terça-feira, 30 de novembro de 2010

Apresento-vos um cachorro chamado FAITH ( Fé) !

2 comentários:
Este Cachorrinho nasceu na Véspera de Natal no ano de 2002. Nasceu apenas com as duas pernas traseiras. Como está claro, não conseguia andar , e até a sua própria mãe o rejeitou.

O seu primeiro dono também pensou que ele jamais conseguiria andar, e considerou "pô-lo a dormir".... Nessa altura, a sua atual dona, Jude Stringfellow, conheceu-o e pediu para ficar com ele. Determinada, foi ela que ensinou e treinou este pequeno cão a andar por si só. Chamou-lhe 'Faith', ou Fé.

De princípio, ela colocou-o numa prancha de skate, para que ele sentisse o movimento...usou depois manteiga de amendoim para o atrair, e como recompensa para que ele se levantasse e saltasse, apenas nas duas pernas. Inclusive os outros cães lá em casa também eles o icentivavam ao movimento, declara a dona.

Ficaram todos surpresos, pois, que ao fim de apenas 6 meses, o "Fé" começou a aprender a equilibrar-se nas suas pernas traseiras, e a saltar para a frente, movendo-se assim.


Depois de mais treinos na neve, ele podia agora "caminhar" como um ser humano.


Faith adora movimentar-se por todo o lado agora.. Onde quer que ele vá, atrai sobre si todas as atenções.









O cão ficou famoso internacionalmente, e já apareceu em programas de Televisão e em Jornais. Está para ser publicado um livro sobre ele entitulado "Com um pouco de Fé". Considerou-se ainda incluí-lo num dos filmes de Harry Potter.

A sua dona, Jude Stringfellew , deixou seu trabalho como Professora, e planeja levá-lo a uma volta do Mundo, de forma a mostrar que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita.

ASSISTAM OS VIDEOS:





Na Vida, podem existir coisas que não desejamos, e para que sentirmo-nos melhor, basta olhar a vida noutra perspectiva.Espero que esta mensagem vos traga novas maneiras de pensar , e que possam sentir e agradecer todo e cada novo dia como uma benção.O "Faith" é a demonstração contínua do valor e maravilha que é a Vida.
***

Fonte: Daily Mail Online dica de Marcia Barros por email.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Extinção Do Mal

2 comentários:
As Escrituras dão como origem do mal a rebelião de um anjo que ocorreu no céu, numa época anterior ao pecado de Adão. Rebelando-se contra Deus, este anjo acabou por influenciar a terça parte dos anjos, com os quais foi expulso do céu por Deus (2 Pd 2:4; Jd 6), vindo para a terra. Aqui, já no Éden, Satanás enganou o primeiro casal, que também se tornou pecador, bem como toda a sua descendência (Rm 5:12). Estabeleceu se, assim, o conflito entre o bem e o mal (Gn 3:15).

Antes de ir adiante, vale a pena lembrar que os seres angelicais, que, agora, são maus, foram criados por Deus como anjos bons (Gn 1:31). Eles eram bons, mas eram também livres. Livres tanto para obedecer quanto para desobedecer a Deus. E foi a desobediência que os tornou maus. Na verdade, não apenas os anjos, mas tudo que Deus criou era bom. O primeiro capítulo de Gênesis afirma isso cinco vezes (1:10, 12, 18, 25, 31). Foram as quedas (a dos seres angelicais e a dos seres humanos) que trouxeram caos.

O que fez os anjos caírem? A sua exaltação diante de Deus e a sua aspiração à autoridade suprema (Ez 28:2,12-17; Is 14:4,12-15). O mal, representado por Satanás e seus seguidores, uma vez estabelecido na terra, passou a operar através dos séculos, tendo como objetivo dificultar e destruir a obra de Deus. Ele faz isso especialmente tentando as pessoas. Jesus Cristo teve de lutar contra essas forças do mal (Mt 4:1-11) e seus apóstolos nos advertiram a respeito delas (Ef 6:10-17). São seres poderosos, ardilosos e influentes, mas a sua atuação é sempre limitada pela soberania de Deus (Jó 1:1; Mt 12:29; Ap 20:2). Além do mais, sendo fortalecidos no Senhor e na força do seu poder (Ef 6:11), podemos resistir-lhes firmemente.

A nossa luta contra essas hostes da maldade não é uma luta sem fim. O príncipe deste mundo já está julgado (Jo 16:11b). E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás (Rm 16:20a). Ele já reservou um dia em que há de punir com severo castigo, não somente ele, mas também a besta, o falso profeta, a morte, o inferno e todos aqueles que seguem suas orientações. A Bíblia ensina que isso irá ocorrer depois do milênio, como nos mostra, muito claramente, o capítulo 20, versículos 7 a 10 e 14 a 15. Ela diz que Deus os lançará para dentro do lago de fogo.

Mas não se deve ver, nesse lago, um lugar de tortura eterna. Deus não os torturará interminavelmente. A Bíblia ensina que, para punir aqueles que pecam, ele utiliza não a tortura, mas a morte (Lv 10:1-2; At 5:1-10). E isso é assim desde que ocorreu o primeiro pecado. A tortura não combina com a justiça de Deus, um dos seus atributos. Sendo assim, Deus não os atormentará eternamente, mas os aniquilará, isto é, os destruirá totalmente. Isso significa que o mal não é eterno, porque teve princípio; e tudo que tem princípio tem fim.

O Deus que nos deu uma nova vida nos dará novos céus e nova terra, nos quais habita justiça (2 Pe 3:13b), e não mais existirão o diabo, o falso profeta, a besta, a morte, o inferno, o ímpio. Sendo assim, não se atormente por causa daquele que anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar (1 Pd 5:8b). Seja apenas vigilante e resistente (1 Pd 5:8a – 9b). De igual modo, não se indigne por causa dos malfeitores, nem tenha inveja dos que praticam a iniquidade (Sl 37:1), pois eles dentro em breve definharão como a relva e murcharão como a erva verde (Sl 37:2). Apenas confie no Senhor e faça o bem (Sl 37:3).
***

DEC - PC@maral

TEXTOS RELACIONADOS:

As Ressurreições: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/03/as-ressurreicoes.html
O que a Bíblia Ensina sobre O Milênio: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/11/o-que-biblia-ensina-sobre-o-milenio.html
A Minha Crença Sobre O Milênio: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/11/minha-crenca-sobre-o-milenio.html
A Vinda de Jesus: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/03/vinda-de-jesus.html

A Nova Terra! O Lar dos Remidos!

Nenhum comentário:
E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os devorou. (Apocalipse 20:9)

Após os que se opõem a Deus serem aniquilados, haverá um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passarão (Ap 21:1): ... aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas (Ap 21:5). Então, a muito antiga promessa divina de renovação do presente sistema de coisas se cumprirá plenamente (2 Pd 3:1-13). Esta terra, que fora amaldiçoada por Deus e sujeita por ele à vaidade (Rm 8:20), no princípio, em razão do pecado do ser humano, agora, será renovada e purificada de toda impureza e totalmente redimida do cativeiro da corrupção (Rm 8:21).

No céu, os salvos permanecerão apenas mil anos, como lemos no artigo anterior. Mas, na nova terra, viverá a grande multidão dos que foram comprados pelo sangue de Cristo, que ninguém pode enumerar e que procedem de todas as nações, tribos, povos e línguas. Os salvos viverão na nova terra, não por algum tempo, mas para sempre, porque esta se tornará a sua eterna morada. Por esse tempo, a cidade santa, a nova Jerusalém, já terá descido do céu, da parte de Deus, para se tornar a sede do perfeito governo de Deus, aqui na terra (Ap 21:9-10).

Os salvos em Cristo, então, terão perfeita e profunda comunhão com Deus, pois este habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles (Ap 21:3), num relacionamento próximo e afetuoso. A presença de Deus com o seu povo não será interrompida como é hoje, por causa do pecado (Is 59:2), mas vai habitar e comungar com eles continuamente. Contudo, o livro do Apocalipse não revela apenas o que haverá na nova terra: também revela o que não haverá ali. Por serem tão claras, não vou comentá-las, mas apenas transcrevê-las, logo a seguir. Em Ap 7:17, lemos: Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum. No mesmo livro (21:4), o apóstolo João diz: A morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. No capítulo 21, versículo 27, também lemos: Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro. Encontramos outra referência, no capítulo 22, versículo 3a: Nunca mais haverá qualquer maldição; e no versículo 5: Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.

Os malfeitores serão exterminados, mas os que esperam no Senhor possuirão a terra (Sl 37:9). Eles se deleitarão na abundância de paz (Sl 37:11b). É verdade que, neste mundo, por causa de Cristo, o seu amado Senhor, sofrem muito (Mt 5:11-12). Mas porque estão certos de que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada (Rm 8:18) a eles, não perdem o ânimo nem a alegria. Ainda que sejam desgastados por fora, por dentro, renovam-se, dia após dia, porque entendem que a pequena e passageira aflição que sofrem vai trazer-lhes uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento (2 Co 4:17). Pouco tempo antes de sua morte, Jesus afirmou: Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar (Jo 14:2). Ele disse mais: E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também (Jo 14:3). Procuremos, pois, viver com fidelidade e santidade, para que sejamos achados prontos para ir com Cristo à casa do Pai, quando ele voltar para nos buscar.

Que coisa maravilhosa será morar na casa do Pai!

DEC
PCamaral

domingo, 28 de novembro de 2010

A Minha Crença Sobre O Milênio

5 comentários:
Em mais essas rápidas considerações sobre o Milênio, começo tratando das controvérsias que este assunto envolve. Há, pelo menos, quatro posições diferentes a respeito dessa doutrina: Os Amilenistas, os Pós-milenistas, os Pré-milenistas históricos e os Pré milenistas dispensacionalistas.

Os Amilenistas não acreditam na literalidade desse período. Entendem-no como um longo período, sem número de anos determinado, que começou no início da Era Cristã e deverá estender-se até a volta de Jesus, e se refere à habitação de Cristo no coração dos crentes.

Os Pós-milenistas são pela opinião de que o milênio será na terra e acontecerá antes da segunda vinda de Jesus Cristo. Será um período de paz e prosperidade material e espiritual, segundo crêem.

Os Pré-milenistas históricos entendem que o milênio acontecerá por ocasião da volta de Cristo, mas será na terra.

Os Pré-milenistas dispensacionalistas têm alguma semelhança com os Pré milenistas históricos, mas dividem a vinda de Cristo em dois momentos: No primeiro, ele arrebatará a igreja; no segundo (sete anos depois do primeiro), ele arrebatará aqueles que se converteram durante os sete anos. Entendem ainda os Pré-milenistas dispensacionalistas que, nos sete anos já referidos, ocorrerá “a grande tribulação”, sendo que a segunda metade dessa semana de anos será marcada pelo reinado do anticristo, conforme interpretam Dn 9:26-27. Esse período, dizem, corresponde à última das setenta semanas mencionadas em Dn 9:26-27. Durante esse tempo, os judeus, agora convencidos de que Jesus é mesmo o Messias que esperavam, e, com eles, muitos gentios, se converterão em massa. Jesus, então, restaurará o povo de Israel e estabelecerá o milênio na terra, onde passará a reinar a partir de Jerusalém.

O que penso e creio sobre o Milênio:

A minha crença sobre o milênio é de que terá início com a segunda vinda de Cristo e não será na terra, mas no céu. Foi para o céu, o lugar onde Deus está (Mt 6:9), que Jesus prometeu levar seus seguidores. Veja, em sua Bíblia, Jo 14:1-3; 1 Ts 4:17; Ap 20:6. A Escritura não deixa dúvidas quanto ao tempo da primeira ressurreição. Ela acontecerá por ocasião da volta de Jesus (1 Co 15:33). É só a partir daí que os salvos começarão a reinar com Cristo (Ap 20:6). Primeiramente, durante o milênio, no céu, e, depois disto, na terra (Ap 21:1-2), onde o próprio Deus morará com os salvos (Ap 21:3).

Creio, através das Escrituras Sagradas, que, no início do milênio, Satanás será aprisionado e assim ficará, durante todo esse tempo (Ap 20:1-2). A Escritura diz que ele foi lançado no abismo. Porém, mesmo não sendo acorrentado e confinado a um espaço geográfico qualquer, ele estará circunstancialmente impedido de executar seus maldosos planos, porque não contará com mais ninguém na terra a quem possa influenciar, porque, depois da volta do Senhor, a terra estará desolada e completamente vazia (Is 24:1). Após o retorno de Cristo, os salvos estarão com ele no céu; os não salvos mortos não ressuscitarão (Ap 20:5), e os não salvos vivos morrerão (Jr 25:33).

Mil anos no céu é o tempo de paz e de descanso que Deus reservou para aqueles que aceitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador e a ele permaneceram leais até ao fim. E este é apenas o começo da eternidade. A Escritura afirma que os salvos serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos (Ap 20:4, última parte).

Vivamos, pois, de tal maneira que, quer pela ressurreição, quer pela transformação, possamos alcançar esse tempo de bem-aventurança. E não nos esqueçamos: Só aqueles que permanecerem fiéis serão poupados e salvos naquele dia.
***

DEC - PC@maral

TEXTOS RELACIONADOS:

As Ressurreições: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/03/as-ressurreicoes.html
O que a Bíblia Ensina sobre O Milênio: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/11/o-que-biblia-ensina-sobre-o-milenio.html
A Minha Crença Sobre O Milênio: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/11/minha-crenca-sobre-o-milenio.html
A Vinda de Jesus: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/03/vinda-de-jesus.html

O que a Bíblia Ensina sobre O Milênio

2 comentários:
O estudo dos “mil anos” de Apocalipse 20 é essencial por diversas razões: 1) Ele aumenta nossa compreensão da vindicação final do caráter de Deus no fim do grande conflito; 2) Indica a recompensa dos justos e sua obra depois da Segunda Vinda de Jesus; 3) A correta compreensão do Milênio evita que aceitemos ensinos que se opõem ao que diz a Bíblia, tais como a doutrina do arrebatamento secreto antes do Milênio e a teoria da “segunda oportunidade” durante o Milênio.


I- DEFINIÇÃO DO TERMO “MILÊNIO”

A palavra “Milênio” não se encontra na Bíblia, mas provém de duas palavras latinas: “Mille” que significa “mil”, e “annum” que significa “anos”; assim, mil anos, seja o que for que esta passagem particular das Escrituras quer dizer. Somente em Apocalipse 20 temos a frase “os mil anos”, fator cronológico mencionado seis vezes em seis versículos. O Milênio começa com uma ressurreição e termina com outra ressurreição.

II- ACONTECIMENTOS NO COMEÇO DO MILÊNIO

1 - A volta de Jesus visível e pessoal (Mt. 24:30; Ap. 1:7): Jesus voltará à terra para buscar a sua Igreja. É a esperança de todos os crentes de todos os séculos. Quando ele vier, todo olho o verá. Não haverá arrebatamento secreto, pois não há base bíblica para isto. Que a Igreja de Cristo atravessará a Grande Tribulação está claro nas palavras de Jesus (Mt. 24:20-31).

2 - Ressurreição dos justos mortos (I Ts. 4:13-16): Já foi dito que não haverá uma ressurreição geral das pessoas na vinda de Cristo, mas sim que os “mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”. Os justos ressurretos também participarão da Sua vinda à terra.

3 - Justos vivos transformados e trasladados (I Ts. 4:17): Na vinda de Jesus, os corpos dos justos que estiverem vivos vão ser instantaneamente transformados (I Co. 15:50-53; Fl. 3:20,21). Os nossos corpos serão incorruptíveis, glorioso, poderoso e espiritual (I Co. 15:42-44,49). Os justos não permanecerão na terra durante o Milênio, pois Jesus virá para buscá-los (Jo. 14:1-3).

4 - Os ímpios vivos são mortos (II Ts.2:7,8): Isto acontecerá quando do céu se manifestar o Senhor Jesus. Neste dia, o Senhor tomará vingança contra aqueles que se recusam a agir com base naquilo que sabem a respeito de Deus e aqueles, que mais especificamente, rejeitam a revelação em Cristo.

5 - Satanás será aprisionado (Ap. 20:1-3): O apóstolo João nos fala de um anjo que tem na mão a chave do abismo e uma grande corrente para prender Satanás e seus anjos durante mil anos. O abismo, mencionado neste texto, se refere à própria terra (Gn. 1:2; 7:11; Sl. 71:20). O Diabo e seus demônios ficarão presos à terra no sentido de que não terão ninguém para tentar durante mil anos, visto que os salvos estarão no céu e os ímpios mortos por ocasião da vinda de Cristo.

III- ACONTECIMENTOS DURANTE O MILÊNIO

1 - A terra ficará desolada (Jr. 4:23-27; 25:33) A vinda do Senhor Jesus desencadeará o fim da ordem mundial da maneira como os homens a conhecem agora. O mundo não está destinado a durar para sempre. A ordem pecaminosa atual está condenada à destruição. Neste tempo, a visão de Jeremias se cumprirá em uma escala mundial.

2 - Os santos reinarão no céu (Ap. 20:4-6) Todos aqueles cuja profissão de fé for considerada genuína serão levados para o céu por ocasião do Segundo Advento de Cristo. Segundo João, irão reinar com Cristo no Milênio: a) Os mártires de todas as épocas (profetas, apóstolos, primeiros cristãos, etc.); b) Os que aceitaram a mensagem do evangelho e rejeitaram o sinal da besta nos últimos dias.

IV- ACONTECIMENTOS NO FIM DO MILÊNIO

1 - Ressuscitam os ímpios mortos (Ap. 20:5): A primeira parte deste versículo deve ser considerada como estando entre parêntesis. A última parte do verso 5 e todo o verso 6 se acham ligados ao assunto do verso 4. Desta forma, segundo João, os outros mortos não foram ressuscitados senão depois que se passaram os mil anos.

2 - Satanás é solto por um pouco de tempo (Ap. 20:7,8): Uma vez que Satanás estava preso por circunstâncias, não tendo a quem enganar, pois os ímpios estavam mortos; portanto o seu libertamento será o reverso dessas circunstâncias que significaram a sua prisão. O “pouco tempo” de que fala o verso 3 certamente indica que esse período será bem limitado.

3 - A nova Jerusalém desce do céu (Ap. 21:2): O Senhor descerá do céu com seu povo santo sobre a face da terra, visitando-a novamente (Is. 24:22). Isto é mais uma prova de que os santos passarão o Milênio no céu.

4 - Satanás e os ímpios atacam a nova Jerusalém (Ap. 20:8,9): Aquilo que Satanás fará depois do Milênio, procurando tomar a cidade santa e arrebatá-la de Deus, não é diferente do que esteve fazendo anteriormente. Sua história consistiu em batalhar contra Deus e acusá-lo, atacar a Cristo e enganar as pessoas, levando-as a servirem e adorarem a ele e aos poderes do mal, por meio dos quais tem atuado.

5 - Satanás e os pecadores serão destruídos (Ap. 20:9,10): O Diabo, após a tentativa fracassada de tomar a nova Jerusalém, será lançado no lago de fogo e enxofre, para se juntar aos seus cortesãos: a besta e o falso profeta. Este é o julgamento final de Satanás e de seus seguidores, bem como dos anjos decaídos (Ml. 4:1-3; II Pd. 2:4).

6 - A terra será purificada e renovada (II Pd. 3:8-13): No fim do Milênio, Satanás e aqueles que aderirem a sua rebelião serão destruídos. O universo ficará livre do pecado. E então Deus recriará a Terra para que seja o lar eterno dos salvos.
***

DEC - PC@maral

TEXTOS RELACIONADOS:

As Ressurreições: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/03/as-ressurreicoes.html
O que a Bíblia Ensina sobre O Milênio: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/11/o-que-biblia-ensina-sobre-o-milenio.html
A Minha Crença Sobre O Milênio: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/11/minha-crenca-sobre-o-milenio.html
A Vinda de Jesus: http://blogdopcamaral.blogspot.com/2010/03/vinda-de-jesus.html

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Michael W Smith - Above All

Nenhum comentário:
Além das forças, além dos reis
Além da natureza e da criação
Além da mente e dos planos do homem
Tu estavas aqui antes do mundo



Above all powers above all kings
Além das forças, além dos reis
 Above all nature and all created things
Além da natureza e da criação
 Above all wisdom and all the ways of man
Além da mente e dos planos do homem
 You were here before the world began
Tu estavas aqui antes do mundo
 

 Above all kingdoms above all thrones
Além dos reinos, além dos tronos
 Above all wonders the world has ever known
Além de todas maravilhas que ja vi(conheço)
 Above all wealth and treasures of the earth
Além das riquezas e tesouros que há na terra
 There's no way to measure what You're worth
Não ha como medir o Teu valor
 

 Crucified laid behind the stone
Crucificado, deixado no sepulcro
 You lived to die rejected and alone
Vieste morrer, rejeitado
 Like a Rose trampled on the ground
e so como uma rosa, jogada no chão
 You took the fall and thought of me
Foste por nós, pensaste em mim
 Above all
Além de tudo
 
 Above all powers above all kings
Além das forças, além dos reis
 Above all nature and all created things
Além da natureza e da criação
 Above all wisdom and all the ways of man
Além da mente e dos planos do homem
 You were here before the world began
Tu estavas aqui antes do mundo
 

 Above all kingdoms above all thrones
Além dos reinos, além dos tronos
 Above all wonders the world has ever known
Além de todas maravilhas que ja vi(conheço)
 Above all wealth and treasures of the earth
Além das riquezas e tesouros que há na terra
 There's no way to measure what You're worth
Não ha como medir o Teu valor
 

 Crucified laid behind the stone
Crucificado, deixado no sepulcro
 You lived to die rejected and alone
Vieste morrer, rejeitado
 Like a Rose trampled on the ground
e so como uma rosa, jogada no chão
 You took the fall and thought of me
Foste por nós, pensaste em mim
 Above all
Além de tudo
 

 Crucified laid behind the stone
Crucificado, deixado no sepulcro
 You lived to die rejected and alone
Vieste morrer, rejeitado
 Like a Rose trampled on the ground
e so como uma rosa, jogada no chão
 You took the fall and thought of me
Foste por nós, pensaste em mim
 Above all
Além de tudo
 

 Like a Rose trampled on the ground
e so como uma rosa, jogada no chão
 You took the fall and thought of me
Foste por nós, pensaste em mim
 Above all 
Além de tudo

Rio de Paz pede ao Estado proposta de rendição aos traficantes

4 comentários:
O líder do Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, divulgou comunicado no qual sugere que o Estado proponha aos traficantes da Vila Cruzeiro, que fugiram e se refugiaram no Complexo do Alemão, a rendição para que se evite um banho de sangue e a provável morte de inocentes no maior bunker do tráfico.

O Rio de Paz, movimento da sociedade civil, que luta pela redução de homicídio no Brasil, vem por meio desse comunicado, propor às autoridades públicas do Estado do Rio de Janeiro, que seja feita uma proposta de rendição aos narcotraficantes que se encontram na comunidade do Complexo do Alemão, dando-lhes um prazo para deporem literalmente as armas e entregarem-se à polícia, antes que haja a provável operação policial que está para ocorrer, cujo objetivo é libertar aquela localidade do domínio territorial armado de uma facção criminosa.

Os motivos desse pedido relacionam-se aos seguintes fatos:

1. O possível efeito emocional e dissuasório da ação inédita, realizada no dia de ontem, pelas forças policiais em parceria com a Marinha brasileira, sobre a vida dos membros da facção criminosa que atua naquela localidade.

2. A preservação de centenas de vidas, uma vez que, a probabilidade de banho de sangue é concreta, caso haja resistência por parte dos narcotraficantes. O Rio de Paz quer evitar, entre outras coisas, cenas de pais e mães carregando no colo corpo ensangüentado de filho morto.

3. O aspecto moral da questão. Oferecer-lhes a proposta de rendição, que preservaria vidas humanas, é atitude que melhor se harmoniza ao espírito que deve reger as relações humanas no Estado Democrático de Direito.

O Rio de Paz ressalta o êxito das decisões tomadas pela Poder Público, após a crise que se estabeleceu no campo da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro: A Vila Cruzeiro foi retomada sem derramamento de sangue; O extenuante trabalho das nossas polícias na tentativa de restabelecer a ordem pública; A conjugação de esforços com as forças armadas brasileiras; e O compromisso com a transparência, com todas as autoridades da área de segurança, colocando-se à disposição dos meios de comunicação para que a sociedade receba esclarecimento.

O Rio de Paz entende que, em momento tão crucial da história da nossa cidade, a população deve estar ao lado do seus governantes, para que seja debelado o problema histórico e crônico do terror impingido pelas facções criminosas. Não é momento para divisões. A vitória do Estado é a vitória de toda uma sociedade, que está farta da barbárie e de enterrar seus mortos.

“O mundo está de olho no Rio de Janeiro, torcendo para que encontremos solução para a crise da segurança pública, mas atento a fim de saber se o nosso procedimento será de povo civilizado. Estamos diante de grande aceno à democracia: nunca tantos anelaram pela vitória sobre o crime organizado. Estamos diante de grande ameaça à democracia: nunca tantos quiseram a vitória sobre o crime organizado a qualquer preço. A mínima possibilidade de vitória sem derramamento de sangue impõe o dever imperioso de darmos chance à solução pacífica. Pode parecer romântico, mas antes de tudo trata-se de uma demanda da razão e do amor”, declara Antônio C. Costa, presidente do Rio de Paz.


Antônio Carlos Costa"
***


Fonte: Palavra Plena

Usando as Mãos com Criatividade!

Um comentário:
AT & T é uma operadora de telefonia celular que sabe como fazer uma promoção de sucesso. Dê uma olhada nesses cartazeS. Usando apenas as mãos e um telefone, o portador americano recria uma idéia popular de mãos pintadas nas cores de diferentes países.

INDIA

BAHAMAS


AUSTRALIA


BRASIL


CANADÁ


CHINA


***

Fonte: Funzug.com

TERROR NO RIO: Perguntas que não querem calar

16 comentários:
Por Hermes C. Fernandes

Por que os mesmos líderes evangélicos que durante a campanha eleitoral vieram a público defender seu posionamento contra o homossexualismo e o aborto ainda não se manifestaram quanto ao campo de batalha em que se tornou o Rio de Janeiro?

Por que muitos pastores estão mais preocupados em ter que cancelar seus cultos do que propriamente com o bem-estar de seus membros?

Por que muitos crentes preferem aludir ao fim do mundo como justificação para a situação em que chegou nossa cidade? Será que teremos um Apocalipse Carioca? E o que tem acontecido no Iraque e em outros lugares de conflito no mundo seria o quê? Não seria este um argumento escapista? Nunca houve conflitos como esse em outras épocas? Se o que está acontecendo no Rio é um sinal dos tempos, o que teria sido a segunda guerra mundial?

Por que a presença maciça da igreja evangélica na Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão e em outras comunidades dominadas pelo tráfico não tem sido capaz de reverter o quadro? Seria isso fruto de uma mensagem escapista?

Por que há tantos filhos de crentes envolvidos no crime? Até onde a teologia da prosperidade teria responsabilidade no aumento da criminalidade, uma vez que supervaloriza a posse de bens materiais?

Por que tantos crentes acham que as coisas podem ser resolvidas através de algum tipo de marcha ou manifestação pública? E quanto àqueles que acreditam no poder de atos proféticos?

Por que a polícia permitiu que os bandidos fugissem para o complexo do alemão? Por que o poder público resolveu invadir duas grandes favelas na Zona Norte do Rio, e não a Rocinha? Seria por ser na Zona Sul, próximo de onde moram os governantes, seus amigos e familiares?

Por que parte da população parece desejar um derramamento de sangue em vez da prisão e julgamento dos criminosos?

Por que os governantes gostam de posar de heróis como se eles mesmos não tivessem responsabilidade pelo aumento da criminalidade nos últimos anos? Onde eles estavam enquanto a cidade se favelava? Será que alguns deles seriam também usuários de drogas? E seus filhos?

De onde vêm as ordens capazes de unir facções arquiinimigas para aterrorizar o Estado do Rio? Se vêm dos líderes dessas facções que estão atrás das grades, quem as facilita? Como teriam acesso a celulares se estão em presídios de segurança máxima?

De onde vêm as armas pesadas usadas pelo traficantes? Quem facilita sua entrada no País? Quem estaria por trás de tudo isso? Quais as motivações, interesses e intenções inconfessáveis que não são reveladas pela Mídia? Quem coloca a arma na mão do bandido? Quem financia o crime? Não seriam muitas das mãos que agora aplaudem a tomada da Vila Cruzeiro?

A teologia que abraçamos nos faz pessoas mais compassivas ou ufanistas? Nos aliena ou nos impulsiona em favor do outro? De que lado nos colocamos, do Poder Público, dos bandidos ou da população indefesa?

Se você gostaria de sugerir mais alguma pergunta ou responder a algumas das que estão expostas aqui, poste um comentário. Perguntar não ofende... ou será que ofende?
***

Fonte: Hermes Fernandes

Jesus Transforma Minha Vida

2 comentários:
Tendo o mestre-sala provado a água transformada em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou o noivo. (Jo 2:9)

A Palestina, antiga terra de Canaã, onde se desenvolveram os mistérios da redenção, era, nos dias de Cristo, constituída por três divisões principais: Judeia, Samaria e Galileia. A Judeia ficava ao sul; Samaria, ao centro, e a Galileia ao norte. Jesus nasceu em Belém da Judeia (Lc 2:4-7), mas foi criado em Nazaré, que pertencia à Galileia (Lc 2:39). Ao atingir a maioridade legal (Nm 4:3), ali ele iniciou o seu ministério (Lc 4:14 16, 31); ali chamou os seus primeiros discípulos e realizou o seu primeiro milagre: a transformação da água em vinho (Jo 2:1-11).

É no Evangelho de João (2:1-11) que encontramos o registro do primeiro milagre (ou sinal) realizado por Jesus, ao iniciar seu ministério. Este fato aconteceu durante uma festa de casamento, em Caná da Galileia, e a narração começa assim: Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento, (Jo 2:1-2). A análise desse episódio revela-nos os sentimentos de sociabilidade e solidariedade demonstrados por Jesus, assim como sua sabedoria e seu poder.

A sociabilidade de Jesus: Participando daquela festa como convidado, Jesus teve a oportunidade de revelar o lado social do evangelho. Portanto, com base nesse exemplo de Cristo, nenhum cristão está impedido de participar de eventos sociais, desde que neles prevaleçam a decência, a ordem e os bons princípios. Jesus sempre esteve presente em ajuntamentos, desde que neles pudesse fazer algo para a glória do Pai. Esteve em jantares (Jo 12:1 e 2); velórios (Lc 7:12-15); sinagogas (Mt 4:23; 9:35), festas de casamento (Jo 2:1-11), e até nas praias (Mt 13:2; Mc 4:1; Lc 5:3). As festas de casamento entre os judeus, naquela época, costumavam durar até uma semana. Em razão disso, todos os preparativos deveriam ser feitos com antecedência e levando-se em consideração o tempo de duração da festa e o número dos convidados. A anfitriã, nestes casos, a família do noivo, era a responsável pelas despesas e pela organização geral, de modo a proporcionar aos convidados o melhor atendimento possível. Havia um mestre-sala e serventes na prestação desse atendimento. Um detalhe: o vinho de boa qualidade não podia faltar à mesa, enquanto durasse a festa.

A solidariedade de Jesus: Enquanto a festa se desenrolava, Maria, mãe de Jesus, percebeu que o vinho que estava sendo servido aos convidados se acabara, e, embora os convidados de nada soubessem, nos bastidores, isto já não era mais segredo. Os responsáveis pela festa, preocupados, não sabiam o que fazer. O clima entre eles era de desapontamento. Ciente disto, Maria, discretamente, confidenciou a Jesus: Eles não têm mais vinho (Jo 2:3). A atitude tomada por sua mãe revela que ela cria firmemente numa solução do problema por parte de Jesus. A informação dada a Jesus por Maria teve o significado de um pedido de socorro. Foi como se ela dissesse: Faze alguma coisa por eles. A resposta de Jesus foi: Ainda não é chegada a minha hora (Jo 2:4). Não queria prevalecer-se de sua autoridade como Filho de Deus e nem queria chamar para si a atenção dos circunstantes, principalmente porque, segundo ele, o momento certo ainda não era chegado. Sua mãe também não insistiu; ao informar-lhe, retirou-se, depois de ter recomendado aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser (Jo 2:5). Jesus, porém, no seu íntimo, solidarizou-se com aquela família e decidiu ajudá la.

A sabedoria de Jesus: Havia ali seis talhas feitas de pedras, daquelas que eram usadas pelos judeus em seus rituais de purificação. Jesus, pois, determinou aos serventes que as enchessem de água até à borda. Feito isto, o milagre aconteceu! Jesus havia transformado em puro vinho a água colocada nas talhas pelos serventes. Disse-lhes Jesus: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram. Ao experimentar a água transformada em vinho, o mestre-sala chamou ao esposo e disse-lhe: Todo homem põe primeiro o vinho bom, e, quando já tem bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho (Jo 2:9-10). Considerando a observação feita pelo mestre-sala, o vinho resultante da transformação da água, comparado ao que antes tinha sido servido aos convidados, era-lhe superior em qualidade. Assim manifestou Jesus a sua sabedoria não só por usar o momento certo, mas também a maneira certa de agir. E, nisto, Deus, o Pai, foi glorificado. Seus primeiros discípulos, André, Simão Pedro, Felipe e Natanael, eram apenas iniciantes na caminhada ao lado de Jesus, mas, ao presenciarem esse extraordinário milagre, creram em Jesus, convencidos de que ele era, de fato, o Filho de Deus.

O poder de Jesus: A transformação da água em vinho marcou o início de uma longa série de milagres que Jesus realizou na terra, durante sua estada entre os homens. Com este milagre, manifestou sua glória e o seu poder. Porém, o que fez ali em Caná da Galileia, há cerca de dois mil anos, apenas ilustra o que continua fazendo em outros tempos, envolvendo situações, lugares, ambientes, pessoas. Começando com a transformação da água em vinho, Jesus continua transformando trevas em luz (Mt 4:16); tristeza em alegria (Jo 16:22); morte em vida (Jo 5:24; 11:25-26), e fraqueza em força (II o 12:10). Sobre o poder transformador de Cristo, leia: I Co 15:51-52; II Co :18; Fp 3:21. Muitos foram curados; outros foram libertos do poder o inimigo; outros, ainda, entre os que estavam escravizados pelo pecado, foram libertados e transformados em servos de Deus (Rm 6:20-22). Paulo é um dos melhores exemplos de alguém que foi transformado por esse poder de Jesus (At 9:21,26). Sua vida mudou como da água para o vinho (At 22:12-21). Hoje, assim como no passado, o mundo está necessitando da realização de milagres verdadeiros, que manifestem a glória de Deus no meio do seu povo. Estamos falando de milagres verdadeiros. Milagres que, uma vez realizados, concorram para o engrandecimento do nome de Deus, ou seja, milagres que induzam à glória de Deus, milagres que levem as pessoas a se converterem a Cristo, a renunciarem os prazeres do mundo e a se submeterem aos sãos ensinos do evangelho (cf. At 4:32-33; 5:12-16). Hoje, muitos estão em busca de sinais que redundem em glória para si mesmos. Isso contraria o espírito do verdadeiro evangelho.

PRATICANDO A PALAVRA DE DEUS

Se você deseja transformação, procure a intervenção de Jesus - A presença de Jesus em qualquer lugar é sempre importante porque é a garantia de solução para qualquer problema existencial, Jo 11:32. Porém, muitas pessoas, mesmo contando com a presença de Jesus no ambiente onde se encontram, estão passando apertos ou necessidades (Mt 8:23-27). É que não decidiram ainda revelar-lhe o tipo de problema que as aflige e o que esperam de sua parte como solução. O milagre de Caná aconteceu como resultado da intervenção de Jesus.

Se você deseja transformação, respeite o cronograma de Jesus - É sempre bom saber que Jesus pode atender nossos pedidos e solucionar nossos problemas, quando por estes somos afligidos. O que muitos não sabem é ter paciência suficiente para esperar o momento certo para o Senhor agir. As coisas nem sempre acontecem quando e como queremos que aconteçam. O nosso tempo nem sempre coincide com o tempo de Deus. Por isso, nunca devemos deixar de falar com ele sobre as nossas necessidades, mas sem nos esquecermos de respeitar o seu cronograma.

Se você deseja transformação, obedeça à orientação de Jesus - Quando os serventes, sem nada questionarem, fizeram o que Jesus lhes mandou, enchendo as talhas de água, o milagre aconteceu (Jo 2:7-10). A lição que precisamos aprender, aqui, está associada à atitude de obediência daqueles serventes. Jesus está sempre pronto a satisfazer as nossas necessidades, quando a ele recorremos, mas espera de nossa parte que estejamos também dispostos a seguir a orientação que ele nos dá, fazendo o que ele nos manda. Um gesto de obediência e submissão pode mover o coração de Deus a nosso respeito.

CONCLUSÃO

Concluímos que, onde quer que Jesus esteja, há sempre a possibilidade de acontecer algum milagre. Para que isso aconteça, precisamos buscá-lo cientes do que estamos necessitando. Mas só pedir a sua interferência não basta. Em alguns casos, precisamos pedir e esperar pelo tempo certo de ele agir. Deus quer nos abençoar, mas é soberano em suas decisões. Por isso, nem sempre responde no tempo e do modo como desejamos. Precisamos aprender a condicionar o nosso desejo ao tempo e à vontade do Senhor.

Que Deus nos abençoe!
***

DEC - PC@maral

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dirigir não é lazer! Respeite a Vida! A sua e a dos outros!

Nenhum comentário:
Uma das maiores empresas de marketing do mundo, resolveu passar uma mensagem para todos, através de um vídeo criado pela TAC (Transport Accident Commission) e que teve um efeito drastico na inglaterra.

Depois desta mensagem, 40% da população da inglaterra, deixou de usar drogas e se alcoolizar pelo menos nas datas comemorativas, não temos este tipo de iniciativa aqui no Brasil. Espero que todos assistam, mesmo que não se alcoolize ou usem algum tipo de drogas, e que reflitam e passem para os seus contatos. Orientem seus filhos, sobrinhos, amigos etc..



Esta campanha é uma oportunidade para revisitar algumas das imagens que foram gravadas em nossas memórias, lembre-se das muitas milhares de pessoas que foram afetadas pelo trauma rodoviário e lembrar a todos nós que por amor, por favor, dirija com segurança.

Acidentes Aéreos Victoria Comissão.
http://www.tac.vic.gov.au

Por email de JeppoMusic

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O Conflito de Gerações Continua

2 comentários:

Sobre Dons Espirituais

Nenhum comentário:
Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. (1 Coríntios 12:4-7)

Segundo alguns expoentes, os dons dividem-se em ordinários e extraordinários. Na primeira classificação incluem-se os dons de natureza comum. Na segunda encontramos aqueles dons de caráter sobrenatural. Esses dons extraordinários são aqueles nove alistados em I Coríntios 12:8-10:

1) palavra da sabedoria,
2) palavra do conhecimento,
3) fé,
4) curas,
5) operação de milagres,
6) profecia,
7) discernimento de espíritos,
8) variedade de línguas,
9) interpretação de línguas.

I- DIVERSIDADE DE DONS

O Apóstolo Paulo, comentando sobre os dons espirituais, afirmou: “Ora há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”. E ele continua dizendo: “E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos” (I Co. 12:4,6). Esta lista de dons, seguindo termos funcionais, pode ser dividida em três grupos, conforme segue abaixo:

1 - Dons de Revelação: Revelar significa: Tirar o véu; desvelar; fazer conhecer; divulgar; fazer conhecer sobrenaturalmente. Incluem a Palavra da Ciência, Palavra da Sabedoria e o Discernimento de espíritos.

2 - Dons de Poder: Trata-se da virtude do Espírito; concedem poder para agir sobrenaturalmente. Inclui os Dons de Curar, Operação de Maravilhas e Fé.

3 - Dons de Expressão: Expressão, nesse caso, refere-se à capacidade para falar de maneira sobrenatural. Inclui a Variedade de Línguas, Interpretação das Línguas e Profecia.

II- DONS DE REVELAÇÃO

1 - Palavra da sabedoria - Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; (I Co 12:8): Por esta expressão entende-se pronunciamento ou da declaração de sabedoria. Revelação ou expressão de Deus, análoga à ocasião. Necessidade de conhecer e saber “como” - para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele,iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder; (Ef 1:17-19), o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito, (Ef 3:5), e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ( II Pd 3:15), A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. (Tg. 3:17).

2 - Palavra do conhecimento - Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; (I Co 12:8) É um pronunciamento ou declaração de fatos, inspirado dum modo sobrenatural. Em suma é saber algo que Deus sabe, saber acerca de Deus, ou acerca de outras pessoas, ou situações, e que vem somente por revelação divina - porque, em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento (I Co. 1:5), Como, porém, em tudo, manifestais superabundância, tanto na fé e na palavra como no saber, e em todo cuidado, e em nosso amor para convosco, assim também abundeis nesta graça. (II Co. 8:7), para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele (Ef. 1:17), Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito: Estão aí dois homens que te procuram; levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu os enviei. (At 10:19-20). Entretanto, certo homem, chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade, mas, em acordo com sua mulher, reteve parte do preço e, levando o restante, depositou-o aos pés dos apóstolos. Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Ouvindo estas palavras, Ananias caiu e expirou, sobrevindo grande temor a todos os ouvintes. (Atos 5:1-5).

3 - Discernimento de espíritos - a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las. (I Co 12:10): Este dom dá capacidade à pessoa para distinguir, para julgar se é o Espírito de Deus que está atuando ou não na vida de uma pessoa. Esse dom capacita o possuidor para “enxergar” todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração ou ação.
Aconteceu que, indo nós para o lugar de oração, nos saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens são servos do Deus Altíssimo e vos anunciam o caminho da salvação. Isto se repetia por muitos dias. Então, Paulo, já indignado, voltando-se, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela. E ele, na mesma hora, saiu. (Atos 16:16-18).

III- DONS DE PODER

1 - Fé - a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; (I Co 12:9): Este Dom é uma dotação especial do poder do Espírito. Parece vir sobre alguns servos de Deus em tempos de crise e oportunidades especiais duma maneira tão poderosa, que não deixa dúvidas de que foi a ação de Deus que se fez presente. Podemos dizer que é esse tipo de fé que nos dá a palavra da divina autoridade. Ao que Jesus lhes disse: Tende fé em Deus; porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele. (Mc 11:22-23). Pedro, porém, lhe disse: Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda! (Atos 3:6). Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. (Jo 14:12-13)

2 – Milagres - a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las. (...)A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. (I Co 12:10 e 28): Literalmente: energia poderosa, poder dinâmico, força divina. Um poder sobrenatural, onde o poder divino é manifestado fora do comum, extraordinariamente. Outras palavras são usadas para designar esse dom: maravilhas, sinais, prodígios. Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E costumavam todos reunir-se, de comum acordo, no Pórtico de Salomão. Mas, dos restantes, ninguém ousava ajuntar-se a eles; porém o povo lhes tributava grande admiração.E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor, a ponto de levarem os enfermos até pelas ruas e os colocarem sobre leitos e macas, para que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse nalguns deles. (Atos 5:12-15). E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam. (Atos 19:11-12), por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo; de maneira que, desde Jerusalém e circunvizinhanças até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo, (Rm. 15:19)

3 - Dons de curar - a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; (...) A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. (I Co 12:9,28): Literalmente: Livramento das doenças, das piores enfermidades, males incuráveis. Dizer que uma pessoa tenha os dons, significa que são usados por Deus duma maneira sobrenatural para dar saúde aos enfermos por meio da oração. Não se deve entender que quem possui esse dom tenha o poder de curar a todos; deve dar-se lugar à soberania de Deus e à atitude e condição espiritual do enfermo. Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças. (Mt 8:16-17). Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. Se este homem não fosse de Deus, nada poderia ter feito. Mas eles retrucaram: Tu és nascido todo em pecado e nos ensinas a nós? E o expulsaram. Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando-o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem? (Atos 9:32-35)

IV- DONS DE EXPRESSÃO:

a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las. (I Co 12:10)

1 - Profecia: Falar claramente, anunciar. A profecia, geralmente falando, é expressão vocal inspirada pelo Espírito Santo de Deus. A profecia bíblica pode ser mediante revelação da Palavra do Senhor. Pode também ser extática, uma expressão de inspiração do momento (Atos 11:27,28; 13:1,2; 21:10,11). Significa também falar numa linguagem do poder do Espírito Santo. O propósito deste dom é edificar, exortar, confortar, instruir, consolar (I Co. 14:3,4,31). As profecias devem ser julgadas (I Co. 14:29) mas não desprezadas (I Ts. 5:20).

2 - Línguas: Também conhecida como “variedade de línguas”. O Dom de Línguas é o poder de falar sobrenaturalmente em uma língua nunca aprendida por quem fala, sendo essa língua feita inteligível aos ouvintes por meio do Dom igualmente sobrenatural de interpretação.

Seu propósito:

- Para sinais - Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; (Mc 16:17).
- Para a edificação pessoal - O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja. (I Co 14:4).
- Para edificação, no culto público - Assim, também vós, visto que desejais dons espirituais, procurai progredir, para a edificação da igreja. Pelo que, o que fala em outra língua deve orar para que a possa interpretar. (...) Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação. No caso de alguém falar em outra língua, que não sejam mais do que dois ou quando muito três, e isto sucessivamente, e haja quem interprete. Mas, não havendo intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus (...)Portanto, meus irmãos, procurai com zelo o dom de profetizar e não proibais o falar em outras línguas. Tudo, porém, seja feito com decência e ordem. (I Co. 14:12,13,26-28,39,40).

3 - Interpretação de línguas: Explicar, tornar conhecido o sentido da língua ou a sua significação. O propósito do dom de interpretação é tornar inteligíveis as expressões do êxtase inspiradas pelo Espírito Santo que se pronunciaram em uma língua desconhecida da grande maioria presente, repetindo-se claramente na língua comum ao povo congregado (I Co. 14:5).

V- O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS

1 - Para “um fim proveitoso” (I Co. 12:7): Para unificar o Corpo - os membros - da Igreja (I Co. 12:11-26). Para edificar a congregação (I Co. 14:12,26). Para julgar (I Co. 12:25).

2 - Edificação (I Co.14: 12,13): O propósito dos dons é a edificação da igreja, para encorajar os crentes e converter os descrentes (Atos 1:8).

3 - Para que o mundo veja os sinais (Mc. 16:15-18; Hb. 2:4): Para manifestar a glória de Jesus (Jo. 2:11). Para confirmar a Escritura e aumentar a fé (Jo. 2:22,23). Para convencer e converter (I Co. 14:24,25). Para testificar de Jesus (Jo. 10:25). Para a Glória de Deus (Mt. 9:8). Para a confirmação de Jesus como o Messias (Mt. 11:2-6). Para mostrar a natureza compassiva de Jesus (Mt. 14:14).

VI- A MANEIRA CORRETA DO USO DOS DONS ESPIRITUAIS

Conforme o apóstolo Paulo, ou os dons são usados com amor, ou serão ineficazes para a Igreja (I Co. 13:1-13). O capítulo 14 de I Coríntios expõe os seguintes princípios para esse desempenho espiritual:

1 - Valor proporcional (vs. 5-10): Os coríntios haviam-se inclinado demasiadamente para o Dom de Línguas, certamente por causa de sua natureza espetacular. Paulo lembra-lhes que a interpretação e a profecia eram necessárias para que o povo pudesse ter conhecimento inteligente do que se estava dizendo.

2 - Sabedoria (v. 20): Paulo diz: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento”. Em outras palavras: “Usai o senso comum. Não sejais como crianças em vossa capacidade intelectual”.

3 - Autodomínio (v. 32): Aquele que possui o dom de línguas e profecia pode dominar sua expansão e falar unicamente a Deus, quando tal domínio seja necessário.

4 - Suscetível de ensino (vs. 36,37): Infere-se desses versos que alguns dos coríntios haviam ficado ofendidos pela crítica construtiva de seus dirigentes.

5 - Ordem (v. 40): O Espírito Santo não inspirará aquilo que seja desordenado e vergonhoso. Quando o Espírito Santo está operando, há uma comoção e harmonia, de tal forma que todos que participam são edificados.
***

DEC
PCamaral

Ronaldo Didini declara: A teologia da prosperidade é demoníaca!

Nenhum comentário:
Ronaldo Didini repudia parte do que acreditou no passado.

“A teologia da prosperidade é demoníaca, um câncer que afeta
as igrejas. Já bateu no fundo do poço e a liderança evangélica
deveria unir-se contra ela.”
Por Marcos Couto

Nos últimos meses, a notícia de que uma igreja assumiria o controle de mais um canal da TV brasileira causou burburinho. Trata-se da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), comandada pelo seu apóstolo Valdemiro Santiago, egresso da Igreja Universal do Reino de Deus. A denominação assumiu o controle da Rede 21. Um dos grupos neopentecostais com crescimento mais rápido no país, a IMPD iniciou as transmissões disposta a se expandir ainda mais. O slogan da nova emissora – “Vem pra cá, Brasil” – já sugere o caráter do empreendimento. O carro-chefe da programação são os cultos, cheios de imagens de exorcismo e curas, promovidos por Valdemiro. Na telinha, ele que chama as pessoas à plataforma, abraça-as e chora com elas, num ambiente que mistura comoção e alguma histeria. O investimento da IMPD em mídia é mantido em sigilo absoluto, mas comenta-se no mercado que chegaria a 4 milhões de reais mensais.

Tamanho investimento vale a pena? Para o pastor Ronaldo Didini, sim. Quando a Igreja Universal comprou a Record, há quase 20 anos, foi ele, na época pastor da denominação de Edir Macedo, quem esteve à frente das negociações. Naquela emissora, comandou o 25ª hora, programa que marcou época na radiodifusão evangélica. Dali, ele ligou-se à Igreja Internacional da Graça de Deus, comandada pelo missionário Romildo Ribeiro Soares, onde colaborou na implantação da Nossa TV e da Rede Internacional de Televisão (RIT). Agora, depois de servir de interlocutor e sacramentar o negócio entre o Grupo Bandeirantes e a Mundial, ele é o gestor da Rede 21. Inteligente e bem articulado, apresenta o programa Hora Brasil, exibido diariamente entre meia-noite e 1h30. “É uma continuação do que fazia no 25ª Hora”, define.

Aos 51 anos, casado e pai de duas filhas, Didini considera a televisão um poderoso instrumento para a evangelização. Sua trajetória chama a atenção não apenas por sua especialidade em TV evangélica, mas também por sua migração denominacional. Tendo peregrinado por igrejas como Universal, Graça e agora a Mundial do Poder de Deus – fora o período em que esteve em Portugal, onde montou a dirigiu a Igreja do Caminho –, ele conhece como poucos o mundo do neopentecostalismo. “Não nego meu passado, mas amadureci”, diz o religioso. Hoje, Didini é um detrator da teologia da prosperidade, que, segundo ele, é um câncer que está consumindo a Igreja brasileira. “E muitos pastores a defendem abertamente em rede nacional. É o que existe de pior na televisão do país”, critica. O religioso recebeu a reportagem de CRISTIANISMO HOJE em sua nova casa no bairro do Morumbi, em São Paulo:

CRISTIANISMO HOJE – O senhor tornou-se uma referência para a mídia evangélica por ter comandado o 25ª Hora, exibido pela Rede Record nos anos 1990. Como foi aquela experiência?

RONALDO DIDINI – Foi uma experiência riquíssima, tanto do ponto de vista religioso como sociológico. Aquela foi a primeira vez que pastores evangélicos discutiram abertamente com a sociedade todos os problemas do nosso tempo. Quebramos barreiras, pois deixamos claro que o evangélico é um cidadão como qualquer outro. Ali, falávamos abertamente sobre qualquer assunto, sobre sexo, política, coisas então consideradas tabu em nosso meio, sem perder o compromisso com os valores da Palavra.

Como o senhor avalia a programação evangélica feita hoje no Brasil?

O que existe de melhor, a meu ver, é a combinação que a Igreja Mundial do Poder de Deus faz entre proclamação da Palavra e demonstração do poder de Deus. Também gosto de alguns programas que estudam a Bíblia nas madrugadas. Um exemplo são os programas de Silas Malafaia naquele horário, onde ele recebe pastores e gente interessante. Os peixes mais graúdos são os que estão ligados nessa hora, de madrugada. Quando alguém prega com mansidão e de maneira equilibrada nesse horário, em que a pessoa liga a TV porque precisa ouvir a Palavra, não há quem não se quebrante.

Com a entrada maciça dos evangélicos na televisão, não há uma “guerra santa” pela audiência?

Não creio. Por mais que o homem fale, quem está no controle da Igreja é o Espírito Santo. Mas podemos fazer uma leitura diferente do que acontece no Brasil. Em 1985, acabou o regime militar. As pessoas esperavam por algo novo, desejavam mudanças, inclusive na esfera espiritual, já que a presença católica era hegemônica. A abertura também trouxe esse novo momento, em que as igrejas passaram a ter liberdade para usar os meios de comunicação. Houve imaturidade, inconsistência? Sim. A sociedade e a Igreja não souberam medir isso. Por outro lado, a liberdade foi também exacerbada. Há dez anos, as crianças estavam dançando na boquinha da garrafa por causa da TV. Hoje, amadurecemos e não se vê mais isso. Acho que o mesmo aconteceu com a Igreja Evangélica em seu crescimento; agora, é preciso colocar os pés no chão e regrar isso.

Comenta-se a boca miúda que R.R.Soares paga R$ 5 milhões mensais à Bandeirantes e que Malafaia desembolsa outro tanto. Há informações de que sua igreja teria um investimento em TV estimado em 4 milhões por mês. Essas cifras são reais?

Não acredito que sejam reais, até porque, nesse caso, o mercado seria super-inflacionado e não haveria condições de se pagar tanto. O próprio mercado publicitário não teria condições de concorrer com esses valores. Vivo no meio e posso dizer que falam de números muito mais altos que os reais.

O Hora Brasil tem a mesma proposta do 25ª Hora?

O Hora Brasil funciona como se fosse um termômetro. Obviamente, do 25ª Hora para cá, a sociedade evoluiu muito. Hoje, cerca de 30% da população é evangélica. Eu chamo a sociedade para dialogar sobre assuntos religiosos, médicos, problemas sociais. Estou fazendo jornalismo e já pude observar algo interessante: uma preocupação generalizada com a preservação da família. Pessoas com as mais diferentes linhas de pensamento estão preocupados com o destino das famílias, com seus valores – ao contrário do que a mídia em geral incentiva, que é a falta de compromisso, a infidelidade conjugal, o individualismo e a libertinagem, que tanto marcam nosso tempo. Mas o Brasil não é uma Sodoma ou Gomorra. Isso é resultado do esforço feito ao longo dos anos por homens e mulheres de Deus para pregar o Evangelho, e que levou ao boom dos crentes na mídia. Os especialistas criticam esse avanço, mas ele é uma âncora de valores há muito esquecidos e desprestigiados. Infelizmente, esse avanço tem dois lados: o positivo, do qual já falei, e o negativo, que são os escândalos. Mas Jesus já disse que escândalos viriam. Temos que nos preocupar com os “ais” que os sucederão, para que não sejamos seus causadores. É preciso haver limites.

Quais são esses limites?

Fiquei assustado com o que fez o pastor Marcos Feliciano em seu programa. Ao mesmo tempo em que pregava o Evangelho, ele anunciava terrenos para as pessoas comprarem em prestações, dizendo que Deus abençoaria aquela compra. Isso ultrapassa o limite. Ao mesmo tempo em que se anuncia a salvação, vincula-se isso à venda de produtos para receber a bênção de Deus. Lógico que aquele comercial está sendo pago. Feliciano ultrapassou a barreira ética. Para mim, isso é oque existe de mais vulgar na teologia da prosperidade. A igreja precisa de fundos? Sim. Mas de onde vêm? Dos dízimos e ofertas. Apenas eles têm fundamento bíblico. Sem esse pastor perceber, creio que o próprio Deus o fez tropeçar para expor a nudez desses cruéis ensinos. A teologia da prosperidade é um câncer no segmento evangélico.

Por que o senhor critica tanto a teologia da prosperidade?

Porque ela é demoníaca. Penso que os líderes evangélicos deveriam se unir e dar um basta nesses ensinos. A teologia da prosperidade bateu no fundo do poço e já deveria haver uma conscientização de muitos líderes acerca disso. Todos que optam por esse caminho ficam satisfeitos apenas em ir bem financeiramente, não ter sofrimento de nenhum tipo. Querem ficar independentes, achando que não precisam de mais nada. Os pregadores da prosperidade não têm contato com o povo e não enxergam isso, porque são pobres, cegos, miseráveis e estão nus. O homem não tem que ditar regras a Deus e dizer a ele como e a que horas fazer o milagre. Minha crítica a essa teologia é que ela proclama aquilo que é terreno e não o que é sagrado, sobrenatural. Com o tempo, tal mensagem se desgasta e o resultado está aí. Eu fui missionário em nações muito pobres da África. Por que a teologia da prosperidade não funciona lá? Para responder essa questão, o teólogo da prosperidade não está preparado. Se não funciona lá, ela é antibíblica. Jesus falou que é mais fácil um camelo passar pelo fundo da agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. Ora, se a teologia da prosperidade fosse bíblica, todos seriam ricos e quase ninguém acabaria salvo. Pregar e acreditar na teologia da prosperidade é como construir um castelo na areia ou fazer um gigante com pés de barro – mais cedo ou mais tarde, tudo cairá.

Mas durante muito tempo o senhor militou em igrejas propagadoras da teologia da prosperidade... Quem mudou, suas ex-igrejas ou o senhor?

Não mudei o meu pensamento. Foi a obra do Espírito Santo, que me amadureceu. Sou muito grato por tudo que recebi na Igreja Universal e na Igreja da Graça. Não tenho nada contra essas instituições e nem contra seus líderes. Minha diferença é doutrinária. Uma coisa é enxergar, e outra é mudar, se for preciso, sair do sistema, quando ele se torna mais poderoso do que a Bíblia. O catolicismo está cheio de exemplos assim. Todos os padres sabem que não é uma bula papal que pode dizer que o líder é infalível ou que Maria subiu ao céu com seu corpo. Mas o sistema Católico Apostólico Romano requer que essa doutrina seja aceita, e muitos a defendem em nome de um sistema.

O senhor não teme ser considerado ingrato por seus ex-líderes?

Como eu disse, nada tenho contra Macedo ou Soares. Tanto, que quando eu saí da Universal, foi como que se perdesse meu chão. A Iurd para mim era mais importante que qualquer outra coisa na vida; eu amava aquele ministério, dava minha vida por ele. Depois, conheci a Igreja da Graça. O missionário Soares me ajudou muito naquela época, pastoreando minha vida por dois anos. Foi um verdadeiro pai, preocupando-se com minha alma, porque eu não estava bem espiritualmente. A teologia da prosperidade me fez um mal tremendo. Continuei caindo e bati no fundo do poço quando abri a igreja lá em Portugal [Igreja do Caminho, inaugurada por Didini em Lisboa em 2003]. Estava sozinho com minha mulher e duas malas de roupas começando uma igreja na periferia. Então, aprendi que ou dependia de Deus ou o meu ministério ia acabar. Deus me ensinou muito naqueles cinco anos, até me colocar ao lado do apóstolo Valdemiro.

O bispo Renato Suhett, que saiu atirando da Universal e até abriu uma igreja onde criticava abertamente o que chamava de “sistema religioso” montado por Edir Macedo, acaba de voltar à Iurd. O senhor já foi chamado para retornar á Universal?

Nunca fui chamado para retornar à Igreja Universal, até porque já disse publicamente que não tenho interesse em retornar. Aqui, na Mundial, é como que se eu tivesse voltado para a Iurd em que comecei nos anos 80, uma igreja viva. Creio que se o Renato Suhett voltou, sabe o que está fazendo. Mas eu estou em casa agora.

Rupturas no seio neopentecostal são comuns. Macedo e Soares começaram juntos a Universal, de onde o último saiu para fundar a Igreja da Graça. Valdemiro também é oriundo da Universal; o próprio Macedo começou na Nova Vida, de onde também saiu Miguel Ângelo, que dali fundou a Cristo Vive. As justificativas para a dança de cadeiras são sempre semelhantes, como a de divergências teológicas ou mudanças de visão – contudo, as novas igrejas que surgem acabam trazendo muito das denominações de origem, inclusive os aspectos que criticavam. O que acarreta tantas rupturas?

Uma árvore pode ter muitos ramos, muitos galhos. O importante é observar o que Jesus fala em João 15, e estar alicerçado nos ensinos de Cristo e na prática da verdade. Quando a igreja nasce pela vontade humana, para ser uma maneira de levar a vida, é complicado. Paulo também defende sua autoridade apostólica em Cristo. Por isso, não interessa quem pregou, se foi Paulo, Pedro ou Apolo – o importante é estar firmado em Jesus. No fim das contas, vejo que muitas ramificações poderiam ser evitadas se houvesse menos vaidade humana e mais compromisso com a videira verdadeira que é Jesus.

Então, as divisões acontecem porque cada um quer ter seu próprio espaço?

Nem sempre. O que o dedo faz, os olhos não podem fazer. Não importa a função de cada um; importa que Cristo seja o cabeça do corpo. A Igreja Mundial, por exemplo, tem uma função que as outras igrejas mais tradicionais ou adeptas de ensinos não ortodoxos não podem cumprir. Mas no momento em que algum órgão do corpo adoece, todo o organismo passa a sofrer. A Igreja de Cristo hoje precisa se voltar para a mensagem original e entender o recado: o agricultor é o Pai e a videira aqui é Jesus. Então, vamos parar de vaidade! Eu, por exemplo, quando assumi a Igreja Internacional da Graça de Deus em Portugal, tornei-me vice-presidente vitalício da denominação. Poderia hoje reivindicar isso, já que nunca renunciei. Mas jamais chegaria lá e tentaria tomar a igreja. O verdadeiro pastor é Jesus. Acredito que se existir essa consciência, haverá menos ramificações.

Pode explicar como foi sua adesão à Igreja Mundial?

Sou amicíssimo do apóstolo Valdemiro. Talvez seja uma das pessoas mais chegadas a ele, fora sua família. Mas não vim para cá só pela amizade. Nunca daria certo. Primeiro, reconheci que a Mundial era um movimento de fé muito forte, e depois comecei a observá-la. Fiz quatro viagens para o Brasil e observei claramente o reavivamento bíblico no século 21. Depois veio a fase mais difícil, a de submeter-me à autoridade espiritual dele, sendo seu amigo. Então, peguei a chave da minha igreja e dei na mão dele, dizendo: “Seu trabalho é maior que o meu. Você é mais importante que eu em Portugal”. E vim para ajudá-lo com os dons que Deus me deu. Acredito que estou em uma fase na qual Deus não quer me ensinar mais. É hora de dar frutos, pois ele já investiu muito em mim.

O senhor tem salário na igreja?

Não. Tenho funções executivas na Igreja Mundial, mas não sou funcionário, não recebo qualquer benefício financeiro. Sou contratado como jornalista pela Rede Bandeirantes. Pela misericórdia de Deus, eu moro numa boa casa, tenho um bom carro, visto boas roupas, mas nada disso me pertence, é dado pelo Senhor. Por isso, posso exercer com liberdade minha vocação. Aliás, esse foi o motivo por que saí da Graça. Comecei a me sentir um funcionário da igreja, sem aquele algo mais, sem um desafio. Eu tinha o mais alto salário, carro à disposição, liberdade para pregar em qualquer lugar; todos os pastores da Graça me tratavam muito bem, eu era sempre recebido com festa. Mas não me sentia bem como executivo, com tarefas meramente burocráticas dentro de uma organização. Resolvi sair. Hoje, aprendi a lição.

Quando estava em Portugal, o senhor se queixava de que os evangélicos brasileiros enfrentavam muitas restrições lá. Essa situação ainda persiste?

Persiste e piora. Digo isso por causa dessa lei xenófoba da imigração. Quase não são liberados vistos para brasileiros. O segundo problema gravíssimo que presenciei lá, quando participei de um congresso da Assembléia de Deus portuguesa, é que não há comunhão entre a Assembléia de Deus brasileira e a de lá. O pastor Joel, filho do José Wellington [presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil], esteve presente também. As lideranças portuguesas não aceitam os pastores brasileiros que são enviados para lá. Como o Brasil se tornou um exportador de missionários, maior é a rejeição. No mundo inteiro, especialmente na Europa, igrejas com lideranças brasileiras atraem apenas público brasileiro. As únicas exceções são trabalhos com negros, que são imigrantes também, vindos de lugares como Cabo Verde, Quênia, Jamaica, Nigéria.
***

Fonte: Cristianismo Hoje

O Batismo no Espírito Santo

Nenhum comentário:
E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. (Lucas 24:49)



Uma das doutrinas principais das Escrituras é o batismo no Espírito Santo. Por intermédio do Espírito Santo, Deus se manifesta de maneira singular entre o povo de Sua Igreja. Assim, podemos dizer que o Espírito Santo é o agente divino para o serviço do Senhor, revestindo os cristãos de poder para realizar a obra do Senhor e dar testemunho dEle; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. (Atos 1:8). Esta obra relaciona-se com o batismo ou com a plenitude do Espírito Santo. Vejamos, então, no que consiste o Batismo no Espírito Santo.

I- O QUE É BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

O batismo no Espírito Santo constitui a realização da promessa do Pai que reveste os cristãos de poder divino; Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder. (Lc. 24:49). Quando a palavra “batismo” é aplicada à experiência espiritual do cristão, é usada figuradamente para descrever a imersão no poder vitalizante do Espírito Santo. Leia mais sobre o significado da palavra batismo aqui.

II- O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO NAS PROFECIAS

No Antigo Testamento, Deus falava através dos profetas, para anunciar as coisas vindouras. Vejamos algumas profecias a respeito do Batismo no Espírito Santo.

1 - O profeta Joel fala desse derramamento 750 a.C:

E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias. (Joel 2:28-29)

O profeta Joel é direto e refere-se aos que seriam revestidos por esse derramamento:

a) toda a carne (a promessa não estava limitada a um povo);
b) os filhos(as) e anciões (a promessa não seria limitada a uma geração);
c) os servos (as), ou seja escravos (a promessa não discrimina classe social).

2 - O profeta Isaías também vaticinou a respeito do Espírito Santo:

Porque derramarei água sobre o sedento e torrentes, sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade e a minha bênção, sobre os teus descendentes; (Is. 44:3)

A linguagem do profeta Isaías era do conhecimento do escriba, do sacerdote, mas também poderia compreendê-lo o humilde camponês agricultor. Assim, todos que sabiam da importância da chuva para a terra, a fim de estar preparada para a lavoura, poderiam entender que obra semelhante Deus faria realizar pelo Espírito Santo na vida da igreja. O Senhor tiraria a igreja de um estado de sequidão espiritual, de desolação, para ser uma lavoura bem regada e produtiva; Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei copiosamente para vós outros o meu espírito e vos farei saber as minhas palavras. (Pv. 1:23).

3 - O profeta Zacarias se referiu à promessa mencionando o tempo do cumprimento:

Pedi ao SENHOR chuva no tempo das chuvas serôdias, ao SENHOR, que faz as nuvens de chuva, dá aos homens aguaceiro e a cada um, erva no campo. (Zc. 10:1)

Zacarias usa o símbolo da chuva serôdia e menciona o tempo, mesmo sem determiná-lo. A chuva temporã e serôdia cai na estação da semeadura e da colheita do grão. Quando a Bíblia se refere a essas chuvas no símbolo do Espírito Santo, une as duas em ação conjunta e chama: a chuva temporã e serôdia; Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia. (Jl. 2:23). Isto porque do modo como a mesma chuva pode ser serôdia para uma espécie de lavoura, pode também ser temporã para outra espécie. *[Serôdia quer dizer que vem tarde, fora do tempo, tardio, ao final da estação. É aplicado tanto para a chuva quanto para o fruto que aparece no fim da estação devida]

4 - João Batista confirmou a profecia:

Eu vos batizo com {com; ou em} água, para {para; ou à vista de} arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com {com; ou em} o Espírito Santo e com {com; ou em} fogo. (Mt. 3:11)

Eu vos tenho batizado com {com; ou em} água; ele, porém, vos batizará com {com; ou em} o Espírito Santo. (Mc. 1:8)

Cerca de três anos e meio antes do cumprimento da profecia de Joel, João Batista profetizou também sobre este assunto. Ao ser comissionado por Deus para uma missão especial, João iniciou sua obra pregando o batismo do arrependimento, porém ele já anunciava um que batizaria com o Espírito Santo e com fogo.

5 - Jesus testificou que ele mesmo cumpriria Sua promessa:

Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder. (Lc. 24:49)

E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes. Porque João, na verdade, batizou com {com; ou em} água, mas vós sereis batizados com {com; ou em} o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Então, os que estavam reunidos lhe perguntaram: Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. (Atos 1:4-8)

Cerca de oito dias antes do cumprimento da promessa do derramamento do Espírito Santo, o próprio Jesus profetizou. Lucas então narra com mais detalhes a profecia de Jesus a respeito do batismo. O Senhor Jesus confirmou toda a Palavra profética prometendo, Ele mesmo, que os seus seguidores seriam batizados no Espírito Santo “não muito depois daqueles dias”.

III- O CUMPRIMENTO DA PROFECIA

1 - O Espírito Santo seria dado após a glorificação de Jesus:

No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado. (Jo. 7:37-39)

Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis. (Atos 2:33)

O tempo para o cumprimento da promessa do batismo no Espírito Santo estava condicionado à volta de Jesus ao Pai e Sua glorificação; Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. (Jo. 16:7). Pedro conhecia muito bem esta doutrina, porque no Pentecostes ele a confirmou.

2 - O Batismo no Espírito Santo ocorreu no dia de Pentecostes:

Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem. (Atos 2:1-4)

O Pentecostes era o tempo marcado por Deus para o cumprimento dessa profecia. Nas festas de Israel, era a terceira delas, começando com a Páscoa e as Primícias. Todas elas estão relacionadas ao plano de Deus.

A Páscoa cumpriu-se com a morte de Jesus, cordeiro pascoal: Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. (I Co 5:7).

As Primícias se cumpriram com a ressurreição de Jesus dentre os mortos: Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. (I Co 15:20-23)

O Pentecostes acontecia 50 dias depois a contar do dia 16 de Abibe: Disse mais o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, e segardes a sua messe, então, trareis um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote; este moverá o molho perante o SENHOR, para que sejais aceitos; no dia imediato ao sábado, o sacerdote o moverá. No dia em que moverdes o molho, oferecereis um cordeiro sem defeito, de um ano, em holocausto ao SENHOR. A sua oferta de manjares serão duas dízimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta queimada de aroma agradável ao SENHOR, e a sua libação será de vinho, a quarta parte de um him. Não comereis pão, nem trigo torrado, nem espigas verdes, até ao dia em que trouxerdes a oferta ao vosso Deus; é estatuto perpétuo por vossas gerações, em todas as vossas moradas. Contareis para vós outros desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão. Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então, trareis nova oferta de manjares ao SENHOR. (Lv. 23:9-16), que era um dia depois da Páscoa.

Assim o Senhor Jesus foi morto, sepultado e ressuscitou ao terceiro dia. Passou 40 dias com os discípulos e foi levado aos céus: Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas. (Atos 1:1,2). Completados os 50 dias, acontecia a festa do Pentecostes em Jerusalém; Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; (Atos 2:1). Foi exatamente nesse tempo que a promessa foi cumprida, estando os discípulos reunidos no cenáculo.

IV- A EVIDÊNCIA DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

Como sabemos que a pessoa recebeu o revestimento sobrenatural do Espírito Santo? Em outras palavras: Qual é a evidência de que a pessoa recebeu o batismo no Espírito Santo? O livro de Atos dos Apóstolos registra muitos casos de pessoas que receberam o batismo no Espírito Santo e descreve os resultados que se seguiram.

Admitimos que em todos os casos mencionados no livro de Atos, os resultados do revestimento não são registrados; mas onde os resultados se seguiram são descritos, sempre houve uma expressão imediata, sobrenatural, e exterior, convincente, não somente para quem recebeu, mas também para o ouvinte, de que um poder divino imperava nessa pessoa; e em todos os casos houve um falar sobrenatural numa língua que essa pessoa nunca havia aprendido; Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios. (I Co. 14:2). Vejamos alguns exemplos:

1 - Em Jerusalém:

Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem. (Atos 2:1-4)

Lucas, o escritor de Atos dos Apóstolos, fez questão de frisar detalhadamente a manifestação do Espírito Santo: além do som de um vento forte e chamas de fogo, a verdadeira prova de estarem cheios do Espírito Santo foi o falar línguas desconhecidas.

2 - Em Samaria:

Ouvindo os apóstolos, que estavam em Jerusalém, que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhe Pedro e João; os quais, descendo para lá, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo; porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus. Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo. Vendo, porém, Simão que, pelo fato de imporem os apóstolos as mãos, era concedido o Espírito [Santo] ofereceu-lhes dinheiro, propondo: Concedei-me também a mim este poder, para que aquele sobre quem eu impuser as mãos receba o Espírito Santo. Pedro, porém, lhe respondeu: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois julgaste adquirir, por meio dele, o dom de Deus. (Atos 8:14-20)

A ausência da citação de línguas aqui não é prova em contrário ao sinal, porque ele aparece em narrativa de modo subjetivo. O versículo 18 deixa isto bem claro, pois Simão viu e, naturalmente, ouviu algo diferente do natural naquele momento e desejou ter o direito de impor as mãos sobre as pessoas, para que elas fossem batizadas. Esse interesse do mágico é prova suficiente de que os novos cristãos falaram outras línguas.

3 - Em Cesaréia:

Ainda Pedro falava estas coisas quando caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo; pois os ouviam falando em línguas e engrandecendo a Deus. Então, perguntou Pedro: Porventura, pode alguém recusar a água, para que não sejam batizados estes que, assim como nós, receberam o Espírito Santo? E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então, lhe pediram que permanecesse com eles por alguns dias. (Atos 10:44-48)

Pedro, em casa de Cornélio, evangelizando os gentios em meio de seu discurso caiu o Espírito Santo sobre os ouvintes; os judeus convertidos que acompanhavam Pedro se maravilharam ao ouvir os gentios falando línguas e magnificando a Deus.

4 - Em Éfeso:

Aconteceu que, estando Apolo em Corinto, Paulo, tendo passado pelas regiões mais altas, chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos, perguntou-lhes: Recebestes, porventura, o Espírito Santo quando crestes? Ao que lhe responderam: Pelo contrário, nem mesmo ouvimos que existe o Espírito Santo. Então, Paulo perguntou: Em que, pois, fostes batizados? Responderam: No batismo de João. Disse-lhes Paulo: João realizou batismo de arrependimento, dizendo ao povo que cresse naquele que vinha depois dele, a saber, em Jesus. Eles, tendo ouvido isto, foram batizados em o nome do Senhor Jesus. E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam. Eram, ao todo, uns doze homens. (Atos 19:1-7)

Vinte anos depois do dia do Pentecostes, o batismo com o Espírito Santo ainda fazia parte integrante da pregação apostólica. O pequeno grupo batizado por Apolo, segundo o batismo de João, pela imposição das mãos de Paulo recebeu o batismo no Espírito Santo “e falavam em línguas e profetizavam”.

V- COMO RECEBER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

1 - Precisamos crer em Cristo:

Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados. (Mc. 16:17-18)

Para receber o batismo no Espírito Santo, o indivíduo tem que crer em Jesus, pois é impossível que uma pessoa que não creia nEle receba esse batismo. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós. (Jo.14:16-17) O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. (Rm. 8:16)

2 - Devemos obedecer a Deus:

Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem. (Atos 5:32)

O texto é enfático: Deus só pode conceder esse dom àqueles que lhe obedecem. Se existe qualquer elemento de rebelião no coração do indivíduo, primeiro terá de acertar as contas por meio de uma entrega total a Deus, confessando seus pecados e sendo purificado dos mesmos. Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça. (Is. 59:1-2) Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. (I Jo. 1:7)

3 - Devemos pedir o Espírito Santo:

Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem? (Lc. 11:13)

Aqui se vê a bondade, a generosidade, a disposição e a imparcialidade do nosso Pai celestial. Ele pode dar o Espírito Santo a todos os que lho pedirem; Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar. (Atos 2:39).

4 - Devemos crer:

Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado. (Jo 7:39)

para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido. (Gl 3:14)

A fé em Deus consiste numa total ausência de dependência de nós mesmos ou de outros, e no conhecimento de que só Deus tem aquilo de que precisamos e desejamos. Temos de acreditar que ele dará seus dons de graça, e que dará livremente na medida em que satisfizermos as condições por ele impostas e pedirmos individualmente os dons prometidos.
***

DEC
PCamaral