sábado, 31 de outubro de 2009

Como Jesus Cristo é visto nas outras religiões

Nós cremos que Jesus é o filho unigênito de Deus, enviado por Ele, para que todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna. Enquanto esteve aqui na Terra Jesus ensinou, realizou milagres, curou enfermos, libertou endemoniados, e mostrou muitas outras evidências de sua autoridade e poder. Jesus morreu na cruz por nossos pecados, morreu para nos dar vida! Porém, não devemos lembrar de um Jesus morto. Sim, Ele venceu a morte, ressuscitou, e hoje ele vive, e é capaz de perdoar pecados, dar descanso à todos aqueles que estão cansados e oprimidos e fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós.

Mas… a figura religiosa de Jesus não se conteve apenas ao cristianismo, expandindo-se por todas as religiões do mundo. Jesus está envolvido dentro da doutrina das diversas religiões. Visto que tanto a sua vida quanto sua ideologia tocam profundamente a mente de cada ser humano, é impossível não deixar se influenciar pela mensagem de Jesus, mesmo não acreditando na sua santidade.

Jesus no Judaísmo

A maioria dos judeus vê Jesus como um transgressor da lei e um dos vários revolucionários da época que contestaram a ordem social como Menahem ben Judah e Simão bar Kokhba e que foram condenados à morte pelo Império Romano. Muitos contestam o caráter messiânico de Jesus, visto que ele não cumpriu algumas profecias para os judeus, dentre as quais a que fala que o Messias só viria após a construção do terceiro templo de Jerusalém (visto que o segundo foi destruído pelos romanos). Para os judeus, Jesus não ressuscitou, uma vez que, segundo eles, os discípulos roubaram o corpo do túmulo enquanto os soldados dormiam, e espalharam a notícia da ressurreição.

Outro fator de crítica é a mitificação de Jesus, vista pelos judeus como uma paganização do judaísmo, onde Jesus tornou-se um deus pagão dentro da crença judaica. Já outros judeus vêem a figura de Jesus como sendo mais um dos profetas enviados por Deus para restaurar o judaísmo, corrompido pelos pagãos. Entretanto, há um ramo do Judaísmo que reconhece em Jesus o tão esperado Messias. Esse ramo é chamado Judaísmo Messiânico. Os judeus messiânicos reconhecem a figura de Jesus como o Messias judeu, mas observam todos os preceitos da doutrina judaica. Entretanto, o governo de Israel não os reconhecem como uma seita judaica, classificando-os como cristãos.

Jesus no Islamismo


Maomé ora com Abraão, Jesus e Moisés. No Islã, Jesus toma um papel fundamental no plano de Deus para os homens. Ao elaborar a doutrina Islâmica, Mohammed incluiu aspectos do Judaísmo, Cristianismo e Zoroastrismo, visto que Meca - cidade onde ele vivia - era um ponto comercial, o que também fazia da cidade um pólo cultural. Assim, entrando em contato com diversas ideologias, Mohammed elaborou os preceitos do Islã. Um desses preceitos diz relação aos profetas, os enviados de Deus: Mohammed traçou uma linhagem profética que começava com Adão e terminava nele. A maioria dos profetas do Islã são judeus, como Moisés, Elias, João Batista e o próprio Jesus.

Jesus no Islã é tido como um dos mais importantes profetas, rivalizando com Mohammed. Segundo o Islã, Jesus é muçulmano. A prova disso está nos evangelhos, quando Jesus pede que seja feita a vontade de Deus, não a dele. Uma vez renunciando a vontade humana para se submeter à vontade de Deus, a pessoa é tida como muçulmana.

Dependendo do ramo Islâmico, Jesus é mais que um profeta: ele é tido como o Messias. Para o ramo Xiita Jesus não é o Messias, visto que o Messias ainda viria, como dizem os judeus. Jesus seria apenas mais um dos profetas que Deus enviou. Já para o ramo Sunita Jesus, além de profeta, é o Messias que Deus enviou, e que no fim dos tempos voltará para que ocorra o Juízo Final.

Entretanto, os muçulmanos como um todo não acreditam na ligação divina entre Deus e Jesus, vendo no dogma da trindade uma criação da Igreja, inspirada em tradições pagãs.

Em vários trechos do Alcorão Jesus é citado como sendo um grande mensageiro de Deus. A seita Sufi dos Dervixes chama Jesus de "Seiydna Issa", o Senhor Jesus, uma expressão não ligada à filiação divina de Jesus, mas à autoridade que vem de seus ensinamentos, transformando-o num porta-voz de Deus.

A seita Islâmica dos Ahmadis prega que Jesus não morreu na cruz, sendo Judas condenado em lugar do Mestre, haja visto as condições quase que impossíveis para a condenação de Jesus, devido a uma acusação sem fundamentos dos sacerdotes, o que impossibilitaria a aplicação da pena de morte.

Jesus no Budismo

O budismo, como vimos, influenciou a ideologia de Jesus, a ponto dos ensinamentos de Jesus serem comparados aos de Siddhartha. Sob o ponto de vista budista Jesus é um ser Iluminado, um Buda, assim como ele é tido como o Cristo (ungido por Deus) pelos cristãos. Algumas correntes budistas defendem que ele estudou com monges durante sua juventude, construindo a base para os seus futuros ensinamentos, dada a similaridade da sua mensagem com a do Budismo.

Outro fato que os budistas defendem é o caráter meditativo de Jesus que, assim como Buda, se retirava frequentemente para meditar. Este ato tão simples é uma característica das religiões orientais, visto que no Judaísmo geralmente as pessoas iam para a sinagoga orar a Deus. Segundo os budistas, assim como Siddhartha, numa dessas meditações Jesus atingiu a Iluminação, tornando-se um Buda, após vencer o demônio (o opositor) no deserto.

Como vimos, existem representações de um Buda como sendo o "Bom Pastor". Como o Buda histórico não possui nenhuma ligação simbólica neste sentido, é certeza que os monges budistas cultuavam Jesus como um Buda. Algumas escolas budistas estudam os ensinamentos de Jesus juntamente com os de Buda, visto que a meta de ambos era remover os obstáculos da vida espiritual dos homens. Atualmente tenta-se encontrar um ponto em comum entre a espiritualidade cristã e a budista, o que está gerando uma campanha ecumênica pelo mundo.

Jesus no Hinduísmo

No Hinduísmo Jesus tem uma visão mais ampla dentro da doutrina. Várias correntes hindus aceitam a figura de Jesus como sendo um Avatar, encarnação de Deus na Terra. Similar ao que acreditam os budistas, para os hindus Jesus também foi um iniciado na filosofia Védica. Para muitos hindus Jesus é uma das encarnações de Vishnu, a segunda pessoa da Trindade hinduísta.

Especialmente para o movimento Hare Krishna - devido ao seu caráter ecumênico - Jesus é uma manifestação direta de Krishna (Deus), que envia um mensageiro para cada povo, afim de que nenhuma parte do mundo fique sem a Sua mensagem. Assim, Jesus é um dos enviados de Krishna para cumprir Sua mensagem pelo mundo. Uma das provas alegadas disso é o caráter biográfico muito próximo entre Krishna e Jesus, e principalmente os ensinamentos, que muitas vezes possuem trechos idênticos.

Vários aspectos e simbolismos da crença cristã, como o batismo nas águas do Jordão feito por João Batista e Jesus, segundos os hindus, é prova que tanto João quanto Jesus praticavam rituais de purificação védicos, visto que no Judaísmo este tipo de ritual não existia, sendo ele característico da religião hindu, onde até hoje vários peregrinos vão se banhar nas águas do Ganges para se purificar. Outras características, como rituais do fogo, o caráter trinitário do cristianismo e o dogma da encarnação são indícios de que o cristianismo foi influenciado pelo hinduísmo.

Jesus na Fé Bahá’í

A Fé Bahá’í é uma religião ecumênica que surgiu na Pérsia, atual Irã, em 1844. Criada pelo profeta Mírzá HusaynAli, intitulado o Bahá’u’lláh (Glória de Deus, em árabe) a Fé Bahá’í propunha ser a continuação do Islã, sendo que agora a nova religião traria uma nova mensagem: Deus é um só em todas as religiões, e Ele manda diversos mensageiros para todos os povos da Terra. Unindo os principais preceitos monoteístas do Islã com as mensagens das diversas religiões, a Fé Bahá’í tornou-se uma religião para os tempos modernos.

Assim como o Islã, a Fé Bahá’í possui uma linhagem de profetas, entretanto, não mais se contendo à linhagem abraâmica do Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, adotando outros profetas como Krishna, Buda, Zoroastro e o próprio Bahá’u’lláh. Entre esses profetas encontra-se Jesus, que na Fé Bahá’í é tido como um dos Messias enviados ao mundo por Deus.

Devido ao caráter ecumênico, vários textos sagrados, inclusive os evangelhos, são lidos nas Casas de Oração, o Templo Bahá’í. A Fé Bahá’í não possui clero nem rituais, sendo os encontros nas Casas de Oração momentos para a leitura e reflexão dos textos sagrados. Para os Bahá’ís apenas a união dos homens pode acabar com os conflitos no mundo, por isso a Fé Bahá’í propõe a unidade religiosa e política do mundo, para cumprir do desejo de Jesus de "que todos sejam um" (João 17:21).

Jesus no Jainismo

O Jainismo é uma religião dharmica que surgiu por volta do Séc. X a.C. na Índia, com Mahavira, o Conquistador. O curioso dessa religião é que a história de Mahavira se confunde com a de Buda, pois ambos foram ascetas que se libertaram das paixões do mundo. Praticamente todos os ensinamentos budistas são encontrados no Jainismo. O principal ensinamento jainista é a "não-violência", onde, segundo seus adeptos, todas as formas vivas devem ser respeitadas, pois todas têm sua origem divina. Engraçado que esta mesma "não-violência" jainista foi utilizada por Mahatma Gandhi durante a Independência da Índia, o que fez com que Gandhi seja tido como um herói jainista.

No Jainismo Jesus é tido como um Jina, palavra que em sânscrito significa "vencedor" ou "conquistador". Simbolicamente é o equivalente à palavra Buda e Cristo. Por sua doutrina e modo de vida, Jesus é tido como um "conquistador", visto que o próprio diz que "venceu o mundo" (João 16:33). Sob o ponto de vista hindu, budista e jainista, esta expressão significa que Jesus se libertou das paixões do mundo. Tornou-se um "Conquistador", um "Iluminado".

Jesus no Caodaísmo

Caodaísmo ou Cao Dai é uma religião sincrética que surgiu no Vietnã em 1926, por Ngo Van Chieu. Segundo o Caodaísmo só existe um Deus, cujo nome é Duk Cao Dai. Seu símbolo é um olho esquerdo inserido num triângulo. Segundo eles, Deus inspirou a criação das diversas religiões no mundo, mandando vários mensageiros. A missão do Caodaísmo é semelhante a da Fé Bahá’í, que é unir a humanidade numa única crença, e assim construir a paz mundial. Na doutrina caodaísta o envio dos mensageiros por Deus é divido em três estágios: Jesus foi enviado no segundo período junto com Buda, Confúcio e Lao-Tsé. Jesus é tido como um ser divino, embora esteja abaixo de Duk Cao Dai, assim como os demais mensageiros.

Semelhante à Fé Bahá’í, no Caodaísmo a mensagem de Deus para os homens é uma só, embora seja explicada de modo diferente para os homens devido à sociedade a que estes mensageiros foram enviados. Por isso o conteúdo da mensagem de Jesus é igual em essência ao dos demais enviados.

Devido ao seu caráter ecumênico, o Caodaísmo inclui aspectos das demais religiões, assim como seus fundadores. No panteão caodaísta, junto com Jesus encontram-se Buda, Lao-Tsé, Confúcio e outros santos da tradição chinesa e vietnamita. Ao contrário da Fé Bahá’í, o Caodaísmo possui uma hierarquia religiosa semelhante a da Igreja Católica, com padres, bispos, cardeais e até papa, mas possuindo rituais próprios.

Jesus no Movimento Rastafári

O Movimento Rastafári foi criado na Jamaica por volta de 1930. Segundo eles, o imperador etíope Hailé Selassié é a reencarnação de Jesus. A origem divina de Selassié remota ao tempo de Salomão, visto que ele realmente era descendente do rei de Israel, e por fim de Davi. Salomão teve vários romances, inclusive com a famosa Rainha de Sabá, onde tiveram um filho chamado Menellek. Mais tarde a Rainha voltaria a sua terra de origem com seu filho, que por fim se tornaria o primeiro imperador etíope.

Nascido como Ras (Príncipe) Tafari (da Paz) Makonnen (nome da família de Selassié), ao assumir o trono o 225º imperador da Etiópia adotou o nome Hailé Selassié, que significa "O Poder da Trindade", em etíope.

Para os Rastas, Hailé Selassié é a encarnação de Jah (Deus). A palavra Jah vem do tetragrama sagrado YHWH, que está presente na palavra hebraica HalleluJah, que significa "Louvem ou Adorem a Deus". Dela veio a palavra "Aleluia". Para os Rastas Selassié cumpriu as profecias judaicas sobre a volta do Messias judeu, até mesmo sobre o 2° advento do Cristo, visto que ele é tido como a reencarnação de Jesus. Devido às suas origens judaicas, o Movimento Rastafári prega a volta dos descendentes de Davi à "Terra Prometida", que nesse caso é a África, visto que, segundo os rastas, os verdadeiros hebreus eram negros.

Por esse motivo o Movimento Rastafári atrai muitos afrodescendentes, e tem crescido muito ultimamente devido ao gênero musical reggae. Curiosamente, a maioria dos semitas realmente são de pele escura, logo Jesus deveria ser no mínimo moreno (e não o clássico Jesus de pele clara, loiro e de olhos azuis que cansamos de ver pela nossa sociedade ocidental). Dentre os títulos de Selassié estão "Leão da Tribo de Judá", "Rei dos Reis" e "Senhor dos Senhores", os mesmos que Jesus recebeu.

Jesus no Movimento Nova Era

Derivante da Teosofia, o Movimento Nova Era tem suas bases no esoterismo e no gnosticism,o e propõe uma união entre a espiritualidade ocidental e oriental. Ele começou a partir dos anos 60, com a vinda das tradições orientais para o ocidente. Teve início nos EUA e Europa, ganhando mais força durante os anos 70 e 80 e se espalhando pelo mundo. Para os adeptos deste movimento, o mundo está vivendo o fim da Era de Peixes, que é a era de Jesus (o símbolo de Jesus era o peixe).

Antes dessa era vieram a Era de Touro (Simbolo de Krishna), Áries (Símbolo de Moisés) e Libra (Símbolo de Siddhartha). Após a Era de Peixes iniciar-se-á a Era de Aquário, a chamada Nova Era. Para o movimento, Jesus é um dos Mestres espirituais do mundo, e está dentro de uma consciência maior, a qual chamam de Brahman (Deus, no hinduísmo). Assim, ele não é uma encarnação de Deus, mas uma emanação da consciência maior, que tem como missão levar a Luz aos homens.

Para a Nova Era Jesus é a encarnação de Krishna e de Siddhartha, visto que suas biografias, ensinamentos e a missão messiânica são compartilhados por ambos. E mais, com o fim da Era de Peixes - e iniciando a Era de Aquário - o mundo precisará de um novo Mestre, que nesse caso será o Cristo (Buda) Maitreya, que governará o mundo nessa nova era de consciência. Assim, ao acabar a Era de Peixes, Jesus deixará de ser o Cristo, e um novo surgirá, o tão esperado Messias pelos judeus, o Iman Mahdi para os muçulmanos, o Saoshyant zoroastra, o Maitreya budista e o Kalki hindu.

Jesus no Movimento Raeliano

Eram os deuses astronautas; pelo menos é o que diz o livro de Erich von Däniken e o Movimento Raeliano. Este último começou em 1974, quando o jornalista francês Claude Vorilhon recebeu a revelação dos Elohim (Aqueles que vêm do alto) de que nada mais eram que extraterrestres.

Segundo Vorilhon, ele foi visitado por Jesus, Siddhartha, Moisés e Mohammed, que lhe revelaram que não existe nenhum deus, e que os deuses e profetas das religiões nada mais eram que extraterrestres vindos de outro planeta para orientar a humanidade como viverem neste mundo criado por eles.

Para o Movimento Raeliano, a única explicação para os milagres das religiões é o fato de todos esses acontecimentos sobrenaturais serem obra de uma avançada tecnologia extraterrestre. Por exemplo, a fecundação de Maria seria uma inseminação artificial, os milagres de Jesus seriam devido à capacidade mental superior dos E.T.s e a ascensão aos céus seria a volta de Jesus à sua nave, afinal, não é todo dia que vemos alguém subindo aos céus em direção a uma nuvem luminosa.

Para Raël (nome que Vorilhon adotou após a revelação e de onde vem o nome do movimento) a humanidade é fruto da clonagem dos Elohim, por isso uma justificativa literal para o versículo "Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher." (Genesis - 1:27).

Outro fato que justifica a visão de Deus como sendo um E.T. é o fator profecias e visões. No Antigo Testamento, o próprio Deus apresenta-se em sua glória movendo-se numa espécie de veículo de luz, no Livro de Ezequiel, o que contradiria a visão de Deus como onipresente, uma vez que o mesmo precisaria de um "automóvel", mais precisamente uma nave, segundo o Raelianismo.

Para o movimento, a maioria das teorias ufológicas têm sua confirmação nas próprias escrituras. A própria visão do Apocalipse é uma das provas alegadas do fato de Jesus ser um extraterrestre, pois o mesmo diz que voltará entre as nuvens em sua glória e toda a Terra o virá no dia do Juízo. Isso nada mais seria do que uma invasão de naves na Terra, onde Jesus tornar-se-ia o governante do mundo, assim como foi dito nas profecias.



Fonte: Inexplicável


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Os escândalos da igreja evangélica

Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! (Mateus 18:7)

Bispo Serol

Os escândalos de pastores, teólogos e igrejas que aparecem hoje em dia na televisão, nos jornais e revistas nos assustam e deixam pensativos: O que está acontecendo com a igreja?

Ficamos assustados com o que vemos. Ficamos tristes com estas histórias e situações que nos envergonham. Mas isto não deveria nos assustar, pois a própria Bíblia já declarava há mais de dois mil anos em suas páginas que tudo isto aconteceria. Mas examinado alguns textos aprendemos algumas coisas:

1) Os homens que operam milagres não são necessariamente pessoas que conhecem a Deus.

No final do Sermão do Monte Jesus disse: "Nem todo o que me diz Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está no céu. Muitos naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura não temos nós profetizado, em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim todos vós que praticais a iniquidade" (Mateus 7.21-23)

2) Os homens que fazem parte do corpo de Cristo surgem ensinando heresias.

Em sua despedida dos líderes da igreja de Éfeso, Paulo disse: "Eu sei que depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que dentre vós mesmos se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás dele" (Atos 20.29-30)

3) Os homens que procuram ouvir aquilo que agrada ao seu enganoso coração.

Mais tarde Paulo escreveu a Timóteo relembrando ao seu amado discípulo de algumas características dos últimos dias: "Pois haverá tempo em que não suportarão a são doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres, segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvido à verdade, entregando-se a fábulas." (II Timóteo 4.3-4)

4) Os homens que usam o evangelho como forma de promoção pessoal.

Pedro também queria alertar aos seus leitores sobre algumas características de alguns líderes: "Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade;também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme." II Pedro 2.1-3

Portanto, o que vemos hoje em dia, tanto aqui como no mundo inteiro, não deveriam nos assustar, mas levar a uma honesta reflexão sobre quais ministérios e pessoas nós aprovamos, apreciamos, apoiamos e buscamos. Deveríamos pensar qual o papel da igreja e o que temos feito, ou deixado de fazer para o cumprimento deste papel.

Estes escândalos não são novidades para Deus, nem mesmo para os primeiros líderes da igreja.

Devemos olhar para as nossas vidas e ministérios, e avaliar com humildade até que ponto não podemos cair nos mesmos erros, como Paulo mesmo nos alertou: "Aquele que pensa estar em pé, veja que não caia." I Coríntios 10.12

Não desanime, mas não seja conivente!

Não pare, mas não fique junto!

É o que ensina a Palavra de Deus!

"não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja desqualificado". (II Coríntios 6.3)

"O que eu digo é que vocês não devem ter nada a ver com ninguém que se diz irmão na fé, mas é imoral, ou avarento, ou adora ídolos, ou é bêbado, ou difamador, ou ladrão e promove escândalos. Com gente assim vocês não devem nem comer uma refeição". (I Coríntios 5.11 )


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Fonte: Blog do Bispo Serol via Genizah
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Não precisamos de novas teses, mas de nova práxis

Hermes C. Fernandes


O assunto carro-chefe da reforma foi, sem dúvida, a justificação pela fé. Os reformadores se aperceberam que a igreja havia se tornado porta-voz da ‘justiça própria’, que é a tentativa do homem de alcançar a salvação por seus próprios méritos.

Tal pensamento resultou na cobrança de indulgências daqueles que almejavam alcançar a salvação.

Os reformadores deveras travaram uma luta hercúlea para resgatar uma das mais importantes doutrinas bíblicas. Suas cabeças foram postas a prêmio, sua reputação lançadas na lama, pelo simples fato de denunciarem os desvios doutrinários apregoados pela sé romana, desmontando assim seu esquema arrecadador.

A graça foi redescoberta. As superstições foram abandonadas. A soberania de Deus destronou a suposta autonomia humana. A arrogância humana definhou.

A justiça própria foi exposta como um trapo de imundície incapaz de estancar nossa hemorragia existencial.

Enfim, a reforma desferiu um golpe certeiro na religiosidade medieval. Conquanto este golpe tenha atingido em cheio o tronco da árvore, deixou intacta a sua raiz, possibilitando-a brotar novamente mais tarde. E de fato, brotou.

Se Lutero pudesse ver em que pé a igreja evangélica chegou, acho que coraria de vergonha. Muito daquilo que Lutero condenava na Igreja Católica de seus dias, tem sido largamente praticado pela igreja advinda de seu movimento, mas numa escala industrial. Sacrifícios, romarias, idolatria, fetiches, são apenas alguns dos sintomas apresentados por uma igreja adoecida e moribunda.

Por que a coisa chegou a este ponto? Seria culpa dos reformadores? Não. O problema é que eles combateram os sintomas, e não a verdadeira doença.

A doutrina da Justificação pela Fé estanca a hemorragia provocada pelo pecado, mas não cura a anemia.

Sem embargo, é importante combater a justiça própria, pois ela nada mais é do que um placebo, um me-engana-que-eu-gosto, ou quando muito, um trapo de imundície (o equivalente ao absorvente feminino). Contem o sangramento, mas não o estanca. É claro que é importante estancar a hemorragia, em vez de tentar contê-la com boas obras. Mas acima de tudo, é importante restaurar a saúde espiritual do ser humano. E pra isso, tem-se que combater o pecado.

Ora, o termo “pecado” significa “errar o alvo”. Qual o alvo original estabelecido por Deus à criatura humana? Essa resposta pode ser encontrada nos dois principais mandamentos de Deus.
"...Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e grande mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas” (Mt.22:37-40).
Eis o alvo de nossa existência! Fomos feitos para o amor. E o alvo deste amor é Deus, e, por conseguinte, nossos semelhantes. Porém, ao cair, o homem desvirtuou-se do alvo, elegendo um novo alvo: seu próprio eu.

Quem disse que Deus ordenou que o homem amasse a si mesmo? O amor próprio é a essência do pecado. É o próprio pecado. Deus jamais nos ordenaria que pecássemos. Ao dizer que deveríamos amar a nosso próximo como a nós mesmos, ele não está endossando o amor próprio, mas condenando-o. Com efeito, Ele disse: O amor que vocês nutrem por si mesmos, devem dedicar aos outros em vez de a si. O “amor próprio” aqui entra apenas como um referencial, e não como algo louvável e que deva ser estimulado.

O amor próprio, também chamado “auto-estima”, tornou-se na mensagem central de muitos púlpitos em nossos dias. A Teologia da Prosperidade é sua filha caçula.

Todos os desvios doutrinários começam nele.

Por isso, acredito que uma reforma nos moldes da que aconteceu no século XVI não seria suficiente. Seria como tentar colocar vinho novo em odres podres. Precisamos de muito mais do que uma reforma. Precisamos de uma REVOLUÇÃO.

E esta revolução acontecerá quando redescobrirmos a mensagem central de Jesus: o AMOR. O amor que se volta inteiramente para fora de nós mesmos.

Quando a igreja cristã redescobrir o amor, e nele for batizada, ela deixará de existir para si mesma, a passará a existir em função dos que estão do lado de fora. Em vez de ficar buscando reformar-se mais uma vez, a igreja deve voltar sua atenção para o mundo, e trabalhar pela sua restauração.

Uma restauração que não acontecerá por impormos nossos pontos de vista, mas por lançarmos olhares compassivos para os necessitados e aflitos. Uma restauração/revolução que acontecerá quando, em vez de dedos a riste, o mundo encontrar em nós mãos estendidas.

Não precisamos de novas teses, e sim de uma nova práxis, fundamentada na verdade e no amor, fonte de toda graça.

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Fonte: Hermes C. Fernandes
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Vida e Obra de Martinho Lutero

Biografia:


Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, em Eisleben, Alemanha. Foi criado em Mansfeld. Na sua fase estudantil, foi enviado às escolas de latim de Magdeburg(1497) e Eisenach(1498-1501). Ingressou na Universidade de Erfurt, onde obteve o grau de bacharel em artes (1502) e de mestre em artes (1505).

Seu pai, um aldeão bem sucedido pertencente a classe média, queria que fosse advogado. Tendo iniciado seus estudos, abruptamente, os interrompeu entrando no claustro dos eremitas agostinianos em Erfurt. É um fato estranho na sua vida, segundo seus biógrafos. Alguns historiadores dizem que este fato aconteceu devido a um susto que teve quando caminhava de Mansfeld para Erfurt. Em meio a uma tempestade, quase foi atingido por um raio. Foi derrubado por terra e em seu pavor, gritava "Ajuda-me Santa Ana! Eu serei um monge!". Foi consagrado padre em 1507.

Entre 1508 e 1512, fez preleções de filosofia na Universidade de Wurtenberg, onde também ensinou as Escrituras, especializando-se nas Sentenças de Pedro Lombardo. Em 1512 formou-se Doutor em Teologia.

Fazia conferências sobre Bíblia, especializando-se em Romanos, Gálatas e Hebreus. Foi durante este período que a teologia paulina o influenciou, percebendo os erros que a Igreja Romana ensinava, à luz dos documentos fundamentais do cristianismo primitivo.

Lutero era homem de envergadura intelectual e habilidades pessoais. Em 1515, foi nomeado vigário, responsável por onze mosteiros. Viu-se envolvido em controvérsias com respeito a venda de indulgências.

Suas Lutas Pessoais.

Lutero estava galgando os escalões da Igreja Romana e estava muito envolvido em seus aspectos intelectuais e funcionais. Por outro lado, também estava envolvido em questões pessoais quanto à salvação pessoal. Sua vida monástica e intelectual não forneciam resposta aos seus anseios interiores, às suas aflitivas indagações.

Seus estudos paulinos deixaram-no mais agitado e inseguro, particularmente diante da afirmação "o justo viverá pela fé", Romanos 1:17. Percebia ele que a Lei e o cumprimento das normas monásticas, serviam tão-somente para condenar e humilhar o homem, e que nesta direção não se pode esperar qualquer ajuda no tocante à salvação da alma.

Martinho Lutero, estava trabalhando em "repensar o evangelho". Sendo monge agostiniano, fortemente influenciado pela teologia desta ordem monástica, paulina quanto aos seus pontos de vista, Lutero estava chegando a uma nova fé, que enfatizava a graça de Deus e a justificação pela fé.

Esta nova fé tornou-se o ponto fundamental de sua preleções. No seu desenvolvimento começou a criticar o domínio da filosofia tomista sobre a teologia romana. Ele estudava os escritos de Agostinho, Anselmo e Bernardo de Claraval, descobrindo nestes, a fé que começava a proclamar. Staupitz, orientou-o para que estudasse os místicos, em cujos escritos se consolou.

Em 1516, publicou o devocionário de um místico desconhecido, "Theologia Deutsch". Tornou-se pároco da igreja de Wittenberg, e tornou-se um pregador popular, proclamando a sua nova fé. Opunha-se a venda de indulgências comandada por João Tetzel.

As Noventa e Cinco Teses.

Inspirado por vários motivos, particularmente a venda de indulgências, na noite antes do Dia de Todos os Santos, a 31 de outubro de 1517, Lutero afixou na porta da Igreja de Wittenberg, sua teses acadêmicas, intituladas "Sobre o Poder das Indulgências".

Seu argumento era de que as indulgências só faziam sentido como livramento das penas temporais impostas pelos padres aos fiéis.

Mas Lutero opunha-se à idéia de que a compra das indulgências ou a obtenção das mesmas, de qualquer outra maneira, fosse capaz de impedir Deus de aplicar as punições temporais. Também dizia que elas nada têm a ver como os castigos do purgatório. Lutero afirmava que as penitências devem ser praticadas diariamente pelos cristãos, durante toda a vida, e não algo a ser posto em prática apenas ocasionalmente, por determinação sacerdotal.

João Eck, denunciou Lutero em Roma, e muito contribuiu para que o mesmo fosse condenado e excluído do Igreja Romana. Silvester Mazzolini, padre confessor do papa, concordou com o parecer condenatório de Eck, dando apoio a este contra o monge agostiniano.

Em 1518. Lutero escreveu "Resolutiones", defendendo seus pontos de vista contra as indulgências, dirigindo a obra diretamente ao papa. Entretanto, o livro não alterou o ponto de vista papal a respeito de Lutero. Muitas pessoas influentes se declararam favoráveis a Martinho Lutero, tornando-se este então polemista popular e bem sucedido. Num debate teológico em Heidelberg, em 26 de abril de 1518, foi bem sucedido ao defender suas idéias.

Reação Papal.

A 7 de agosto de 1518, Lutero foi convocado a Roma, onde seria julgado como herege. Mas apelou para o príncipe Frederico, o Sábio, e seu julgamento foi realizado em território alemão em 12/14 de outubro de 1518, perante o Cardeal Cajetano, em Augsburg. Recusou-se a retratar-se de suas idéias, tendo rejeitado a autoridade papal, abandonando a Igreja Romana, o que ficou confirmado num debate em Leipzig com João Eck, entre 4 e 8 de julho de 1519.

A partir de então Lutero declara que a Igreja Romana necessita de Reforma, publica vários escritos, dentre os quais se destaca "Carta Aberta à Nobreza Cristã da Nação Alemã Sobre a Reforma do Estado Cristão".

Procurou o apoio de autoridades civis e começou a ensinar o sacerdócio universal dos crentes, Cristo como único Mediador entre Deus e os homens, e a autoridade exclusiva das Escrituras, em oposição à autoridade de papas e concílios. Em sua obra "Sobre o Cativeiro Babilônico da Igreja", ele atacou o sacramentalismo da Igreja. Dizia que pelas Escrituras só podem ser distinguidos dois sacramentos o batismo e a Ceia do Senhor. Opunha-se à alegada repetida morte sacrificial de Cristo, por ocasião da missa. Em outro livro, "Sobre a Liberdade Cristã", ele apresentou um estudo sobre a ética cristã baseada no amor.

Lutero obteve grande popularidade entre o povo, e também considerável influência no clero. Em 15 de julho de 1520, a Igreja Romana expediu a bula Exsurge Domine, que ameaçava Lutero de ser excomungado, a menos que se retratasse publicamente. Lutero queimou a bula em praça pública. Carlos V, Imperador do Santo Império Romano, mandou queimar os livros de Lutero em praça pública.

Lutero compareceu a Dieta de Worms, de 17 a 19 de abril de 1521. Recusou-se a retratação, dizendo que a sua consciência estava presa à Palavra de Deus, pelo que a retratação não seria seguro nem correto. Dizem os historiadores que concluiu a sua defesa com estas palavras : "Aqui estou; não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém". Respondendo a Dieta em 25 de maio de 1521, formalizou a excomunhão de Martinho Lutero, e a Reforma nascente também foi condenada.

Influência Política e Social

Por medidas de precaução, Lutero este recluso no castelo de Frederico, o Sábio, cerca de 10 meses. Teve tempo de trabalhar na tradução do Novo Testamento para a língua alemã. Esta tradução foi publicada em 1532. Com a ajuda de Melancton e outros, a Bíblia inteira foi traduzida, e, então, foi publicada em 1532. Finalmente, essa tradução unificou os vários dialetos alemães, do que resultou o moderno alemão.

Tem-se dito que Lutero foi o verdadeiro líder da Alemanha, de 1521 até 1525. Houve a Guerra dos Aldeões em 1525, das classes pobres contra os seus líderes. Lutero tentou estancar o derramamento de sangue, mas, quando os aldeões se recusaram a ouvi-lo, ele apelou para os príncipes a fim de restabelecerem a paz e a ordem.

Fato notável foi o casamento de Lutero, com Catarina von Bora, filha de família nobre, ex-freira cisterciana. Tiveram seis filhos, dos quais alguns faleceram na infância. Adotou outros filhos. Este fato serviu para incentivar o casamento de padres e freiras que tinham preferido adotar a Reforma. Foi um rompimento definitivo com a Igreja Romana.

Houve controvérsia entre Lutero e Erasmo de Roterdã, que nunca deixou a Igreja Romana, por causa do livre-arbítrio defendido por este. Apesar de admitir que o livre-arbítrio é uma realidade quanto a coisas triviais, Lutero negava que fosse eficaz no tocante à salvação da alma.

Outras Obras.

Em 1528 e 1529, Lutero publicou o pequeno e o grande catecismos, que se tornaram manuais doutrinários dos protestantes, nome dado aqueles que decidiram abandonar a Igreja Romana, na Dieta de Speyer, em 1529.

Juntamente com Melancton e outros, produziu a confissão de Augsburg, que sumaria a fé luterana em vinte e oito artigos. Em 1537, a pedido de João Frederico, da Saxônia, compôs os Artigos de Schmalkald, que resumem seus ensinamentos.

Enfermidade e Morte.

Os últimos dias de Lutero tornaram-se difíceis devido a problemas de saúde. Com freqüência tinha acesso de melancolia profunda. Apesar disso era capaz de trabalhar tenazmente. Em 18 de fevereiro de 1546, em Eisleben, teve um ataque do coração, vindo a falecer.

A Teologia de Lutero.

Como monge agostiniano, Lutero dava preferência a certos estudos, dentre os quais se destacam a soberania de Deus, dando uma abordagem mais bíblica às questões religiosas e às doutrinas cristãs. Alguns pontos defendidos por Lutero são :
1. Nem o papa nem o padre, tem o poder de remover os castigos temporais de um pecador.
2. A culpa pelo pecado não pode ser anulada por meio de indulgências.
3. Somente um autêntico arrependimento pode resolver a questão da culpa e do castigo, o que depende única e exclusivamente de Cristo.
4. Só há um Mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo.
5. Não há autoridade especial no papa.
6. As decisões dos concílios não são infalíveis.
7. A Bíblia é a única autoridade de fé e prática para o cristão.
8. A justificação é somente pela fé.
9. A soberania de Deus é superior ao livre-arbítrio humano.
10. Defendia a doutrina da consubstanciação em detrimento da transubstanciação.
11. Há apenas dois sacramentos : o batismo e a ceia do Senhor.
12. Opunha-se a veneração dos santos, ao uso de imagens nas Igrejas, às doutrinas da missa e das penitências e ao uso de relíquias.
13. Contrário ao celibato clerical.
14. Defendia a separação entre igreja e estado.
15. Ensinava a total depravação da natureza humana.
16. Defendia o batismo infantil e a comunhão fechada.
17. Defendia a educação dos fiéis em escolas paroquianas.
18. Repudiava a hierarquia eclesiástica.

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Bibliografia
1 - "Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia"; R. N. Champlin; J. M. Bentes; Candeia; 1994.
2 - "Enciclopédia Histórico-Teológica"; W. A. Elwell, ed.; Edições Vida Nova;1990.
3 - "Teologia dos Reformadores"; T. George; Edições Vida Nova; 1994.
4 - "História da Igreja Cristã"; R. H. Nichols; CEP;1992.

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Fonte: Pregai o Evangelho - via Projeto Piura
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Olhe para Deus


Olhe para trás... Veja os obstáculos que você superou. Veja o quanto você já aprendeu nesta vida e quanto você cresceu...

Olhe para frente... Não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair. Estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza.

Olhe para dentro... Conheça seu coração e analise seus projetos, mantenha puros seus sentimentos, não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem seus pensamentos e seu coração.

Olhe para o lado... Socorra quem precisa de você. Ame o próximo e seja sensível para perceber as necessidades daqueles que o cercam.

Olhe para baixo... Não pise em ninguém, perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las

Olhe para cima... Há um Deus maior do que você que te ama muito e cuida para que você tenha tudo aquilo que necessitar.

Olhe para Deus... Perceba a profundidade, a riqueza e o poder da bondade divina. Sinta esse Deus que olha por você em todos os dias de sua vida...

Seja feliz...
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"Eles estavam possuídos, fiquei com muito medo"

Da Agência Estado


"Costumo usar vestidos curtos e calças apertadas, assim como outras meninas. Naquele dia, tinha pegado ônibus, andado na rua e ninguém disse nada", contou a estudante de 20 anos do curso de turismo hostilizada por alunos na quinta-feira (22) por usar roupa curta na Uniban, em São Bernardo do Campo, no ABC.

A Polícia Militar foi chamada por colegas da jovem para conter o tumulto e permitir que a garota deixasse a faculdade. Muitas pessoas filmaram a cena e divulgaram as imagens no site de vídeos YouTube, na internet. A universidade pediu para que o conteúdo fosse retirado. A garota saiu coberta por um avental branco.

"Eles estavam possuídos, fiquei com muito medo", afirmou a garota, uma semana depois do ocorrido. Em nota, a Uniban afirmou que instaurou uma sindicância. "Alunos, professores, seguranças e também a aluna estão sendo ouvidos individualmente", informou a universidade.


A Uniban "pretende aplicar medidas disciplinares aos causadores do tumulto, conforme o regimento interno". leia mais sobre esta noticia...

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Fonte: G1
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A Cruz de Isopor!

André Sanchez



Alguém aí quer uma cruz de isopor? Ela é leve, fácil de carregar, não atrapalha, não ocupa espaço; você pode escolher o modelo e o tamanho que desejar. Se você já tem a sua cruz, mas ela não te agrada, está pesada, exigindo muito esforço e dedicação, venha e troque por esta, muito mais leve.

Esta é a cruz oferecida em muitas igrejas.

Uma cruz que não corresponde à cruz que Jesus Cristo nos deu para carregar. A cruz oferecida em muitas igrejas é a cruz do egoísmo, da facilidade, da barganha com Deus, da busca interesseira de bênçãos, da busca do material, da busca de unções, da busca de ser servido...É a cruz de isopor: Qualquer um carrega e de qualquer jeito, afinal é super leve.

A cruz que Cristo nos deu para carregar era uma cruz semelhante a que Ele carregou: A cruz do serviço, que lava os pés do próximo; a cruz do sacrifício, sem receber nada em troca; a cruz de vencer as tentações e continuar com Deus; a cruz de se submeter à vontade do Pai, sem exitar; a cruz de perdoar setenta vezes sete; a cruz de dar liberalmente; a cruz de oferecer a outra face; a cruz de buscar em primeiro lugar o reino de Deus; a cruz da confiança plena em Deus em qualquer situação; a cruz de amar sobre todas as coisas; a cruz de aceitar até morrer em favor do reino de Deus...

Esta é a cruz que Jesus nos deu e ajuda a carregar.

Qual cruz você carrega atualmente? A de isopor ou a de Jesus Cristo?

"Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.” (Lucas 9:23)


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Fonte: Esboçando Idéias
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Dez fatos sobre as novelas


1. As pessoas têm medo do escuro. Elas nunca dormem com todas as luzes apagadas.

2. Levantar 6 horas da manhã para trabalhar? Que nada! Eles saem para trabalhar depois da 9.

3. Todas as famílias ricas são padronizadas. Na hora das refeições todos sentam junto e comem, como se todas as famílias fossem assim, além de nunca, nunca terminarem de tomar o suco, sempre deixam um pouco.

4. Todas as empregadas usam uniforme, além de serem negras, fofoqueiras ou gordas ou tudo junto, mas em raríssimas exceções há brancas na parte inferior da novela.

5. Naquelas cenas em que mostra as paisagens do Rio ou se Sampa, só mostram a parte bela da cidade, como se fosse tudo maravilhoso.

6. Em novelas em que o elenco se concentra em outro país, como a Índia, por exemplo, as pessoas falam português. Para os leigos dá a impressão de que o portuga é uma língua universal.

7. Todo mundo dorme de pijama, não baba, não ronca e ainda acorda penteado e maquiado (e sem bafo).

8. O ambiente novelístico é um local em que as pessoas não xingam. Palavrão é coisa baixa para eles.

9. O vilão se lasca no final, mas, pra que melhor? A novela inteira se deu bem e só em um dia se dá mal. Já o mocinho se dá bem no final mas o que adianta? Tomou pancada a novela inteira.

10. Os finais de novela são algo previsto por todos: casamento, alguém tá grávida, um pirralho nasce, o mocinho se dá bem e o vilão quase sempre acaba preso, pobre, morto ou se arrepende.


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Fonte: UMAP VCA
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Qual as vantagens de ser pobre?


1. É SIMPLES!
Você não perde seu precioso tempo com grandes sonhos. Contenta-se com um sonho de padaria ou um sonho de valsa.

2. É VALORIZADO!
Em um mundo de mulheres interesseiras oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola para você.

3. É SAUDÁVEL!
Você tem uma vida de atleta: correndo para alcançar o ônibus, malhando para conseguir um lugar para se sentar.

4. É ANTIESTRESSANTE!
Nenhum vendedor liga para empurrar alguma bugiganga.

5. É ALIVIANTE!
Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo pede dinheiro emprestado e, dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.

6. É EMOCIONANTE!
Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível!

7. É INVEJÁVEL!
Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.

8. É ÚTIL!
Você tem de trabalhar aos domingos para fazer horas extras e, assim, não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco.

9. É SEGURO!
Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for, pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você.

10. É GRATIFICANTE!
Sem dinheiro para acessar a internet, você nunca vai ler textos inúteis como este.


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Fonte: UMAP VCA
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A maior missão!

Por PCamaral

"Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração." (Colossenses 3:16)

Qual a maior missão da igreja de Cristo? Muitos defendem que a maior missão da igreja de Cristo é a pregação do evangelho, outros defendem que é a assistência as pessoas carentes e desamparadas, suprindo assim, as necessidades da população miserável , sejam estes crentes ou não. É certo e sabido que Cristo nos mandou pregar o evangelho, exercitar misericórdia aos necessitados, contudo, a missão que precede todas essas coisas é a adoração.

A adoração move os crentes a fazerem o que Cristo lhes ordenou. Não evangelizamos, não ensinamos, não ofertamos, não amparamos os necessitados, sem que, primeiramente, tenhamos a consciência de que servimos a um Deus que merece nosso amor e nos capacita a servi-lo. É essa consciência da pessoa de Deus que nos move a ofertar-lhe nosso serviço. Isso vem antes de tudo, e se chama adoração. Nas palavras do teólogo Grudem, esta “é a atividade de glorificar a Deus em sua presença com nossa voz e com nosso coração”.

Mas, vamos refletir sobre o texto bíblico destacado no início: “Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo”. Aqui, Paulo nos ensina que a palavra de Cristo precede todo e qualquer ritual, pois, como cantaremos ou oraremos a um Deus cujo ensino ignoramos ou desprezamos? Só conhecemos a Cristo através de sua palavra. No Salmo 119, Davi mostra quão valiosa é a Sagrada Escritura. Por isso, ela deve ser o conteúdo da nossa adoração e deve habitar ricamente em nós. Habitar, diga-se de passagem, não é “ficar” por alguns momentos, mas é morar para sempre! Quero dizer que: a palavra de Cristo deve influenciar nossa vida constantemente!

Na seqüência Paulo diz: “instrui-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria”. A partir dessa ordem, entendemos que a adoração, ainda que não se restrinja ao culto coletivo, precisa incluir a comunhão do corpo de Cristo, pois cada crente em Jesus deve partilhar com seus irmãos de fé as riquezas espirituais que lhe são concedidas por Deus. É nesse envolvimento que Cristo age em sua igreja, ensinando-a, aconselhando-a e consolando-a, através dos próprios crentes. O Salmo 133:1 diz: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!”. É essa adoração que agrada a Deus!

Nossa adoração tem um destinatário: “louvando a Deus”. O nosso alvo deve ser, hoje e sempre, o nosso Senhor Jesus Cristo, “aquele que nos tirou das trevas para a sua maravilhosa luz” (I Pe 2:9), “aquele que nos amou primeiro” (I Jo 4:19), que nos quis antes de o querermos. A ele devemos nossa eterna gratidão. O propósito da nossa maior missão é, portanto, engrandecer o nome desse Deus maravilhoso, e essa, é uma missão para sempre, pois, em breve, estaremos diante do Cordeiro, adorando-o constantemente (Ap 5:12-13; 7:9-10; 15:3).

A adoração precisa ser oferecida a Deus de maneira contínua, musical, agradecida e de todo coração, e, principalmente, precisa ter conteúdo bíblico: a palavra de Deus. Envolvimento humano com comunhão de todos os crentes em Jesus com o propósito eterno de exaltação a Deus, aqui e na eternidade. Adoração envolve tanto nosso viver diário, fora da igreja, quanto o nosso relacionamento com os demais membros do corpo de Cristo.

Não se trata apenas de uma parte de nossa vida, mas de nossa vida toda.

Pense nisso.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Da próxima vez que você sentir que DEUS não pode usá-lo, lembre-se:


Noé era um bêbado
Abraão era velho demais
Isaque era medroso
Jacó era um mentiroso
Lea não era bonita
José era um escravo
Moisés era gago e incapaz de falar em público
Gideão teve dúvidas que Deus o teria escolhido
Sansão tinha cabelos compridos e era adúltero
Jeremias e Timóteo eram jovens demais
Davi cometeu um adultério e um assassinato
Elias era suicida
Isaías pregava nú (Isaías 20:2-3)
João Batista era uma figura excêntrica e até comia insetos
Maria Madalena tinha sido possuída por 7 demônios
Noemi era uma viúva desamparada
Jonas fugiu de Deus
Raabe era uma prostituta
Jó foi a falência e perdeu a saúde
Pedro negou Cristo
Os Discípulos adormeceram enquanto oravam
Marta era agitadíssima e invertia as prioridades
A mulher samaritana era divorciada, mais do que uma vez
Paulo era religioso demais, fanático
Zaqueu era pequeno demais
Timóteo tinha uma úlcera... E
Lázaro estava morto!

E não esqueça: Jesus ajudou todos eles.

Deus pode usar seu potencial por completo. Além disso, você não é a mensagem, você é apenas o mensageiro. No círculo de amor de Deus, Deus está esperando para usar o seu potencial. Dez coisas que precisamos entender….

1. Deus quer frutos espirituais, não tolices religiosas.
2. Não existe chave para a felicidade. A porta está sempre aberta.
3. Silêncio é geralmente mal interpretado mas nunca citado erroneamente.
4. Faça a matemática... Calcule suas bençãos.
5. Fé é a habilidade de não entrar em pânico.
6. Se você se preocupa, você não orou. Se você ora, não se preocupe.
7. Como uma criança de Deus, a oração é como ligar para casa todos os dias.
8. As coisas mais importantes na sua casa são as pessoas.
9. Quando estamos enrolados com nossos problemas, fique calmo. Deus quer que sejamos calmos para que Ele desamarre os nós.
10. A mágoa é uma coisa muito pesada para carregar. Perdoe.


Trate melhor do que o necessário todo aquele que você souber que está enfrentando algum tipo de batalha.
Viva simplesmente, Ame generosamente, Cuide profundamente e Fale gentilmente....... Deixe o resto com Deus.


***

Contribuição de Ragna Ferrari por email
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"Doe um presente"


Jonara - Projeto Piura / Peru


Estamos em campanha de solidariedade neste natal de 2009 "Doe um presente" à um dos alunos do trabalho infantil que realizamos junto à igreja Cristiana Bautista Misionera em Piura - Peru e gostariamos de que conheceras, intercedesse e ajudasse a divulgar este trabalho e projeto de um natal feliz aos alunos.


Sei que pode parecer mui antecipado, porém, faltam menos de 60 dias para o natal e gostariamos de poder fazer o melhor de nosso alcance para os alunos destes trabalhos infantils.


São aulas evangelísticas toda sextas-feiras em diferentes bairro. Exatamente 6 casas diferentes, com no mínimo 2 professorasem cada casa. Tem tido grande retorno, pois através disso alcançamos os familiares pelo evangelho de Cristo o qual pregamos e consequentemente "o caminho" ensinado às crianças dos quais quando cresçam não se esquecerão.


Para mais informações acesse o blog do trabalho missionário: http://projetopiura.blogspot.com

Agradeço à atenção e certa de sua ajuda para divulgar e interceder.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Jesus. Exemplo de Adoração!


“E tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.” (Mateus 26.30)

“E tendo cantado um hino”...

Nesta noite, provavelmente, Jesus tenha cantado o Hallel (Sl 115-118). “Essa palavra hebraica significa “louvor”. Mais conhecido nos dias de Jesus como “Hallel Egípcio ou Comum”. Serve de subtítulo dos Salmos 113-118, os quais, na liturgia judaica, eram usados durante a lua nova e as festas dos Tabernáculos, do Chanukah, de Pentecostes e da páscoa. Enquanto o templo de Jerusalém continuava de pé, esse Hallel era repetido por dezoito dias a cada ano; mas era entoado à noite somente durante o período da páscoa. Nessa ocasião, era dividido em partes. Os Salmos 113 e 114 eram entoados antes da refeição, imediatamente antes de ser ingerido o segundo cálice; os Salmos 115 a 118 eram entoados após ser cheio o quarto cálice. A isso é que se refere o trecho de Mt 26.30.” Provavelmente, o hino que Jesus tenha cantado, antes de subir o monte, foi o Salmo 118, o último hino do Hallel. [VTIVV vl. 6 – Dicionário, pp 4403 – R. N. Champlin]

“... saíram para o Monte das Oliveiras.”

Está chegando a hora do Cordeiro ir para o matadouro. Jesus sabia o que ia acontecer a Ele naquela madrugada. Estava chegando o momento de entregar sua própria vida como sacrifício vivo (adoração) a Deus. Jesus cantou antes de ir para o Monte das Oliveiras. Lá, Ele sabia que iria passar momentos terríveis. Mesmo assim, louvou a Deus e o adorou. A adoração genuína, ainda que estando em meio ao sofrimento, nos leva a subir o monte. Essa adoração deve produzir em nós as mesmas atitudes que Cristo demonstra deste momento em diante.

A verdadeira adoração gera frutos que edificam na vida do adorador. Quando olhamos para os momentos que virão após a adoração de Jesus, aprendemos que não fomos chamados para ser adoradores de culto, mas adoradores de verdade, que têm a adoração como prática de vida. No exemplo de Jesus vemos:

Humildade (Mt 26.39) - “Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra...”;
Não faça nada por vanglória, mas seja humilde como Ele foi (Fl 2.3,5-8; 1Pe 5.5-6).

Oração (Mt 26.39) - “...e orou...”;
Esteja sempre vigilante e perseverante na oração (Rm 12.12; 1Pe 4.7).

Obediência (Mt 26.39) - “... contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres.”;
Se Ele obedeceu, o que dirá de nós. Seja abençoado por Deus... seja obediente (Rm 5.19; Fl 2.8; Dt 28.13).

Perseverança (Mt 26.44) - “Então os deixou novamente e orou pela terceira vez...”;
Vá até o fim com Jesus. Tome o exemplo Calebe (Js 14.9), e a força da igreja primitiva (At 1.14; 2.42,46; 6.4).

Ousadia (Mt 26.45 e 46) - “...Chegou a hora! Eis que o Filho do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantem-se e vamos! Aí vem aquele que me trai!”
Tenha ousadia diante das adversidade e enfrente tudo em nome de Jesus (Pv 28.1; 1Ts 2.2; Hb 10.19).

O importante não é o lugar em que alguém adora, mas a atitude do coração e da mente. A verdadeira adoração não é apenas forma e cerimônia, mas realidade espiritual, que está em harmonia com a natureza de Deus, que é Espírito. A adoração também deve ser em verdade, isto é, transparente, sincera, e de acordo com os mandamentos bíblicos (Jo 4.23,24).


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Fonte: Sou da Promessa
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

A plenitude da santificação pessoal


É possível um cristão ser totalmente santo, aqui neste mundo? Pode o crente em Cristo chegar a um ponto, nesta vida, em que não peque mais? Textos como Mateus 5:48, que diz: “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste”, ou, ainda, como I João 3:9, que afirma: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado”, levam alguns a concluírem que é possível, sim, ter uma vida sem pecado neste mundo.

Essas pessoas chegam a afirmar que todo cristão é perfeito, desde o dia em que foi regenerado. Será? Com base na palavra de Deus, jamais seremos totalmente santos nesta vida, uma vez que a santificação pessoal só será plena na volta de Cristo. Até lá, devemos aguardá-la com convicção, vigilância e empenho.

Mas, enfim, quando se dará a plenitude da santificação pessoal? Essa pergunta tem causado grandes controvérsias, tem dividido as opiniões de vários pensadores cristãos, ao longo da história da igreja [1]. Como podemos respondê-la? Com a ajuda de Deus, vamos abrir a Bíblia Sagrada e buscar compreender o que ela tem a nos ensinar sobre esse tema. Vejamos dois pontos essenciais.

A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. (I Co 15:52b)

I. A santificação pessoal jamais será plena nesta vida:

Jamais podemos entender o já citado texto de Mateus 5:48 fora de seu contexto. Esse versículo faz parte do sermão da montanha. Jesus havia mostrado, um pouco antes, nas bem-aventuranças, que fome e sede de justiça seriam uma marca sempre presente nos seus discípulos. E, no capítulo seguinte, ensina que os discípulos deveriam sempre pedir perdão pelos pecados. - A fome de justiça e a oração pelo perdão, sendo contínuas, são indicações claras de que Jesus não esperava que seus seguidores se tornassem moralmente perfeitos nesta vida  [2].

Quando Jesus ordena aos discípulos serem perfeitos como o Pai no céu é perfeito, estava apenas mostrando qual é o padrão de pureza moral que eles deveriam desejar e perseguir. O Mestre não estava afirmando que poderiam ser perfeitos neste mundo. Semelhantemente, a afirmação de João de que todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado não quer dizer que uma pessoa convertida torna-se moralmente pura, mas que, sendo filha de Deus, não deve viver na prática contínua e habitual do pecado.

Portanto, o ensino de que alguém pode ficar completamente isento de pecado nesta vida é falso e antibíblico, pois não há nenhum versículo na palavra de Deus que indique claramente essa possibilidade. Pelo contrário, há vários versículos, tanto no Antigo Testamento (I Re 8:46; PV 20:9; Ec 7:20) quanto no Novo Testamento (Tg 3:2; I Jo 1:8,10), que são claros em afirmar que não somos capazes de sermos moralmente perfeitos nesta vida, pois, embora sejamos livres da escravidão do pecado, este continua presente em nós.

Em toda a nossa caminhada na terra, o pecado exercerá influência sobre nós (Rm 6:12-13; I Jo 1:18). Isso é claro no ensino de Cristo: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas [pecados] assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt 6:11-12). Observe que, da mesma maneira que a oração pelo pão de cada dia oferece o padrão de uma oração que deve ser feita todos os dias, também a oração pelo perdão dos pecados deve ser uma prática diária na vida do cristão [3].

O apóstolo João, inspirado pelo Espírito Santo, escreveu: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (I Jo 1:8). Com essas palavras, João, de forma absoluta, elimina qualquer possibilidade de ficarmos totalmente livres de pecar em nossa vida. Apesar disso, não podemos usar essa verdade como desculpa para vivermos acomodados diante do pecado.

Uma coisa é o pecado viver em nós; outra, bem diferente, é vivermos no pecado. Aliás, a Bíblia é repleta de incentivos a lutarmos contra o pecado e a crescermos espiritualmente. Paulo, mesmo que estivesse bem à frente de todos nós, na corrida pela santidade, não descansou [4]. Ele disse: “não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo” (Fp 3:13-14).

Não podemos nos acomodar! É preciso avançar na santificação pessoal! “Aquele que começou a boa em nós é fiel e vai completá-la” (Hb 12:2; Fp 1:6). Quando isso ocorrerá? A resposta está na seqüência deste estudo.

II. A santificação pessoal será plena na volta de Cristo:

O cristão, enquanto vive neste mundo, deve desejar um maior e melhor aperfeiçoamento, através da santificação; contudo, este só atingirá seu ponto culminante quando Jesus voltar nas nuvens dos céus, com poder e grande glória. Todos nós aguardamos esse dia! Com certeza, chegará! Um dia, ouviremos de Jesus: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34). Afinal, foi o próprio Jesus quem prometeu: “Vou preparar-vos lugar. E seu eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também” (Jo 14:2-3).

Nesse dia, todos aqueles que, com insistência, buscam santificação pessoal serão recompensados! Paulo nos diz que, “quando ele se manifestar, também nós nos manifestaremos com ele, em glória” (Cl 3:4) Então, acontecerá a plenitude da santificação em nós, porque, como Cristo é, nós seremos (I Jo 3:2). A realização desse precioso fim do processo santificador é conhecida, teologicamente, como a glorificação [5] e significa que seremos semelhantes a Cristo em sua glória.

Em seu retorno, Jesus transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso (Fp 3:21). Nessa ocasião, todos os que morreram em Cristo serão levantados e transformados juntamente com os cristãos que estiverem vivos. Em sua primeira carta aos Coríntios, Paulo mostra a diferença entre o corpo atual e o ressurreto [6].
a) O corpo atual é corruptível; sujeito ao pecado, a doenças e à morte; o corpo ressurreto será incorruptível e imortal, imune ao pecado, a doenças, à deterioração (I Co 15:42,53).

b) O corpo atual é semeado em desonra; o corpo ressurreto será glorioso (I Co 15:42).

c) O corpo atual é fraco; o corpo ressurreto será poderoso (I Co 15:43).

d) O corpo atual é físico; o corpo ressurreto será espiritual (I Co 15:44). Então, seremos totalmente livres da presença do pecado em nós e o processo de salvação estará completo.
O apóstolo João afirma que “ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Mas, devemos saber que, quando Cristo se manifestar, seremos semelhantes a ele” (I Jo 3:2); no entanto, segue dizendo que “todo aquele que tem essa esperança, deve purificar-se a si mesmo, como também Jesus é puro” (I Jo 3:3).

Portanto, meus amados irmãos, “sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (I Co 15:58). Nesta vida, sofremos por nos sentirmos incompletos; porém, temos uma grande certeza: a trombeta soará e Jesus aparecerá nas nuvens do céu; os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e seremos transformados em sua glória. Mas, enquanto ele não volta para fazer-nos plenamente puros e santos, qual deve ser nossa atitude?

No capítulo 3 da segunda carta do apóstolo Pedro podemos observar três conselhos acerca da vinda do Senhor Jesus:

1. Devemos esperar com toda convicção.

A promessa da vinda de Jesus é referida mais de 300 vezes, no Novo Testamento [7]. Por isso, Pedro, no capítulo 3 de sua segunda carta, deixa-nos claro que podemos ficar seguros quanto ao retorno de Cristo, pois foi Deus quem prometeu, e ele cumpre suas promessas. Podemos ter convicção de que o Senhor voltará e seremos perfeitos como ele. Por isso, devemos viver aguardando, e desejando ardentemente a vinda do Senhor (II Pe 3:12), certos de que aquele que começou a boa em nós vai completá-la (Fp 1:6).

2. Devemos esperar com total vigilância.

A convicção da volta de Cristo nos leva à vigilância, quanto a nossa santificação pessoal. Pedro nos chama à atenção, ao usar a expressão “virá como ladrão” (II Pe 3:10), numa clara referência ao sermão profético, quando Jesus afirmou: “Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias (...). Bem aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes” (Lc 12:35,37). Ele disse, ainda: “Eu venho logo. Guardem o que vocês têm, para que ninguém roube de vocês o prêmio da vitória” (Ap 3:11 - NTLH).

3. Devemos esperar com máximo empenho.

Na afirmação de Pedro: “Esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (II Pe 3:14), a expressão “empenhai-vos” pode ser traduzida por “esforçai-vos, ocupai-vos”. Enquanto aguardamos a plenitude da santificação, devemos empenhar-nos ao máximo para vivermos uma vida piedosa e santa, que seja digna da glória futura. Esse empenho diz também respeito a apressarmos a vinda do Senhor, através da evangelização [8] dos que nunca ouviram as boas novas (II Pe 3:12; Mt 24:14).

Concluindo

Aleluia! Nosso Senhor em breve voltará, e seremos transformados, livres, para sempre, da presença do pecado em nós, e nos tornaremos semelhantes ao Filho de Deus. Então, a nossa salvação estará completa. Mas, enquanto a plenitude não chega, “vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória” (Tt 2:12-13). Com convicção, vigilância e empenho, unamo-nos todos em uma só voz, para dizer:

Amém, vem Senhor Jesus! (Ap 22:20 - NTLH).



Notas:

1. Erickson, Millard J. Introdução à teologia sistemática. São Paulo: Vida Nova, (1997:420).

2. Stott, John. Contracultura Cristã. A mensagem do Sermão do Monte. São Paulo: ABU, (1981:122).

3. Grudem, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, (1999:627).

4. Shedd, Russell P. Lei, Graça e Santificação. 2ª Ed. São Paulo: Vida Nova, (1998:75).

5. Grudem, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, (1999:696).

6. Erickson, Millard J. Introdução à teologia sistemática. São Paulo: Vida Nova, (1997:432).

7. Duffield, Guy P. & Cleave, Nathaniel M. Van. Fundamentos da Teologia Pentecostal. 2ª ed. São Paulo: Quadrangular, (1991:360).

8. Shedd, Russell P. Lei, graça e santificação. 2ª Ed. São Paulo: Vida Nova, (1998:75).

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ide por to o mundo e fazei discipulos

“A tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo”.
Oswald Smith


Por Arildo Gomes


Você já parou para pensar em quem é o maior interessado na EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO? Seriam os missionários transculturais? As agências missionárias? Os pastores? Todos os crentes em Jesus?

Aprendemos com a Bíblia Sagrada que o maior interessado na evangelização do mundo é o próprio DEUS. O texto bíblico em João 3:16 (NVI) diz: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. O amor de Deus pela humanidade foi o ponto de partida para toda a obra de redenção que Ele mesmo providenciou desde a fundação do mundo (Ap 13:8).

Não é a igreja, nem os obreiros, os pastores ou os líderes os mais interessados em fazer com que as pessoas perdidas e sem esperança de vida eterna se tornem participantes efetivas da graça, do perdão e das bênçãos divinas. Tudo isso parte do próprio Deus.

É Ele quem gera dentro de nós o desejo de evangelizar as almas perdidas. É ele quem nos impulsiona, nos encoraja e nos garante os meios para que essa obra divina seja executada com sucesso. Nunca se esqueça disso: O maior interessado na evangelização do mundo é o próprio Deus.

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” Jo 3:17.

Se o maior interessado na evangelização do mundo é o próprio Deus, então por que nos importarmos com isso? Nós não poderíamos ficar esperando que Deus fizesse o seu trabalho e nos deixasse apenas desfrutando dos seus agrados? A essa pergunta a Bíblia também responde. Acompanhe comigo os seguintes textos:

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado...” Mt 28:19-20

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”. Mc 16:15-16

“Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós”. Jo 20:21

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. At 1:8

Percebeu? Na Bíblia, nos trechos que lemos, Deus, inspirando cada escritor a registrar tais palavras, usa alguns verbos na sua fala, o que indica ação, tomada de atitude. Se preferir, releia cada texto com cuidado e você encontrará expressões que dizem sobre: Ir, fazer, batizar, ensinar, pregar, enviar e testemunhar.

Precisamos nos importar, sim, com a obra de evangelização do mundo porque, entre outros motivos, é uma ordem de Jesus. Fazer discípulos não é uma opção que cada crente pode escolher entre fazer e não fazer, isso é impossível! É algo de que não podemos fugir, nem nos esconder.

“Ao fim de sete dias a palavra do Senhor veio a mim: ‘Filho do homem’, disse ele, ‘eu o fiz sentinela para a nação de Israel; por isso ouça a palavra que digo e leve a eles a minha advertência. Quando eu disser a um ímpio que ele vai morrer, e você não o advertir nem lhe falar para dissuadi-lo dos seus maus caminhos para salvar a vida dele, aquele ímpio morrerá por sua iniqüidade; mas para mim você será responsável pela morte dele. Se, porém, você advertir o ímpio e ele não se desviar de sua impiedade ou dos seus maus caminhos, ele morrerá por sua iniqüidade, mas você estará livre dessa culpa’”. Ezequiel 3:17-19

Quando nos referimos a evangelização do mundo, estamos falando da Missão de Deus em mostrar ao mundo que Ele, por Seu amor, “estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados” (II Co 5:19), trazendo assim salvação a todo aquele que crer.

O próprio Jesus quando veio à Terra como homem, percorria as cidades e povoados anunciando as boas-novas de salvação a todas as pessoas que encontrava. “começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” Mt 4:17

Essa missão passou a ser nossa (da Igreja) a partir do “Ide” de Jesus! (Mt 28:19; Mc 16:15; Jo 20:21; At 1:8)

Você alguma vez já ouviu falar da Grande Comissão? A Grande Comissão é isso: Uma missão compartilhada. É quando Deus, em Sua plena soberania, compartilha conosco Sua missão de salvar o mundo.

Finalmente, precisamos entender que a evangelização do mundo não deve ser um peso para aqueles que estão em Cristo; mas cumprir a Missão é na verdade um grande privilégio que Deus confiou apenas a nós, a Sua Igreja.

Portanto, não se cale. Aprenda mais sobre como você pode cumprir a suprema tarefa da Igreja que partiu do coração de Deus para o mundo.


***


Fonte: IAP Jandaia/SP
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Todos os dias fazemos escolhas


Todos os dias fazemos escolhas em nossa vida. Sempre que duas pessoas conversam, é certo que uma irá influenciar a outra, em maior ou menor intensidade. Neste momento, entra o nosso raciocínio lógico, e, às vezes, extremamente, ilógico, para escolher se aceitamos ou não a influência, ou se, influenciamos a outra pessoa de maneira intensa.

O mais surpreendente, é que, a maioria dessas escolhas não está relacionada ao conceito de certo ou errado, exemplo: o que vestimos ou comemos.

O que podemos dizer com certeza é que: sempre enfrentamos decisões que pesam um pouco mais. Pois não queremos errar e nem levar outros a errar também.

Como, então, tomar decisões mais acertadas no meu relacionamento com Deus e com os irmãos e com o meu próximo?

O texto de I Coríntios, que vai do capitulo nove ao capitulo dez, nos dá algumas orientações de como tomar decisões que agradam a Deus e preservam a fé de meus irmãos em Cristo.

As questões a serem refletidas pelo crente são:

1) - Se eu escolher praticar esta ação: ela me ajudará em meu testemunho a respeito de Cristo?

(I Co 9:19-22)

“Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível.
Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei.
Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei.
Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns.”


2) - Se eu escolher praticar esta ação: serei motivado por um desejo de ajudar outros a conhecer a Cristo?

(I Co 9:23 ; 10:33)

“Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele.”

“(...) assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos.”


3) - Se eu escolher praticar esta ação: ela me ajudará a fazer a fazer o melhor possível?

(I Co 9:25)

“Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível."


4) - Se eu escolher praticar esta ação: será que alguma ordem especifica das Escrituras será infringida e, deste modo, serei levado à pecar?

(I Co 10:12)

“Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.”


5) - Se eu escolher praticar esta ação: será que é a melhor e mais benéfica maneira de agir?

(I Co 10:23 e 33)

“Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam.”

“assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos.”


6) - Se eu escolher praticar esta ação: será que estou pensando somente em mim, ou me importo verdadeiramente com as outras pessoas?

(I Co 10:24)

“Ninguém busque o seu próprio interesse, e sim o de outrem.”


7) - Se eu escolher praticar esta ação: será que estou agindo de forma amorosa ou egoísta?

(I Co 10:28-31)

“Porém, se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia? Se eu participo com ações de graças, por que hei de ser vituperado por causa daquilo por que dou graças? Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.”


8) - Se eu escolher praticar esta ação: será que estarei, verdadeiramente, glorificando a Deus?

(I Co 10:31)

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.”


9) - Se eu escolher praticar esta ação: será que poderei levar alguém a pecar?

(I Co 10:32)

“Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus,”


As questões foram colocadas e a resposta a todas vem da palavra de Deus.

O que mais influencia a sua vida? A Palavra Viva e Eficaz que nos leva à salvação e a vida eterna, ou o nosso “enganoso coração” e as “vozes do mundo”?

Medite nesta palavra e tome suas decisões, sempre, influenciadas por Deus!

Deus te abençoe!


***

PC@maral
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