesus deu-lhes uma resposta com a própria lei de Moisés. “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” (João 8:7).

A palavra de Jesus bateu fundo no coração daqueles homens, ao invés de julgar a mulher Jesus julgou seus acusadores: “Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.” (João 8:9).

Porque a simples frase: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” (João 8:7), reverteu a situação?

Primeiro ponto: Adultério não se comete sozinho, onde, afinal estava o homem? Fugiu? Se fugiu, porque não o perseguiram e o levaram junto com a mulher? A lei dizia que: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera.” (Levítico 20:10). Na certa estava envolvido no meio da multidão com uma pedra para atirar.

Segundo ponto: O que pesou na consciência daqueles homens foi o que está escrito em Deuteronômio 17:7 “A mão das testemunhas será primeiro contra ele, para matá-lo; e depois a mão de todo o povo: assim tirarás o mal do meio de ti.” O primeiro a atirar a pedra deveria ser a testemunha ocular do ato, depois, todo o povo. Como aquela situação era uma farsa foram acusados pela própria consciência e não tiveram escolha e deixaram o local, um a um, “(...) foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.” (João 8:9).

Hoje a estratégia de Satanás é outra. Ele passou a usar “homens de Deus”, pastores eloqüentes, líderes fervorosos, sábios, elegantes, prósperos, formadores de opinião, manipuladores, testemunhos de dar inveja a qualquer presidiário ou político famoso. São lobos vorazes, que não tem qualquer amor pelo rebanho. Rebanho esse comprado pelo sangue de Jesus na cruz do Calvário. O Deus Eterno, Imortal, desceu de Sua Glória e se humilhou tornando-se como sua criatura e se permitiu morrer em nosso lugar. Ninguém tirou Sua vida. Ele a deu de livre vontade! Aleluia! Glórias a Deus!

“(...), e dou a minha vida pelas ovelhas. (...) Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.” (João 10:15-18)

Estes homens que fazem mercado com a palavra de Deus não abrem seus ouvidos para ouvirem a voz do Senhor, assim como Eva, se deixam levar pela voz da serpente e fazem uso da própria palavra para enganar a muitos e alcançar seus objetivos obscuros.

A função do pastor de ovelhas é cuidar delas, guiá-las pelo caminho. Uma ovelha precisa de um guia pois falta-lhes senso de direção, a alguns metros do caminho certo são incapazes de encontrá-lo. É por isso que precisam seguir a voz do seu pastor.

Se faz necessário muito discernimento e uma busca constante pela palavra de Deus. Não uma leitura superficial, mas uma leitura consistente, um estudo mais a fundo nesta palavra maravilhosa que é nova a cada dia. Só assim poderemos combater os ataques vorazes do inimigo, que faz uso da arma mais poderosa que existe: A Palavra de Deus. Lembre-se do que o Senhor disse séculos atrás: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” (Oséias 4:6)

Lembra como Jesus derrotou Satanás no deserto? Com a própria palavra! Lembra como derrotou os escribas e fariseus no caso da mulher adúltera? Com a própria palavra! Lembra porque Eva foi derrotada? Queres derrotar todas as estratégias do inimigo? Dos falsos líderes? Dos falsos profetas?

Use muito, e use sempre a Palavra de Deus!

Pense nisso

Conheça o incrível Campeonato Mundial de Mergulho em Brejo "Atletas" enfrentam obstáculos naturais em disputa no Reino Unido

2 comentários:

Cada vez são criadas disputas esportivas mais surpreendentes em todo o mundo. Depois do futebol de lama, agora é a vez do incrível Campeonato Mundial de Mergulho em Brejo ganhar destaque


Na competição, realizada no Reino Unido, os 'atletas' precisaram enfrentar alguns obstáculos naturais.

* Esses caras não tem o que fazer não???????????????????????

Fonte: GLOBOESPORTE.COM Reino Unido

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Todos os caminhos levam a Deus?

Um comentário:

Li no Twitter o seguinte "pio": "Nem todos os caminhos levam a Deus....." , e resolvi escrever sobre este assunto rapidinho, tipo "flash".

Esta tem sido a afirmação de muitas pessoas, e o mundo crê nisso! Eles dizem, "Eu creio em Deus e isso é o que importa!""Eu creio numa força maior que dirige e sustenta todo o cosmo! (...)" – E assim vão. Mesmo o que é ateu precisa de muita fé, digo até, uma fé enorme, maior do que qualquer apóstolo que testemunhou Jesus Cristo em carne e osso. Pois, não crer em Deus, acreditando que nós viemos e uma ameba (organismo unicelular), e que tudo o que existe foi obra do acaso, ora, é necessário muita fé! E estar repetindo constantemente: "Eu sei que Deus não existe. Eu sei que..." tipo: "compre battom... compre battom..." rsrsrsrs lembrou????.

Há o caminho largo e o caminho estreito, um leva à eterna perdição (largo) e o outro, (estreito), à vida eterna com o Senhor! Mas os dois nos levam à presença de Deus. Quer seja na primeira ressurreição ou na segunda.

Todos nós compareceremos diante do Tribunal de Deus. "Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus". (Romanos 14:10)

"Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!" (Apocalipse 1:7)

Não estou aqui para criticar quem, corretamente defende o erro na frase: "Todos os caminhos levam a Deus". Mas não posso deixar de colocar esta pimenta na discussão:
"De que, olhando por este ponto de vista, e sabendo que "(...) mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta" (Hebreus 6:18).

Sim! Todos os caminhos levam a Deus!

As circunstâncias em que chegaremos diante Dele é que serão diferentes. Uns chegarão para a Vida Eterna e outros chegarão diante Dele para a Morte Eterna."
"Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos". (Apocalipse 20:6)
Que caminho estamos seguindo? Como estamos nos preparando para "O Grande e Terrível Dia do Senhor?" O caminho que nos leva à Deus é caminho de vitória e glória ou de perdição e desgraça?

Pense nisso enquanto há tempo.

"Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." (Isaías 55:6).

Para que Ele nos mostre o caminho verdadeiro e que Ele deseja que nós andemos.

"Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele." (Isaías 30:21)

"Está perto o grande Dia do SENHOR; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do SENHOR é amargo, e nele clama até o homem poderoso". (Sofonias 1:14).

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PC@maral

Tá com preguiça de ler a Bíblia?

Um comentário:


A Bíblia em um minuto. De Gênesis à Apocalipse.


Fonte: umap-vca.blogspot.com postado por Leandro Kateivas.

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Você não vale nada, mas eu gosto de você - Tudo o que eu queria era saber PORQUÊ?????

Um comentário:

Na tarde deste sábado, após o almoço, resolvi descansar um pouco com minha esposa, enquanto minhas filhas brincavam com uma amiguinha em nossa casa. Nos deitamos e ficamos conversando, quando um vizinho de bairro resolveu mostrar toda a potência das caixas de som de seu carro. Lá se foi nossa paz.

A "música" (entre aspas mesmo, porque não posso considerar aquilo música) que fez doer nossos tímpanos era do tipo pegajosa, que cola no cérebro e fica causando irritação. O refrão diz: "Você não vale nada, mas eu gosto de você." Não pude acreditar no que estava ouvindo. Como um ser humano pode dizer isso de outro? E como podem as pessoas considerar isso música para ser ouvida? A que nível estamos chegando?

Contendo minha indignação com a falta de respeito daqueles que nos faziam conhecer na marra seu (des)gosto musical, peguei-me pensando naquela letra e imaginei o que Deus pensa a nosso respeito. Por um lado, não valemos nada; não temos méritos que nos recomendem; somos todos pecadores carentes da graça divina. Mas a cruz de Cristo nos atribui profundo valor.

Chega a ser um paradoxo: não valemos nada, mas valemos muito. Para Deus, somos tão preciosos que Ele enviou o próprio Filho para morrer em nosso lugar.

Não valemos nada, mas Ele gosta de nós. Ele nos ama.

"Com amor eterno Eu te amei", diz o Senhor, "por isso, com benignidade te atraí" (Jr 31:3).

Para fugir do barulho, decidimos ir passear numa praça. Quando passei pelos moços, orei por eles em pensamento, e pensei: não valemos nada, mas Deus nos ama mesmo assim.

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Meu comentário no blog:

A Paz do Senhor!
Leandro, isto está acontecendo, creio eu, no Brasil inteiro, aqui onde moro, um meu vizinho de condominio, coloca seu som à todo volume e vai para a calçada, "do outro vizinho" escutar "suas" melodias favoritas. Outra cena parecida com a descrita no seu post: eu e minha esposa descansando, conversando, chega "ele" de carro para visitar a sua mãe, que mora ao lado da minha casa, e coloca seu "funk" predileto: "vai cachora, vai..." e ainda tem a coragem de dizer que isso é música!

Vou publicar em meu blog valeu?

Um forte abraço, e que Deus continue te abençoando!




Michelson Borges. Vi no Criacionismo

Republicado do blog: umap-vca.blogspot.com por Leandro Kateivas.

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domingo, 30 de agosto de 2009

Dízimo - envelope, boleto bancário e agora até por transferência!

6 comentários:

Renato Jr


A que ponto estamos chegando. Não quero entrar no mérito teológico a respeito do Dízimo, mais relatar que algumas práticas atuais de arrecadação me deixam pasmo, e utilizar do argumento: "a igreja deve acompanhar a evolução tecnológica" para mim é balela.

Algum tempo atrás fui surpreendido pelo recolhimento de dízimos e ofertas via, boleto bancário, não bastasse isto, hoje pela manhã fui surpreendido ao acessar o site da PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE CURITIBA, lá estão aceitando dizímos e ofertas via transferência on line.


Confira abaixo:



ACESSE VOCÊ MESMO O SITE E CONFIRA: http://www.pibcuritiba.org.br

*PCamaral - Eu fui lá conferir e não é só os Dizimos não, as outras ofertas também, e ainda fazem um cadastro completo de contribuintes. Olha ai embaixo:


E você? Vai fazer o seu... "depósito ou transferência???????"


Fonte: blogrenatojr.blogspot.com


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Para os médicos, era um quadro irreversível de gripe suína. Mas o Deus do impossível livrou seu filho da morte

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Todos os dias ouvimos nas emissoras de TV de todo o país pastores operando milagres a todo momento por meio do poder de Jesus Cristo. É claro que existem os que se aproveitam disso e exploram a boa fé dos cristãos. Mas nós sabemos que eles são minoria, e que terão de acertar contas "Naquele Grande e Terrível Dia do Senhor". Mas não quero falar aqui dessas pessoas, quero falar de milagres reais, testemunhados e vividos por pessoas reais e simples que viveram momentos terríveis e de muita aflição em suas vidas e venceram pela ação de Deus que foi movido pelas orações de seus servos fiéis. Que não se gloriam disto e nem alardeiam para exaltação própria, mas testemunham a ação do Senhor Jesus, que com muito amor, atenção, misericórdia e um cuidado especial, operou na vida de nosso irmão em Cristo Aderildo Junior, conforme seu testemunho abaixo registrado. Tudo para honra e glória de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Aderildo Luiz da Silva Junior, 26 anos, promessista de Três Lagoas (MS) teve um diagnóstico errado, foi transferido de hospital e permaneceu nove dias na UTI. Sobreviveu, graças à potente mão do Senhor

Quero relatar o maravilhoso milagre que o Senhor Deus operou em minha vida. Eu moro na cidade de Três Lagoas (MS), sou piloto de helicóptero e trabalho na cidade de Macaé (RJ), transportando passageiros para as plataformas de petróleo.

Em julho, eu estava de folga em Três Lagoas, pois minha escala é 15 por 15, quando a empresa entrou em contato comigo para que eu comparecesse ao Rio de Janeiro, para um curso periódico na área de segurança de vôo. Decolei do aeroporto internacional de Campo Grande (MS) com destino ao Rio de Janeiro, com escala em Congonhas (SP). Fiquei um dia no Rio e fiz o mesmo trajeto de retorno, com escala em São Paulo.
Ao retornar, comecei a sentir dores no corpo, fraqueza e leve dor de cabeça. Repousei por cerca de uma hora e meia e então veio a febre alta, de 38,5º. Minha mãe e eu fomos ao Hospital da Unimed, onde recebi o primeiro atendimento.

Como os sintomas persistiram, fui ao hospital de referência de Três Lagoas. Fui internado ali, no dia 18. Naquela noite, o pastor da IAP em Três Lagoas, Geraldo Magela, leu o texto que está em Deuteronômio, capítulo 28, versículo 3: “bendito serás tu no campo, e bendito serás na cidade”. Ele orou e me ungiu com óleo.

Permaneci ali até o dia 21, pela manhã, com a mesma temperatura, de 38,5º. Meu quadro clínico estava piorando a cada dia, agora com dificuldades de respirar e estavam me medicando como se eu tivesse contraído dengue.

Naquele mesmo dia falei com meus pais e decidimos ir para o Hospital de Base de José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Meu estado era tão crítico, que não me lembro de nada nessa viagem. Chegando ao hospital, fui para uma sala de triagem. Ao ver meu estado, a médica solicitou que me levassem urgentemente para a UTI. Já era madrugada do dia 22 e ali permaneci por longos nove dias. Lembro-me de que, no primeiro dia, tive uma tosse muito intensa, os pulmões estavam todos tomados pela pneumonia, não conseguia respirar, então achei que naquele momento o Senhor me recolheria. Orei a ele assim:
“Senhor, se este é o fim da minha história aqui na terra, guardo minha fé em ti, Senhor. Perdoa meus pecados e eu te suplico, Jesus, que eu me encontre contigo, quando o Senhor voltar para buscar os remidos”.
Porém, a partir desse dia, fui melhorando, embora cada dia parecesse uma eternidade. Eu não sabia quando era dia ou noite, eram muitas agulhas, medicamentos e, no quinto dia, veio a confirmação de que eu havia realmente contraído o vírus Influenza A (H1N1), chamada de gripe suína.

Sempre confiando em Deus, meus pais foram à IAP de São José do Rio Preto e naquele culto, o Senhor falou com eles pela mensagem, que abordou a cura do cego de Jericó. Deus falou que iria me curar, assim como fez com aquele cego.

E foi assim, para honra e glória de Deus! Depois de nove dias, me tiraram do isolamento e da UTI, fui transferido para o quarto, onde fiquei por mais quatro dias.

No dia da alta hospitalar, toda a equipe médica que me acompanhou veio me ver e vários disseram que, para a medicina, meu caso era sem volta, que tudo indicava que a gripe seria fatal para mim. Porém, hoje estou vivo para falar do milagre que Deus fez em minha vida e de que nada é impossível para o Supremo Deus. Que Ele seja louvado!

Quero manifestar também meu agradecimento a todos os meus irmãos em Cristo que oraram por mim, ao Pr. Janir (IAP S. José do Rio Preto), ao Pr. Geraldo Magela (IAP Três Lagoas) e ao Pr. Sebastião Lino (diretor jurídico do Presbitério Geral).


Creia que o mesmo Deus que realizou este milagre em minha vida é o que está com você também.

Que Deus abençoe a todos!



Fonte: Aderildo Luiz da Silva Junior - membro da Igreja Adventista da Promessa de Três Lagoas (MS)

Aderildo congregou conosco na IAP de Piedade no Rio de Janeiro durante o tempo em que fazia seu curso de piloto de helicópteros.


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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Peixe Fresco

Um comentário:
Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões

*Lordelo

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
“Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.”
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50:

“O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”.

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo” e fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles.

Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
“Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar…”
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Fonte: * Lordelo do www.semreligião.com.br

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Dom do Discernimento de Espíritos (I Corintios 12:10)

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Ao ler o artigo Basta do pastor Renato Vargens, que a certa altura do texto nos faz o seguinte questionamento: “Talvez ao ler este artigo você esteja dizendo com seus botões: Isso é exagero! Quem somos nós para julgar alguém?"

Eu pensei sobre o assunto e até comentei em seu post que concordava com todas as palavras ali registradas, e logo me veio a lembrança um fato ocorrido comigo há algum tempo, e que, agora compartilho todos vocês:

Jesus nos alerta: “NÃO julgueis, para que não sejais julgados.” (Mateus 7:1), e nos orienta: “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.” (João 7:24), mesmo quando se é manifestado o dom de línguas Deus nos orienta: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.”( I Corintios 14:29). Existem outros exemplos mais na Palavra de Deus. O grande problema é que um determinado numero de irmãos se apropia do versículo um de Mateus no capitulo sete e joga em nossa cara a justificação para “continuar errando”.

Onde quero chegar: Eu mesmo fui testemunha e vitima de uma situação dessas, quando um irmão falou na minha cara que eu estava julgando as pessoas, mas o tempo passou e a verdade dos fatos veio à tona, e confirmou a minha afirmação sobre o fato.

A história aconteceu assim: Há algum tempo atrás nossa igreja estava com a equipe de louvor desfalcada, alguns componentes precisaram mudar de Estado por motivos profissionais e os que ficaram estavam iniciando o ministério e ainda não tinham grande experiência, mas, estavam se esforçando no aprendizado e logo estariam tocando como se deve, no caso de se louvar ao Deus Todo Poderoso, e, é certo, que Deus os ajudaria e os capacitaria cada vez mais.

Infelizmente, existem em nossas igrejas aqueles que nunca estão satisfeitos, e que tem pressa para tudo, e uma dessas pessoas vivia reclamando que:
“os nossos músicos não são como os da igreja “tal” aqueles sim, eu vejo o entusiasmo e o compromisso que eles tem com o ministério de música da sua igreja”.
Ao declarar isto, imediatamente, conhecendo o ministério ao qual ela tanto elogiava, disse que não deveria comparar a nossa equipe de louvor com músicos de outra denominação, eu poderia aceitar a comparação com a equipe de outra congregação nossa, mas nunca com a que ele se referia. Eu disse a ele que aquele ministério pagava seus músicos, daí o "entusiasmo", daí o “compromisso”. Esta era a maneira daquela igreja manter o compromisso daqueles “crentes levitas”. E que, se não fosse assim eles não estariam naquele ministério.

A reação foi imediata: “Você não pode julgar o que não sabe!”. Infelizmente, o pior é que eu sabia. Quase brigamos por isso e o assunto parou e passamos a falar de outras coisas.
Passados alguns meses, qual a minha “surpresa????” quando uma irmã me contou o seguinte:
Ela estava na faculdade e conheceu alguns evangélicos que estudavam em sua classe, conversa do reino vai conversa do reino vem e um deles disse que estava fora da igreja e que foi músico de uma grande congregação. Ela perguntou por que abandonou o ministério, a resposta foi que:

“Os pastores andam de carro do ano e nós, por causa do salário que nos pagavam só podemos andar de fusquinha ou chevete. Então a banda se reuniu e foi pedir aumento ao pastor, e, ameaçou que se não fosse dado o que pediam sairiam e deixariam a igreja sem músicos”.
Como era uma igreja grande, com muitos recursos, imediatamente mandou embora os “mercenários” e colocou outra banda que tinham na reserva. Confirmando, assim o “julgamento” feito muito tempo antes do ocorrido pois eles eram os “músicos empolgados e compromissados” que meu irmão em Cristo tanto admirava e defendia, ao ponto de me jogar na cara que eu “julgava sem conhecer”.

Jesus não nos permite julgar os que estão de fora, as pessoas que estão no mundo e que ainda não conhecem seu plano de salvação, Deus não nos permite julgar. Seja um ladrão, homicida, pedófilo, mal caráter, mentiroso, etc. Jesus morreu por todas as pessoas do mundo. Todo aquele que olha para Jesus, confessa seus pecados, se arrepende e o aceita como único, fiél e suficiente salvador é por Ele salvo e ingressa na família de Deus.

Mas os que estão dentro, que pertencem a família cristã, estes, Jesus nos orienta:

“Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.
Por seus frutos os conhecereis. {Porventura} colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.
Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que {está} nos céus.”

(Mateus 7:15-21).

Caros leitores, não estou aqui afirmando que devemos sair julgando as pessoas, mas que temos de pedir a Deus um dom que está sendo negligenciado na igreja, que é o dom do discernimento de espíritos, “E a outro a operação de maravilhas: e a outro a profecia; e a outro o {dom} de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas”. (I Corintios 12:10). O que vemos é a grande maioria buscar somente o dom de línguas deixando de lado os demais, ignorando a orientação de Deus: “Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente.”(I Corintios 12:31).

Discernir a intenção do coração humano se faz extremamente importante. Negligenciar esta tarefa com medo de ser acusado de estar “julgando o outro”, é entregar nas mãos de qualquer ”espertinho” que fale bem e seja eloqüente e envolvente, todo o rebanho do Senhor Jesus. Rebanho esse que Ele comprou com o seu sangue, quando morreu na cruz.





“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.” (João 7:24)


Pense nisso!



Paulo Cesar Amaral

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A Maldição Hereditária

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Somos ensinados pela Bíblia, que no Senhor Jesus Cristo fomos completamente libertos do poder do império das trevas: "se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (Jo 8:36).



Em todos os tempos a Igreja de Cristo sofreu ataques espirituais visando contaminar a pureza que caracteriza sua doutrina. No Brasil de hoje, uma doutrina sutil e perigosa destaca-se pela grande confusão que tem causado no meio dos cristãos evangélicos. Trata-se da crença em Maldição Hereditária. É mais um dos terríveis ataques de Satanás em sua incansável luta para destruir vidas que já foram salvas por Jesus Cristo. E tem conseguido resultados positivos, especialmente, na vida de cristãos biblicamente imaturos e, consequentemente, frágeis em sua vida espiritual. A seguir conheceremos os conceitos dos defensores da Maldição Hereditária e a confrontação desses conceitos com a palavra de Deus.

Conhecendo os conceitos dos defensores da maldição hereditária.

A – Conhecendo o argumento da herança maldita.

De acordo com as pessoas que ensinam a existência de crentes amaldiçoados, a maldição hereditária é a autorização dada ao diabo por alguém que exerce autoridade sobre outrem (o pai ou a mãe, por exemplo), para causar dano à vida do amaldiçoado, levando-o a viver completamente fora dos propósitos de Deus. Se uma pessoa não for chamada para quebrar essa cadeia de maldição, a herança maldita, maligna e invisível vai se espalhando e alcançando misteriosamente e indefinidamente os seus descendentes, de geração à geração, trazendo-lhes problemas de ordem espiritual, familiar, relacional, emocional e física. Acredita-se, portanto, que a maldição tem o poder de auto-concretizar-se. Como é isso na prática? É assim: Se há na família alguém com problemas de prostituição, de alcoolismo é devido à presença de um espírito maligno atuante nos ancestrais da família. Por trás do pecado da pessoa, está o pecado do ancestral familiar. Esse ensinamento é fundamentado principalmente em Ex 20:5-6 que afirma: Eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. Os outros textos usados nesse sentido são: Lv 26:39, Nm 14:18, Dt 30:19.

B – Conhecendo o argumento das palavras malditas.

Os que defendem a existência da maldição hereditária também afirmam que as palavras humanas ditas de forma impensada e precipitada têm poder em si mesmas para liberar a ação do diabo na vida de uma pessoa, família ou geração. Para ensinar isso, fundamentam-se em Tg 3:8-10 que nos diz: a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição.

Assim, um garoto pode, por exemplo, tornar-se um homossexual simplesmente porque o seu pai o amaldiçoou chamando-o de mulherzinha! Veja que segundo essa estranha crença o rapaz tornou-se homossexual não porque escolheu ou decidiu pessoalmente. Mas a sua homossexualidade foi despertada e alimentada pelas palavras de maldição ou de zombaria proferidas e lançadas pelo seu próprio pai. Resultado: por ser tanto amaldiçoado, acabou se tornando homossexual! A palavra humana gerou a imoralidade.

Observa-se que o rapaz mesmo não teve nenhuma responsabilidade sobre esse seu comportamento sexual pecaminoso. Na verdade, segundo os defensores da maldição hereditária, qualquer pecado é precedido por palavras de maldições de famílias. Se uma pessoa é mentirosa, homicida, invejosa, violenta, nervosa, briguenta é porque foi vítima de palavras de praga, pronunciadas principalmente pelos pais. Assim, as palavras têm poder para determinar o futuro, o destino, o caráter das pessoas! Elas serão bem ou mal sucedidas de acordo com o que se falar delas ou para elas.

C – Conhecendo o argumento dos nome malditos.

Os que acreditam em Maldição Hereditária também defendem que a maldição pode atingir a pessoa dependendo do nome que tenha. Afirmam que há nomes que trazem maldição em si, pelo seu significado. O "bom nome" é equivalente ao "bom destino". O "mal nome" é equivalente ao "mal destino". O caráter de uma pessoa dependerá não de suas escolhas ou decisões pessoais, mas exclusivamente do seu nome.

Ao observarmos o que se ensina sobre maldição dos nomes, constatamos que esse "ensino" é basicamente fundamentado e sistematizado sobre uma série de experiências pessoais, subjetivas. E aí citam várias experiências de pessoas que por causa dos nomes "ruins" que tinham, sofreram inúmeros fracassos espirituais, financeiros, conjugais, etc. Nessa condição, a pessoa só se verá livre desses transtornos se a maldição do nome for quebrada ou o nome mudado.

Esclarecendo os conceitos dos defensores da maldição hereditária.

A - Esclarecendo o argumento da herança maldita.

Segundo as explicações da maldição hereditária, não somos responsáveis diretamente pelos nossos próprios pecados. Somos, sim, vítimas das escolhas pecaminosas do nossos antepassados.

Esse conceito é bíblico? Quem ensina Maldição Hereditária diz que sim. Com que base? Baseando-se principalmente em Ex 20:5-6, onde encontramos Deus dizendo que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.

Mas seria realmente esse o ensino de Ex 20:5? Antes de fazermos algumas considerações sobre esse texto, vamos lê-lo em outras versões bíblicas para entendermos melhor o seu sentido. Na Bíblia de Jerusalém está assim: (...) eu, Iahweh teu Deus, sou um Deus ciumento, que puno a iniquidade dos pais sobre os filhos até a terceira e quarta geração dos que me odeia, mas que também ajo com amor até a milésima geração para aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.

A Nova Versão Internacional traduziu como se segue: (...) eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.


Em a Nova Tradução da Linguagem de Hoje encontramos a seguinte tradução: (...) eu, o Senhor, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os seus bisnetos e trinetos. Porém sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações.

Pois bem, esse texto está ensinando a existência da maldição hereditária?
Vejamos a opinião de alguns comentaristas.
De acordo com o comentarista bíblico R. Alan Cole, a expressão até a terceira e quarta geração "se aplica aos que aborrecem (odeiam) a Deus, que se recusam a viver em consonância com Sua vontade. Já que este mundo pertence a Deus, e já que estamos todos envolvidos uns com os outros, qualquer violação da lei de Deus numa geração fatalmente irá afetar as gerações futuras." (Êxodo - Introdução e Comentário, p. 150).. R. N. Champlin sobre o texto em questão escreve o seguinte em seu comentário o Antigo Testamento interpretado versículo por versículo: "A idolatria e o uso de imagens eram considerados uma tão grave iniquidade que foram ameaçados poderosos juízos de Deus contra os idólatras, envolvendo até a quarta geração dos mesmos. (...) Podemos ter certeza de que o juízo de Deus são justos, e envolvem os filhos dos idólatras porque geralmente participam dos pecados de seus pais. Mas em casos de inocência, esses juízos eram suspensos. Todavia, persistiam as circunstâncias adversas, criadas anteriormente. Ademais, existe aquela genética espiritual que transmite atitudes e costumes para os filhos, provocando assim a ira divina."
Que os filhos podem sofrer indiretamente os resultados dos pecados cometidos pelos pais ninguém duvida. Repetindo: resultados, não uma maldição! Sabemos que as conseqüências do pecado não atingem somente o indivíduo que pecou, mas também a sua comunidade, os seus relacionamentos. Os resultados destrutivos do pecado podem continuar através das gerações, atingindo até os descendentes inocentes. A própria herança biológica transmite os resultados dos pecados dos pais aos seus descendentes.

Como assim? Da seguinte forma: Um pai que fuma pode criar e transmitir defeitos genéticos a seus filhos, netos e bisnetos. Além disso, o testemunho do pai influencia negativa ou positivamente na vida do filho, dependendo da personalidade deste. A Aids em uma criança pequena pode ser o resultado da prostituição da mãe ou do pai. E se a mãe ou o pai da criança tiver pedido perdão para Deus pelo seu pecado? O resultado continua? Sim! A não ser que Deus faça um milagre e remova do corpo o vírus HIV. Não acontecendo isso, o resultado é este: Deus perdoa o pecado da prostituição, mas o julgamento ou a conseqüência permanece. Sofremos pelo mal que praticamos, apesar do perdão divino: Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que a pessoa plantar, é isso mesmo que colherá (Gl 6:7, Sl 62:12, Jr 17:10, I Pd 1:17).

Portanto, fica claro que o pecado sempre acarreta conseqüências. A primeira conseqüência do pecado de uma pessoa é a vergonha. A segunda é a punição, o castigo. Todo pecado traz punição. Mais: o julgamento divino é para remediar e corrigir, não somente para castigar.

Agora, o filho ou a filha dizer que se prostitui porque a sua mãe foi uma prostituta é outra história. Entendemos que a vida deste filho ou filha pode até ter sido influenciada pelo exemplo negativo da mãe, mas jamais determinada. Se o filho se prostitui é porque ele escolheu e decidiu pessoalmente se prostituir. Os filhos não se prostituem por causa da mãe. Não se prostituem devido a uma maldição familiar! Por que não? Porque esse não é o conceito de pecado ensinado pela palavra de Deus. O conceito de pecado na Bíblia é muito diferente do conceito de pecado ensinado pelos admiradores da crença na Maldição Hereditária que não leva em conta a responsabilidade pessoal pelo pecado.

E o que diz a Bíblia? Bem, na Bíblia o pecado é sempre pessoal. O pecado é sempre o resultado do livre-arbítrio do ser humano. É o seu ato livre. É resultado de uma decisão consciente. O ser humano é livre para escolher entre o bem e o mal. Os pecadores são responsáveis por suas escolhas, atitudes e ações. A responsabilidade pelo pecado é pessoal. (Dt 9:6-24; Jr 2;4-28; Ez 16:14-58; Am 2:6-8; 5:10-12; 8:4-6; Mq 2:1 e 2; 7:2-7; Is 59:1-8, Jr 7:9-11; 29:23).

O teológo Ralph L. Smith em seu livro Teologia do Antigo Testamento, ensina que o indivíduo, no antigo Israel, estava subordinado a seu grupo. Jamais, porém, o indivíduo estava subordinado a ponto de não ser responsável por seus atos pessoais. Várias passagens enfatizam a independência do indivíduo do grupo (veja Dt 24:16; 2 Rs 14:6, Jr 31:29). Portanto, a palavra de Deus deixa bem claro que o pecador é culpado e responsabilizado por qualquer ofensa que cometer, mesmo sem estar ciente de algum pecado pessoal (Lv 5:17).

A responsabilidade pessoal pelo pecado é ainda mais claramente ensinada e destacada por Deus através do profeta Ezequiel, no capítulo 18 versículos 1-32. O profeta poderosamente inspirado por Deus combate o ditado popular que o povo vivia repetindo na terra de Israel: os pais comeram uvas verdes, mas foram os dentes dos filhos que ficaram ásperos. A palavra do Senhor afirma que a pessoa que pecar essa morrerá. O filho não responde pelo pai. Cada um responde por si! O Mestre dos mestres, Jesus Cristo descartou qualquer possibilidade de alguém ser castigado pelo pecado se seus ancestrais. (Jo 9:1-3).

O castigo do pecado do pai só será aplicado ao filho se este também cometer iniqüidade. Cada um será punido pelas suas próprias obras iníquas! Não há nem maldade hereditária, nem bondade hereditária. Um pai bondoso não gera necessariamente um filho bondoso nem um pai maldoso gera um filho maldoso. Nesse caso, filho de peixe, peixinho não é! E também nosso ditado de que tal pai, tal filho é biblicamente falso. O filho de um pai obediente a Deus pode ser rebelde a Deus, se individualmente optar pela rebeldia.

A Bíblia mostra que o iníquo Manasses, o mais perverso rei da história de Judá, era filho do piedoso Ezequias! Isso prova que a retidão do pai não se transfere automaticamente para o filho. Cada um carrega a sua própria culpa. Mesmo recebendo maus exemplos do pai/mãe biológico, um filho pode vencer na vida (espiritual, relacional, material), se cultivar pessoalmente no seu coração o temor ao Senhor. Não foi assim com Josias, filho do terrível Amom? Amom comeu uvas verdes, mas os dentes de Josias não foram afetados! Josias não herdou a maldade do seu pai Amom! Não foi assim com Ezequias filho do deplorável Acaz? Acaz comeu uvas verdes? Comeu! Os dentes de Ezequias foram afetados? Não! Ezequias foi o que escolheu ser! Assim, o provérbio popular citado pelo povo de Deus é desmentido pela própria história do povo de Deus (2 Rs capítulos 16, 18, 21-22).

Aqui fica um alerta: Não basta citar textos bíblicos para fundamentar uma doutrina. É preciso interpretá-los corretamente, observando e respeitando o contexto de toda a palavra de Deus. A principal regra da hermenêutica, uma disciplina que ensina princípios de interpretação bíblica, é: a Escritura se interpreta a si mesma. Isto quer dizer não podemos interpretar um texto isolando-o dos demais textos da Bíblia. O restante de toda a Bíblia precisa ser analisado com honestidade e seriedade.

B - Esclarecendo o argumento da palavra maldita.

E as palavras impensadas que pronunciamos podem determinar negativamente o caráter, o destino, o futuro de quem as ouve? Uma jovem pode repetir o mal caráter da mãe só porque ouvir dizer "quando você crescer vai ser igual a mãe"? Um filho pode mesmo não dar em nada só porque ouviu várias vezes da boca do pai "quando você crescer não vai dar em nada". As palavras humanas tem mesmo todo esse poder de destruição? Se essas palavras de maldição não forem "quebradas", se cumprirão plenamente?

Vamos raciocinar o contrário: por exemplo, uma pessoa pode ser bem sucedida profissionalmente só porque em sua infância ouvi palavras positivas da sua mãe do tipo: você será um grande empresário? Se as palavras negativas se cumprem, as positivas não deveriam também se cumprir? Então as palavras humanas não tem em si mesmas poder para realizar aquilo que dizem? A resposta é não! As únicas palavras que tem poder criativo são as palavras pronunciadas por Deus. (Gn 1:1-20).

Concordamos que as palavras humanas empregadas erradamente podem prejudicar, machucar e influenciar nossos relacionamentos. Por isso é que a palavra de Deus freqüentemente recomenda que usemos as nossas palavras com responsabilidade: Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem (Ef 4:28).

É preciso ter cautela na comunicação interpessoal. Muita gente tem confundido liberdade de expressão para falar sem respeitar os outros. O crente deve zelar pelo falar. A Bíblia não é a favor da linguagem intemperante e precipitada. (Pv 15:1, 17:27, 25:11, Tt 2:8, Tg 3:2). Nisto todos pensamos a mesma coisa.

Agora, presumir que as palavras humanas podem por si mesmas determinar o sucesso ou o fracasso de quem as escuta é ignorar o ensino bíblico. Não somos vitimas cegas nem da hereditariedade nem das palavras humanas de maldição pronunciadas contra nós, sem forças para mudar nossos destinos. As palavras de maldição no passado não tem que ser permanente, como uma espécie de amuleto de má sorte, pendurado em nosso pescoço, para nos prejudicar o resto da nossa vida.

C - Esclarecendo o argumento dos nomes malditos.

Vimos no começo que os pregadores da maldição hereditária também ensinam que há nomes que trazem maldição em si, pelo seu significado. O nome de "significado bom" é equivalente ao "bom destino" e o nome de "significado mal", é equivalente ao "mal destino". Em qual parte das Escrituras há o ensino da maldição no nome? Quando foi que Jesus ou os apóstolos apareceram quebrando a maldição do nome de alguém? Se o nome é garantia de sucesso, porque personagens bíblicos com "bons nomes" fracassaram?

Por exemplo, Abiú, filho de Arão (Ex 6:23), tinha um nome hebraico com um significado maravilhoso (Deus é pai), mas o fim da sua vida é descrito assim: Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor (Lv 10:1-2).

Anás, o sumo sacerdote que viveu nos tempos de Jesus, era outro que tinha um "bom nome" ("Javé compadeceu-se" ou "Javé mostra graça"). O significado do seu nome afetou o seu caráter? O evangelho de João diz que não. Ele viu Jesus ser injustamente esbofeteado pelo soldado romanos, mas não demonstrou a mínima compaixão por Jesus (Jo 18:12-24)!

Epafrodito é um exemplo de pessoa cujo nome tem um significado "mau" ("encantador", ou seja, "aquele que faz encantamento"). Quem foi ele? Vamos deixar o próprio apostolo Paulo apresenta-lo: meu irmão, cooperador e companheiro de lutas; e, por outro, vosso mensageiro e vosso auxiliar nas minhas necessidades (Fp 2:25). Será que ele teve a maldição do nome quebrada antes de ser cooperador de Paulo? Ele deixou de ser um bem sucedido missionário só por causa do seu nome? Claro que não!

A experiência do profeta Daniel e seus companheiros é bastante esclarecedora. Escravos na pagã Babilônia, seus nomes hebreus foram trocados por nomes pagãos: Daniel recebeu o nome de Beltissazar, 1:7 (que significa "Príncipe de Bel", um dos principais deuses dos babilônicos - Dn 4:8; Is 46:1; Jr 50:2). Seus amigos receberam os seguintes nomes: Hananias foi chamado Sadraque (que significa "Servo de Aku", o deus da Lua Sin); Misael (que significa "semelhante a Deus"), foi chamado Mesaque (que significa "Quem é igual a Aku"); e Azarias foi chamado de Abednego (que significa "Servo de Nebo"). Em nenhum momento a Bíblia apresenta esse grandes homens de Deus preocupados com maldições espirituais provenientes de seus nomes pagãos.

A Bíblia afirma que, mesmo com esses nomes, Deus os abençoou, a ponto de o rei Nabocodonozor decretar que o Deus desses rapazes, o Senhor Todo-Poderoso, é o Deus dos deuses. Eles eram pessoas abençoadas por Deus apesar de terem nomes pagãos. Por que? Porque eram obedientes e tementes a Deus! Seus nomes não determinaram bênçãos e nem maldições, pois, quem determina essas situações é unicamente Deus. E o que dizer de Apolo ("Destruidor"), Judas Iscariotes ("Louvável, louvor"), Davi ("Amado"), Paulo ("Pequeno"), Filipe ("Amigo de cavalos"), Tiago ("Forma moderna de Jacó – Enganador") e outros? Concordamos com a afirmção do teólogo Isaltino Gomes Coelho que diz "presumir que o caráter de uma pessoa dependerá do seu nome se choca com o ensino bíblico sobre a responsabilidade pessoal, a individualidade, a capacidade humana de decidir sua vida". Portanto, também não existe base bíblica para a maldição do nome!

Conclusão:

O crente em Jesus pode ainda estar sendo, em algum sentido, afetado por uma maldição hereditária? Aprendemos através da palavra de Deus que não.

A palavra de Deus afirma, em Cl 1:13-14, que ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. A palavra de Deus afirma, em 1 Jo 5:18, Sabemos que os filhos de Deus não continuam pecando, porque o Filho de Deus os guarda, e o Maligno não pode tocar neles.. (NTLH).

A palavra de Deus afirma, em 2 Co 5:17, que se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.

A palavra de Deus afirma, em Rm 8:1-2, que agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte (Rm 8:1-2).

A palavra de Deus afirma, em Jo 3: 6, que o que é nascido da carne é carne, mas o que é nascido do Espírito, é espírito. A palavra de Deus afirma, em Rm 8:17, que somos filhos e também herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo (os cristãos não herdam maldições).

A palavra de Deus afirma, em At 26:17 e 18 que, a pessoa que é liberta por Cristo, é totalmente livre do poder de Satanás e, em vez de maldição, recebe remissão de pecados e herança pertencente aos santos.

Portanto, Deus não exige que creiamos em nada sobre si mesmo ou sobre sua obra redentora que não se encontra nas Sagradas Escrituras. O ensino da palavra de Deus deve ser suficiente para os filhos de Deus permaneçam firmes, aguardando a redenção final.

Irmãos, diante do exposto, tomemos para nós as palavras de exortação que o apóstolo Paulo disse aos colossenses. Ele alertou: Tenham cuidado para que ninguém os torne escravos por meio de argumentos sem valor, que vêm da sabedoria humana. Essas coisas vêm dos ensinamentos de criaturas humanas e dos espíritos que dominam o Universo e não de Cristo (Cl 2:8).

Tomemos também para nós as palavras ditas sob a inspiração do Espírito Santo pelo mesmo apostolo aos gálatas: Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão (Gl 5:1).

Somos ensinados pela Bíblia, que no Senhor Jesus Cristo fomos completamente libertos do poder do império das trevas: se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (Jo 8:36).


DEC
PCamaral


Tema foi debatido em Assembléia Geral – Realizada nos dias 29 e 30/11 e 01/12/2002 na Estância Árvore da Vida - Sumaré – SP

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Para Deus não há impossíveis

Um comentário:
Quando Jesus chegou a Betânia foi recebido, primeiro por Marta que tinha uma queixa: “Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão” (João 11:21). Jesus não chamou sua atenção mas tratou de sua fé: “Disse-lhe Jesus: teu irmão há de ressuscitar” (João 11:23).

Jesus respeita a dor das pessoas. Ele mesmo sabe o que é padecer (Isaías 53:3), Jesus deu esperanças a Marta. Logo em seguida Maria foi ao encontro de Jesus e se lançou aos seus pés. Ela também se lamentava como a irmã e estava extremamente triste e chorando muito. Os amigos, vendo isto começaram a chorar. Então, o Mestre não se conteve e “Jesus chorou”. A pergunta é: Por que Jesus chorou se sabia que Lázaro voltaria a viver?
Jesus chorou porque seu amor é compassivo e solidário. Ele sentiu a dor de perder um grande amigo, mesmo por apenas quatro dias. Ele chorou por ver a dor das irmãs de Lázaro de dos seus amigos. Ele chorou por ver a miséria humana e por saber a sua causa.
As lágrimas de Jesus revelam a sua plena humanidade, e Ele não disfarça as emoções de um coração sensível e cheio de compaixão. Ele é Deus que se solidariza com a nossa dor e sofre e chora conosco.

Jesus, então, caminha em direção ao túmulo de Lázaro e após uma breve e linda oração de agradecimento e confiança, ordenou com toda autoridade: “Lázaro, vem para fora!” (João 11:43). E Lázaro voltou a viver.

Deus tem um plano para cada um de nós. Quando Jesus foi procurado pelo mensageiro de Marta e Maria mandou um recado de volta para elas: “Esta enfermidade não é para morte, mas para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela” (João 11:4).

Jesus não mudou sua agenda, ficou ainda dois dias na Peréia até que avisou a seus discípulos: “Lázaro, nosso amigo dorme, mas vou despertá-lo do sono” (João 11:11). Os discípulos não entenderam e Jesus falou-lhes claramente: “(...) Lázaro está morto” (João 11:14).

A história da ressurreição de Lázaro nos ensina que em momentos difíceis de nossa vida temos de procurar entender o plano de Deus, perceber a Sua presença e confiar no Seu poder. Ele nos ama e tem sempre um bom propósito para nós, mesmo quando nos permite sofrer.

A soberania de Jesus se mostra através de seu aparente atraso, a sua onisciência através de seu plano, sua compaixão e sensibilidade através de seu choro e sua onipotência através de seu poder.

Jesus é a solução para o maior dilema da humanidade: a morte. Com Jesus não existem impossíveis nem situações em que não haja uma solução, e nada foge ao seu domínio. Se estamos passando por momentos difíceis e de muita dor, lembre-se: é para que a glória de Deus seja manifestada em nossa vida.


Pense nisso e confie em Jesus!

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Nada menos que o melhor

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*Samuel Câmara*

O evangelista D. L. Moody contou a história de um homem que estava cruzando o Atlântico de navio, mas, como se sentira terrivelmente enjoado, recolheu-se em sua cabina. Durante a noite, o homem ouviu um grito: "Homem ao mar!" Mas achou que não poderia fazer nada para ajudar. Depois, disse para si mesmo: "Bem, eu posso pelo menos colocar a minha lanterna na vigia". Então, ele se esforçou para ficar em pé, agarrou a lanterna e colocou-a na vigia para iluminar a escuridão do mar à sua frente.

No dia seguinte, ele soube que a pessoa resgatada testemunhara: "Naquela escuridão, eu estava afundando pela última vez, quando alguém colocou uma lanterna na vigia. Quando a luz brilhou sobre minha mão, um marinheiro no bote agarrou-a e puxou-me para cima, são e salvo".

Uma simples lanterna usada na hora certa produziu a ajuda de que necessitava o desesperado homem. Assim também, não importa quão pequena possa parecer a sua habilidade, se bem utilizada, pode ajudar a cumprir o propósito de Deus na terra.

Se cada um usar o melhor de si, mesmo que a sua habilidade (dom ou talento) pareça insignificante, poderá ser instrumento de bênção para quantos necessitam do Salvador.

Moisés tinha apenas um bordão, provavelmente feito de um galho seco de uma árvore qualquer. Mas foi esse cajado que ele, em nome do Senhor, levantou para que o Mar Vermelho se abrisse, e o povo de Deus passou a pé enxuto. Quando o povo sentiu uma incontrolável sede, foi com esse bordão que Moisés feriu a rocha em Refidim, e dela saiu água para saciar uma população inteira em pleno deserto. (Ex 14.16; 17.6)

O jovem Davi tinha apenas uma simples funda (rudimentar atiradeira de pedras), quando se dispôs a enfrentar o gigante Golias perante os exércitos dos filisteus e dos israelitas. Davi partiu para o gigante e, em nome do Senhor, lhe atirou uma pedra que o derrubou e selou a sorte da batalha. Foi esse pequeno instrumento que Deus utilizou para envergonhar uma nação inteira e dar a vitória ao Seu povo. (1 Sm 17.49)

Jesus tinha uma grande multidão diante de Si, mas a hora estava adiantada e não havia como alimentar a todas as pessoas. Na verdade, havia apenas dois peixes e cinco pães oferecidos por um garoto. Nas mãos daquele jovem, ou nas minhas mãos, cinco pães e dois peixes talvez produzissem apenas alguns sanduíches. Mas, nas mãos de Jesus, foram poderosamente multiplicados e alimentaram milhares.
A lição que aprendemos é esta: dê o melhor que tem para o Senhor, embora pareça insignificante, e Ele usará isto para a Sua glória. Não esconda o dom que Deus lhe deu, não retraia de abençoar as pessoas com o talento que possui. Antes, coloque-o nas mãos de Deus, faça o seu melhor, e o Senhor abençoará o seu intento.

Foi o que fez Maria, de Betânia. Jesus estava na casa de Simão, quando ela trouxe um vaso de alabastro com preciosíssimo perfume de nardo puro; e, quebrando o vaso, derramou o bálsamo sobre a cabeça de Jesus. Alguns se indignaram, pois acharam que era um desperdício, pois se tratava de um perfume valioso (cujo custo importava em mais de 300 dias de trabalho); e murmuravam contra ela.

Mas Jesus disse: "Deixai-a; por que a molestais? Ela praticou boa ação para comigo". E acrescentou: "Em verdade vos digo: onde for pregado em todo o mundo o evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua". (Mc 14.3-9)

Maria deu o melhor que tinha para Jesus e ganhou um reconhecimento mundial que dinheiro nenhum compraria; e, ainda por cima, com a honra de ter ungido Jesus para a sua morte vicária. Que grande privilégio!

Jamais ofereça a Deus nada menos que o seu melhor, mesmo que aos olhos humanos possa parecer insignificante. Pois o valor do que você coloca nas mãos de Deus é decorrente da sua atitude. Uma atitude generosa faz toda a diferença e move a mão de Deus para abençoar a muitos.

Você está oferecendo o seu melhor para Deus?


Fonte: Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe

A decisão final

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Blog dos 30 - Pastor Claybom

A semana que passou surpreendeu a blogsfera e o twitter quando uma blogueira famosa morreu. De acordo com mensagens que ela mesma deixou no twitter ela iria "tomar algumas decisões bem definitivas" e mais tarde se despediu de todos com uma mensagem dizendo que foi bom brincar com todos. Na manhã do dia seguinte a empregada a encontrou morta em seu apartamento. Na minha opinião não me parece, mas muitos dizem que foi suicídio. De qualquer maneira foi um choque no twitter pois pareceu para todos que foi uma tomada de decisão.

O que leva uma pessoa a tomar uma decisão final desse tipo? Vivemos hoje em um mundo que exige de nós presteza e exatidão. Na nossa vida profissional não podemos ser medíocres, temos que ser o melhor! Na nossa vida sentimental igualmente não podemos deixar “a peteca cair” pois estar casado, hoje em dia, não significa exatamente o “até que a morte os separe”. Já ouvi de pessoas prestes a se casar que se não desse certo, o divórcio estaria aí pronto para corrigir a situação. As vezes eu me acho um alienígena... pois para mim, este é um compromisso eterno!

Nesse momento eu me lembro da vida de Jó. A bíblia nos fala que Jó era um homem bom, honesto, temia a Deus e procurava não fazer nada que fosse desagradar a Ele. A palavra de Deus nos revela que até Satanás foi inquirido pelo Altíssimo sobre o que achava de Jó: “Você notou o meu servo Jó? No mundo inteiro não há ninguém tão bom e honesto como ele. Ele me teme e procura não fazer nada que seja errado.” Satanás quis colocar uma dúvida sobre a atitude dele: “Será que não é por interesse próprio que Jó te teme? Tu não deixas que nenhum mal aconteça a ele, à sua família e a tudo o que ele tem.”. Deus conhece seus servos e sabia que Jó resistiria a todas as provas oferecidas e permite que Satanás interferisse em sua vida, somente não podendo tocar em sua vida.

Não estou aqui falando que Deus também permite que o mesmo aconteça hoje comigo ou com você prezado leitor mas lhe digo que Ele nos prova sempre para que possamos presenciar a Sua majestade em nossa vida. O grande segredo é que nós temos que viver na total dependência de Deus em nossas vidas. O inimigo de nossas almas veio para matar, roubar e destruir! Ele é assim desde o início dos tempos, desde o jardim do Édem. Mas ali mesmo, no jardim do Édem já foi proferido o evangelho da salvação – o proto-evangelho! Está em Gênesis 3:15 : “Eu farei com que você e a mulher sejam inimigas uma da outra, e assim também serão inimigas a sua descendência e a descendência dela. Esta esmagará a sua cabeça, e você picará o calcanhar da descendência dela”. A descendência da mulher proferida na mensagem é Jesus Cristo e com sua morte vicária na cruz do calvário, Ele esmagou a cabeça da serpente! Com sua morte (picada no calcanhar) ele teve forças para resgatar a chave da vida e da morte e agora, ressurreto, ele representa a ponte para encontramos a Deus. Aleluia!

Não sei o que o prezado amigo sente agora, mas uma decisão final, como o próprio nome diz ela dá o fim a tudo! E eu lhe pergunto: qual decisão você deve tomar? A morte não é resposta para nada nessa vida! A morte lhe priva a oportunidade de conhecer as outras opções que você deve observar. Passei na minha vida momentos de grande dor, angústia... cheguei a pensar até na alternativa de acabar com o meu sofrimento de forma definitiva! Verdade, não estou brincando! Sabe o que aconteceu? Olhei para a minha filha, na época com 6 anos de idade, e Deus falou ao meu coração “Você quer perder o crescimento da coisa mais preciosa que te dei até agora? Eu sou a paz, entregue-se a Mim e tenha esta paz!”. Daquele momento em diante me entreguei à dependência de Deus na vida e tudo mudou. Interessante falar que eu já era salvo, membro de uma igreja e pertencia ao corpo eclesiástico da igreja. Ou seja: ninguém está livre de passar por este problema. Este post não é direcionado a pecadores mas é direcionado a todos!!

A decisão final que devemos tomar, na minha humilde opinião, é tentar conhecer mais a Deus. Se nós nos atentarmos para nos aproximarmos mais do Pai, ele irá cuidar de nós! E nos entregarmos a sua dependência e Ele ser soberano na nossa vida, nós iremos ver o milagre acontecer em nossa vida! Tome esta decisão pois ela irá valer a pena. E preste atenção, bastante atenção na passagem de Efésios 3:19 – é a chave da sua decisão: “Sim, embora seja impossível conhecê-lo perfeitamente, peço que vocês venham a conhecê-lo, para que assim Deus encha completamente o ser de vocês com a sua natureza”.


Graça e Paz para todos!
Pastor Claybom


Fonte: Blog dos 30 - Pastor Claybom

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

A Oração

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"Ó tu que ouves as orações, a ti virão todos os homens". (Sl 65:02)

Clemente de Alexandria dizia que orar é conversar com Deus. O crente conversa com Deus através da oração. Nós derramamos os nossos sentimentos diante de quem tudo pode. Confessamos nossos pecados, pedimos bênçãos para nossas vidas, agradecemos pelas bênçãos recebidas. Temos convicção de que Deus cuida de nós. Ele tem misericórdia de nós, ouve e responde as petições dos seus filhos da maneira dele, no tempo em que ele julgue melhor.

A oração deve ser feita com toda confiança. Com fé. Orar sem fé, é como tentar cortar com uma faca cega; muito esforço e pouco resultado.
"Ande com uma pessoa de fé e verás maravilhas. Não ande com um incrédulo, pois você pode ser afetado”.

David Botelho


A Bíblia ensina que o cristão deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, a qualquer hora, em qualquer lugar. Orar sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.

O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7).

A expressão “coisa alguma” inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping, quanto ao fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa, quanto à enfermidade de uma pessoa querida. Orar por qualquer motivo! Orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar “é legítimo pedir isso a Deus?” ou “será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?”. Simplesmente orar.

A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes.
A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente como foram feitos.
Pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. A resposta de Deus é a Paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade.

Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.

O maior fruto da oração não é o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. A tranqüilidade, a paz no coração e na mente.

Ore o tempo todo meus irmãos. Peçam a Deus qualquer coisa. Argumentem com o Espírito Santo... fazendo-o lembrar-se das necessidades de vocês, e continuem orando fervorosamente por todos os cristãos em toda parte (Ef.6;18). Essa é a ordem bíblica.

"Busquem o Senhor; busquem a força divina e busquem a face do Senhor sem se cansar". (I Cr.16; 11)

O Senhor Jesus nos ensinou a pedir; “Peçam, e vocês receberão aquilo que pedirem. Procurem e vocês acharão. Batam, e a porta se abrirá”. Pois todo aquele que pede, recebe. Qualquer um que procura, acha. Se vocês apenas baterem, a porta se abrirá”. (Mateus. 7;7).

O Apostolo Paulo ensinou aos tessalonicenses a permanecerem sempre em oração. I Ts.5;17.

O Espírito Santo nos encoraja a não desistirmos da oração. Permaneçam sempre em oração!

O interesse do diabo é impedir que os cristãos orem. Ele não tem medo algum dos estudos sem oração, do trabalho sem oração e da religião sem oração. Ele ri de nossa labuta e zomba da nossa sabedoria, mais treme quando oramos.

“O diabo treme quando a igreja ora”. Samuel Chadwick

“Deus nada fará na terra, senão em resposta a oração da fé”.

Quando oramos sentimos a presença de Deus em nossos corações e mentes. Sentimos a tranqüilidade no nosso ser. Sentimos a força do senhor que vem sobre nós.

Muitas vezes oramos pedindo a solução para o problema que nos aflige, e o problema continua! Mais depois que agente ora, sentimos a Paz , o conforto, o consolo de Deus, a força do Senhor.

Quando o seu coração não estiver em paz. Quando você estiver preocupado, com medo, angustiado, perturbado por alguma coisa, ore a Deus em nome de Jesus imediatamente.




Fonte: Pastor Francisco Lima no blog Palavra Pastoral

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GOVERNO BRASILEIRO FAZ ACORDO COM A IGREJA CATÓLICA EM DETRIMENTO DE TODOS OS OUTROS CREDOS RELIGIOSOS.

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Informe publicitário assinado pelo Associação Vitória em Cristo / CIMEB - Conselho de Pastores do Brasil.

(Veiculado nos principais e maiores jornais e revista do País em 25 de agosto de 2009).

O Governo brasileiro enviou à Câmara dos Deputados a mensagem 134/2009 que reconhece o estatuto jurídico da Igreja Católica. Após a mensagem ser apreciada em uma das comissões para a qual foi enviada, seja aprovada ou não, transforma-se em projeto de decreto legislativo, recebendo o nº 1736/2009. No plenário da Câmara, a pedido dos líderes partidários, foi aprovada a caráter de apreciação urgente, urgentíssimo.

Com muito respeito aos senhores deputados, será que não existe matérias mais relevantes a serem discutidas de maneira urgente em benefício de todo o povo brasileiro? Isto é um absurdo! Na verdade, este acordo beneficia a Igreja Católica na evangelização do povo brasileiro nos diversos segmentos da sociedade, incluindo hospitais, escola e forças armadas.

O mais grave é que este acordo contraria o inciso 1º, do artigo 19, da Constituição Brasileira, que diz: "É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relação de dependência ou aliança, ressalvadas na forma da lei, a colaboração de interesse público".

A nossa nação não pode firmar aliança com qualquer credo religioso, ferindo o princípio da laicidade, inclusive com a quebra da isonomia nacional! Aproximadamente 70 milhões de brasileiros, que não são católicos, estão sendo discriminados. Temos a convicção de que a maioria do povo católico não concorda com um absurdo dessa grandeza, porque são pessoas democráticas.

Com a aprovação deste acordo ficará a Santa Sé, por meio da CNBB, com plenas condições de fechar acordos com o governo brasileiro, sem que jamais tenham de passar pelo Congresso Nacional. É um verdadeiro "CHEQUE EM BRANCO" para a Igreja Católica. Isto é uma vergonha!

Senhores deputados, não aprovem este acordo. Fiquem certos de que não mediremos esforços para informar a todos os credos religiosos quem são os deputados que votaram a favor deste acordo discriminatório.

Estendemos o eco da voz deste manifesto ao Senado da República, próxima casa legislativa que terá de apreciar o resultado apurado pela Câmara dos Deputados.

Tenham a absoluta certeza de não temos memória curta e que vamos pensar muito bem em quem vamos votar nas próximas eleições para Deputado Federal, Senador e Presidente da República.

EM FAVOR DO ESTADO LAICO, DIGA NÃO AO PDC 1736/2009.

E.A.G.

[Reproduza este artigo em seu blog e denuncie este descalabro de todas as formas possíveis]





Fonte: União de Blogueiros Evangélicos



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Eclesiastes ou O Pregador

Um comentário:

Para refletir

Numa transmissão recente da rádio CBN Max Gheringer disse o seguinte:

"Existem muitos gurus que sabem dar respostas profundas e criativas às
grandes questões sobre o mercado de trabalho atual".


Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:

1ª Pergunta: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?

Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos
que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos.
Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe
para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.

2ª Pergunta: O profissional do futuro será um individualista?

Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se
cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.

3ª Pergunta: Que conselho o Sr dá aos jovens que estão entrando no
mercado de trabalho?

Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos
insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.

4ª Pergunta:E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e
perversos?

Resposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos
injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa
pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.

Última pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele
estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.

Belas e sábias respostas... ..

Eu só queria que me perdoassem pelo fato de não existir nenhum Reynold
Remhn, é um nome fictício.

Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas do livro de ECLESIASTES, do Velho Testamento (escrito, portanto, há 2.300 anos). Mas, se eu digo isso logo no começo,muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar ouvindo.


Gostaram?

É surpreendente o conhecimento que Deus nos dá para o nosso dia a dia não é mesmo?



Enviado por email - Andreia Guedes



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