quarta-feira, 31 de março de 2010

Culto a Deus! Quando o cristão declara seu amor ao Senhor!

Nos dias de hoje existem muitas maneiras de se cultuar a Deus. Desde o culto tradicional a, o que chamam de, “adoração extravagante”. A questão é: Dentro de todos esses tipos qual o elemento que deve ser comum a todos e, particularmente, imprescindível?

Moisés deixou bem claro em Deuteronômio capitulo seis versículos quatro e cinco, ou seja, o primeiro mandamento exige um amor a Deus sem limites. Alguns séculos depois, Jesus reafirma o que Moisés deixou bem claro quando, um intérprete da lei lhe perguntou: “Qual é o grande mandamento da lei?”. Jesus lhe respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mt 22:36-37).

No texto original de Deuteronômio encontramos a palavra “força” em lugar de “entendimento”. Já no evangelho de Marcos, capítulo 12 e versículo 30, encontramos ambos, “entendimento” e “força” na resposta dada por Jesus. “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.” (Mc 12:30).

O cristão, cuja mente e coração estão, totalmente voltados para a adoração a Deus, percebe nas palavras de Jesus o grande e verdadeiro desafio, pois nelas estão a raiz, o tronco e o fruto do culto e da adoração que agrada ao Senhor.

Sem o incentivo do amor por Deus, o culto não passa de “palha”, pura “casca”, tem forma mas não tem conteúdo em amor, sendo assim está isento de qualquer valor. Pode até tornar-se em culto a Satanás.

Um culto, ou adoração, que se realiza sem o objetivo de expressar e fazer aumentar nosso amor por aquele de quem e por meio de quem e para quem são todas as coisas (Rm 11:36), falha completamente. Deixa de ser culto a Deus, pois falta a essência que é o amor.

Quando se trata de amor por pessoas amigas, parentes e demais familiares, não temos nenhuma dificuldade em entender esse sentimento chamado amor. Mas, como poderemos amar a Deus a quem “ninguém jamais viu?” (Jo 1:18). Como poderemos colocar o Senhor Jesus no centro de nossas ambições? E como nutrir uma amizade com Deus, nós que somos pecadores, enquanto Ele é Espírito Infinito e mora em luz inacessível?

Como faremos de Deus o Senhor absoluto de nossas vidas? Os cristãos, ao se reunirem em adoração devem ter alguns objetivos como prioridades:
- Vocalizar a dignidade de Deus, a beleza de Sua pessoa, Sua perfeição, Seu caráter. Estas declarações devem levar todo homem a atribuir glória ao Pai Maravilhoso. (Sl 46:10).

- Confessar a Deus os pecados que cometemos, externar a nossa indignidade e declarar nosso arrependimento. Este é um forte estímulo de amor, confiar no seu imediato e imerecido perdão. (I Jo 1:9).

- Nossa oração deve procurar assimilar Seus pensamentos, expressar petições de acordo com Seus conhecidos desejos, pois, o amor genuíno transforma os desejos dos que buscam o reino e a vontade única de Deus.

- Suscitar pensamentos de gratidão e encorajamento, seja pela leitura da mensagem da Palavra de Deus ou, simplesmente por ouvi-la. Estes atos transformam inimigos em amigos que buscam agradar a Deus, (Jo 15:14-15).

- Ao entoar louvores e cânticos espirituais, a música deve atrair o coração para a beleza de Deus revelada na criação, na redenção e na regeneração, refletindo, assim, a harmonia do universo por Ele criado.
Quando adoramos, só devemos ficar satisfeitos se expressarmos o verdadeiro amor ou, se o nosso culto revelar toda a preciosidade do Senhor, contagiando, assim, a todos os participantes.

Lembre-se, cultuar a Deus sem entender o por que cultuar, e sem amor sincero a Ele, que é Deus Todo Poderoso, fará com que, nossa adoração não passe de “palha”, pura “casca”, sem qualquer valor para Deus.

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PC@maral

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