sexta-feira, 30 de abril de 2010

Debate OGalileO: As sementes de 1000 de Malafaia e Murdock e a teologia da prosperidade!

4 comentários:

Debate no OGalileo - Tema: As sementes de 1000 de Malafaia e Murdock e a teologia da prosperidade! Moderador: Danilo Fernandes editor do blog Genizah Virtual.
Para o primeiro programa convidamos o pastor Carlos Roberto da Silva, vice-presidente da COMADESP e membro do conselho de doutrina da CGADB, o pastor Marcelo Oliveira, conferencista da Assembleia de Deus e o pastor José Barbosa, também da Assembleia de Deus, com a moderação de Danilo Fernandes [blusa vermelha].
PARTE I



PARTE II



PARTE III



PARTE IV



PARTE V



PARTE VI



***

Fonte: OGalileo via Genizah Virtual divulgado aqui também no PC@maral

Tragédia! Ah, é apenas mais uma!

3 comentários:

Por Alex Ribeirão


Enchentes, deslizamentos de terra, terremotos, furacões, mortos e mais mortos, pais condenados por jogar uma criança pela janela… Tais situações, a principio, nos deixam estarrecidos, chocados, por que não dizer comovidos. Mas, estamos nos acostumando com elas. Mal ouvimos uma, logo chega outra. Com maior ou menor intensidade elas nos perseguem. As tragédias ouvidas ou vividas se tornaram naturais a nós, alguns, por incrível que possa parecer, chegam a sentir sua falta quando elas demoram a acontecer. Elas, [as tragédias], se tornaram familiares a nós.
Um dia presenciei o dialogo entre dois pacientes em um hospital de minha cidade.

-“É a 1ª vez que venho aqui”! Dizia o rapaz puxando conversa.
-“Não se preocupe é a primeira de muitas vezes”. Responde a experiente paciente.
-“Demoraram a encontrar meu nome no sistema”
-“Ah é porque você é novato, logo você se tornará bastante conhecido aqui. Você vai ver, nunca mais vai faltar vaga pra você! Eu mesmo venho aqui duas vezes por semana, às vezes até três. Já estou acostumada!”

Será que deveríamos enfrentar situações inesperadas com tanta naturalidade? Será que devemos conviver com as tragédias como se fossem normais? Todos os dias ouvimos boas e más noticias, embora geralmente a mídia dê mais espaço para as más noticias, pois “vendem” mais. Parece-nos que os seres humanos desenvolveram uma atenção maior às más noticias. Elas ganham sempre as primeiras páginas e as manchetes dos jornais e revistas. Mas, se sobrar algum espaço, podemos também ver ainda as boas noticias, nem que seja lá num cantinho qualquer.

As más noticias são mais abrangentes do que imaginamos. Podem afetar desde uma pessoa, a uma família, um bairro, uma cidade, um país, e até o mundo inteiro. Elas abrem espaço para a tristeza, o desânimo, a dependência, seja química, alcoólica ou psicológica, elas trazem consigo uma expectativa de que algo está acontecendo de muito errado, mas ainda pode piorar.

Então, nos acostumamos com o trágico, com os desastres, com as doenças, com os divórcios, com as falências pessoais e relacionais, domesticamos a dor. Estamos, parece que, aguardando o pior. Achamos que estamos sempre preparados, há sempre uma visão ou uma palavra conformista para se expressar, na tentativa de amenizar a dor, ou a situação vivida. Por isso, já não nos chocamos mais com a violência, a noticia de que famílias estão se matando uns aos outros, já não nos comovemos com os bebes abandonados nas portas ou nos rios, o sangue exposto na mídia, bem como os valores desvalorizados e os princípios, distorcidos e infundados, que recebemos no horário nobre. Isso já não nos incomodam mais. Acostumamo-nos a nos acostumar, aprendemos a desenvolver uma "inatitude" chamada passividade.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós!

***

Fonte: Devocional de autoria do Pastor Alex Ribeirão divulgado no PC@maral

quinta-feira, 29 de abril de 2010

"Lua Nova" e a imbecilização de jovens e adolescentes

Um comentário:

Por Alan Brizotti


Assisti ao "filme" do momento para jovens e adolescentes "Lua Nova", a continuação da tal "saga" intitulada "Crepúsculo". Um lixo. O tal "filme" é um retrato da adolescência e juventude da atualidade: pálida, melancólica, depressiva, suicida e absurdamente vazia. Uma mistura idiotizada de vampirinhos e lobinhos (assim no diminutivo, porque os vampiros e lobos dos outros filmes devem estar furiosos...). Resumindo, de "nova" essa lua não tem nada.

Fiquei perplexo com o nível de imbecilização dos adolescentes e jovens da atualidade. Os livros dessa "saga" batem recordes de vendas, inclusive entre jovens e adolescentes ditos cristãos, evangélicos, sei lá... Aqui a coisa só piora, pois os adolescentes e jovens evangélicos detestam ler, a Bíblia então, pior ainda, a desculpa é: "não consigo entender os textos bíblicos", ou a tradicional "falta emoção". Essa mesma juventude que abre mão da leitura substancial acaba engrossando as fileiras dos leitores dessa "literatura do prozac". Vai entender...

O filme é pobre, atuações risíveis, melancolia por todos os lados. Não há nem mesmo o glamour característico dos antigos filmes do gênero. A receita é simples: livros e filmes razos para mentalidades mais razas ainda. E isso vende. E como o mercado é o deus deste século, tá tudo em casa. Essa juventude e adolescência chafurdando no lodo emo do vazio adora aquele tipo de paisagem e de "relacionamento". É por isso que vivemos um tempo histórico tão pobre no que tange à arte, beleza e poesia. Somos uma geração orfã de genialidade. Condenados à mediocridade. Vivendo à mercê dos gostos de uma indústria da porcaria. Sartre estava certo: "O inferno são os outros".

Esses dias li uma pergunta que ouso deixar no ar: "Se você não existisse, que falta faria?"
Comentário PC@maral

Assisti, por esses dias, este filme, em casa. Não gostei muito do primeiro, e do segundo odiei. Que tédio, que melancolia, confesso que minha paciência me fez tolerar até a sua metade, e olhe que foi muito. Mas, por insistência de minha filha e esposa, [que amam esses filminhos “água com açúcar”], continuei assistindo, não por muito tempo, logo “chutei o balde”, chega! Tinha medo de que, se continuasse eu “emburreceria totalmente”, sentia minha inteligência sendo minada, pensei eu.

Mas, uma cena me chamou atenção, no primeiro filme, e mais ainda neste, a insistência da protagonista, Bella Swan [Kristen Stewart], em se transformar em vampiro. Ela estava disposta a perder sua alma para viver nas trevas ao lado de um demônio. O que assusta, é ver, e ouvir, muitos jovens cristãos suspirarem por isto, eles sussurram, “ah... que coisa linda! Que amor”

Esquecem completamente, ou melhor, não conhecem as palavras de Jesus: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” Mateus 16:26

Deus nos deu a vida e nos fez à Sua imagem e semelhança, e a personagem do filme, totalmente perdida de valores, morais, espirituais, trata como nada esse dom. Ela não tem nenhuma consciência de que existe Deus.

Sei que é um filme, obra de ficção, mas até que ponto, esse “filme” e essa “obra de ficção” está penetrando no coração de nossos jovens?

Transcrevo aqui, parte do comentário do Esli Soares e acrescento alguns pitacos:

Além de gastarem tempo (e dinheiro) – [poderiam estar lendo a Bíblia] - com inutilidade e incentivarem o erro (do escritor e dos futuros leitores) – [poderiam, com a leitura bíblica crescer na graça e no conhecimento de Jesus] - perdem os referenciais [princípios bíblicos básicos para a vida do homem] e empobrecem o espírito [tornam-se crentes rasos e superficiais].
...
Que Deus nos ajude e abençoe a todos!

***

Fonte: Blog do Prof Alan Brizotti divulgado e comentado aqui no PC@maral

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Encontrada na Turquia restos da Arca de Noé

10 comentários:
Exploradores dizem ter encontrado na Turquia uma parte da Arca de Noé. Um grupo de investigadores turcos e chineses dizem ter encontrado a Arca de Noé.

O achado foi localizado no Monte Ararat, no Leste da Turquia, perto da fronteira com o Irão. Os exploradores, pertencentes a uma organização evangélica, identificaram uma estrutura de madeira antiga, com 4800 anos. A antiguidade já foi verificada através do método do carbono 14, um dos mais rigorosos que se conhece.

Embora haja fortes indícios de que os vestígios encontrados - madeira e restos de cordas que se pensa ter servido para prender os animais - pertençam à Arca de Noé, uma vez que “as amostras coincidem com os relatos históricos”, os investigadores não confirmam para já esta tese, até porque “nunca ninguém viu a arca”, sublinha Yeung Wing-Cheung, um dos peritos envolvidos na investigação.

A equipe, formada por seis investigadores de Hong Kong e outros nove da Turquia e que conta com o apoio do Governo turco, revelou ontem que as amostras foram descobertas em Outubro de 2009, durante as escavações no monte Ararat.


As análises realizadas demonstraram que o pedaço de madeira com 38 milímetros encontrado teria 4800 anos, idade que coincide com a data de construção da Arca de Noé apontada pela Bíblia. O investigador alemão Gerrit Aalten, que também integrou a expedição ao Monte Ararat, considera que “há uma grande quantidade de evidências sólidas de que a estrutura encontrada é da lendária Arca de Noé”.

O geólogo turco Ahmet Ozbeck observa que a baixa temperatura e as condições ambientais dos depósitos de gelo do monte, e do material vulcânico ajudaram a preservar a estrutura de madeira encontrada a quatro mil metros acima do nível do mar.




***

Fonte: Tv1 - Via Presbiterianos Calvinistas - Videos vi no UMAP Vitória da Conquista Fonte: Gospel Prime. Com informações do Noah’s Ark Ministries International - Divulgado no PC@maral

terça-feira, 27 de abril de 2010

Os Atributos de Deus.

Nenhum comentário:
Conhecer a Deus de maneira correta não é opção é mandamento!

Quem é você?

Naturalmente, fazemos esta pergunta quando desejamos conhecer alguém. O nome, a naturalidade, a nacionalidade, a paternidade e a maternidade, a formação, o que fez, o que faz, o que pretende, etc. Josué, por exemplo, perguntou aos heveus: Quem sois vós? Donde vindes? (Js 9:8; conf I Sm 30:13); os marinheiros perguntaram a Jonas: Que ocupação é a tua? Donde vens? Qual a tua terra? E de que povo és tu? (Jn 1:8). Esses dados pessoais externos são importantes para conhecermos uma pessoa. Mas, na verdade, só conhecemos satisfatoriamente alguém quando passamos a conviver com a pessoa. É quando descobrimos suas qualidades e defeitos, seu modo de agir e de reagir, seu temperamento, seus valores, seus princípios. Essas manifestações pessoais internas revelam o caráter, a essência da pessoa com muito mais confiabilidade do que os dados externos.

Quem é Deus?

Essa indagação certamente é uma das mais pronunciadas pelas pessoas em todos os tempos. Ela revela o desconhecimento humano sobre seu Criador. O poderoso Faraó dos tempos de Moisés, perguntou: Quem é o SENHOR para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? E confessou: Não conheço o SENHOR (Ex 5:2). Alguns lideres judeus perguntaram a Cristo: Quem és tu? Quem, pois, te fazes ser? (Jo 8:25,53). E admitiram: ...este [Cristo] nem sabemos donde é (Jo 9:29). A multidão de judeus também não conhecia a Deus: Quem é esse Filho do Homem? (Jo 12:34). O ex-cego, que fora curado por Deus, também não o conhecia: Quem é, Senhor, para que eu nele creia? (Jo 9:36). No passado, Paulo fora ignorante em relação ao verdadeiro Deus, até que fez a pergunta fatal: Quem és tu, Senhor? (At 9:5).

Talvez em razão desse grande desconhecimento, o próprio Cristo quis saber do povo e dos discípulos: Quem dizem os homens que sou eu? Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? (Mc 8:27; Mt 16:15). O questionamento de Cristo faz sentido porque muita gente achava que Deus era João Batista; outros: Elias; mas outros: Algum dos profetas; outros, ainda achavam, que Deus era jardineiro: Ela supondo ser ele o jardineiro, respondeu: Senhor, se tu o tiraste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei (Jo 20:15). Em nosso tempo, a ignorância a respeito de Deus se tornou mais absurda ainda: há quem adore animais; quem adore imagens feitas de lata, de bronze, de prata, de ouro, de barro, de palha; há quem creia no poder de cristais, de gnomos, de números; há quem se apegue a galho de arruda, a copo com água, a sal grosso.

Qual a razão de brutal ignorância?

Temos a seguinte resposta: ... por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes (Rm 1:28). Em todo o mundo, há pessoas que, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato (Rm 1:21).

Servir a Deus sem o conhecer é possível?

É possível se adorar a Deus sem o conhecer? Infelizmente é! O próprio Senhor Jesus testemunhou a atitude de pessoas que adoravam e serviam a Deus sem o conhecer: Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens (Mc 7:6-7; cf At 17:23; cf I Sm 1:19-28, 3:7; I Jo 4:8).

No Antigo Testamento, os sacerdotes não sabiam mais onde estava o Senhor, os pastores prevaricaram contra o Senhor, os profetas profetizaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito, e os que ensinavam a lei, reclama Deus, não me conheceram (Jr 2:8). No Novo Testamento, Jesus revela que acertará contas com pastores, missionários e obreiros que profetizam, expulsam demônios e fazem milagres em nome de Deus, mas nunca o conheceram. Então, lhes dirá: ...nunca vos conheci (Mt 7:21-23). Que tragédia: são homens que ensinam a Bíblia, que manifestam a glória e o poder de Deus, mas que não conhecem a Deus!

Há muita gente crendo em Jesus, mas não como diz a Escritura (Jo 7:38). À samaritana, que se julgava filha de Jacó (Jo 4:12), Jesus disse: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva (Jo 4:10). Ela conhecia a tradição de Jacó. Mas não conhecia o Deus de Jacó. Pessoas que não conhecem a Deus como diz a Escritura, desconhecem o caminho da paz, e não há justiça nos seus passos; fazem para si veredas tortuosas; e quem anda por elas não conhece a paz (Is 59:8).

Conhecer a Deus: dádiva e responsabilidade.

Conhecer a Deus de maneira correta não é opção; é mandamento: Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor (Os 6:3); Sabei que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio (Sl 100:3). Se você ainda não sabe quem é o Deus da Bíblia, saiba que: Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia; quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia. (Sl 103:3-5)

Saiba, porém, que não se conhece a Deus por vontade humana. O verdadeiro conhecimento da Divindade é gerado por Deus; é fruto do amor e da misericórdia divina: Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai; e também ninguém sabe quem é o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar (Lc 10:22). É para cumprir esta missão que o Filho enviou o Espírito Santo, da parte do Pai (Jo 16:7-15). Quem nunca recebeu esta graça, sempre irá perguntar: “Quem é Deus?” Mas quem já foi agraciado, pergunta e responde: Pois quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? Quem é o Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso nas batalhas. Quem é esse Rei da Glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da Glória. (II Sm 22:32; Sl 24:8-10)

A Bíblia Sagrada declara que Deus coloca em nosso coração um desejo grande de conhecer as coisas e, principalmente, conhecer a Ele e as coisas que Ele faz, ainda que de forma incompleta: Deus marcou o tempo certo para cada coisa. Ele nos deu o desejo de entender as coisas que já aconteceram e as que ainda vão acontecer, porém não nos deixa compreender completamente o que ele faz (Ec 3:11). Isso significa que temos a responsabilidade de crescer no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (II Pe 3:18). Mas, para que devemos conhecer a Deus? Para nascermos de novo e sermos salvos, e para que, na fartura, não o neguemos e venhamos a dizer: Quem é o Senhor? Ou na escassez, não venhamos a furtar e profanar o nome de Deus (I Jo 2:29, 4:7; PV 30:9).

Como podemos conhecer a pessoa e a natureza de Deus?

É desejo do nosso coração conhecer melhor a Deus? Nossa alma suprira por Deus? (Sl 42:1). Nossa alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor? Nosso coração e nossa carne exultam pelo Deus Vivo? (Sl 84:2). Se temos esses sentimentos e vontades dentro de nós podemos conhecer o mistério guardado em silêncio nos tempos eternos, e que, agora, se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações, ao Deus único e sábio seja dada glória, por meio de Jesus Cristo, pelos séculos dos séculos. Amém! (Rm 16:25-27).

À partir de hoje, estarei publicando a série: Os Atributos de Deus – Reflexões sobre o caráter divino. A intenção é de que, através do conhecimento dos atributos naturais e morais do Senhor; possamos entender que o Deus Trino (Pai, Filho e Espírito Santo) é independente – Ele não precisa de nós, nem do restante de Sua criação para existir -, é imutável – não muda no Seu ser, nas Suas perfeições e nas Suas promessas, mas age e sente emoções conforme as situações humanas -, é eterno – não tem começo nem fim, e, em Seu ser, não experimenta sucessão de momentos -, é onipresente – não tem tamanho nem dimensões espaciais, pois está presente em todos os lugares, com todo o Seu ser -, é espiritual – existe como ser que não é feito de matéria, que não tem partes, nem dimensões, que não pode ser percebido por nossos sentidos naturais -, é onipotente – é o causador supremo de todas as coisas e, pelo simples exercício de Sua vontade, realiza tudo o quanto deseja –, é onisciente - conhece plenamente a Si mesmo e todas as coisas reais e possíveis -, é sábio – sempre escolhe as melhores metas e os melhores meios para alcançar Seus objetivos -, é fiel – é o Deus verdadeiro e todo o Seu conhecimento e Suas palavras são verdade -, é bondoso – é o padrão do que é bom e tudo o que Ele faz é aprovado -, é justo – sempre age segundo o que é justo e Ele próprio é padrão de justiça -, é santo – absolutamente separado do pecado e dedica-se a buscar a Sua própria honra. [GRUDEM, W. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 2000, PP. 109-164]

Devemos lembrar que: assim como só conhecemos as pessoas quando convivemos com elas, de nada adianta sabermos o que a Bíblia ensina sobre a pessoa e o caráter de Deus, se não nos relacionarmos com Ele, crendo que o que as Escrituras Sagradas declaram sobre Sua pessoa é verdade e que, por isto, Sua natureza e moralidade devem ser o padrão de vida a ser vivido pelos Seus filhos. Conhecer, portanto, é mais do que saber, é experimentar, é viver, é andar com Deus.

Contudo, o que foi descrito aqui não corresponde à realidade total do que Deus realmente é, porque a revelação bíblica é condicionada às limitações humanas, à linguagem e cultura dos homens, ou seja, o que de melhor podemos saber sobre Deus ainda ficará muito aquém do que realmente Ele é: Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! (Rm 11:33). Nesta vida, nunca seremos como Deus é e nem saberemos das coisas como Ele sabe, porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado (...) Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. (I Co 13:9-10,12)

Todavia, o que é necessário e suficiente para conhecermos de Deus, sermos salvos e recebermos Dele a vida eterna, o Espírito Santo revelou nas Escrituras Sagradas, porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus (I Co 2:10).

Conheçamos melhor a Deus e vivamos uma vida feliz!

***

Texto de autoria do Pastor José Lima de Farias Filho adaptado por Paulo Cesar Amaral [PC@maral], para divulgação no blog PC@maral.

Algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro!

2 comentários:
Por favor, alguém pode me explicar por que palavras como "paixão", "fogo", "glória", "poder" e "unção" vendem muito mais CDs do que "graça", "misericórdia" e "perdão"? Por que aqueles que mais falam sobre "prosperidade" evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, "Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam?", I Timóteo 6:8, "Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes" e Habacuque 3:17-18, "Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação."?

Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como "ajudar os domésticos na fé" e "não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade"? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra? Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra "amarrar o espírito de perseguição", pra "repreender a potestade de Roma", ou coisa semelhante?

Por que Atos 2:4, "Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem" é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42, "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações"?

Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" mas tão pouca gente sabe I João 3:16, "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" ? Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular (EU), quando a proporção nos salmos é muito menor?

Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais, em situação de conflito, que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hebreus 11?

Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio? Por que os cristãos creem que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, mas são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?

Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos? Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como "rios de unção" e "chuvas de avivamento", ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?

Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é "espírito ruim" das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os "espíritos ruins" já foram "amarrados" uma vez, por que todo ano eles precisam ser "amarrados" de novo? Por que se canta todos os dias "Hoje o meu milagre vai chegar"? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de "hoje"?

Por que Jó não cantou "restitui, eu quero de volta o que é meu", nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de "campanha de libertação" quando perdeu tudo? Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, "doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor"? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?

Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais "atos proféticos"? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la? Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?

Por que se faz apelo ao fim de uma "pregação" que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado? Por que Deuteronômio 28:13 ("o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda") é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 ("somos considerados como o lixo do mundo") ninguém gosta de citar?

Será que ninguém percebe que algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro?

Eu só queria saber...

Comentário PC@maral:

Eu também quero saber! Afinal, grande parte das questões levantadas no texto fazem parte de meu rol de "coisas" que não consigo entender no mundo cristão. Por exemplo: O principio básico e essencial do culto a Deus é o de exaltar seu poderoso nome e seus grandes feitos. Elogiar o nome do Senhor pelo o que Ele é, mas não é isso que vemos e ouvimos nas igrejas, mais se valoriza o ser criado do que o Criador. Letras de música que cobram coisas de que não temos direito algum de cobrar. Pregações que parecem mais consultas a psicanalista do que alimento espiritual: Você é vencedor, Você pode, Você tem direito, Você tem que determinar, Você tem que cobrar de Deus a Suas promessas, e assim vai.

Eu costumo dizer que "debaixo do meu pé somente a sola do meu sapato, e olhe lá!". Fora disso sou totalmente dependente de Deus e de Sua soberana vontade. Cabe a mim, abrir meus ouvidos para escutar e praticar o que o Espirito Santo me orienta através da Sua Palavra, a Bíblia Sagrada.

Uma palavra pregada no pulpito, que não leva o ouvinte a uma meditação, ao arrependimento, a confissão de pecados, a conversão, não adianta de nada. As pessoas estão indo às igrejas para verem "um caniço agitado pelo vento". Se o vento muda, muda, também, a direção do caniço. Não é isso que vemos todos os dias? Todos os dias inventam coisas novas para atrair os crédulos incautos.

Uma Palavra pregada sem cruz, sem sangue, sem morte para uma vida antiga de pecados e um novo nascimento e conversão e prática de santificação, não vale de nada! Pura vaidade! Pura perda de tempo para os ouvintes e duro castigo reservado para os preletores, falsos profetas, pois anunciam aquilo que Deus não lhes ordenou que anunciassem.

Todas as questões levantadas devem fazer parte de nossos pensamentos. Devemos analisar se estamos fazendo parte deste circulo porque: Algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro!

***

Fonte: Púlpito Cristão divulgado no PC@maral - Eu também quero saber e entender!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Deus providencia o socorro!

3 comentários:

Por PC@maral


Pensei bastante antes de dar inicio a este texto, procurando me colocar apenas na condição de narrador dos fatos, e, principalmente reconhecendo que este trabalho foi motivado pela ação de Deus em suprir as necessidades de muitas pessoas. Nossa condição para a realização foi a de servo do Senhor que cumpre uma ordem dada por Ele. E, movidos por Ele, pudemos abençoar a muitos. Então, a Ele, e somente a Ele pertence toda a Glória, toda Honra e todo o Louvor !

Domingo, dia 25 de abril de 2010, chegamos cedo a cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, na localidade do morro do Bumba, palco da maior tragédia ocorrida em conseqüência das fortes chuvas que castigaram o estado do Rio de Janeiro no inicio do mês de abril. Ao estacionarmos já haviam muitas famílias fazendo fila na porta de uma das igrejas que servem de ponto de distribuição de doações para os desabrigadas da região.

A rua continua interditada, o trânsito é controlado, somente moradores, carros de serviço e doações podem circular. As ruas continuam cobertas com uma camada de lama, que agora seca levantam muita poeira com a passagem dos veículos, mal dá para ver o asfalto por baixo. Muros, calçadas e rua tem a mesma tonalidade da lama.


Na porta da igreja, as famílias chegaram cedo, foram em busca de alimentos principalmente. Homens, mulheres e crianças ajudam a descarregar nossa Van e levam as doações para dentro do templo da Igreja Apostólica Cristã. Enquanto íamos ver de perto o local da tragédia os voluntários organizavam a fila e distribuíam alimentos, roupas e brinquedos para as crianças, [nada paga um sorriso de uma criança, esta, é uma das recompensas deste trabalho social].


Cerca de duzentos metros adiante na rua chegamos ao lugar mais atingido. Uma coisa é ver pela TV, nos noticiários, outra é ver com seus próprios olhos. A lente das câmeras não conseguem alcançar a dimensão da tragédia que nossos olhos testemunham ali, naquele local.


Os trabalhos de busca cessaram, as máquinas estão paradas, vemos moradores voltando em suas casas para retirarem seus pertences, eletrodomésticos, mobilia. Na rua, já sendo carregadas em transportes de fretes, os pertences de vários moradores.

Tivemos a noticia que várias famílias receberam apartamentos, e já estavam se mudando, outras recebendo aluguel social, dado pelo governo. Soubemos que os aluguéis na região duplicaram de preço, isso é muito triste, o ser homem se aproveitando da desgraça de seu próximo. Vimos muitas faixas. Uma grande preocupação dos moradores é, de que, esta tragédia venha a cair no esquecimento, do povo e, principalmente, das autoridades administrativas do município.

Nossa oração é de que, Deus continue consolando aqueles que perderam seus familiares, que os ajude levantando cada vez mais voluntários e pessoas que doem alimentos, produtos não perecíveis, material de limpeza, higiene pessoal, roupas, brinquedos e solidariedade. Que Deus continue abençoando os que se colocaram à disposição e estão fazendo este trabalho social na região. Que Deus abençoe as famílias ao redor da tragédia.

Este não é um trabalho meu somente, o que faço aqui é divulgar e nossa esperança é a de que, você que lê e deseja ajudar mova sua igreja nesse propósito, arregace as mangas e doe, seu tempo, seu trabalho e ajude esta população. Pois ainda precisam de muito mais ajuda.

O que fizemos, não nos dá o direito de nos gloriar, nossa igreja se mobilizou, todos os membros se engajaram na ação, e Deus abençoou, Ele nos motivou a isso, e não fizemos mais do que a nossa obrigação como cristãos que amam a seu próximo.

Participaram da entrega de tudo que foi arrecado pela igreja no bairro de Piedade no Rio de Janeiro, a diaconisa Márcia Barros, diretora do departamento de assistência social, o diácono Paulo Amaral e o Claudiomar, este, foi providenciado por Deus para transportar as doações.

Todo esse trabalho foi feito para Honra e Glória de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Glórias a Deus! Louvado seja o nome do Senhor Jesus!

A Grande Preocupação dos Moradores






Mais Imagens do local































***

PC@maral

domingo, 25 de abril de 2010

Resposta aos incomodados com o avanço dos blogs apologéticos/subversivos

Nenhum comentário:

Por Hermes C. Fernandes


Muito tem sido falado acerca do labor dos chamados blogs apologéticos. Alguns os criticam usando passagens bíblicas fora de seu contexto para minar sua reputação e despretigiar seu trabalho. Outros vão para seus programas de TV para chamar os seus editores de bandidos, invejos, prequiçosos e por aí vai…

O que não se percebe é o valor extraordinário do trabalho que tem sido desenvolvido por um verdadeiro exército de apologetas. Eu diria que os blogs apologéticos cumprem um papel análogo ao das epístolas de Paulo, Pedro, João e Judas. O que têm em comum? O árduo combate às heresias destruidoras que adentram sorrateiramente os arraiais cristãos.

Graças às heresias, Paulo e os demais escritores neotestamentários empreenderam um trabalho hercúleo para que os cristãos primitivos se mantivessem firmes da verdade. Ora combatendo o legalismo judaizante, ora combatendo o gnosticismo, os apóstolos não deram um minuto de trégua aos inimigos da fé, muitos dos quais já haviam se infiltrado na igreja, ocupando lugar de promeminência em seus quadros ministeriais.

Quem se escandaliza quando vê nomes serem citados sem o menor recato, talvez não saiba que Paulo nos oferece o precedente para isso. Nem Pedro foi poupado quando andou arrastando asas para os judaizantes. Quem promove escândalo não são os blogueiros apologetas e sim os vendilhões do templo, os espertalhões que usam do nome de Deus para fazer comércio e angariar a confiança dos crédulos incautos. Eles que deveriam ser censurados, e não so que defender a fé com unhas e dentes.

Honra-me fazer parte deste exército, cujas fileiras têm aumentado significativamente. Cada novo visitante de nossos blogs se torna um ‘subversivo’ em potencial, como aquelas rapozinhas incendiárias que Sansão soltou no meio da plantação dos Filisteus. Aviso aos incomodados que se mudem, ou melhor, que sejam transformados pela verdade do Evangelho, pois este é um caminho sem volta. A revolução já está em andamento! E é isso que preocupa quem vive da ignorância das pessoas. Enquanto eles gastam milhões em seus programas de TV, nós apenas usamos nosso espaço virtual, sem qualquer gasto (apenas de tempo, a ponta de nossos dedos e neurônios, rs). O alcance dos blogs é tamanho que até o Bispo Macedo já tem o seu e o Papa insiste em que cada padre publique o seu próprio blog.

Criticar os blogueiros apologéticos na TV só fará aumentar cada vez mais sua influência subversiva. Onde isso vai dar? Quem viver, verá!

***

Fonte: Texto de Hermes C. Fernandes divulgado no PC@maral que compartilha da mesma opnião que o autor.

sábado, 24 de abril de 2010

Debate O Galileo estréia nesta quinta-feira!

Nenhum comentário:
Eu já tinha visto no Genizah e perguntei ao Danilo quando iria ao ar o debate do O Galileo. Copiei até o código do video e descansei, por causa do feriado, e só programei publicar hoje [24]. Aí veio o Zé Luis do Cristão Confuso e publicou antes. Agora a noticia ficou velha, mas, mesmo assim publico aqui para divulgação! Assim não pode! Assim não dá! Pô Zé Luis!

Atenção


Estréia, nesta quinta-feira, dia 29 de Abril,o podcast de vídeo que vai bombar na net cristã!
#debateogalileo

Campanha de sementes de mil reais é o tema do primeiro Debate OGalileo

Para o primeiro programa, convidamos o pastor Carlos Roberto da Silva, vice-presidente da COMADESPE e membro do conselho de doutrina da CGADB, o pastor Marcelo Oliveira, conferencista da Assembléia de Deus e o pastor José Barbosa, também da Assembléia de Deus, com a moderação de Danilo Fernandes.

O programa poderá ser visto, em qualquer horário, no Portal OGalileO, ou "baixado" em audio ou vídeo.

Em breve, edições futuras do Debate OGalileo estarão disponíveis em algumas cidades, em canais de TV a cabo. Aguardem! Assista a chamada do programa:



Fontes: Vi primeiro no Genizah e como o Cristão Confuso publicou, também divulgo aqui no PC@maral [não é jabá!]

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Seguir-te-ei, para onde quer que fores!

2 comentários:

Por Eleilton Freitas


Os métodos modernos de propaganda e publicidade falam das “enormes” e “variadas” vantagens dos seus produtos com letras bem “GRAÚDAS” e das desvantagens (isto é, quando dizem…) com letras bem “miúdas”. Ao contrário deles, Jesus nunca escondeu os perigos a que estariam sujeitos aqueles que quisessem e desejassem segui-lo. Ele nunca atraiu multidões prometendo riqueza, prestígio, fama, saúde, solução de problemas, para depois cochichar baixinho: “Só que de vez em quando, pode acontecer de você ser perseguido e humilhado por minha causa”. Jesus era franco e fazia questão de deixar bem claro o que significava segui-lo.

Um dia, Jesus, acompanhado dos seus discípulos, andava por um caminho e de repente foi interrompido por certo homem, que de uma forma admirável se ofereceu para segui-lo por onde quer que fosse: Seguir-te-ei para onde quer que fores (Lc 9:57). Que proposta! Você teria coragem de fazê-la? Já fez?! Sabe exatamente tudo o que envolve seguir a Cristo para onde quer que Ele vá? Há um preço a pagar. Esse certo homem, com sua “aparente” admirável proposta não havia entendido o que significava realmente seguir a Jesus por onde quer que ele vá… Jesus fez questão de deixar as coisas bem claras.

Ele respondeu ao discípulo: As raposas têm covis e as aves do céu ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça (Lc 9:58). Por que Jesus responde esse homem de maneira tão “seca”? Com certeza Cristo sabia as verdadeiras motivações desse suposto discípulo. A expressão “filho do homem” pode muito nos ajudar a esclarecer o que realmente o levou até Jesus. “Filho do Homem” para um judeu tinha o sentido de triunfo, de poder, de glória. Ao ouvir essa expressão, o judeu imagina um vencedor, um guerreiro, um poderoso, um libertador, um defensor montado num cavalo bonito e elegante.

Quando esse “discípulo” se aproxima de Cristo ele vem com essa idéia. Ele disse seguir-tei-ei para onde quer que fores, pensando nesse homem glorioso, poderoso, no “Filho do Homem”. Ele estava de olho na glória, no prestígio, na fama… Quando Jesus disse que o Filho do Homem não tinha onde reclinar a cabeça, ele silenciou. Não combinava com conceito que ele tinha de Filho do Homem. Pare para pensar na desilusão, na frustração daquele homem. Em silêncio ele teve que repensar a sua decisão, pensar se era exatamente aquilo que estava querendo. Talvez, depois dessa resposta de Cristo ele não mais desejava segui-lo…

E quanto a nós? O que nos motiva seguir a Jesus? Quem deseja seguir a Cristo por onde quer que ele vá precisa saber dessa verdade: Não se iluda com a promessa de riquezas, posições, prazeres, pompa. Quem se propõe a segui-lo para todos os lugares deve saber que existe uma cruz para ser carregada. Não é uma cruz de ouro, leve, fácil de ser transportada. Ela é pesada, é preciso despender esforços para carregá-la! O verdadeiro discípulo precisa estar disposto a pagar esse preço, e se assim fizer, até o final, verá o “Filho do Homem”, que é sim poderoso e vencedor, vir na sua glória com os seus santos anjos (Mt 25:31).

Que Ele tenha misericórdia de nós!

***

Fonte: Devolcional de autoria de Eleilton William S. Freitas divulgado no PC@maral

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Da Dúvida à Adoração!

Nenhum comentário:

Alex Ribeirão


É impressionante a diferença entre o início e o final do livro de Habacuque, um profeta do antigo testamento cujo nome significa “abraço” ou “aquele que foi abraçado por Deus” sendo assim fortalecido para sua difícil tarefa. Talvez ele fosse líder da adoração no templo, e membro da família levitica (3:19).

Ele viveu durante um dos períodos mais críticos de Judá. O mundo estava em guerra, a Babilônia levantando-se em ascensão sobre a Assíria e o Egito. Habacuque é oprimido pelas circunstâncias ao redor dele. Embora ele se dirija a Deus, ele crê que Deus se retirou do cenário da terra: as palavras de Deus foram esquecidas, suas mãos não se manifestam, Deus não pode ser encontrado em lugar nenhum, os homens estão na direção, e homens maus. A cena é descrita com palavras como: “iniqüidade”, “vexação”, “destruição”, “violência”, “contenda”, “litígio”, “a lei se afrouxa”, “a sentença nunca sai”, “o ímpio cerca o justo”, “sai o juízo pervertido”…

O primeiro capítulo é um diálogo entre Deus e o profeta onde Habacuque questiona a Deus: “Porque Deus permite?” “Porque Deus não age?” (1:2). O Senhor responde dizendo levar estrangeiros para invadir Israel. A Babilônia levaria Israel cativo pelos seus pecados, o que traz mais duvidas ao profeta: como Deus pode usar uma nação tão cruel para resolver o problema interno do seu povo? Sua dúvida o levou a buscar uma resposta do Senhor (2:1) e recebe uma resposta afirmadora de Deus: “o justo viverá da fé” (2:4). Deus prossegue seu processo de transformação revelando o seguinte: “porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (2:14), “O senhor está no seu santo templo, cale-se diante dele toda a terra” . Deus vai agir!!! Essa é agora a certeza do profeta.

Deus está transformando o coração do profeta!!! Observe como a cena muda:

“Ouvi a tua a palavra e temi" (3:2). Agora o temor de Habacuque não está naquilo que os outros falam; seu temor não está nas desgraças que acontecem; seu temor não está na Babilônia; seu temor não está no diabo, todavia seu temor está na Palavra de Deus!!!

Ele apela a Deus para agir a favor do seu povo no meio dos anos, “aviva a tua obra” (3:2), então Deus se revela ao profeta…(3: 3-15), e Habacuque canta em sua oração:

“ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais; mesmo assim eu darei graças ao Deus eterno e louvarei a Deus, o meu Salvador” (3:17,18).
Ele está dizendo mais ou menos assim:

Ainda que o gás acabe, que o imposto chegue, que o cônjuge traia, que a filha engravide precocemente, que a empresa venha a falência, que a crise se estabeleça, que a doença fira, que haja a perseguição ou o desprezo, que o transito esteja congestionado, que o salário atrase, ou que venha a própria demissão, ainda que seja o outro que prospere, que o filho vicie, que os pais abandonem, que a própria morte alcance…ainda que haja sofrimentos, dificuldades, tribulação ou angústia, fome, perigo, espada ou nudez, nem, a morte, nem a vida, nem anjos,principados, potestades, nem o presente, nem o futuro, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura, nada poderá me separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor (Rm 8: 35,38,39), eu me alegrarei em Deus (Hb 3:18) !!!Não nas circunstâncias, mas em Deus!

Como é diferente a cena. Tudo mudou! O profeta não é mais controlado, nem ansioso por causa das circunstâncias, sua visão foi elevada. Habacuque coloca sua esperança em Deus, pois percebe que Deus tem interesse em suas criaturas. Agora Ele é a fonte da alegria e força do profeta. Habacuque foi da queixa à paciência, do medo à fé, da incredulidade à confiança, do homem a Deus, dos vales aos montes altos, da dúvida à adoração.

“… Te louvarei, não importam as circunstâncias, adorarei somente a Ti Jesus…”

Sob a graça de Deus.

***

Fonte: devocional de autoria de Pastor Alex Ribeirão divulgado no PC@maral

Mente que nem sente

Nenhum comentário:

Por Hermes C. Fernandes


Assim como a Verdade é o Filho de Deus, a Mentira é a filha do Diabo (Jo.8:44), e como tal, é a cara do pai. É mais fácil conviver com pessoas que tenham qualquer outra deficiência de caráter do que conviver com o mentiroso. Ninguém é mais perigoso que ele. E o pior que aos poucos ele vai se aprimorando na arte de mentir, até tornar-se num mentiroso compulsivo e contumaz, capaz de enganar a si mesmo e a todos ao seu redor. Quando exposto à luz, fica logo nervoso, perde a linha, porque não suporta a verdade. Quer tirá-lo da linha, chame-o de mentiroso. Está mais preocupado com a sua imagem, a fim de manter a credibilidade e continuar enganando.

Nem todos os mentirosos mentem descaradamente. Alguns são mais sofisticados, e preferem usar meias-verdades, ou dissimulações. Sempre que usam tais artifícios, é para salvaguardar sua imagem ou levar alguma vantagem. Todo mentiroso tem seus cúmplices. E o que ele não percebe é que eles são os primeiros a questionarem sua integridade quando suas mentiras lhes atingirem de alguma maneira. Por exemplo: o pai que mente a idade do filho para pagar meia-entrada no cinema. O dia que resolver mentir para o filho, este será o primeiro a contestá-lo. Se sua esposa lhe ajuda a mentir, ela será a primeira não acreditar em você. Mas há os que mentem juntos até a morte. Vivem um casamento de mentira, um ministério de mentirinha, um embuste. O livro de Atos dos Apóstolos nos revela a história de um casal de mentirosos, Ananias e Safira. Um dava cobertura ao outro. Infelizmente, não se arrependeram de seu engodo e acabaram fulminados.

A vida do mentiroso não é fácil, pois cada mentira equivale a um remendo numa roupa velha. Quando o rasgo é exposto, tem que fazer um remendo maior para cobrir o anterior. E assim, ele vai vivendo, de mentira em mentira, até o dia do grande rombo, quando tudo vem à tona. Deus detesta tais expedientes. Entre as coisas abomináveis aos Seus olhos está a “língua mentirosa”, juntamente com “o que semeia contendas entre irmãos” (Pv.6:17-19). Por isso se diz que o que usa de engano não ficará em Sua casa (Sl.101:7).

O mentiroso não consegue manter amizades por muito tempo. Seus amigos são sempre substituídos por novos, porque os relacionamentos sofrem desgastes por causa de suas mentiras. Mesmo familiares preferem manter certa distância. Não suportam vê-lo se gabar daquilo que não possui. Sem dúvida, o maior mentiroso é aquele que consegue enganar a si mesmo. Paulo nos garante que “os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (2 Tm.3:13). Suas mentiras lhe soam como verdades. É o mentiroso sincero, mas não inocente aos olhos de Deus. Paulo admoesta: “Ninguém se engane a si mesmo” (1 Co.3:18). Tal exortação é um eco das encontradas ao longo das Escrituras, como a que denuncia àqueles que “se deixaram enganar por suas próprias mentiras” (Amós 2:4). Para chegar a este ponto, a pessoa teve que passar por treinamento intenso, enganando a outros. Enganar a si mesmo é a última fronteira atravessada pelo mentiroso. Uma espécie de pós-graduação em “mentirologia”.

Mas como tudo o que semeamos, um dia colhemos, chega a um ponto é que o mentiroso é vítima de sua própria astúcia. Um dia ele acaba se entregando sem querer. É só prestar bastante atenção em seu discurso, para perceber sua incoerência. Não se deixe conduzir por quem usa de engano. Você cairá no mesmo abismo que ele. “Oh! povo meu! os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas” (Is.3:12b). Se você ama a um mentiroso, trate de confrontá-lo para que se arrependa e não minta mais. Não tape o sol com a peneira. Não tente fingir que acredita em suas dissoluções. Enfrente-o! Seja ele seu cônjuge, seu filho, seu pastor, seu amigo, seu chefe.

Cuidado! Um dia você poderá ser vítima de sua peçonha. Se ele não poupou alguém que dizia amar, não poupará você quando se vir ameaçado. Cuidado com o que você diz perto dele. Tudo poderá ser usado contra você de maneira distorcida. Afinal de contas, ele sabe jogar com as palavras, sabe dissimular, transformar verdades em mentiras e vice-versa. O que foi dito em forma de brincadeira, será contado como se fosse dito de maneira séria. Comentários em off, serão lançados contra o ventilador para tentar sujar sua reputação. O que ele quer é que você fique mal na fita, enquanto sua própria imagem seja realçada, como se fosse um herói. Até palavras que ele mesmo disse, serão atribuídas a você… Portanto, cuidado! Peça que Deus ponha um guarda à porta de sua boca (Sl.141:3). Lembre-se que “o hipócrita com a boca danifica o seu próximo” (Pv.11:9).

Alguns perderam totalmente o temor de Deus, sendo capazes até de jurar por Ele, para dar peso às suas mentiras (Sl.24:4). Sua consciência está cauterizada. Por isso se diz que tais pessoas “mentem que nem sentem”. Em vez de mentiras localizadas, suas vidas foram tomadas de mentiras generalizadas, como um câncer que se nega a retroceder. E antes de difundir algo, procure ouvir as partes envolvidas para que você não corra o risco de ser injusto e cúmplice de uma mentira. Adotar a mentira dos outros é como adotar um filho do diabo, pois afinal, ele é o pai da mentira.

***

Fonte: Hermes Fernandes divulgado no PC@maral

O Golpe do Traidor

Nenhum comentário:
Um escorpião queria atravessar um lago, mas não sabia como. Após inúmeras tentativas sem sucesso, apelou para um sapo, pedindo-lhe ajuda. Este, demonstrando esperteza, recusou dar uma mãozinha ao "colega". Ele sabia que o escorpião, por ser venenoso, poderia dar-lhe uma ferroada fatal. Entretanto, depois de muita conversa, o escorpião prometeu, em troca da carona, não o agredir, pois precisava muito atravessar o lago. O escorpião estava decidido a não ferroar o sapo, dado a bondade demonstrada em cumprir o seu desejo. Então, finalmente, o sapo concordou. Quando estavam próximo à outra margem, o escorpião, que se esforçava para conter sua natureza agressora e manter a promessa, não suportou o forte desejo natural de ataque e ferroou o sapo. Este retrucou reclamando da falta de fidelidade do escorpião, que seguiu o seu caminho, como se nada estivesse acontecendo, enquanto via o sapo agonizante afundar. O sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: "Por quê? Por quê?" E o escorpião respondeu: "Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza."

"Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus {sobre os filhos da desobediência}. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas.

Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos. Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai".
(Colossenses 3:5-17)

***

Fonte: Ilustrações Para Enriquecer Suas Mensagens de Antonio Mesquita.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Um Elogio a Prudência!

Nenhum comentário:

Alan Rocha


Louvou aquele senhor o injusto administrador por haver procedido prudentemente. Pois os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz. (Lc 16:8)

A parábola do mordomo infiel (Lc 16:1-13) é bem diferente das que Jesus costumava contar, a ponto de causar estranheza aos que procuram interpretá-la. O Mestre conta a história de um homem desonesto, para ensinar uma lição. Mas cabe, aqui, um questionamento: Podemos aprender alguma coisa com um homem totalmente desonesto? Jesus nos mostrará que sim. Veremos que, neste mundo, ninguém é tão perverso que não tenha nada a ensinar e que ninguém é tão perfeito que não tenha nada a aprender. Examinando esta parábola, entendemos que Jesus desejava ensinar a importância da prudência, fazendo a constatação de que, muitas vezes, os filhos deste mundo são mais prudentes com as suas coisas, do que os filhos de luz são em relação às coisas espirituais. Aprendemos, ainda, que devemos ter cuidado quanto ao uso de nosso dinheiro e dos bens materiais, pois devemos usá-los com honestidade, fidelidade e prudência.

É possível que a parábola do mordomo infiel não seja apenas uma história imaginária, mas um fato ocorrido nos dias de Jesus e conhecido das pessoas a quem ele estava falando. Se assim é, Jesus simplesmente tomou um assunto corrente da conversação deles e usou-o para dar-lhes um importante ensinamento, [Comentário Bíblico Broadman (1987:156)]. O Mestre se dirigiu aos discípulos; entretanto, os fariseus, a quem as parábolas do capítulo anterior haviam sido destinadas, continuavam presentes e seriam também atingidos pela parábola que ele passava a contar. A leitura do contexto dá-nos algumas pistas de qual era o propósito de Jesus ao contar esta história. O dinheiro é o elemento presente em todas as parábolas dos capítulos 15 e 16 de Lucas. Observe estes títulos: A dracma perdida, O filho esbanjador e O rico e Lázaro. No meio destas, está a parábola do mordomo infiel, através da qual Jesus desejava ensinar a seus discípulos sobre a importância da prudência, a atitude correta para com a riqueza e o seu uso acertado.

O Mestre contava que um homem rico contratou um oikonomon, que significa administrador ou mordomo, de total confiança, para cuidar de seus negócios. No entanto, logo que ouviu boatos de que este desperdiçava seus bens, chamou-o e exigiu uma explicação. Ao ficar claro que o administrador não tinha como se justificar, o proprietário despediu-o, solicitando antes, que trouxesse os livros da contabilidade e que prestasse conta. Diante das terríveis perspectivas do desemprego, o mordomo infiel previu uma verdadeira crise, em um futuro imediato. Assim, muito preocupado, pensou consigo mesmo: Meu Senhor está me despedindo. Que farei agora? Para trabalhar não tenho força, e tenho vergonha de mendigar (Lc 16:3). Então, pensativo, enquanto ainda preparava os livros para entregar ao patrão, teve uma idéia súbita: Eu sei o que farei! Decidiu manipular os negócios de maneira que os devedores de seu senhor ficassem lhe devendo favores, para que, após a sua demissão, o recebessem, em suas casas, e o ajudassem. Chamou um a um dos devedores, que, possivelmente, eram arrendatários das terras de seu patrão. A parábola apresenta apenas dois exemplos; todavia, é certo que negociou com todos os demais devedores. Ao chegar o primeiro homem, ele lhe perguntou: Quanto deves ao meu senhor? Observe que a expressão meu senhor indica que ele fala como se não estivesse perdido o seu emprego, dando a entender que estava fazendo aquilo a mando do patrão. A resposta é a seguinte: Cem batos de azeite. Era um grande débito, cerca de três mil e trezentos litros [Morris (1987:223)]. Então, o administrador diminuiu a dívida pela metade. Agiu de forma semelhante, com um segundo devedor que tinha uma dívida de Cem coros de trigo, isto é, próximo a quarenta mil litros deste produto [Morris (1987:223)]. O administrador reduziu, também, as obrigações deste, com um desconto de 20%. Assim, com os livros agora “em ordem”, entregou-os ao proprietário. Quando o proprietário entendeu o que havia ocorrido, ficou sem poder agir, pois todos estavam elogiando tanto o administrador quanto o proprietário por aquele ato de tamanha generosidade. Se ele contasse a verdade e voltasse a cobrar os valores originais, sua reputação iria à zero. Então, não tendo o que fazer, decidiu tirar proveito daquela situação de grande prestígio. É possível que ele tenha dito: Que esperteza deste vigarista! De fato, o texto informa-nos que o ex-patrão elogiou o mordomo infiel, não por sua trapaça ou por ser tão desonesto, mas por sua esperteza, sua sagacidade e prudência; em outras palavras, por preparar “sua cama” e encontrar um meio pelo qual suas necessidades materiais fossem supridas por longo tempo; talvez, pelo restante de sua vida.

Ao terminar de contar a parábola, Jesus não apenas concordou com o elogio que homem rico faz àquele administrador desonesto, mas acrescentou uma aplicação:
Pois os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz. Eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas de injustiça, para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos. (Lc 16:8b-9)
Essa afirmação de Jesus é, sem dúvida, um dos textos mais difíceis a serem interpretados na Palavra de Deus, e, por isso, é submetido a diversas explicações e interpretações fantasiosas. O problema é, exatamente, usar um homem tão desonesto como exemplo. Como Jesus, que é personificação de tudo que é correto, pode concordar com um elogio a um sujeito de atos tão reprováveis? Para entendermos isso, precisamos conhecer o ensino que há por detrás da narrativa que estamos analisando.

De fato, o principal personagem da parábola do mordomo infiel é um homem de péssimo caráter, sem escrúpulos morais, e completamente dedicado ao seu próprio bem-estar. Logo, não devemos pensar que Jesus o estava considerando como um homem que deva ser imitado ou admirado, mas devemos entender que se trata de uma parábola, no seu sentido mais restrito. Há uma lição que podemos aprender com um velhaco como esse. Portanto, a nossa tarefa é descobrir o ponto específico que Jesus queria ensinar com essa história. O que Jesus está fazendo é usar exemplo de astúcia do mundo para ensinar uma lição de prudência espiritual. O Senhor Jesus não está elogiando aquele mordomo infiel por sua falta de honestidade, mas apenas por sua prudência, pelo fato de ele olhar para frente e fazer provisão para as suas necessidades materiais no futuro. Jesus não está dizendo que devemos ter a mente mundana ou ser desonestos. Entretanto, está dizendo uma verdade obvia de que, muitas vezes, os mundanos têm mais zelo, sagacidade e prudência com coisas do mundo do que os filhos de Deus, com as coisas relacionadas ao reino de Deus e à vida eterna. De acordo com o dicionário, a pessoa prudente é aquela que age com moderação e busca evitar tudo o que acredita ser fonte de erro ou dano; é uma pessoa cautelosa, sensata, que age de forma preventiva. O nosso Senhor deseja que sejamos assim, porque, conforme a sua Palavra, quando agimos com prudência: agimos com cautela (Pv 14:15); temos discernimento espiritual (Os 14.9); conseguimos prever o problema (PV 22:3); construímos nossa casa sobre a rocha (Mt 7:24); temos as nossas lâmpadas sempre preparadas (Mt 24:4) e estamos sempre em alerta para a volta de Jesus (Mt 24:42-44).

Vamos, então, para Lucas 16.9: A expressão as riquezas [mamom] da injustiça, à luz do contexto da passagem em análise, deve ser entendida como as riquezas deste mundo passageiro, possessões materiais, riquezas falsas e ilusórias. A riqueza é amoral, ou seja, não é boa nem má em si mesma; mas pode tornar-se moral ou imoral, dependendo do valor que lhe é dado e do uso que lhe é empregado. Aqui, Jesus está ensinando o bom uso do dinheiro e dos bens materiais. Ele quer que seus discípulos aprendam a usar os seus recursos materiais para ajudar as pessoas que ele veio libertar. Usar o dinheiro para “fazer amigos”, como diz o texto, não significa comprá-los, como fez o administrador desonesto, mas usar os bens materiais nesta vida de tal maneira, honrada e fiel, que conquistemos amigos e não inimigos. Devemos estar cientes de que o dinheiro é limitado e temporário; todavia, quando o usamos para um bem maior, como fazer amigos, por exemplo, damos-lhe um significado perene e transcendente a esta vida. Quando lemos a expressão tabernáculos eternos, devemos ter em mente que a vida dos filhos da luz não se limita a este mundo, pois aguardam a vinda de Cristo e crêem na ressurreição. Portanto, eles devem viver, neste mundo, com prudência, lembrando sempre das palavras do Senhor Jesus: Não ajunteis tesouro na terra (...) Mas ajuntais tesouros nos céus (Mt 6:19- 20). “As riquezas, a influência, a posição, o conforto ou as oportunidades deve ser usadas aqui na terra de maneira que nunca sejam esquecidas na eternidade” [Lockyer (2001:336)]. Na realidade, há muitos cristãos que andam desatentos pela vida, como se Cristo nunca fosse voltar, vivem como as virgens imprudentes, que não prepararam suas lâmpadas para a chegada do noivo (Mt 25:1-13). Em Lucas 16:10-13, Jesus faz algumas considerações sobre esta história que acabara de contar. Ele deixa claro que não aprova, nem sequer justifica a desonestidade e a infidelidade; mostra que o caráter do mordomo de Deus deve ser totalmente diferenciado do mordomo infiel. Sobre isso, o Mestre afirma: Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito (Lc 16:10). Ele mesmo explica que, se não somos capazes de usar as riquezas deste mundo com prudência, fidelidade e honestidade, não conseguiremos lidar com as verdadeiras riquezas, que são as celestiais. Jesus conclui mostrando que é necessário fazer uma escolha quanto às prioridades de nossa vida: ou devotamos nosso coração a Deus ou a Mamom (riquezas), pois, nenhum servo pode servir a dois senhores. (Lc 16:13).

1. O cristão prudente observa a prudência dos filhos deste mundo - A parábola do mordomo infiel convida-nos a observamos o quanto os filhos deste mundo são prudentes, dedicados e zelosos com as suas coisas, embora sejam fúteis e passageiras; também nos desafia a agirmos de forma melhor, no que diz respeito a nossa vivência cristã. Observe, por exemplo, o atleta que se dedica ao máximo, apenas para ganhar um prêmio corruptível (I Co 9:24-25), ou um soldado que é capaz de sacrificar sua própria vida por sua pátria (II Tm 2:4); ou os foliões das escolas de samba, que se dedicam totalmente e se preparam o ano inteiro para carnaval. Não deveríamos nós, que somos servos de Deus, agir com mais dedicação e entrega com as coisas do reino? Sejamos, então, fervorosos no espírito servindo ao Senhor (Rm 12:11).

2. O cristão prudente prepara-se para o futuro - Na parábola, o homem rico elogiou o mordomo infiel por sua astúcia em preparar-se para o futuro. Este mordomo, com base em seus valores, necessidades e condições, agiu com sagacidade. A pessoa sagaz é alguém cujas ações presentes visam ao futuro. É evidente que aquele homem tinha um conceito de futuro bastante limitado e, por isso, agiu como o rico insensato (Lc 12:13-21), preparando-se apenas para esta vida. Não devemos usar as mesmas armas ou métodos; entretanto, baseados nos princípios e valores da palavra de Deus, devemos, também, planejar o futuro. O apóstolo Paulo afirma que os filhos de Deus devem ser prudentes em toda maneira de viver (Ef 5:15). O Pai celestial quer que seus filhos apliquem a prudência em todos os aspectos de suas vidas e, muito mais, no que diz respeito ao reino de Deus e à vida eterna.

3. O cristão prudente usa seus bens materiais para a glória de Deus - O Senhor Jesus encerra as aplicações sobre a parábola com a seguinte afirmação: Não podeis servir a Deus e as riquezas. É necessária uma escolha. Logo, se escolhemos servir a Deus, devemos usar tudo que temos nesta vida para a glória dele, inclusive, os bens materiais; em primeiro lugar, porque tudo o que temos pertence a Deus e é um presente que ele nos concede para administrarmos (Ec 5:19); em segundo lugar, porque as riquezas são passageiras, e, por isso, não podem dar-nos segurança e garantir-nos a eternidade (Mt 16.26b). Portanto, o cristão deve usar suas riquezas e seus bens com sabedoria, prudência e fidelidade ao Senhor.

CONCLUSÃO:

Aprendemos que Jesus, ao contar a parábola do mordomo infiel, não estava enaltecendo a personagem por sua falta de honradez, mas, simplesmente, pela sua prudência, por ter olhado para o futuro e se planejado. O Senhor Jesus deseja que vivamos, neste mundo, com prudência e sabedoria, que nos preparemos para o futuro, com base nos princípios bíblicos. Aprendemos, também, que as riquezas deste mundo são falsas; por isso, o cristão prudente é aquele que usa seu dinheiro e bens materiais para glória de Deus, pois, o uso honesto, fiel e prudente desses bens nos capacitará a lidarmos com as riquezas espirituais.

***

Fonte: Autor: Pr. Alan K. Pereira Rocha - divulgado no PC@maral

Jesus Cristo é a Palavra de Deus!

Um comentário:
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. (João 1:14)

Por Wayne Gruden

Que significa a frase “a Palavra de Deus”? Na verdade, há vários significados que essa frase assume na Bíblia. Vale a pena distinguir claramente esses diferentes sentidos.

A Palavra De Deus Como Pessoa: Jesus Cristo

Às vezes a Bíblia refere-se ao Filho de Deus como “a Palavra de Deus”. Em Apocalipse 19.13, João vê o Senhor Jesus ressurreto no céu e diz: “Está vestido com um manto tingido de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus” (NVI). De modo semelhante, no começo do Evangelho de João lemos: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus” (Jo 1.1, NVI). É claro que João está falando aqui do Filho de Deus, porque no versículo 14 diz: “A Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.

A Palavra De Deus Como Comunicação Verbal De Deus

1. Os decretos de Deus.

Às vezes as palavras de Deus tomam a forma de decretos poderosos que causam eventos ou até mesmo trazem coisas à existência. “Disse Deus: Haja luz; e houve luz” (Gn 1.3). Deus criou ainda o mundo animal proferindo sua poderosa palavra: “Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez” (Gn 1.24). Por isso, o salmista pode dizer: “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles” (Sl 33.6).

2. Palavras de Deus de aplicação pessoal.

Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a elas. Esses casos são exemplos de Palavra de Deus de aplicação pessoal e encontram-se através das Escrituras. Bem no início da criação, Deus diz a Adão: “E o SENHOR Deus lhe deu essa ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16-17).

3. Palavras de Deus comunicadas por lábios humanos.

Com freqüência nas Escrituras Deus levanta profetas para falar por meio deles. De novo, é evidente que embora sejam palavras humanas, faladas em linguagem humana comum por seres humanos comuns, sua autoridade e veracidade não sofrem nenhuma redução; ainda são inteiramente palavras de Deus.

4. Palavras de Deus em forma escrita (a Bíblia).

Além das palavras de Deus em forma de decreto, das palavras de Deus de aplicação pessoal e das palavras de Deus comunicadas por lábios humanos, também encontramos nas Escrituras várias situações em que as palavras de Deus são colocadas em forma escrita.

O Ponto De Convergência

De todas as formas da Palavra de Deus, o ponto de convergência na teologia sistemática é a Palavra de Deus em forma escrita, isto é, a Bíblia. Essa é a forma da Palavra de Deus disponível para estudo, pesquisa pública, exame repetido e como base para discussão uns com outros. Ela nos fala sobre a Palavra de Deus e para ela nos conduz como a uma pessoa, ou seja, Jesus Cristo, a quem não temos agora em forma corpórea sobre a terra e cuja vida e ensino, por conseguinte, não somos capazes de observar nem de imitar de primeira mão.

O cânon das Escrituras

Não devemos subestimar a importância dessa questão. As palavras das Escrituras são as palavras pelas quais nutrimos nossa vida espiritual. Portanto, podemos reafirmar o comentário de Moisés ao povo de Israel a respeito da lei de Deus: “Porque esta palavra não é para vós outros coisa vã; antes, é a vossa vida; e, por esta mesma palavra, prolongareis os dias na terra à qual, passando o Jordão, ides para a possuir” (Dt 32.47).

***

Teologia Sistematica
Wayne Gruden

terça-feira, 20 de abril de 2010

Dos humildes é o reino dos céus!

Nenhum comentário:

Pr. Anderson Guarnieri
Baseado no livro “O Coração do Artista” – Rory Noland


Serviço cristão começa com humildade. Humildade significa deixar de ser egoísta (pensando sempre em tirar vantagens de tudo) e se doar totalmente, sem reservas, a Deus.

O verdadeiro conceito de humildade não é diminuir-se ou deixar que as pessoas pisem em você. A verdadeira humildade acontece quando temos uma visão correta de nós mesmos, compreendendo que não somos nem menos nem mais do que na verdade somos. Saber nossos pontos fracos e fortes e reconhece-los. Saber no que somos bons e no que não somos.

Humilhe-se diante de Deus, pois “todo aquele que se exalta será humilhado mas o que se humilha, será exaltado” (Lc 18.14). Tiago 4.10 nos exorta a humilhar-nos diante de dEle. É importante também lembrarmos que o Senhor tem um lugar especial em seu coração para os humildes (Is 57.15; Sl 138.6). Segundo a Bíblia, orgulho é uma abominação para o Senhor (Pv 16.5); tanto que Ele resiste aos soberbos (1Pe 5.5) e se opõe à pessoa que acha ser melhor que a outra (Tg 4.6). Fica claro ser uma ordem nos humilharmos diante do Todo Poderoso Deus, porque sem Ele nada podemos fazer (Jo 15.4-5).

Lembre-se que seu talento vem de Deus. A pessoa orgulhosa diz: “Veja o que EU fiz”. A pessoa humilde diz: “Veja o que DEUS fez através de mim”. Devemos dizer como o apóstolo Paulo disse: “Pela graça de Deus sou o que sou” (1Co 15.10).

Humilhe-se diante dos outros. Em 1Pedro 5.5 aprendemos “que devemos nos cingir todos de humildade no trato de uns com os outros”. Um exemplo disto foi o rei Davi. A Bíblia diz que “todo o Israel e Judá amavam Davi, porquanto saía e entrava diante deles” (1Sm 18.16). A Bíblia Viva diz que “ele era um com eles”.

E o elogio, como nós respondemos aos elogios que as pessoas fazem a nós? Jesus nos lembra, em Lucas 17.10, que quando usamos nossos dons para Ele, “fizemos somente o que devíamos fazer”. Podemos então graciosamente reconhecer e agradecer a todos que nos encorajam, tendo sempre em mente que, de todo modo, não somos nunca a atração principal. Disse um grande compositor, chamado Franz Joseph Haydn, ao responder a um elogio: “Não fale desse modo comigo. Você vê apenas um homem a quem Deus deu talento e um bom coração”.
Morra para o seu desejo de ser o melhor. C. S. Lewis diz: “o orgulhoso não tem prazer em ter algo, apenas em ter mais que o homem do lado. Dizemos que as pessoas têm orgulho em serem ricas, ou inteligentes, ou terem boa aparência, mas elas na verdade não têm. Elas têm orgulho quando são mais ricas, ou mais inteligentes, ou têm melhor aparência que outras. Se qualquer pessoa se tornasse igualmente rica, ou inteligente, ou tivesse a mesma boa aparência que elas, não haveria nada pelo que se ter orgulho. A comparação é que as faz ter orgulho: o prazer de estar acima do resto”.
Persiga a humildade em sua vida até encontrá-la. E quando isso acontecer agarre-a com toda as suas forças e não a solte mais, porque “dos humildes é o reino dos céus” (Mt 5.3).

***

Dica por email de Diego Barros