quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Silas Malafaia grava vídeo sobre o seu "não" à Marina Silva

5 comentários:
O vídeo saiu do forno. Em seu twitter, há cerca de algumas horas (18h de hoje), Malafaia postou o link no youtube. A descrição disponível é a seguinte:
Como declarei em uma carta, Marina "joga para a torcida" e tem posições dúbias. Desce do muro, minha irmã! Você não merece o voto do povo de Deus. De uma coisa eu tenho convicção: qualquer um que pleitear o voto dos evangélicos em cargos majoritários dizendo ser cristão terá de provar com suas atitudes e testemunho de vida se realmente defende a fé cristã.


Silas Malafaia muda seu voto e ataca Marina Silva. Twitter quase foi a extinção de tanto "baleiar" por causa do enorme número de acessos.

Explicação do Pastor Silas, porque não vota em Marina Silva, chuta o cachorro morto caido da graça Caio Fábio Caido


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Fonte: Nani e a Teologia - Segundo video dica de @adveciraja

PC@maral vai Mudar - Aguardem Novidades!

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Feliz O Homem Que Acha Sabedoria, E O Homem Que Adquire Conhecimento

Olá pessoal! Vocês já devem ter notado algumas modificações no PC@maral. Mas não fiquem preocupados, estamos reformulando o blog para que fique melhor e atenda as expectativas de nossos queridos leitores em relação a sugestões e propostas de conteúdos específicos. Algumas alterações foram implantadas imediatamente, outras, vocês poderão perceber ao longo do tempo. Algumas novidades virão para que o blog fique cada vez melhor. Graças a Deus!

Deus tem abençoado este trabalho e, nossa intenção, com essas mudanças é compartilhar estas bênçãos com todos vocês em forma de uma melhor comunicação e diversidade, sem fugir da linha principal do blog que é a de pregar a Salvação oferecida gratuitamente pelo Senhor Jesus, usando para isto textos e estudos Bíblicos baseados, única e exclusivamente, na Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Prosseguindo na defesa do Evangelho de Jesus Cristo, que é poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, contra as loucuras que vemos e ouvimos a todo momento neste mundo tenebroso. Hoje é apenas o começo.

Quero agradecer a todos os nossos leitores, amigos, irmãos e visitantes, e, aproveito para pedir,[risos], que nos ajudem em oração, a fim de que tudo dê certo, afinal, O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR. (Provérbios 16:1). Para que possamos continuar sendo um canal de bênção e de propagação da Palavra de Deus!

Que Deus nos ajude e nos abençoe!

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PC@maral

“O Filio do Braziu”: Se não Lula, Tiririca ganha o Oscar

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Concorrente forte para a nossa lista de possíveis escolhidos para talvez conseguir uma vaga no Oscar [ou para webhit mesmo]. Tiririca, o Filio do Braziu é, claro, uma paródia do filme sobre a vida do Lula.

Você conhece o homem, mas não conhece sua história. A cinebiografia lindija do candidato a Deputado Federal Tiririca, agora finalmente liberada. Indicado ao Oscar de 2014! Uma história comovente de um migrante nordestino que conquistou a cidade grande e fez sucesso na política.

Tiririca - Tiririca
Todas as vozes - @Pablo_Peixoto
Apoio: www.naosalvo.com

RELEIA A REPORTAGEM PUBLICADA POR ÉPOCA COM INDÍCIOS QUE SUGEREM QUE TIRIRICA NÃO SABE LER NEM ESCREVER.

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Fonte: Renan Dissenha Fagundes - REVISTA ÉPOCA

Horário de Propaganda Política [?]

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Hilário Eleitoral Brasileiro...

No próximo domingo [3], você terá mais uma oportunidade de mudar o Brasil. Os Dez candidatos que vão mudar sua vida (mas só mesmo no quesito alegria…)- BIZARRIZE Eleitoral



DESCULPE MAS NÃO RESISTI kkkkkkkkkkk MISERICREDO - NO QUESITO CARA-DE-PAU E FALTA DE VERGONHA NA CARA ELES TIRAM DEZ!

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Lista 10

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Anjos e Demônios - Ação Controlada

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Disse o SENHOR a Satanás: Eis que ele está em teu poder; mas poupa-lhe a vida. Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. (Jó 2:6-7)


Por José Lima de Farias Filho

É notória, em nossos dias, a grande exposição que se faz, nas igrejas modernas, da pessoa e da obra de Satanás e seus demônios.
Esses seres malignos são propagados de forma tão maciça que a sociedade tem a impressão de que eles podem mais do que Deus e tem liberdade para fazer, no mundo, o que bem entenderem. Nada mais falso! A palavra de Deus nos mostrará que Satanás e seus demônios não passam de seres criados e não movem uma palha sem a permissão e o comando do grande e Soberano Deus.
Uma das verdades incontestáveis das Escrituras Sagradas é esta: Deus é criador de todas as coisas e de todos os seres, e, por sua soberania e poder, faz com que sua criação execute sua vontade. Os anjos – os bons ou os maus – lhe obedecem.
I – EXAMINANDO A DOUTRINA BÍBLICA

Os bons executam e obedecem à palavra de Deus: Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, valorosos em poder, que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra (Sl 103:20). O Senhor lhes dá ordens e eles as cumprem: Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos (Sl 91:11). Eles são controlados por Deus.

Os maus, exatamente por terem uma natureza maligna, têm, sobre si, um rígido controle divino. Eles só podem agir na vida de uma pessoa durante o tempo que Deus determinar: E veio ali uma mulher possessa de um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; andava ela encurvada, sem de modo algum poder endireitar-se (Lc 13:11). Depois dos dezoito anos determinados pela soberania divina, Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade; e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus. (Lc 13:12-13)

Os próprios demônios são obrigados a reconhecer que estão presos ao tempo e ao comando de Deus. Quando Jesus chegou à terra dos gadarenos, vieram ao encontro dele dois endemoninhados que haviam saído do sepulcro. Furiosos, os demônios gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de tempo? (Mt 8:29). Agora, perceba como eles são controlados, como não podem agir, nem se locomover, sem a permissão divina: eles imploram para que Jesus não lhes mande para o abismo, mas para os corpos de uma manada de porcos (Mt 8:31).

Um outro episódio esclarecedor sobre o controle que Deus exerce sobre Satanás ocorreu com o apóstolo Pedro e seus companheiros. O próprio Satanás implorou a Deus algo que Jesus revela com estas palavras: Simão, Simão, escute bem! Satanás já conseguiu licença para pôr vocês à prova. Ele vai peneirar vocês como o lavrador peneira o trigo a fim de separá-lo da palha (Lc 22:31 – NTLH). Em seguida, Jesus mostra quem é que tem o comando e admoesta o apóstolo: Mas eu tenho orado por você, Simão, para que não lhe falte fé. E, quando você voltar para mim, anime os seus irmãos (Lc 22:32 – NTLH).

A Bíblia diz: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu (Ec 3:1). Os demônios estão presos ao tempo de Deus. Só depois que o mistério da iniqüidade estiver operando, em pleno vigor no mundo, é que será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca (II Ts 2:7-8). Somente quando chegar o tempo da volta de Jesus é que Satanás e seus demônios serão executados: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos (Mt 25:41). O próprio Satanás está sabendo que pouco tempo lhe resta (Ap 12:12).

Esse controle divino sobre Satanás é visto na vida de Paulo. Quando o apóstolo estava no auge de seu ministério, correu perigo de se ensoberbecer, de se orgulhar. Então, o soberano Deus enviou-lhe uma doença dolorosa que Paulo discerniu espiritualmente como um mensageiro de Satanás. A doença tinha origem maligna, mas era controlada pelo Senhor. A prova disso é que o apóstolo orou a Deus para ser liberto. Mas, como aquele não era o tempo determinado pelo Senhor para curá-lo, Paulo recebeu esta resposta: A minha graça é tudo o que você precisa, pois o meu poder é mais forte quando você está fraco (II Co 12:7-9 – NTLH).

Numa outra situação, Paulo declara: Por isso, quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho (I Ts 2:18). O apóstolo não revela de que maneira Satanás lhe causou esse impedimento; contudo, sabemos que, sem a permissão de Deus, o inimigo jamais o faria, pois o próprio Paulo reconhece que é o Senhor soberano quem efetua em nós o querer e o realizar, segundo a sua boa vontade (Fp 2:13). Esse apóstolo era convicto de que Deus, por ser soberano, tem misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz. E mais: Quem jamais resistiu à sua vontade? (Rm 9:18-19).

A despeito de não terem respeito por Deus, Satanás e seus demônios acabam executando a vontade de Deus, seja punindo os ímpios, seja flagelando os bons. O Salmo 78:49 declara que Deus Lançou contra eles [os ímpios] o furor da sua ira: cólera, indignação e calamidade, legião de anjos portadores de males. Para castigar o ímpio Acabe, o Senhor colocou o espírito mentiroso na boca de todos os profetas desse rei e falou contra ele (I Rs 22:23). Crentes que estranham Deus usar Satanás para o cumprimento de seus propósitos ainda entendem muito pouco sobre a soberania do Senhor.

Você acha estranho esses atos soberanos de Deus? Se os considera estranhos, atente para o que diz a Bíblia Sagrada: Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? (Rm 9:20). Você acha injusto Deus controlar todas as ações de sua criação? Se sim, responda: Não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra? (Rm 9:21). Crentes que estranham essas verdades eternas precisam ter humildade para admitir que necessitam ler e entender melhor a santa palavra de Deus.

O Senhor também usa Satanás para castigar os bons. Na igreja de Cristo, um moço envolvera-se num pecado gravíssimo, e a igreja não tomara providências. Paulo, na autoridade do Espírito Santo, determinou: ... entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus (I Co 5:5). Atenção: Mesmo em grave pecado, o rapaz, ainda que influenciado, não estava sob o domínio de Satanás. O domínio deste sobre aquele só ocorreu quando lhe fora entregue. Da mesma forma, Paulo agiu com Himeneu e Alexandre (...), para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem (I Tm 1:20).

O exemplo clássico de que Deus controla Satanás é visto na experiência de Jó. Observe como o Senhor manda nele: Disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está em teu poder; somente contra ele não estendas a mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR (Jó 1:12). Observe, ainda, como ele obedece direitinho ao Senhor (Jó 1:13-19). Deus também permite que ele toque em Jó, mas o proíbe de matá-lo (Jó 2:6). Veja como ele, novamente, obedece ao Senhor: Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça (Jó 2:7). O Deus Soberano manda e Satanás obedece.

A revelação bíblica demonstra, também, que o poder de Satanás e seus demônios sobre os bons não acontece sem que, pelo menos, haja consentimento da vontade humana. E mais: A pessoa pode enfrentar o poder das trevas e livrar-se dele, através da oração e da fé em Deus. Diz a Palavra: Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós (Tg 4:7). Sujeitar-se a Deus e resistir ao diabo é a primeira parte da receita bíblica para que Satanás não aja (cf. I Pe 5:8-9). A segunda parte é a oração: ... orai, para que não entreis em tentação (Mc 14:38; cf. Ef 6:11,16) [STRONG, A. H. Teologia Sistemática. São Paulo: Teológica, 2002, vol. 1.].

A revelação bíblica ainda ensina que o fato de termos uma mente já propensa ao pecado faz com que Satanás apenas tenha o trabalho de acender o fósforo na gasolina que existe dentro de cada um de nós. Isso é comprovado em Atos 5:3-4: ... por que encheu Satanás teu coração? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Se quisesse, Ananias poderia ter resistido à sugestão de Satanás; além disso, a expressão “depois de vendido” sugere que ainda estava “no poder dele mesmo” a decisão de mentir, “assim como estava a terra que ele havia vendido” [STRONG, A. H. Teologia Sistemática. São Paulo: Teológica, 2002, vol. 1.].
“A alma é um castelo que o rei dos espíritos maus não pode entrar sem permissão. O diabo pode tentar-nos a cair, mas não pode fazer-nos cair; ele pode persuadir-nos a lançarmo-nos abaixo, mas ele não pode lançar nos” [STRONG, A. H. Teologia Sistemática. São Paulo: Teológica, 2002, vol. 1.]
É como disse Robinson: “Cabe a nós deixar [ou não] que o diabo tenha o controle sobre nós” [STRONG, A. H. Teologia Sistemática. São Paulo: Teológica, 2002, vol. 1.] Além desses limites, Satanás e seus demônios são limitados pela vontade de Deus, no tempo e no espaço. Eles não são oniscientes, nem onipotentes e nem onipresentes. Eles são limitados também por sua natureza pecaminosa, pois, desde que caíram, o pecado tem-lhes destruído as forças e o poder. Só lhes resta a execução da sentença que receberam de Cristo, na cruz (Cl 2:15).

II – APLICANDO O CONHECIMENTO EM NOSSA VIDA

Deus restringe o poder de Satanás - Satanás e seus demônios só fazem o que Deus permite. A Palavra garante que os anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia (Jd 6). Cristo os algemou na Cruz! Deus os restringiu pelo Filho Amado. E Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Rm 8:31). Por isso, nós, servos de Cristo Jesus, podemos também restringir suas ações malignas, através do poder e da autoridade de Cristo, que repousa em nós (II Co 12:9). É por isso que os próprios demônios se nos submetem pelo nome de Jesus (Lc 10:17).

Satanás não pode ler nossas mentes - Não tema, irmão, Satanás não pode ler seus pensamentos. É claro que, por ser inteligente, ele observa suas palavras e seus atos e, com base nisso, arma suas ciladas. Contudo, só Deus sabe o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam (Is 46:10). Satanás não conhece suas idéias não-expressas e não pode saber nada sobre o seu futuro. Só Jesus entra em sua mente (Mt 9:4, 12:25; Mc 2:8). Só o Espírito Santo conhece sua mente (I Co 2:10). Só Deus Pai sonda seu coração (Sl 26:2, 139:23). Portanto, que toda a sabedoria e inteligência que flui de sua mente seja oferecida unicamente ao Cordeiro de Deus (Ap 5:12).

Na tentação, Deus nos dará o escape - Está sendo tentado, irmão? Quem não está? Nem Jesus foi poupado (Mt 4:1-11; Hb 4:15). Somos humanos! Sentimos a tentação na carne e trememos. Quando Satanás está bem perto, sentimos o fedor de suas propostas mortais. Mas não podemos nos desestruturar, nos desesperar, nos desequilibrar. Podemos estar certos de que, na hora mais dura da tentação, o Senhor estará conosco, pois é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar (I Co 10:13).

Aleluia! Bendito seja o nome do Senhor!

CONCLUSÃO

O salvo em Cristo Jesus não pode ter medo de Satanás e seus demônios. O salvo, com a permissão de Deus, pode até ter seu corpo atacado e machucado pelo inimigo; porém, jamais Satanás pode tocar e tirar do crente a vida eterna: Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca (I Jo 5:18). Todas as ações do Maligno são controladas, monitoradas, observadas, restringidas por Deus. A menos que o próprio crente, usando de seu livre arbítrio, queira abandonar a fé e se apostatar (Lc 15:4-23; Mt 12:32; Hb 6:4 6, 10:26-27), nada o poderá separar de Deus, ... nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rm 8:38-39)

Que Deus nos ajude e nos abençoe!


DEC
PCamaral

Mais Santos, Sim! Santos Demais, Não!

Um comentário:
Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, (Hebreus 12:14)

Para os ‘santos de mais’, ser santo é viver uma espécie de enclausuramento, de ostracismo, se excluindo e se isolando do mundo. Já houve um tempo na história da igreja, onde os ‘santos demais’ não aceitavam pessoas pobres na igreja. Em algumas igrejas mais históricas os bancos eram separados por família, de acordo com sua tradição e ‘santidade’. Quem não tinha banco ficava em pé. Mendigos não ousavam entrar. Mulheres, pobres, negros, cegos, latinos não tinham vez na igreja. A santidade virou uma doença, enquanto deveria ser a cura para o mal do mundo. Essa santidade que se exclui da sociedade, que bate no peito e se auto-justifica, não é bíblica!

‘Santos demais não’! Ser mais santo sim! É isso o que precisamos: ser menos santos aos nossos próprios olhos e mais santos aos olhos de Deus!

Ser mais santo é enfrentar a realidade de que estamos no mundo, embora não sejamos dele (Jo 17.16).

Ser mais santo é comparar nossa santidade com a daquele que é perfeitamente santo, enxergando quão imperfeitos ainda somos (Is 6.5).

Ser mais santo significa desfazer os nossos “guetos” de santidade, onde não é possível entrar se não estiver rotulado segundo o nosso padrão próprio de perfeição.

Ser mais santo significa aprender a não ficar isolado e abri-se ao diálogo com os diferentes.

Ser mais santo é seguir o padrão divino. Jesus foi perfeito na convivência com tantos que o pecado havia detonado, mostrando-nos que ser mais santo é se relacionar com todos sem se contaminar com seus pecados.

Ser mais santo é dar atenção ao jovem rico, e da mesma maneira ao cego que mendigava esmolas (Lc 18.18, Mc 10.49).

Ser mais santo é não deixar de ir à festa, e lá se comportar como filho de Deus (Jo 2.11).

Ser mais santo é ter a coragem de levar transformação àqueles que não tinham boa reputação diante das pessoas (Lc 19.9).

Ser mais santo é conseguir conversar com as mulheres sem segundas intenções, sem seduzi-las e sem se sentir seduzido (Jo 11.5).

Ser mais santo significa sempre confrontar as pessoas e expor seus pecados, porém sem as discriminar (Jô 8.11).

Ser mais santo significa exceder a justiça dos fariseus. È ter mais do que aparência de santos! Afinal, eles tinham cara de santos, roupas de santos, jeitos de santos, porém o exterior era sujo e podre (Mt 5.20, 23.28).

Ah sim, ser mais santo é cuidar do seu exterior, é evitar a sensualidade, é não provocar a lascívia, porém nossa santidade deve ir além dessas coisas (Mt 5.14).

Ser mais santo é ter a capacidade de admitir que crente não pode freqüentar qualquer lugar. O comportamento e o propósito devem ser santos.

Ser mais santos é viver sem ignorar as artimanhas de satanás, é vigiar sabendo que ele tem estratégias para tentar pegar você (I Pd 5.8).

Ser mais santo é ter pensamentos, coração, olhos, ouvidos, mente, boca, mãos e pés, enfim, todo o nosso corpo, alma e espírito agradando a Deus (Rm 12.1)

Sendo ‘santos demais’ ninguém verá a Deus, portanto, busque ser mais santo! (Hb 12.14).

Sob a graça de Deus.

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Fonte: Pr. Alex Ribeirão

Estratégias de manipulação da mídia para manter o povo alienado

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Noam Chomsky, via No Mundo e nos Livros

Citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’

1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais”.

2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?”Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade”.

6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores”.

8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser idiota, vulgar e inculto…

9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Vale a reflexão em época de eleições. Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência

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Ouso até dizer que muitos dos elementos citados neste artigo já estão sendo usados na igreja cristã. Homens com motivações duvidosas lançam mão de métodos humanos e imorais de manipulação, condicionamento e sujestionamento que levam as pessoas a uma espécie de lavagem cerebral.

Deixando de lado a razão e o conhecimento, se entregam a meras emoções que são insaciáveis e incompletass. Não promovendo as mudanças necessárias para que o ser humano, verdadeiramente conheça a Deus.

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Fonte: Vi primeiro no PavaBlog

O que Dizem de Mim?

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O texto de Mateus 16:13-16 apresenta uma situação surpreendente: Jesus pergunta sobre a opinião das pessoas a respeito de si mesmo: “Quem diz o povo ser o Filho do Homem?” Mesmo sabendo não haver razões justas para qualquer opinião negativa a seu respeito, ele expôs sua preocupação, sem medo de se expor ao julgamento dos outros.

O mesmo capítulo se inicia com uma atitude maliciosa dos fariseus e dos saduceus: eles lhe pediram um sinal do céu. Por isso, após deixar aquele lugar, o Senhor disse aos seus discípulos: “Vede e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus” (v.6). Então, para fazê-los perceber o contraste entre a conduta de tais homens e a conduta que todos viam nele, Jesus lhes fez aquela pergunta.

A resposta dos discípulos tornou evidente esse contraste: “Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas”. O interessante é que o povo associava Jesus a pessoas da mais nobre conduta. Quando perguntou aos discípulos quem eles pensavam ser ele, a resposta foi ainda mais esclarecedora: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, disse Pedro. Eles puderam olhar para Jesus e ver que estavam diante de alguém perfeito, digno de ser imitado.

Diante disso, preciso me preocupar, sim, com o que as pessoas dizem de mim. Não acho necessário que todos concordem comigo em tudo, mas considero imprescindível que não tenham do me acusar. Que alguns não se agradem de mim, é natural, mas que a maioria daqueles que, de algum modo, me conhecem tenha uma opinião negativa a meu respeito, é preocupante.

Quanto à minha opinião em relação aos outros, acho muito difícil confiar em pessoas de quem só tenho referências negativas. É por isso que me pergunto se tenho mostrado ser quem não sou. Chego à conclusão de que, à semelhança de Jesus, preciso viver de maneira que o julgamento dos outros a meu respeito não me cause constrangimento.

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Fonte: Poeira de Ouro - Compartilhado no PC@maral

Quando não Tenho Nada Para Fazer Faço Isso [3]

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Fotógrafos flagram raríssimo hipopótamo cor-de-rosa no Quênia
[Esta é a parte séria do post]

(Foto: Burrard-Lucas / Barcroft Media)
Nas águas barrentas do rio Mara, no Quênia, um hipopótamo emerge lentamente e logo chama atenção. Ele tem a pele cor-de-rosa, uma tonalidade incomum para a espécie. Segundo os fotógrafos que clicaram o adorável bichinho rosa, ele sofre de “leucismo”, condição caracterizada por pigmentação reduzida em animais. NOTICIA SÉRIA LEIA + AQUI

Enquanto isso na Inglaterra... Jovem diz que pintou gata de rosa para combinar com cor de seu cabelo
'Eu sempre quis ter um animal rosa', disse Natasha Gregory. Jovem de 22 anos usou corante alimentar, produto não tóxico.

A britânica Natasha Gregory, de 22 anos, é a dona de uma gata que foi encontrada pintada de cor-de-rosa em Swindon, no Reino Unido. A jovem alegou que tingiu o pelo do felino para "combinar com a cor do seu cabelo", segundo reportagem do jornal inglês "The Sun".


A jovem disse que teve a ideia de pintar a gata após assistir a um programa de TV dos EUA. Ela destacou que usou um corante alimentar. "Eu sempre quis ter um animal rosa. Um pouco como o meu cabelo", afirmou Natasha.

Ele destacou que leu as instruções do corante e não havia nada que pudesse prejudicar os seres humanos ou animais. "Eu sabia que não era tóxico", disse.

A gata tinha sido encontrada por um morador e entregue à sociedade protetora dos animais da Grã-Bretanha (RSPCA). A veterinária Penny Gillespie, que está cuidando do felino, chegou a lavá-lo para tentar remover a tinta, mas sem sucesso. ASSISTA O VIDEO AQUI

É ISSO QUE ACONTECE: QUANDO NÃO SE TEM NADA PARA FAZER!

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Fonte: Globo Rural Planeta Bicho [a noticia séria] - G1.com [a noticia BIZARRA] e video THE SUN - Como eu não tenho nada para fazer... faço isso... rsrsrsr

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Versão russa para 'Transformers'

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Direto do YouTube: Versão russa para 'Transformers'

Rio - Um jovem russo resolveu fazer a sua própria versão para o filme 'Transformers', que nos cinemas foi dirigido por Michael Bay. O curta-metragem fez tanto sucesso que o criador foi contrato por um estúdio americano para trabalhar com efeitos especiais.

MUITO BOM

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Fonte: O Dia On Line Conexão Leitor

No Domingo Vai Lembrar em quem Votar? Leve Sua Colinha!

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Cola eleitoral: imprima e preencha com os dados dos candidatos
TSE autoriza eleitor a levar 'cola' para a cabine no momento de votar.
Horário de votação neste domingo (3) vai das 8h às 17h.



A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve para a cabine de votação uma cola preenchida com os nomes dos candidatos que escolheu para presidente, governador, senadores, deputado federal e deputado estadual. Clique numa das opções abaixo para imprimir a sua:

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Fonte G1.com

O Orgulho

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A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda. (Pv 16:18)

A palavra orgulho tem duas conotações: uma positiva e outra negativa. Quando as pessoas têm um devido senso de dignidade e valor, um auto-respeito honroso, e, por razões justas, exultam de alegria, o orgulho é bom; quando, porém, elas têm um senso de superioridade, de auto-estima exaltada, de ostentação, de arrogância, de altivez, de presunção, de vaidade, de ufania, de soberba, então o orgulho é negativo. É sobre esta parte destrutiva do orgulho que a Bíblia Sagrada, em especial, o livro de Provérbios, declara guerra. Na lista dos sete pecados que Deus aborrece, por exemplo, o orgulho aparece em primeiro lugar – olhos altivos (Pv 6:17).

Como vivemos em uma época em que o individualismo tem sido a marca de nossa sociedade, um tempo em que a chamada “privatização das atitudes” tem feito com que muitas pessoas se distanciem, cada vez mais, do seu próximo e tenham uma imagem sobre si além do que convém (Rm 12:3), cabe refletir sobre o orgulho e a rever nossas atitudes, à luz das Escrituras Sagradas, para que, como servo de Cristo, evitemos esse terrível pecado.

O texto bíblico, diz que a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda (Pv 16:18). O sábio avisa que a soberba é a porta que leva ao precipício, e o orgulho é o passo definitivo para o abismo. Na Bíblia Viva, o texto está assim: A desgraça está a um passo depois do orgulho; logo depois da vaidade vem a queda. O Salmo 101:5 também avisa: O que tem olhar altivo e coração soberbo, não o suportarei. Precisamos compreender que Deus não suporta, e não admite o orgulho.

Champlin [Champlin, Russel Norman. O Velho Testamento Interpretado Versículo por Versículo, vol 4, p. 2220] assegura que as palavras hebraicas para orgulho são: Zadom, que significa, literalmente, “ferver”, e Zid, que é “cozinhar”. Isso significa que os arrogantes fervem em sua auto-importância e gostam de perseguir homens menores. Mas, quando isso acontece, Deus age: o rei Nabucodonosor teve o reino tirado de suas mãos e foi para o campo comer grama, por ser orgulhoso (Dn 4:30,31).

Kidner [KIDNER, Derek. Provérbios – Introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1986, p.116] avalia que o orgulhoso é uma pessoa que não consegue relacionar-se bem consigo mesmo, com seu próximo e com Deus. Concordo com essa posição, porque o livro de Provérbios ensina que o orgulho é um pecado contra Deus, uma violência contra o próprio orgulhoso, que, sendo pobre de espírito, tem sua alma invadida por desejos de morte: Mas o que peca contra mim violenta a própria alma. Todos os que me aborrecem amam a morte. (Pv 8:36). Isso prova que o orgulhoso vive em crise consigo mesmo. Já a crise com o próximo se dá em decorrência de o orgulhoso ser uma pessoa soberba, insuportável, auto-suficiente, de forma que sua presença, sua fala, suas opiniões são emitidas como sendo as melhores; essa postura, diz a Palavra, só resulta em contenda, porque o orgulhoso não deseja compreender que com os que se aconselham se acha a sabedoria (Pv13:10). A negação dessa verdade prova que o orgulhoso vive em crise com seu próximo.

Nessa situação, a crise com Deus é inevitável porque Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração. Por essa razão, diz o Senhor: ... é evidente que não ficará impune (Pv 16:5). Prestemos atenção ao que o sábio está ensinando: ele diz que o orgulhoso será punido! O orgulhoso receberá o justo castigo por não amar a Deus, ao próximo e a si mesmo, ou seja, por não obedecer aos dois maiores mandamentos da Lei: “Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças”. E o segundo mais importante é este: “Ame os outros como você ama a você mesmo”. Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois. (Mc 12:30-31 – NTLH) Por isso, a Escritura Sagrada adverte: Se alguém diz: “Eu amo a Deus”, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois ninguém pode amar a Deus, a quem não vê, se não amar o seu irmão, a quem vê (I Jo 4:20). O orgulho breca o amor e afunda o orgulhoso no abismo mortal.

Podemos dizer que o orgulho abrange os quatro aspectos da vida do ser humano: o intelectual, o material, o social e o espiritual. Algumas pessoas denunciam seu orgulho pelo seu jeito de olhar, de se vestir; orgulham-se da vida social que levam, dos bens materiais que possuem, do conhecimento que adquiriram, dos amigos que granjearam. Em geral, esse tipo de gente esquece que a Bíblia ensina que tudo o que temos e o que somos é resultado da infinita graça de Deus. Isso quer dizer que, por nós mesmos, não temos nada nesta vida; tudo pertence ao Criador; somos tão somente administradores daquilo que o Senhor nos permite administrar.

Como cristãos, precisamos saber identificar se nossas atitudes não estão pendendo para o lado da vaidade pessoal, para o pecado do orgulho. Há muito cristão orgulhoso que não se apercebe disso; age de maneira errada com tanta naturalidade que o orgulho pessoal passa a fazer parte de sua vida. O orgulho leva esse tipo de gente a pensar que é a pessoa mais sábia, que é auto-suficiente e que, por isso, não precisa da ajuda de outros. No livro de Provérbios, porém, encontramos diversos textos que mostram o quanto o orgulho é prejudicial a nossa vida (Pv 16:19, 21:4,24). Assim como os demais pecados, o orgulho deixará o orgulhoso sem honra: Em vindo a soberba, sobrevém a desonra (Pv 11:2). Muitas pessoas orgulhosas acham que nunca irão fracassar ou que sempre terão sucesso na vida. Estão profundamente enganadas, pois A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra (29:23). Não bastasse isso, a casa do soberbo também cairá por terra (Pv 15:25).

Ao longo da nossa jornada como servos de Deus, temos encontrado pessoas que demonstram não terem deixado completamente o pecado do orgulho; as tais ainda não compreenderam que o orgulho faz parte do velho homem, da velha vida sem Cristo. Em razão disso, o diabo tem usado esse pecado para causar contendas no meio do povo de Deus. Às vezes, esse problema é muito forte entre as lideranças cristãs; são pessoas desejosas de posições a qualquer custo, pois querem promoção pessoal perante os servos de Deus. O orgulho tem feito com que os homens entrem em conflito uns com os outros, que famílias se desintegrem, que a paz desapareça, pois dele provém a vaidade e a ganância. Enquanto os homens não admitirem que o orgulho é algo prejudicial não apenas a si próprios, mas aos outros, continuarão caminhando para a ruína.

Nunca é demais lembrar que o orgulho de Lúcifer o levou à queda, à desgraça, à ruína. O profeta Isaías, ao se referir à queda de Babilônia, usou esse fato como ilustração do declínio fatal de Satanás: Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. Contudo, serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo. (14:12-15)

Para o orgulhoso e prepotente povo de Edom, Deus disse: Ainda que você voe tão alto como a águia e faça o seu ninho entre as estrelas, eu o derrubarei dali (Ob 4 - NTLH). Quando nós começamos a nos sentir auto-suficientes, mais importantes que os outros, imprescindíveis, é porque o orgulho já nos dominou, e nossa ruína será mera questão de tempo.

O apóstolo Paulo, advertindo aos cristãos de Corinto, disse-lhes: Aquele, pois, que pensa estar em pé veja para que não caia (I Co 10:12). A pessoa que, cheia de orgulho, começa a confiar em suas virtudes próprias, deixando de lado a mão poderosa de Deus, está destinada, não à misericórdia divina, mas ao juízo divino. O apóstolo Tiago, discorrendo sobre o orgulho, expressou-se assim: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes (Tg 4:6). O orgulhoso não é visto com bons olhos pelo Senhor, que requer humildade de seus adoradores. A pessoa que insistir em ser independente de Deus não vai muito longe em sua jornada.
Conta-se que certo homem, que se dizia cristão foi passar uns tempos fora de sua cidade, para visitar os familiares. E quando voltou, encontrou um tal João na rodoviária, e perguntou:

- Oh! João! Houve alguma novidade por aqui na minha ausência?

- O senhor nem imagina – disse o João –; deu uma ventania tão forte que derrubou minha casa.

- Isso não me espanta nem um pouco – disse o homem, e continuou: - Eu bem que avisei, João: seus pecados iam ser castigados.

Ao que João respondeu:

- Hummm... o vento derrubou a casa do senhor, também!

- Não me diga! – o homem exclamou horrorizado e comentou: Como são os mistérios de Deus, hem?
Infelizmente, é comum encontrarmos esse tipo de cristão por aí. Gente que se vê como inatingível, ao mesmo tempo em que enxerga a fraqueza dos outros. Em muitas igrejas, há cristãos com postura de rei: são soberbos, prepotentes, arrogantes e orgulhosos. Acha-se o mais crente, o mais espiritual, o melhor em tudo. Para esses, Jesus manda o seguinte recado: Pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. (Ap 3:17,18)

PRATICANDO A PALAVRA DE DEUS

O orgulho pode ser vencido com a prática da humildade - O apóstolo Tiago diz que Deus dá graça aos humildes (4:6). A humildade é o contrário do orgulho. Para alcançarmos as bênçãos do nosso Deus precisamos praticar a humildade, pois o Senhor concede favor aos que assim procedem. Sem a humildade, continuaremos achando que somos auto-suficientes, que não precisamos de ninguém, que poderemos vencer sozinhos, através de nossas próprias virtudes. O apóstolo Pedro nos ajuda a vencer o orgulho com o exercício da humildade: Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte (I Pe 5:6). Quando nos humilhamos diante de Deus, provamos que reconhecemos nossa fragilidade ao mesmo tempo em que lhe atribuímos toda grandeza.

Podemos vencer o terrível pecado do orgulho, se tão somente reconhecermos, com atitudes, que a nossa vida já não é mais direcionada por nós mesmo, mas pelo Senhor. O apóstolo Paulo, depois que passou pelo processo da transformação espiritual, disse: Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim (Gl 2:20). Esse deve ser o nosso proceder, esvaziando-se de nós mesmo e permitindo que Jesus Cristo dirija a nossa vida. Assim, alcançaremos a graça de Deus.

O orgulho pode ser vencido com a prática da oração - O orgulho também pode ser vencido através da oração. Jesus disse aos seus discípulos: Por isso vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco (Mc 11:24). Jesus deixou claro que, quando oramos com fé, alcançamos vitórias. Portanto, devemos pedir ao Senhor que nos livre desse pecado terrível, a fim de vivermos em plena comunhão com ele e com nossos semelhantes. Através da oração, todas as ações do maligno são desfeitas pelo poder de Deus. Na Bíblia, temos vários exemplos de pessoas que oraram e foram libertas do poder do mal (Êx 18:10; Sl 107:2,14; Gl 5:1; Cl 1:13).

Precisamos orar ao Senhor pedindo forças para vencermos esse pecado, ainda que ele pareça tão insignificante aos nossos olhos. Jesus morreu para nos purificar de todo o mal, e ele quer arrancar de nossa alma o orgulho que está alojado nela. Em oração, clamemos: Ó Senhor, Deus da minha salvação, dia e noite clamo diante de ti. Chegue à tua presença a minha oração, inclina os teus ouvidos ao meu clamor. Pois a minha alma está farta de males e a minha vida já se abeira da morte. (Sl 88:1-3)

Para longe de nós esse mal que tenta roubar a nossa comunhão com o Senhor. Insista na oração, como Davi: Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho certo (Sl 139:23,24). Certamente, Deus ouvirá a nossa oração.

O orgulho pode ser vencido com a prática do amor - Lemos, em I Coríntios 13:4, que o amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece. Eis a outra maneira capaz de nos fazer vencer o orgulho: amar em primeiro lugar ao nosso Deus e, depois, às pessoas que estão ao nosso redor, sejam da igreja ou não. O apóstolo Paulo disse aos romanos que o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado (Rm 5:5). Se o amor de Deus está em nossos corações, precisamos amar os irmãos da igreja, os amigos do trabalho, da escola, os pais, os irmãos de sangue, pois quem tem o amor de Deus, vive amando.

Quando amamos de verdade, conseguimos enxergar os outros como superiores a nós mesmos, certos de que é Deus quem nos exalta no tempo dele e à maneira dele. Jesus nos ensinou que devemos amar uns outros independentemente de posição social, cor, nível cultural ou qualquer outro fator. Se quisermos ter uma vida de plena comunhão com Deus, é imprescindível que aprendamos a expressar amor para com o próximo. Desta forma, venceremos o orgulho, porque, quando amamos ao outro, esvaziamo-nos em favor do próximo (Fp 2:6,7), cumprindo a Palavra que diz: ... aquele que ama a seu irmão permanece na luz e nele não há nenhum tropeço (I Jo 2:10).

CONCLUSÃO

Amados irmãos, o orgulho não nos leva a sermos mais importantes ou mais reconhecidos no reino de Deus; pelo contrário, quando somos orgulhosos, cada vez mais somos menos importantes aos olhos dos homens e de Deus, até o ponto de sermos totalmente desqualificados nesta vida e na vida futura. Precisamos ter muito cuidado para não cairmos na tentação do terrível e mortal pecado do orgulho.

Assim, busquemos cada vez mais a graça de Deus, para que vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus. (Tt 2.12,13).

Que Deus nos abençoe!

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Fonte: Texto de autoria do Pr. Natanael Guimarães [Tema provérbios sobre o orgulho] - PC@maral - Imagem em destaque "O Orgulho do Carneiro"

Quanto Poderá Custar Uma Má Decisão?

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“Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó” (Gn 25:32-33).

Ele era um homem importante na sociedade de sua época, um caçador com habilidades singulares e fazia parte da família mais importante da nação que mais tarde se chamaria Israel. Suas habilidades com a caça atraiu a “maior parcela” de amor do seu velho pai (Gn 25:28). O homem afortunado do qual estamos falando, chamava-se Esaú. Tendo ele o direito de primogenitura, seria somente uma questão de tempo para o mesmo se tornar um exímio administrador dos bens da família. Toda submissão e respeito seriam focados na sua pessoa. Teoricamente, podemos dizer que Esaú estava “com a faca e o queijo na mão”. Porém, havia alguém “de olho” no seu “queijo”.

O sucesso tem lá suas vantagens, mas também, tem os seus perigos! Desse modo, Esaú atraiu as atenções e a cobiça do seu irmão mais novo, Jacó. Este maquinava dia e noite um modo de arrebatar para si, de uma vez por todas, todo o prestígio e herança do seu irmão. Até que um dia, ele decidiu tirar o seu astucioso plano do “armário” da teoria e o expôs na “prateleira” da prática, como descreve o versículo 29: Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú. A partir daqui, a história começa a descambar para um desastroso final, gravadas com as tintas de uma decisão impensada. É a luta desigual de um faminto contra um astuto em ótimas condições físicas; da insensatez contra a esperteza; de um corpo abatido contra um cérebro maquiavélico; de um olfato aguçado contra um cheiro tentador.

Não se engane, estão de olho em você. Pode ser que você ainda não tenha percebido, mas os agentes do deus deste século, que são peritos em “tramóias”, estão maquinando um plano para derrubá-lo em um momento de distração. Isso mesmo, eles querem tirar o seu prestígio e a sua herança. Eles almejam matar a sua fé e enterrá-la num lamaçal de descrença e ódio. Tenha muito cuidado com o esmorecimento espiritual. Uma fé anêmica é resultante de uma vida sem vigilância, sem oração, sem consagração e sem exame da palavra. Esteja atento com as propostas sedutoras do mundo. A propósito, após declarar a sua fome desenfreada, Esaú ouviu do irmão a sugestão: … Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura (v.31).

Diante de tudo isso, surge uma pergunta um tanto pessoal: Você consegue se imaginar na “pele” de Esaú? Entende que é alvo do grande amor do Pai (Deus)? Concorda que faz parte da família (igreja) mais importante da terra? Reconhece que é um completo afortunado com a riqueza mais excelente (salvação)? O problema de Esaú consistia em não dar o devido valor a tudo o que tinha: … Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? (v.32). Por isso, tomou a insensata decisão de trocar, por um prato de lentilhas, a sua primogenitura (vv.33,34).

É até absurdo imaginar alguém trocando toda uma fortuna por um prato de comida. No entanto, é o que acontece diariamente. Quantos não abandonam os princípios divinos pela corrupção e deixam de acumular tesouros no céu para se deliciarem com os da terra? Quantos não abandonam a honra de uma vida santa pela sedução da imoralidade sexual? Há muitos que já não prezam pelo valor que têm e, infelizmente, estão propensos a se contaminarem com os “manjares” ilícitos. Uma má decisão poderá custar a perda de toda uma herança eterna e impedir a concretização de um futuro glorioso.

Que a saborosa ilusão das “lentilhas” jamais afete o seu coração e nunca mude a sua visão espiritual. Seja sábio em suas decisões! Não troque os valores eternos pelos efêmeros.

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Fonte: Devocional de autoria do missionário Jailton Souza compartilhado no PC@maral

Evangelho Fabricado.

Um comentário:
Depois de "Proibido Pensar" do João Alexandre, Gustavo Legal lança "Evangelho Fabricado", outra dura crítica ao "evangelho" atual e o mercado da fé. Será que vai pegar tal qual a música do João Alexandre? Espero que sim!

Esta música faz parte do meu novo CD, e estou disponibilizando pra todos. Gostaria muito que você divulgasse esse vídeo pra todos que você conhece na WEB. Ficaria muito grato por isso.
Gustavo Legal é membro da Primeira Igreja Batista do Recreio no Rio de Janeiro e pastor do Movimento Juventude Inteligente

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Fonte: Vi primeiro no Não Abro Mão da Graça e compartilho com todos vocês aqui no PC@maral também.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Parece ser, mas não é

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O apóstolo Paulo sempre recomendou o autoexame. No final de sua segunda carta aos coríntios ele sugere: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se a si mesmos”. Tenho pensado ultimamente sobre o quão real e verdadeira é nossa fé. Não estou preocupado com nossas convicções, mas se a fé que temos em Cristo é viva, real e verdadeira.

A cultura da aparência é uma das características mais cultuadas e criticadas da civilização pós-moderna. Acostumamo-nos a parecer aquilo que não somos. As imagens são retocadas; os currículos, maquiados; os entrevistados, treinados a dizer o que se espera deles. A tecnologia oferece cada vez mais recursos para isso. Hoje temos ferramentas capazes de criar uma falsa realidade, e o real se torna cada vez mais insuportável. Fazemos de tudo para maquiar a velhice, mudando inclusive seu nome: agora se chama “terceira idade”. A alegria deixou de ser um estado da alma e tornou-se um produto que se adquire nas prateleiras das farmácias, em consultórios e em clínicas especializadas.

Nossa fé também sofre as consequências da cultura. Recentemente, eu meditava na pequena carta à igreja de Laodiceia no livro de Apocalipse, e me dei conta de que é uma igreja muito parecida com as que conheço. Percebi que, ao contrário das outras igrejas do Apocalipse, a de Laodiceia não tinha nenhum problema com as perseguições externas, nem com os falsos profetas -- seu problema era ela mesma.

O diagnóstico que recebe é ela mesma quem dá: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma”. Não é necessário comentar sobre tal cidade e sua riqueza; detenho-me na relação entre a riqueza e a autossuficiência. Também não pretendo limitar o conceito de riqueza a algum padrão econômico, mas a um estado em que não criamos espaço para a dependência.

Nossas igrejas são assim. Somos ricos de gente brilhante e talentosa. Somos ricos de ideias, de conhecimento, de recursos e tecnologias. Temos músicos competentes, professores bem preparados, recursos de multimídia, acesso às modernas técnicas terapêuticas, desenvolvimento humano, dinâmicas que incrementam nossos relacionamentos e espírito de equipe. Somos abastados e, se precisarmos de alguma coisa, será de um “upgrade” em algum dos itens acima.

É claro que não há nenhum problema em ter pessoas talentosas e competentes na igreja. O problema está em “não precisar de coisa alguma”. Em outras palavras, o problema está em parecer que somos o que não somos. Laodiceia parecia rica, mas era pobre. Parecia conhecer tudo, mas era cega. Parecia bem vestida, mas estava nua. Parecia adorar, mas Cristo permanecia do lado de fora. Parecia que era, mas não era. É isto que a riqueza -- tecnológica, científica, intelectual etc.-- cria.

Nossas igrejas pensam que boa música é sinônimo de boa adoração; que ter uma boa doutrina e uma boa pregação significa ter uma boa espiritualidade; e que, por terem bons programas e projetos, têm uma missão. Porém, uma coisa não implica outra.

Por causa de sua riqueza e autossuficiência, Laodiceia tornou-se uma igreja morna. A mornidão é o estado de pessoas ou comunidades que não desejam nada, não sentem a ausência de nada, não buscam nada, não lutam por nada. Sentem-se confortáveis e acomodadas. O problema é que acreditam que já possuem tudo. É possível encontrar nessas igrejas muita gente animada, cantando e pulando, participando de projetos e programas; no entanto, o que há de real em tudo isso?

Laodiceia simboliza a igreja moderna e abastada, sem consciência do que lhe falta, sem desejo, confortável e morna. Uma igreja que tem tudo, mas não tem nada. Nesse autoexame proposto por Paulo, concluo que nos falta uma identidade primária, aquela que nos é dada pelo Senhor, fruto da união com Cristo, da comunhão, da relação de amor e dependência sem a qual tudo mais é apenas ilusão, aparência de algo que não mais existe.

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Fonte: texto de autoria de Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração”. Publicado na Revista Ultimato edição 317 março-abril 2009 compartilhado no PC@maral

Enquanto isso na ExpoCristã..... [3]

3 comentários:
Sem saber o que estava reservado para sua blogueira pessoa herege, Danilo se rende a conversa e a chapinha ungida de Marcão e abre os braços em sinal de boa vontade de que a paz impere entre eles. Mal sabe ele que Foguinho Puro, o gato X9 está segurando uma poderosa fera que foi levada para a Expocristã apenas para um serviço: Abocanhar o Genizah!



POSTOU EM PRIMEIRA MÃO PC@MARAL REPORTER INVESTIGATIVO

ENQUANTO ISSO NA EXPOCRISTÃ [0]
ENQUANTO ISSO NA EXPOCRISTÃ [1]
ENQUANTO ISSO NA EXPOCRISTÃ [2]
ENQUANTO ISSO NA EXPOCRISTÃ [3]

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Amem-Se Ainda Mais

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Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. Sede, mutuamente hospitaleiros, sem murmuração. Servi uns aos outros. (I Pe 4:8-10a)

Acumular dinheiro, patrimônio e fazer fama têm sido a grande preocupação de muitas pessoas. Quando procedem assim, o fazem como se a vida na terra fosse eterna, como se tivessem o controle absoluto do futuro. Pelo fato de não saberem “o dia e a hora”, agem como se a existência do homem se resumisse apenas aos dias presentes. Quando pensam em ganhar dinheiro, é para seu prazer; quando buscam a fama, é para satisfazer o ego. Assim é o homem atual: egoísta, egocêntrico, materialista, preocupado apenas com as coisas relacionadas à vida presente.

O cristão, ao contrário de cultivar o materialismo e o egocentrismo, sabe, pela fé, que há algo muito melhor reservado para o futuro. Pelo fato de não saber “o dia e a hora” sabe que o “fim” está perto e sente a necessidade constante de “vigiar” com grande expectativa para que esteja preparado para o grande momento quando o filho do homem aparecerá “nas nuvens do céu”. Alguns cuidados importantes com os quais o cristão não deve se descuidar serão abordados agora:

I. PERSEVERANDO ATÉ O FIM

O apóstolo Pedro ao escrever aos cristãos da Ásia Menor, exterioriza uma de suas preocupações: como viver nos dias do fim. Então ele diz: O fim de todas as coisas está próximo (I Pe 4:7). Precedendo acontecimentos marcantes, é comum deixar-se envolver por temores e especulações. Como o fim está próximo, os cristãos precisam ser equilibrados na mente, nas emoções e nas atitudes, e devem ainda demonstrar verdadeiro amor cristão. Estimulando-os a serem habilidosos nestas áreas, o apóstolo ensina que o cristão, ao mesmo tempo em que olha para futuro, também deve viver com os pés no chão.

1. Amem-se intensamente: O segredo para o equilíbrio cristão é relacionar-se bem com o Senhor Jesus. Em tempos difíceis o crente não deve permitir que o medo ou a instabilidade perturbe sua comunhão com Deus, de maneira a prejudicar sua vida de oração (I Pe 4:7b) [Macdonald (2008:931)]. Pedro experimentou na prática como o medo, a curiosidade ociosa e a empolgação negligente o levaram a falhar na vigília e na oração (Mt 26:36- 45;69-75). Vigiar e orar são recomendações bíblicas (Mc 13:33;14:38; Ef. 6:18; Cl 4:2). Além de prezar pela comunhão com o Salvador, é preciso valorizar o relacionamento com os irmãos. Acima de tudo (v.8), é alusão ao ensino de Jesus: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mt 22:37-39), e Amai-vos uns aos outros (Jo 13:34). Ele ainda afirma: Tende amor intenso uns para com os outros (I Pe 4:8). Pedro usa a palavra grega ektene que literalmente significa “forçado” e é traduzida por intenso. O termo é usado para descrever atletas que, dando o melhor de si para alcançar a linha de chegada, inclinam, inclusive, o corpo para frente com o objetivo de conseguir melhor desempenho [Swindoll (2002:174)]. Mais que em qualquer época, é preciso persistir na demonstração de amor para com o próximo. Amar ao próximo pode não ser tão simples como muitos gostariam; pode ser, de fato, uma atividade árdua. Pedro segue o exemplo de Cristo ordenando que os cristãos “amem-se”. Mais que emoção, amar é uma decisão que leva à ação. É preciso se esforçar o mais possível para amar a quem não se gosta e se esforçar para amar desinteressadamente. É, aprender com o atleta que força todos os seus músculos para alcançar o objetivo. Quando Pedro diz: tende amor intenso, fica claro que aqueles irmãos já se amavam, porém ele os ensina: Amem-se ainda mais, persistam em demonstrar amor.

2. Amem-se sabiamente, frente ao pecado alheio: A exemplo de Tiago (Tg 5:20), Pedro cita Provérbios 10:12. Ele escreve: porque o amor cobre multidão de pecados (I Pe 4:8). Seria grave erro teológico pensar que esta afirmação seja referencia sobre como se recebe perdão dos pecados. Nem quem ama e nem quem é amado é perdoado por causa deste amor. Tanto a culpa como o castigo pelo pecado só serão removidos pelo sangue de Cristo (I Jo 1:7-9). Também não significa que o crente deva ser conivente com o pecado do outro ou que a igreja não deve praticar biblicamente a disciplina do transgressor. “O amor cobre multidão de pecados”, ensina que quem ama de verdade não terá prazer em apontar erros do próximo. Antes, se entristece ao vê-lo magoar a si mesmo e aos outros com seus pecados. Fofoqueiramente alguns dão detalhes dos erros alheios apenas na tentativa de destruir-lhes a reputação (Pv 11:13; 17:9), e fazem isso dando um ar de “espiritualidade”, dizendo que só estão falando para que o ouvinte ore especificamente. Isto é maledicência e, portanto, pecado (I Pe 2:1). Por amor o cristão não fala dos pecados do outro aos que nada podem fazer para ajudar, em especial para os incrédulos. Os ímpios gostam de aproveitar cada oportunidade para usar o máximo de informações possíveis contra os cristãos. Por amor a Deus, à igreja e aos irmãos, o cristão evita dar munição ao inimigo para que este a use contra os projetos de Deus. O amor cobre como um manto o pecado, não para negá-lo, mas para extinguir a discórdia e evitar mais pecado. O mais forte testemunho dos cristãos é sua unidade em amor (Jo 17:21,23; Sl 133:1-3), e o pior testemunho é quando se revoltam e golpeiam-se uns aos outros. O amor capacita a ser compreensível para com os pecados alheios.

3. Amem-se com atitudes: Os leitores iniciais destas recomendações de Pedro viviam em tempos de perseguição. Eram tempos difíceis: escassez de alimentos, escassez da hospedagem, não havia redes hoteleiras e eram poucas as pousadas; a violência predominava e, para os cristãos, por causa das perseguições, os recursos eram mais escassos ainda [Wiersbe (2008:545)]. Quando um cristão estava fora de casa, precisava contar com a demonstração sincera de amor dos irmãos em Cristo. Diante desta realidade, a recomendação do apóstolo é: Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração (I Pe 4:9). Praticar a hospitalidade com alegria é demonstração de amor. Em especial naqueles dias era uma necessidade, até por causa do risco de prisão e até morte para quem recebesse em casa cristãos [Macdonald (2008:931)]. É honroso ser hospitaleiro. Nesta prática, alguns acolheram anjos (Hb 13:2). O Senhor Jesus Cristo garante que estas ações quando praticadas para com seus filhos, são consideras práticas para com Ele mesmo (Mt 25:40;10:40-42). Ninguém deve ser hospitaleiro esperando recompensa (Lc 14:12). Deve receber aos irmãos por bondade, amor e obediência a Cristo, o Senhor absoluto da Igreja. A pratica da hospitalidade é recomendada desde o Antigo Testamento (Êx 22:21; Dt 14:28,29). Jesus e os apóstolos desfrutaram dela. A recomendação apostólica é para ser hospitaleiro “sem murmuração.” Sem sentir como se fosse um fardo. “Os cristão devem ser hospitaleiros [...] sem murmurações, mesmo que isso signifique um peso adicional para eles. Reclamar do preço rouba as bênçãos de compartilhar com nossos irmãos.” [Beacon (2006:239).]. O amor deve ir além da teoria, deve ser prático. “O lar deve ser compartilhado com outros e a generosidade deve ser exercida (sem queixas) no exercício da hospitalidade” [Wiersbe (2008:545)].

4. Amem-se servilmente: Aqui há três situações a serem analisadas. A primeira está relacionada ao uso dons: Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu como bons despenseiros da multiforme graça de Deus (I Pd 4:10). A afirmação: “cada um”, significa que todo crente tem ao menos um dom e o objetivo é: Servi uns ao outros (v.10). Deus não dá dons ao homem com o propósito de promoção pessoal; o objetivo é o serviço em favor do próximo. “Multiforme” significa multicor ou matizada, ou ainda “magnificamente variada” [Macdonald (2008:931)]. Refere-se às várias maneiras como Deus usa Seus filhos. A segunda é que os dons devem ser usados de acordo com a Palavra de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre (I Pe 4:11). Todo aquele que faz uso da palavra para comunicar a vontade de Deus, como pregadores e professores, devem ser zelosos para ensinarem de acordo com a Palavra de Deus e não expressar suas opiniões ou filosofar sobre a vida. O que vale não é o que o pregador pensa, mas o que a Palavra de Deus diz. Quando o crente serve, não deve fazê-lo por conveniência, mas de acordo com as Sagradas Escrituras. A terceira, é preciso ficar atento ao objetivo final do serviço cristão: para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo (I Pe 4:11). O crente recebeu dons de Deus, e como bom mordomo deve usá-los em benefício comum. Deve agir “como bons despenseiros”. Pega o que há na despensa do Seu Senhor e distribui conforme a necessidade (não conforme os desejos) de cada um. Quando isto é feito fielmente, Deus é glorificado. O objetivo final do serviço cristão é a gloria de Deus. A grande preocupação do servo de Cristo não é vantagem pessoal e sim a glória do seu Senhor. O fim de todas as coisas está próximo (I Pe 4:7).
Enquanto Cristo não volta para buscar Seu povo, o crente deve manter sua vida aqui na terra de maneira digna e que honre ao seu Senhor. Geograficamente vive como os demais homens, mas por causa da expectativa que tem do futuro, se distingue deles. O cristão vive no mundo como todos os demais homens, mas deve superá-los na maneira como se relaciona com o próximo, como se porta em relação a Deus e aos homens, e como vive disposto a servir.
II. PRATICANDO A PALAVRA DE DEUS

Os cristãos devem amar uns aos outros com intensidade - É possível que em sua igreja exista gente arrogante, teimosa, agressiva, falsa, mentirosa, mandona, bajuladora, enfim, gente de difícil convivência. O desafio é viver bem com todo esse tipo de gente, porque amar somente aos que retribuem amor é fácil, qualquer um faz (Mt 5:46). A recomendação para amar intensamente sugere a necessidade de se esforçar para desenvolver amor às mais diferentes e até difíceis classes de pessoas. Da próxima vez que uma dessas pessoas o ofender ou irritar, pense em como seria a melhor maneira de encarar a situação.

Os cristãos devem entender uns aos outros com ternura - Por mais de meio século Deus foi paciente com os pecados de Manasses (II Cr 33:1-9); paciência que foi recompensada pela conversão deste (II Cr 33:12-13). A tendência humana é de impaciência para com as fraquezas alheias. Sempre existirão pessoas que cometerão erros grotescos, e se Deus permite que você esteja próximo a elas, algum propósito há nisso. Pode ser que Deus esteja lhe dando a oportunidade de amar com sabedoria apesar dos graves pecados (Rm 14:1). Ao invés de denunciar irresponsavelmente as fraquezas, seja sábio em demonstrar amor.

Os cristãos devem servir uns aos outros com humildade - Você foi chamado para ser um dos bons despenseiros da multiforme graça de Deus (I Pe 4:10). Multiforme se refere às diferentes maneiras como Deus usa Seus filhos. Talvez o serviço que você presta a Deus e a Seu povo seja uma espécie de trabalho de bastidores; ninguém vê, ninguém elogia. Talvez nem mesmo quem seja beneficiado sabe que o é por seu intermédio. Não se preocupe se não for reconhecido pelo homem, faça tudo para a glória de Deus (I Co 10:31; I Pe 4:11). A humildade e a fidelidade de quem serve glorificam a Deus (Jo 3:30; Is 42:8).

CONCLUSÃO

A volta de Cristo é um evento futuro e que de acordo com a Bíblia Sagrada acontecerá infalivelmente. Enquanto aguarda este mega evento, o crente deve crescer ainda mais na prática do amor. Amar intensamente é amar apesar das dificuldades, das adversidades, é amar com generosidade, é amar a quem não merece. Amar é também suportar as fraquezas dos fracos, é praticar a hospitalidade, é servir aos outros com humildade, sabendo que o fim último do serviço cristão é a glória de Deus. A maneira mais acertada de como o povo de Deus deve aguardar esse maravilhoso dia é crescendo no amor. Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos (Hb 6:10). Sabendo que a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos (Rm 13:11), o crente precisa viver nestes dias com toda sabedoria certo de que nenhum ser humano tem a eternidade para colocar em prática as verdades da vida cristã. O que precisa ser feito, precisa ser feito logo. Servir e amar são a melhor maneira de viver o tempo que nos resta aqui na terra.

Que Deus nos abençoe!

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DEC - PC@maral

O fim do mundo será em 2012?

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Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. (Mt 24:36-44)

Ao longo da história muitos grupos supostamente cristãos marcaram a data da vinda de Cristo: Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, evangélicos e teólogos de diferentes correntes apostaram todas as suas fichas em uma data específica para o retorno do Senhor Jesus e para o fim do mundo. Até mesmo o doutor Russel Norman Champlin, autor da Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia e das obras Antigo Testamento Interpretado e o Novo Testamento Interpretado – muito consultadas pelos crentes brasileiros – já quis marcar a data do apocalipse. Claro que o fim foi adiado mais uma vez e o teólogo teve que desculpar-se da sua soberba cronológica.

A ex-missionária e hoje “apóstola” Valnice Milhomens também se deixou seduzir por essa empáfia e marcou a vinda de Jesus para um sábado de 2007. Bom, o resultado disso vocês já sabem: 2007 passou, Jesus não voltou, o mundo não acabou e a dra. Valnice ficou envergonhadíssima por causa do seu furo profético. Ela até tentou desconversar, mas aí já era tarde; as imagens estavam registradas e catalogadas nos arquivos do CACP. Infelizmente não são poucos os grupos que se deixam ludibriar por falsos prognósticos acerca da vinda de Jesus. Muitas pessoas, talvez movidas pela curiosidade, fazem especulações acerca desse importante e misterioso tema.

A curiosidade é natural. Certa feita os discípulos também interrogaram ao Senhor em particular: “Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”. O Senhor Jesus, após fazer uma explanação profética acerca dos eventos que iriam suceder no fim, concluiu: “Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai” (Mateus 24.4-36). De igual modo aqueles que presenciaram a ascenção de Jesus interrogaram-no dizendo: “Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?”, mas Jesus lhes respondeu: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (Atos 1.6-7).

Recentemente, a revista Mundo fez uma publicação com o título "As profecias do fim do mundo". A reportagem mostra algumas profecias que tratam do referido tema, dentre as quais se destaca a profecia do calendário maia, que está se tornando famosa pelo fato de supostamente anunciar o fim para o ano 2012. O pior de tudo é que logo vai ter crente acreditando nisso e refazendo os cálculos apocalípticos de sempre (e que aliás, sempre estão errados) numa tentativa vã de conciliar a data do apocalipse cristão com a data da profecia maia. Diante disso tudo eu me pergunto: Será que a Bíblia não é suficente e temos que apelar para as profecias pagãs?

Quero dizer aos irmãos que a tentativa de conciliar a Bíblia com o mito maia é absurda! Se alguém quiser revelar, prognosticar ou profetizar, que fique à vontade. Porém eu prefiro ficar com a Bíblia: ela é o único livro profético 100% preciso em todo o mundo.

Em Isaías 41.23, o profeta lançou um desafio aos deuses gentios: “Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses”. Sabemos que os deuses pagãos falharam em suas predições. Deus porém previu vários eventos que aconteceriam no futuro.

O escritor Josh McDowel, usando como base os cálculos do senhor Peter Stoner acerca da probabilidade de apenas onze profecias bíblicas se cumprirem ao acaso, chega a conclusão de que a chance de essas profecias da terem se cumprido por pura coincidência é de 5,76 x 10 elevado à quinquagésima nona potência! Glória a Deus, porque as profecias da Bíblia são muito exatas e não precisamos de revelamentos e nem de profecias pagãs para guiar as nossas vidas!

É preciso entender de uma vez por todas que o Deus da Bíblia é o Deus, e que ele não precisa da ajuda de Nostradamus, da Valnice Milhomens e nem dos povos Maias para vaticinar um acontecimento: Se Deus tivesse alguma intenção em revelar a data da sua vinda, ele o teria feito em sua Palavra, e com a mais exata precisão. Contudo, ele reservou essa data para si e nós, os cristãos, devemos respeitar seus critérios e viver a nossa vida por fé. A verdade é que não sabemos quando será a data da sua vinda e do fim do mundo, se será em 2012, 2010 ou se amanhã mesmo, e é por isso mesmo devemos manter-nos firmes na esperança da glória futura.

Meu querido irmão: Não caia na enrolação dos falsos profetas que vivem às expensas das suas profecias sensacionalistas. Não seja mais uma marionete nas mãos dos mentirosos que usam seus “agouros” para amedrontar e por meio de ameaças apocalipticas, amontoar seguidores. Olhe para a Bíblia e esteja sempre preparado, pois a vinda do Senhor pode se dar a qualquer momento!

“Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.” Mt 24.42

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Fonte: Texto de autoria do Pastor Leonardo Gonçalves do Pulpito Cristão vi também no Não Abro Mão da Graça compartilhado no PC@maral

As Razões Dos Não-Dizimistas

8 comentários:
Por Hernades Dias Lopes em Palavra da Verdade

Então Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, trouxe pão e vinho e abençoou Abrão, dizendo: "Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, Criador dos céus e da terra. E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou seus inimigos em suas mãos". E Abrão lhe deu o dízimo de tudo. (Gênesis 14:18-20)

A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.

No Novo Testamento a palavra dízimo aparece nove vezes e ligadas a duas situações:

1) Mt 23.23 - Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo em que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).

2) Hb 7. 1-10 - Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.

Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.” Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na devolução dos dízimos. Para justificar esta atitude criam várias justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiriam templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social. Eis, algumas das justificativas clássicas dos não-dizimistas:
 Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou, para o qual também Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz, sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente. Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos. Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão; entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre eles recebeu dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas. Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior. Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive. E, por assim dizer, também Levi, que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão. Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste. (Hebreus 7.1-10)
I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA

Ah, eu não sou dizimista, porque dízimo é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.

Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei? Veja: a lei dizia: Não matarás: eu porém vos digo aquele que odiar é réu de juízo, a lei dizia: Não adulterarás: eu porém vos digo qualquer que olhar com intenção impura… a lei dizia: Olho por olho, dente por dente: eu porém vos digo: se alguém te ferir a face direita, dá-lhe também a esquerda. A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada. Mt 23.23 - justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.

II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL

Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7, Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria - espontânea e com alegria. Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não devolver o dízimo é roubar de Deus. Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?

III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA

“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento”.

1) O dízimo não é sobra - Dízimo é primícia. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor. 2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição - Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa. 3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar - Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céus com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.

IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL

“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo”.

A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo. A ordem é: trazei todos os dízimos à casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados. Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?

V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA

“Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”

Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los, mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis. Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito? Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.

VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE

“A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”

Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho? Ainda, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É do Senhor. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.

VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL

“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”

Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês? Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?

VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA

“Não sou membro da igreja”

Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros? Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?

CONCLUSÃO

É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.

É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. Tudo é dele. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo.

Amém.

Nós só conseguimos compreender, sem ressalvas, a bênção que é devolver o dizimo quando a praticamos. Desta forma reconhecemos e declaramos publicamente que Deus é Dono de todas as coisas e Senhor de nossas vidas. E que tudo o que temos é Ele quem nos provê. O que fazemos, nada mais é do que devolvermos, a Ele, a décima parte do que Ele nos dá para administrar. E eu posso testemunhar aqui que Deus sempre me abençoou pela minha fidelidade. Não por interesse ou por algum tipo de troca, mas porque entendi o sentido espiritual da devolução do dizimo.

Sou fiel dizimista e não abro mão de exercer essa bênção na minha vida. Pois se devolvo com alegria, e nada me falta, muito pelo contrário, só prova que o nosso Deus é um Deus fiel e cumpre tudo o que declara!

Que Deus nos abençoe!



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