sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Novo Ano de 2011 com Jesus Cristo!

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Por PC@maral

Todo final de ano é a mesma coisa, “não há nada de novo debaixo do sol”, o ano termina e entra um novo ano, as pessoas se abraçam, se confraternizam, prometem o que não podem cumprir, pedem perdão pelos erros do ano anterior, choram, e depois que os fogos rompem os céus e as luzes se apagam, voltam para o mundo real.

Este mundo real tem feito vitimas e mais vitimas ao longo de sua trajetória. Um ano realmente novo só será possível a partir do momento em que aceitamos e decidimos ter uma vida nova. A vida nova que o mundo oferece é a mesma do ano passado, e do ano retrasado, e assim por diante, com toda a sua bagagem, inclusive as de mão.

É possível ter vida nova realmente? Sim! Esta vida nova é possível, e está ao alcance de todos! Basta que; aqueles que ouvem a noticia; aceitem o convite feito por Jesus Cristo. O dono da vida! A verdadeira vida! Só Jesus é o Caminho para um novo ano. Só Jesus é a Verdade que liberta o homem das trevas. Só Jesus é a Vida, a vida nova e abundante! Só Jesus verdadeiramente te ama como você é!

Neste novo ano que se anuncia, 2011, ao invés de continuar fazendo as mesmas coisas que fazia em 2010, tome um atitude corajosa, aceite o convite feito por Jesus e tenha, realmente, Vida Nova à partir de 2011!

Que Deus te abençoe querido leitor! Deus guie seus passos! Deus abra seus ouvidos para o chamado da Salvação e da Vida Eterna. E isso, nós, só temos por meio de Jesus Cristo! Nosso Único Fiel e Suficiente Salvador!
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PC@maral

Se tenho um trono no meu coração, quem está nele?

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Por Luciano Bruno

“No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de Suas vestes enchiam o templo.” (Isaias 6:1)

Um dos grandes problemas que o modelo evangélico enfrenta nos tempos atuais é a questão da idolatria. Se por um lado, repudiamos os cristãos católicos por acenderem velas e ajoelharem diante de imagens de barro, por outro lado, nos esquecemos que o conceito bíblico de idolatria é muito mais amplo. Idolatria pode ser simplesmente traduzida como adorar a criação ao invés do criador. Em um mundo regido por um sistema demoníaco capitalista isso é muito comum, uma vez que os indivíduos cada vez mais buscam em pessoas de fama e aparente sucesso um norte para suas vidas, uma inspiração, ou até mesmo a razão de sua existência.

No fantástico episódio narrado por Isaias no capítulo 6 de seu livro, temos o exemplo de alguém que de fato viu ao Senhor. No entanto, fica evidente que o profeta só teve essa visão porque deu o trono a quem realmente merecia. Podemos inferir que até esse episódio, o profeta, provavelmente tinha no trono do seu coração outra pessoa, objeto, ou qualquer outra coisa que não era o Senhor.

O versículo diz "no ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor". O rei Uzias, foi o décimo rei de Judá, onde reinou por 52 anos. Nos primeiros anos, Uzias foi um rei bem-sucedido, competente administrador, guerreiro, habilidoso, e ótimo delegador de tarefas. Como todo bom governante, ganhou a simpatia das pessoas. Sendo assim, é muito provável que tenha ganhado também a admiração de Isaias. No entanto, depois da morte de Zacarias, Uzias deixou o pecado do orgulho dominar seu coração, e tentou acumular a função de rei e sacerdote, o que era proibido aos hebreus, segundo a lei deixada por Moisés. Obviamente, não foi bem sucedido, pois a benção do Senhor já não estava sobre ele. Anos mais tarde, Uzias morreria com uma forte doença na pele e totalmente isolado.

O ministério de Isaias só teve início com a experiência narrada no capítulo 6, a partir do momento em que ele retirou do trono do seu coração o rei Uzias, e colocou Deus nesse merecido lugar. O mesmo acontece nos nossos dias. Muitas vezes estamos dentro das igrejas, atuando em ministérios, cantando, pregando, no entanto com a triste realidade de nunca ter visto ao Senhor. Isso acontece pelo fato de trazermos para o nosso coração ídolos que não são de barro, mas sim, muitas vezes de carne e osso. Ídolos esses, que se intitulam apóstolos, profetas, conferencistas, e muitas outras "denominações", e são seguidos e idolatrados por milhares de pessoas. Organizam shows, passeatas, marchas, grandes cruzadas, que são abarrotadas por pessoas, que querem ver os ídolos de seu coração, sem ter a consciência que o grande merecedor desse trono está bem perto esperando que mortifiquem esses idolos imerecedores.

Quanto a mim, prefiro a fé genuína dos velhos anciãos ao duvidoso entusiasmo "freak" de nossos jovens, prefiro o evangelho legítimo proclamado por anônimos pregadores às "coceiras" nos ouvidos de algum super-star gospel, enfim, prefiro o trono do meu coração a quem verdadeiramente o merece, a saber, Deus, Senhor dos Exércitos!
"Uma masmorra com Cristo é um trono, e um trono sem Cristo é um inferno". Martinho Lutero
Luciano Bruno tem 20 anos e é membro da Primeira Igreja Batista em Cornélio Procópio, no Paraná.
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Fonte: Genizah compartilhado no PC@maral

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011 - Feliz Ano Novo!

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O ano de 2010 está indo embora, e logo estaremos comemorando um novo ano que chega. Em 2010, Deus foi muito bom para mim e para a minha família. Foi um ano de desafios, lutas e objetivos a serem alcançados, e como disse, Deus nos ajudou e alcançamos nossas metas.

No blog do PC@maral mais ainda, conseguimos publicar todos os artigos programados e mantivemos o blog sempre atualizado. Mais uma vez dou graças ao Senhor Jesus por alcançar este objetivo, transmitindo sua palavra de diversas maneiras e linguagens.

Meu agradecimento especial a todos os nossos leitores, desde aquele que só passou uma vez aqui até os freqüentadores assíduos de nossas páginas, meu muito obrigado! Se nosso blog chegou onde chegou, com um excelente numero de seguidores e um numero expressivo de visitas, isso foi graças a você querido leitor, mais uma vez meu muito obrigado!

Agradeço também ao apoio de todos os amigos blogueiros apologéticos, em especial ao Danilo do Genizah pelo apoio e pela oportunidade de participar desse ministério que é o Genizah Virtual, muito obrigado. Aos demais posso citar alguns que nos acompanham desde o inicio: o André Sanchez do Esboçando Idéias, o Léo do Púlpito Cristão, que me ajudou muito também, a Márcia Gizella do Não Abro Mão da Graça, a Nani Rezende do Nani e a Teologia e o Bispo Hermes do Hermes Fernandes, obrigado pelo apoio ao longo deste ano. Dos mais novos amigos posso citar o Zé Luis do Cristão Confuso e o Marcony do Hospital da Alma, foram gratas surpresas neste ano. Enfim, obrigado a todos e que Deus abençoe o ministério de cada um cada vez mais.

Quero desejar a todos um Ano Novo repleto de realizações e conquistas. Que o nosso Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo derrame bênçãos sem medida na vida de todos vocês amigos leitores e amigos blogueiros.

Que a palavra de Deus seja pregada em todos os cantos do mundo e assim mais e mais vidas sejam salvas pelo poder da pregação do evangelho, e a internet é mais uma ferramenta que Deus coloca em nossas mãos para fazer a obra crescer e prosperar.

Deus abençoe abundantemente e grandemente a vida de todos neste próximo ano de 2011.

São os sinceros votos do seu amigo Paulo Cesar Amaral - PC@maral

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Quero Voltar para Deus!

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Desde o tempo dos seus antepassados vocês se desviaram dos meus decretos e não lhes obedeceram. Voltem para mim e eu voltarei para vocês, diz o SENHOR dos Exércitos. (Ml 3:7a – NVI)

Desde os tempos de Moisés, o povo hebreu já demonstrava profunda ingratidão para com Deus. Este fez tudo por eles, mas ainda assim, parecia não ser suficiente! A libertação do domínio egípcio, a mirabolante travessia do Mar Vermelho, a incrível derrota do exército de Faraó e o maná “celestial” não evitaram a dureza de coração e a rebeldia de um povo que tinha à sua direção, o Deus invencível. O privilégio de ser a fiel testemunha das proezas de Deus, não deu a este povo, o prazer de ser o fiel adorador. Eles tiveram a insensata ousadia de provocar ao Senhor ao fazer e adorar um bezerro de ouro no deserto (Ex 32:3-4). Contudo, o Senhor não apenas se portou a ele com juízo, mas também com misericórdia! (Nm 21:6-9).

Ao lermos o texto de Malaquias 2:8, constatamos que a repreensão do Senhor se destinava aos sacerdotes que haviam quebrado a aliança de Levi. Ao examinarmos, porém, os versículos 5 a 7 do capítulo 3, veremos que, dessa vez, a repreensão de Deus se estende, não somente aos sacerdotes, mas também, à nação hebraica. Os graves pecados de outrora, estavam sendo cometidos incessantemente. Os mesmos erros cometidos perante Moisés eram cometidos perante Malaquias (3:7). O desvio era uma realidade presente e deveria fazer parte do passado daquela geração, sendo que a volta do povo para a comunhão com Deus precisava ser imediata. Por causa disso, o Senhor falou as seguintes palavras por meio do profeta.

1. De fato, eu, o Senhor, não mudo: Consideremos dois aspectos da imutabilidade de Deus: Em primeiro lugar, Deus não muda em sua justiça. Um erro gravíssimo seria imaginar que Deus deixaria impunes os pecadores daquela geração rebelde. Observe o texto: Chegar-me-ei a vós outros para juízo (3:5a). Deus estava se referindo àqueles que praticavam a feitiçaria, o adultério, a falsidade, o furto, a opressão e a corrupção. Estes não temiam ao Senhor e “achavam que Deus era como eles e que faria vista grossa para o pecado, deixando de julgá-los por transgredir sua lei” [WIERSBE, W. W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento. Santo André: Geográfica, 2006, Vol. 4 pag. 601]. É tolice imaginarmos que ao cometermos pecado, não enfrentaremos suas consequências. É tolice “brincar de pecar”, pois pecado não é brincadeira, mas morte. Deus sempre será justo. Em segundo lugar, Deus não muda em sua misericórdia. Uma mãe que ama a seu filho, muitas vezes o disciplina porque sabe que se assim não fizer, poderá um dia, perdê-lo para sempre. Ela o disciplina, mas também lhe dá amor. Deus nos ama e nos dá uma segunda chance. O povo pecou, mas Deus quis mudar a sua história; o povo se afastou de Deus, mas ele o quis de volta. “A imutabilidade divina é a causa de não sermos destruídos. Se Deus nos tratasse segundo os nossos pecados, estaríamos arruinados” [LOPES, H. D. Malaquias: a igreja no tribunal de Deus. São Paulo: Hagnos, 2006 pag. 91]. Portanto, se hoje você teve a oportunidade de conversar com as pessoas que você ama, saiba que não foi por merecimento próprio, mas por misericórdia divina, porque as suas misericórdias não têm fim (Lm 3:22b).

2. Vocês se desviaram dos meus decretos: Depois de declarar a sua imutabilidade, pela qual os filhos de Jacó, os descendentes de Abraão, não haviam sido consumidos, Deus traz à tona o principal erro deles: ... se desviaram dos meus decretos e não lhes obedeceram (v.7). Observe que na primeira parte do versículo 6, Deus mostra a sua inteira fidelidade: De fato, eu, o Senhor, não mudo. Porém, no versículo 7, Deus mostra a infidelidade do seu povo. “As ordenanças transgredidas referiam-se especificamente à mordomia do dízimo e das chamadas ofertas alçadas” [PFEIFFER, F. C. & HARRISON F. E. Comentário Bíblico Moody: Isaías a Malaquias. São Paulo: IBR, 2001, Vol. 3. pag. 383]. Sem dúvida, há uma relação muito forte entre os versículos 7 e 8 de Malaquias capítulo 3. Muitos estavam tomando posse daquilo que ao Senhor pertencia. O pecado da infidelidade tornara-se uma espécie de “círculo vicioso” em que era ensinado de pai para filho; de geração para geração. Infelizmente, este pecado persiste no meio do povo de Deus da atualidade. É muito triste, porém, correto afirmar que as duras palavras descritas no texto de Malaquias 3:8, se aplicam a milhares de cristãos em todo o mundo. A infidelidade que estava incomodando a Malaquias, hoje continua a incomodar milhares de pastores em diversas igrejas. Se você é um oponente do pecado da infidelidade, certamente se sentirá amargamente incomodado com tamanho erro. Que o Espírito Santo continue a “incomodar” os nossos corações a fim de não nos conformarmos com a desobediência aos decretos de Deus.

3. Voltem para mim: Embora tenha recebido a repreensão de Deus por ter se desviado dos seus decretos (v.7), o povo podia contar com a sua misericórdia, a qual lhe concedia uma nova oportunidade de mudar os rumos do seu futuro. Disse Deus: Voltem para mim... (v.7a). O verbo “(shûb) voltar-se, retornar” [HARRIS, R. L. (org.) Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998 pag. 1532], “combina em si os dois requisitos do arrependimento: desviar-se do mal e voltar-se para o bem” [HARRIS, R. L. (org.) Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998 pag 1532]. Voltar-se para Deus envolve uma radical mudança de vida. É necessário quebrantamento, arrependimento, humildade para reconhecer os erros cometidos e força de vontade para acertar novamente. “O povo quis saber ‘como voltar’. A resposta foi: ‘Abandone seus pecados e caminhos ímpios’. Havia necessidade urgente de uma reforma moral e espiritual” [CHAMPLIN, R. N. O Antigo Testamento interpretado: versículo por versículo. São Paulo: Candeia, 2000, Vol. 5 pag. 3710]. Malaquias tinha a “visão” de Deus e sabia que o povo precisava se arrepender urgentemente dos seus delitos e pecados. Este, porém, pensava o contrário: Em que havemos de tornar? (v.7c). O povo achava que a sua condição espiritual estava boa. “Pior que o pecado é a inconseqüência de achar que não se está em pecado” [COELHO FILHO, I. G. Malaquias: nosso contemporâneo: um estudo contextualizado do livro de Malaquias. 2 ed. Rio de Janeiro: Juerp, 1994 pag. 67]. Quando uma pessoa chega a esse ponto, ela começa a imaginar que não há nada demais em receber propina para prejudicar os outros, em praticar o adultério, a fornicação, a sonegação dos dízimos etc. Mas à semelhança daquela época, hoje Deus também confronta o pecador com a santa palavra. Aquilo que é pecado, sempre será pecado. Não há meio termo: ou nos voltamos para Deus, ou morreremos sem ele.

4. E eu voltarei para vocês: Quando Deus falou: Voltem para mim e eu voltarei para vocês (3:7), ele estava diretamente afirmando que havia uma distância relacional entre ele e seu povo. Uma inconsequente ação produzirá uma brusca reação. Os nossos pecados nos separam de Deus, pois ele é santo e não compactua com o erro. Isaías afirmou isso ao dizer: Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça (Is 59:2). Deus mudará sua atitude se o ser humano mudar a dele. Deus terá comunhão conosco se buscarmos fervorosamente tal comunhão. Ele nos honrará quando o honrarmos. Deus verdadeiramente nos ama e quem ama, verdadeiramente perdoa! “Deus não tem picos de crise. Seu amor por nós não passa por baixas. Não podemos fazer nada para Deus nos amar mais nem deixar de fazer nada para Deus nos amar menos” [LOPES, H. D. Malaquias: a igreja no tribunal de Deus. São Paulo: Hagnos, 2006 pag. 90].  Os seus braços estão abertos para receberem os “filhos pródigos” e os seus pés correm à beira do caminho a esperá-los. Mesmo que o pecado interrompa a nossa comunhão com Deus, não poderá, jamais, impedi-lo de se preocupar conosco. O Senhor voltará a nos abençoar, a nos guiar, a caminhar ao nosso lado e a nos aceitar no seu santo monte, quando, com todo o nosso coração, nos achegarmos a ele. Não podemos ouvir a voz do profeta Malaquias, mas podemos sentir a voz de Deus ecoar aos nossos corações por meio da sua palavra. A mensagem do evangelho traspassou a barreira do tempo e com uma precisão incalculável, aplicou-se perfeitamente à nossa realidade. Deus falou aos sacerdotes, aos profetas e à nação. Hoje, porém, ele pode estar falando exclusivamente para nós. Deus nos chama ao arrependimento, à fidelidade e a certeza de que ele nunca mudará em sua justiça nem em sua misericórdia. Portanto, não podemos cometer o grave erro de ser apenas um mero ouvinte. Sejamos, porém, um fiel praticante da palavra do Deus imutável.

PRATICANDO A PALAVRA DE DEUS

Ao voltar para o caminho do Senhor somos libertos da desobediência - ...Vocês se desviaram dos meus decretos e não lhes obedeceram (Ml 3:7). É evidente que todos nós pecamos (I Jo 1:8). Todos nós estamos ligados à natureza pecaminosa. Paulo confirmou isso da seguinte maneira: ...porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço (Rm 7:15b). Mesmo ligados, por natureza, ao pecado, não mais somos dominados por ele, pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça (Rm 6:14). É possível sim, sermos livres da desobediência; é possível não mais sermos dominados pelos pecados de outrora. Estejamos certos de que voltar-se para Deus é garantia de liberdade.

Voltar para o caminho do Senhor nos previne da dissimulação - ...Em que havemos de tornar? (Ml 3:7). As pessoas furtam, matam, roubam, corrompem, e quando são flagradas em seus próprios atos profanos, dizem: “o que eu fiz? eu não fiz nada!”. Chega de farsa! Deixemos de lado a “mania” de querer ocultar os nossos erros diante de Deus. Sejamos coerentes e, com humildade, reconheçamos os nossos pecados antes que seja tarde demais! Voltemo-nos para o Senhor e obedeçamos a sua palavra que diz: Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações. Senti as vossas misérias, lamentai e chorai (Tg 4:8b-9a). Dessa maneira, procede todo aquele que verdadeiramente volta-se para Deus.

Voltar para o caminho do Senhor nos livra do distanciamento - ...Voltem para mim e eu voltarei para vocês, diz o Senhor dos Exércitos (Ml 3:7). É demasiadamente desconfortante estar distante de quem se ama. Porém, pior do que a distância das pessoas que amamos, é a distância de Deus. Os nossos próprios pecados nos afastam dele (Is 59:2), ou seja, nós somos os provocadores do distanciamento, não Deus. Contudo, todos que estão distantes do Senhor, por alguma razão, independentemente de raça, cor, idade, sexo, posição social, etc., poderão novamente usufruir da comunhão com ele. Como? Voltando aos seus caminhos. Quando tomarmos tal atitude com todo o desejo do nosso coração, ele também se voltará para nós. Louvado seja o Senhor!

CONCLUSÃO

Qual é a sua situação? Porventura, você se encontra distanciado de Deus por desobedecer aos estatutos estabelecidos por ele? Será que você está sofrendo as conseqüências dos pecados antes cometidos e se encontra estarrecido porque as coisas parecem se complicar ainda mais para você? Então, tome agora mesmo uma urgente atitude: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas (Mt 11.28-29).

Em Cristo, haverá sempre uma saída para você. Volte para o Senhor. Ele está a sua espera.

Que Deus nos ajude e nos abençoe!

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DEC - PC@maral

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Nossas Palavras

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Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. (Efésios 4:29)

O que dizemos é importante. A Bíblia declara, em Mateus 12.34, que os lábios falam do que o coração está cheio. Por isso, precisamos ter muito cuidado com o que falamos porque poderemos ofender alguém, poderemos murmurar contra Deus e disso tudo prestaremos conta um dia (Mateus 12:36). Nossas palavras são conhecidas por Deus antes de serem pronunciadas (Salmo 139:4). “Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó SENHOR, tudo conheces”.

Os cristãos devem ser conhecidos como pessoas que falam de maneira positiva, pessoas que empregam os princípios bíblicos em seus relacionamentos, pronunciando palavras que promovam edificação. Quando falamos impropriamente, nossa capacidade de enxergar e ouvir os planos de Deus diminui.
Não devemos ser como o homem que entrou para um monastério em que os monges só podiam falar duas palavras a cada sete anos. Passados os primeiros sete anos, o noviço encontrou-se com o abade, que lhe perguntou:
– Então, quais são suas duas palavras?
– Comida péssima – respondeu o homem, que depois voltou a ficar em silêncio.
Sete anos depois, o abade perguntou:
– Quais são suas duas palavras agora?
– Cama dura – respondeu.
Mais sete anos se passaram – completavam-se 21 anos desde sua entrada no mosteiro, e o homem se apresentou ao abade pela terceira e última vez.
– Quais são suas duas palavras desta vez? – perguntou o abade.
– Eu desisto.
– Não estou surpreso, comentou o clérigo, aborrecido. Tudo que você fez desde que chegou aqui foi reclamar!
Não faça como esse homem. Que você não seja conhecido como alguém cujas palavras sejam cheias de murmuração. “Murmurar”, conforme o dicionário, é soltar queixumes, lastimar- se, queixar-se em voz baixa, falar mal, apontar faltas, tomar mau juízo de alguém ou de alguma coisa. Foi exatamente o que aconteceu com o povo de Israel, e o Senhor indignou-se ante a atitude do povo: “Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim” (Nm 14:26).

Se você faz parte da confraria dos “murmuradores”, saiba que essa é uma atitude reprovada por Deus. Em João 6.43, o Senhor Jesus adverte: “Não murmureis entre vocês” (Bíblia Viva). O apóstolo Paulo, em Filipenses 2.14,15, exorta os cristãos de seu tempo: “Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo”.

Conversar custa caro! Nossas palavras podem impactar de forma positiva ou negativa. O que dizemos influi no que obtemos dos outros e no que os outros obtêm de nós. “Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem” (Ef 4.29 NTLH).

PCamaral

Dez previsões infalíveis para 2011

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Por O Sensacionalista



Todo fim de ano, pais de santos, cartomantes e videntes em geral tentam, em vão, adivinhar o futuro. O Sensacionalista apresenta uma lista de 10 previsões infalíveis para o ano que vem.

1) Uma estrela mirim ou teen americana vai entrar em clínica de reabilitação.

2) São Paulo ou Rio será alagada por um temporal e a prefeitura dirá que caiu num só dia toda a chuva prevista para os próximos seis meses.

3) Um crime hediondo chocará o Rio, o governador dirá que basta, uma multidão fará uma passeata vestida de branco e o Congresso vai aprovar leis mais duras para o tráfico.

4) O PSDB não saberá fazer oposição e não encontrará uma bandeira.

5) Ahmadinejad vai dizer que é perseguido e que seus fins são pacíficos.

6) Dado Dolabella vai dizer que é perseguido e que seus fins são pacíficos.

7) Chavez aprovará mais 10 anos de mandato “a pedido do povo”.

8.) A Rede TV divulgará que o Pânico marcou 4 pontos no Ibope.

9) Três ex-BBBs serão capa da Playboy. Talvez juntas.

10) As previsões para 2011 valerão para 2012. E para 2013, 2014, 2015…

Otileno Junior
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Fonte: O Sensacionalista

Em meio às Cadeias da Vida, Cristo se Revelará para Você !

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Por Fernando dos Santos Duarte


Certa vez os discípulos com medo dos judeus se trancaram em uma casa. Isso aconteceu em seguida à crucificação de Jesus. A morte de Jesus para os discípulos foi certamente muito frustrante, parece que para eles acabou todo o sonho de que um dia eles seriam libertos da tirania romana. Sendo assim como eles seguiam Jesus, e o mestre já havia sido morto, eles imediatamente se esconderam com medo de que os judeus os acusassem também. Eles certamente se esqueceram do que os profetas haviam dito sobre o Cristo e também dos próprios ensinamentos de Jesus, que já havia dito a eles que ao terceiro dia ressuscitaria.

O que toda essa história tem haver conosco atualmente? Muitos quando se frustram devido algum problema pessoal, familiar e até mesmo financeiro, tendem a se trancar. Às vezes se trancam em casa por vergonha, depressão, síndrome de pânico ou qualquer outra dificuldade. Essa situação tem sido uma realidade para muitos hoje em dia, se fechar com medo da vida.

Após ressuscitar, Jesus vai de encontro aqueles que estão com as portas fechadas e diz: “Paz seja com vocês!”. O mestre sabia que naquele momento de grande angústia e medo o que realmente eles precisavam ouvir era: Paz! Portanto se você tem se trancado no teu quarto, achando que as esperanças se findaram, que não existe mais o que fazer ou até mesmo achando que os teus sonhos não irão acontecer... Não se desespere confie em Jesus Cristo, busque a Ele, pois certamente Ele irá te visitar no momento mais difícil e desesperador de tua vida. E ao chegar, mesmo que você esteja debaixo das fechaduras do medo Ele se revelará para você e te dirá neste momento o que mais você precisa ouvir: “Paz seja com você!”

É, glórias a Deus! Só Ele pode dar a paz que o mundo não tem, portanto faça neste momento o que Ele disse: “quem me buscar irá achar, quem pedir eu darei e quem bater eu abrirei as portas.” Então faça isto e você certamente provará de Jesus Cristo em tua vida.
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Fonte: devocional do Pr Fernando dos Santos Duarte via Sou da Promessa compartilhado no PC@maral

domingo, 26 de dezembro de 2010

Como fazer missões na Babilônia

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O que dizer de quatro jovens tementes a Deus, obedientes à Palavra, inteligentes, com boa aparência e bons serviços prestados para a família, para a Igreja e para a sociedade? De repente, porém, esses jovens são tirados do meio do seu povo e levados para um lugar onde tudo é diferente: a comida, os costumes, as roupas, a religião, a fé, o modo de pensar, os valores, a vida. Talvez você diga: “Que pena! Vou orar por eles, para que Deus mude essa situação”.

Mas, se você descobrisse que tudo o que aconteceu com eles é um grande e lindo propósito de Deus, que faria? Mudaria a sua oração? Saiba que foi exatamente isso que aconteceu com Daniel e seus três amigos: Hananias, Misael e Azarias. (Dn 1.3,6). Foram levados juntamente com milhares de cativos de Judá, para o exílio na Babilônia. Lá estavam eles: quatro jovens que atravessariam séculos na história, para, até hoje, serem mencionados como exemplo de fé e de obediência. Deus usou esses jovens para fazer diferença numa terra pagã, idólatra e contaminada pelo pecado. Eles enfrentaram uma sociedade mundana e pecaminosa. Esses jovens foram fortemente tentados a comer comida proibida pela palavra de Deus, mas, não se deixando vencer pelos olhos, evitaram o manjar que era sacrificado a ídolos.

Por essa atitude de obediência e fé, passaram por muitas provações: foram invejados, perseguidos, mas não perderam a postura de homens de Deus; tiveram os seus nomes mudados, mas não mudaram seus corações; foram lançados na fornalha aquecida sete vezes mais do que o normal, mas foram incrivelmente salvos pelo Senhor! Nenhum fio de seus cabelos foi danificado, pois tinham compromisso com Deus e com sua palavra.

É relativamente fácil ser crente em “Israel”, ou seja, dentro da igreja local, onde os irmãos têm a mesma fé. Porém, é na “Babilônia”, isto é, fora da cultura nativa, que provamos nosso compromisso com Deus. A fé é provada verdadeiramente diante das “estátuas de Nabucodonosor”, diante da “fornalha ardente”, diante do “manjar do rei” e “na cova dos leões”.

É nesse ambiente hostil ao evangelho que podemos provar se somos verdadeiros naquilo que pregamos. Praticar missões é, também, levar Cristo para aqueles que estão na “Babilônia espiritual”. Deus quer usar você lá: no seu ambiente de trabalho, no seu bairro, no meio de seus familiares descrentes.

Deus poderá até mudar você de lugar, ou, quem sabe, de país; o importante é ir. Se você se colocar à disposição do Senhor, poderá até ser lançado na “fornalha”, mas ela não queimará você; poderá até ser lançado na “cova”, mas os leões não ferirão você. Deus guarda a todos aqueles que fazem a sua vontade:

“Quando você passar pelo fogo, não se queimará; quando pelas águas, elas não o submergiram”, diz o Senhor.

Seja um missionário!

Você reparou na proporção? Quantos foram cativos para a Babilônia? Não foi a nação de Judá, as principais lideranças, os sábios? Mas de todo esse povo apenas quatro jovens não barganharam sua fé, não foram "flexiveis", não adaptaram sua "teologia" e idealogia, mas, deram maior valor a obediência, aos principios bíblicos, do que as suas proprias vidas, tanto que disseram: Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. (Dn 3:17-18)

Onde eu e você estamos? Ao lado de qual grupo? Dos que dobraram seus joelhos diante da estátua do rei da Babilônia, para preservar a vida aqui na terra, ou do lado dos quatro jovens, fiéis e sem medo algum, pois tinham pleno conhecimento da vontadde soberana de Deus e confiavam em Sua fidelidade? Não importava para eles se Deus iria ou não salva-los, o que importava era manter-se obediente e não se dobrar diante das "novidades", das "aberrações", e "influências pagãs".

Ao invés de serem influenciados eles, influenciaram! Tanto é que o próprio rei glorificou o nome de Deus após o Senhor livrá-los do fogo da fornalha.
Falou Nabucodonosor e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar o seu corpo, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus. (Dn 3:28)
Lembre-se das palavras de Jesus: "Vós sereis minhas testemunhas" - Isso quer dizer literalmente: Mesmo que isto lhes traga a morte falem de meu evangelho!
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Fonte: Sou da Promessa comentário adicional PC@maral

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A Cruz Antiga e a Nova

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Por Aiden Wilson Tozer

Totalmente sem aviso e desapercebida, uma nova cruz surgiu nos círculos populares evangélicos nos tempos modernos. Parece-se com a antiga cruz, mas é diferente: as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.

Desta nova cruz brotou uma nova filosofia da vida cristã, e dessa nova filosofia proveio uma nova técnica evangélica - um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Esta nova evangelização emprega a mesma linguagem da antiga, mas seu conteúdo não é o mesmo e a sua ênfase não é como antes. A cruz antiga não fazia barganhas com o mundo. Para a jactanciosa carne de Adão, ela significava o fim da jornada. Punha em execução a sentença imposta pela lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana; ao contrario, é uma companheira amigável e, se corretamente entendida, é fonte de oceanos de boa e limpa diversão e de inocente prazer. Ela deixa Adão viver sem interferência. A motivação da sua vida não sofre mudança; o seu prazer continua sendo a razão do seu viver soa que agora ele se deleita em cantar coros e em ver películas (filmes) religiosas, em vez de cantar canções obscenas e beber bebidas alcoólicas fortes. A tônica ainda está no prazer, embora agora a diversão esteja agora num superior plano moral, se não intelectual.

A nova cruz estimula uma abordagem evangelística nova e inteiramente diversa. O evangelista não exige renuncia da velha vida para que se possa receber a nova. Ele não prega contrastes; prega similaridades. Procura caminho para o interesse do publico mostrando que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; ao invés disso, oferece a mesma coisa que o mundo oferece, só que num nível mais alto. Seja o que for que o mundo enlouquecido pelo pecado reclame para si no momento, com inteligência se demonstra que exatamente isso o evangelho oferece, só que o produto religioso é melhor.

A nova cruz não destrói o pecador; redireciona-o. Aparelha-o para um modo de viver mais limpo e mais belo e poupa o seu respeito próprio. Àquele que é auto-afirmativo, ela diz: "Venha e afirme-se por Cristo". Ao egoísta diz: "Venha e exalte-se no Senhor". Ao que procura viva emoção diz: "Venha e goze a vibrante emoção do companheirismo cristão". A mensagem crista sofre torção na direção da moda em voga, para que se torne aceitável ao publico.

A filosofia que está por trás desse tipo de coisa pode ser sincera, mas sua sinceridade não a faz menos falsa. É falsa porque é cega. Falta-lhe por completo todo o significado da cruz.

A antiga cruz é um símbolo de morte. Ela representa o abrupto e violento fim do ser humano. Na época dos romanos, o homem que tomava sua cruz e se punha a caminho já tinha dito adeus a seus amigos. Não voltaria. Estava saindo para o término de tudo. A cruz não fazia acordo, não modificava nada e nada poupava; eliminava o homem, completamente e para sempre. Não procurava manter boas relações com a sua vitima. Feria rude e brutalmente, e quando tinha terminado o seu trabalho, o homem já não existia.

A raça de Adão está sob sentença de morte. Não ha comutação nem fuga. Deus não pode aprovar nenhum fruto do pecado, por mais inocente ou belo que pareça aos olhos dos homens. Deus salva o indivíduo liquidando-o e, depois, ressuscitando-o para uma vida nova.

A evangelização que traça paralelos amistosos entre os caminhos de Deus e os dos homens é falsa para Bíblia e cruel para as almas de seus ouvintes. A fé cristã não é paralela ao mundo; secciona-o. Quando vimos a Cristo, não elevamos a nossa velha vida a um plano mais alto; deixamo-la aos pés da cruz. O grão de trigo tem de cair no solo e morrer.

É preciso que nós, que pregamos o Evangelho, não nos consideremos como agentes de relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. É preciso que não nos imaginemos comissionados para tornar Cristo aceitável ao grande comércio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas, mas profetas, e a nossa mensagem não são um acordo, mas um ultimato.

Deus oferece vida, não uma velha vida melhorada. A vida que Ele oferece é vida posterior à morte. É vida que se mantém sempre no lado oposto ao da cruz. Quem quiser possuí-la, terá de passar sob a vara.. Terá de repudiar-se a si próprio e aquiescer-se à justa sentença de Deus que o condena.

Que significa isso para o indivíduo, para o condenado que desejar achar vida em Cristo Jesus? Como poderá esta teologia ser transferida para a vida? Simplesmente, é preciso que ele se arrependa e creia. É preciso que ele abandone os seus pecados e então prossiga e abandone a si mesmo. Que não cubra nada. Que não procure fazer acordo com Deus, mas incline a cabeça para o golpe do severo desprazer de Deus e reconheça que merece morrer.

Feito isso, que ele contemple com singela confiança o Senhor ressurreto, e do Senhor lhe virão vida, renascimento, purificação e poder. A cruz que deu cabo à vida terrena de Jesus agora põe fim ao pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o ressuscita para uma nova vida ao lado de Cristo.

A qualquer que faça objeção a isso ou que o considere meramente como uma estreita e particular visão da verdade, permita-me dizer que Deus fixou Seu caminho de aprovação nesta mensagem, desde os dias de Paulo até ao presente. Quer exposto nestas exatas palavras quer não, tem sido este o conteúdo de toda pregação que tem trazido vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, os avivalistas, tem posto aqui a sua ênfase, e sinais, maravilhas e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho de aprovação de Deus.

Ousaremos nós, os herdeiros desse legado de poder, adulterar a verdade? Ousaremos apagar com os nossos grosseiros lápis as linhas impressas ou alterar o modelo que nos foi mostrado no Monte? Não o permita Deus. Preguemos a velha cruz e conheceremos o antigo poder.



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Fonte: Amigo de Cristo

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Simplicidade e permanência

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Por Ricardo Barbosa de Sousa

De vez em quando gosto de reler “Cartas de um Diabo a seu Aprendiz”, de C. S. Lewis. Sua habilidade em perscrutar os labirintos da tentação me impressionam. Ele nos ajuda a reconhecer nossa enorme ingenuidade e a profunda sagacidade do inimigo.

Em uma dessas cartas, o Diabo reconhece que o verdadeiro problema dos cristãos é que eles são “simplesmente” cristãos. O laço que os une é a vida comum que eles têm em Cristo. Ele então aconselha seu sobrinho: “O que nós desejamos, se não houver mesmo jeito e os homens tiverem de tornar-se cristãos, é mantê-los num estado de espírito que eu chamo de cristianismo e alguma outra coisa [...]. Substitua a fé em si por alguma moda com colorido cristão. Faça com que tenham horror à Mesma Coisa de Sempre”.

A “mesma coisa de sempre” nos deixa entediados. Ser “simplesmente” cristão, para muitos, não é suficiente. Precisamos de coisas novas. Sempre. Modelos novos de igreja, um jeito diferente de cantar, formas inovadoras de culto, estratégias sofisticadas de crescimento, e por aí vai. Somos movidos pelas novidades, não pela profundidade. Nosso interesse está na variedade, não na densidade.

O reverendo A. W. Tozer, num artigo intitulado “A velha e a nova cruz”, comenta o mesmo fenômeno: “Uma nova filosofia brotou dessa nova cruz com respeito à vida cristã, e dessa nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica -- um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Esse novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior”.

O Diabo, na carta ao seu sobrinho aprendiz, diz: “O horror pela mesma coisa de sempre é uma das mais preciosas paixões que incutimos no coração humano -- uma fonte infinita de conselhos estúpidos, de infidelidade conjugal e de inconstâncias na amizade”. A lista poderia se estender, mas o que se encontra por trás desse “horror pela mesma coisa de sempre” é a grande atração pelo novo seguida de uma profunda distração pelo essencial. O que a novidade faz é direcionar nossa atenção para outras preocupações, dando mais valor aos meios e não aos fins.

A formação espiritual cristã sempre requereu, basicamente, obediência a Cristo no seu chamado a proclamar o evangelho, fazer discípulos, integrá-los numa comunidade trinitária e ensiná-los a guardar a sua palavra. Ensiná-los a se comprometerem com o serviço como expressão de amor para com o próximo e com o cultivo e a prática de disciplinas espirituais como oração, jejum, arrependimento, confissão, leitura e meditação nas Escrituras e contemplação.

Não importa o quanto nossas igrejas e ministérios sejam sofisticados. Não importa o volume de novidades e tecnologias que oferecemos. Se no final não encontrarmos as mesmas coisas de sempre, significa que nos perdemos com o meio e não alcançamos o fim.

Existem dois aspectos que considero fundamentais na experiência espiritual cristã: simplicidade e permanência. Quando perguntaram para Jesus como o reino de Deus viria, ele respondeu afirmando o seu caráter discreto. Não viria com grande estardalhaço. Se estabeleceria dentro daqueles que o confessam como Senhor e Rei. Jesus apresenta um evangelho que transforma de dentro para fora. O que o vaso contém é infinitamente maior e mais valioso que o vaso. Ele cresce como uma pequena semente de mostarda. A simplicidade está na natureza própria do evangelho.

A permanência define o caráter pessoal e relacional da fé. Permanecer em Cristo é permanecer ligado como galho na videira. É somente nessa permanência que recebemos de Cristo sua vida e a transmitimos aos outros. Permanecer é mais do que conhecer -- é manter-se em constante e dinâmico relacionamento. As novidades não transformam o caráter; a permanência, sim. Para C. S. Lewis, a maturidade é algo que “todos alcançam na velocidade de sessenta minutos por hora, independentemente do que façam e de quem sejam”.
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Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração”.

Fonte: Ultimato.com.br

Acima do Desespero

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Por Eudoxiana C. Melo

O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente. (Hc 3.19)

Revolta e frustração são inimigas da esperança. Juntas, quase levaram o profeta Habacuque ao desespero, a ponto de ele dizer: Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que me mostras a iniqüidade e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita (Hc 1.2-3). Esses sentimentos são comuns a todos que esperam grandes coisas e recebem, como Habacuque, violência e opressão.

Mas o profeta não permaneceu desolado, porque percebeu que o que lhe faltava era, na verdade, perecível, e, numa hora ou noutra, poderia faltar mesmo. Foi por isso que ele compôs a canção que finaliza o seu livro. Quando olhou para Deus, Habacuque viu a razão da sua alegria e pôde então dizer:
Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente. (Hc 3.17-19)
O ano se foi e a “figueira não floresceu”, “não houve fruto na vide”, “o produto da oliveira falhou”, “as ovelhas foram arrebatadas do aprisco” e “não houve gado nos currais”. Quem pode confiar no que pode faltar? Nossa esperança só sobrevive às nossas perdas se estiver depositada no que é infalível, só é renovada quando nos voltamos para Deus, para sua perseverança em nos amar do jeito que somos e em nos transformar em pessoas melhores. É ele que nos faz andar altaneiramente, como cantou o profeta.

A presença divina conosco é o que temos de mais seguro nesta vida. Se isso não for o motivo da nossa alegria, sempre seremos presas fáceis do desespero.
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Fonte: Do excelente blog Poeira de Ouro compartilhado no PC@maral

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Dez mentiras a respeito do pecado - Parte II

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"O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo" (2 Co 11.3).

LEIA PARTE I AQUI

Sexta Mentira - Posso Pecar Sem Sofrer Conseqüências

"Se eu pecar, nada de mal vai realmente me acontecer." Não pensamos assim, às vezes, especialmente se o pecado é "pequeno"? É espantoso observar os multiformes enganos do diabo neste assunto. Por um lado, ele convence as pessoas de que não existe uma punição ou conseqüência imediata para o desobediente, e que, portanto, não faz mal pecar. Por outro lado, para aqueles que acreditam nas conseqüências desastrosas do pecado, ele os convence de que não há perigo, no caso deles, de praticarem o pecado! Mas sempre há conseqüências para o pecado, porque Deus é um Deus de justiça que odeia o pecado.

Em Êxodo 34.7, Deus testificou que de nenhuma maneira livrará o culpado. Se não precisasse existir qualquer conseqüência do pecado, Jesus nunca teria morrido numa cruz pelos pecadores. Ele mesmo o declarou, quando clamou: "Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice" (Mt 26.39). E, realmente, não era possível, porque a fim de que Deus fosse justo e justificador dos ímpios, foi preciso punir os seus pecados na pessoa de Jesus (Rm 3.25-26). Jesus não é a única testemunha das conseqüências do pecado; também o são todas as multidões que estão na sepultura, aguardando o dia do juizo eterno (ver Mt 10.28; 25.46; 2 Ts 1.8-9; Jd 6-7).

"Mas se eu sou redimido por Cristo", alguém poderia perguntar, "como é que posso ser punido pelos meus pecados?" Se cremos em Jesus, não somos propriamente punidos pelos nossos pecados; pelo contrário, nosso Pai nos disciplina misericordiosamente a fim de que sejamos participantes da sua santidade (Hb12.5-11). Deus ama demais a santidade para permitir que os seus próprios filhos venham a chafurdar no pecado. Portanto, disciplina pelo pecado é a marca registrada do amor de Deus pelos seus filhos, e deve ser esperada sempre que pecarmos (Sl 119.67,71; Tg 5.14-15). Na verdade, se não somos disciplinados, não somos filhos de Deus.

Fazemos bem em lembrar que o mero fato de tais castigos não serem eternos não significa que as conseqüências do pecado sejam indolores para os crentes. Às vezes, até um redimido tem de viver com as conseqüências de um pecado seu pelo resto da sua vida (observe o que o Rei Davi teve de suportar por causa do seu pecado com Bate-Seba). Isso já é razão suficiente para não pecar. O nosso Pai não somente tem uma equipe para afastar os nossos inimigos, mas também uma vara para corrigir os nossos erros. Sejamos gratos a ele por isso, porque é para o nosso bem.

Sétima Mentira - Deus Não Vai Me Julgar, Porque Todo o Mundo Faz o Mesmo

O diabo, às vezes, engana-nos fazendo-nos adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. Entretanto, devemos sentir medo quando estamos seguindo a maioria. O cristianismo, pela sua própria natureza, é uma religião de contracultura. Seguir a Cristo é como nadar contra a correnteza. Jesus disse: "Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela" (Mt 7.13-14).
Uma vez, eu li um pequeno panfleto com uma história imaginária de uma pessoa diante de Deus, desculpando-se de seus erros com o argumento de que todo o mundo vivia da mesma maneira. Deus, então, respondeu: "Bem, se você pecou com a maioria, você pode ser condenado com a maioria". É essa resposta que podemos esperar se pautarmos a nossa vida por semelhante filosofia destrutiva.
Oitava Mentira - Deus Não Vai Me Julgar, Porque Não Sou Tão Mau Quanto os Outros

Se não racionalizarmos o nosso pecado por incluir-nos na multidão, o diabo vai tentar nos levar a racionalizá-lo excluindo-nos da multidão. Essa atitude era a essência do farisaísmo, e é sempre uma ilusão fatal.

Talvez exista um pecado na nossa vida que Deus queira trazer à luz, mas resistimos à convicção do Espírito, argumentando que não somos pessoas tão más em relação às outras. Mas esse é um pensamento ilusório e contrário às Escrituras. Em primeiro lugar, deixa de levar em conta que Deus não somente estabelece o padrão; ele é o padrão. "Sejam santos, porque eu sou santo" (1 Pe 1.16). A questão não é como nos comparamos com outras pessoas e, sim, como nos comparamos com Deus. Segundo, deixa de levar em conta o fato de que Deus não fica satisfeito com obediência incompleta. Deus quer tudo dos nossos corações, tudo das nossas vidas e o mínimo possível de pecado. Quando tentamos estabelecer meios compromissos com Deus, estamos roubando de nós mesmos tremendas bênçãos espirituais.
D.L.Moody, certa vez, ouviu um homem dizer: "O mundo ainda não viu o que Deus pode fazer com, em e através de um homem cujo coração esteja totalmente devotado a ele." Mas o homem estava errado. O mundo já tinha visto homens tais como Calvino, George Whitefield, Jonathan Edwards, McCheyne e Spurgeon. É somente quando estivermos dispostos a nos consagrar como esses homens fizeram que sentiremos o mesmo gosto do seu sucesso. Mas nunca o experimentaremos enquanto nos satisfizermos a nós mesmos, avaliando-nos pela comparação com os outros.
Nona Mentira - Deus Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque

A Bíblia fala de homens que se insinuaram na igreja, inspirados por Satanás, para espalhar esta doutrina demoníaca. Paulo faz referência a esses homens que dizem: "Façamos o mal, para que nos venha o bem" - e depois acrescenta: "a condenação dos tais é merecida" (Rm 3.8). Judas nos adverte contra aqueles que transformam a graça de Deus em libertinagem (Jd 4). A Bíblia torna bem claro que é impossível desfrutar o perdão e continuar vivendo no pecado.

Paulo ainda escreveu em Romanos 6.1-2: "Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?" É impossível porque sempre que Deus perdoa um homem, ele também transforma a sua natureza. A graça muda de tal forma a pessoa que esta não vai mais querer viver em pecado! Quando uma pessoa é dominada pelo desejo de fartar-se do pecado é uma indicação de que ela nunca nasceu de novo.
Um dia, conta-se, Spurgeon e um outro homem estavam caminhando numa rua e passaram por um bêbado deitado na sarjeta. Disse o homem: "Ué, Sr. Spurgeon, eis aí um dos seus convertidos!" "Deve ser mesmo um dos meus", replicou Spurgeon, "porque de Deus com certeza não é!"
Décima Mentira - Deus Nunca Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque

Mais uma vez, vemos quão versátil é Satanás nos seus enganos. Ele sabe que precisa preparar uma mentira apropriada para cada tipo de pessoa. Para aquele que é inclinado ao desespero, o diabo espera por oportunidades de assoprar nos seus ouvidos que todas as tentativas de uma recuperação posterior serão inúteis porque ele já foi longe demais.

Tentará convencê-lo que cometeu o pecado imperdoável, que agora pode muito bem se entregar totalmente ao pecado porque de todo jeito já está condenado. A verdade é que Cristo perdoará todo aquele que vem a ele. "Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei" (Jo 6.37). Isso foi verdade quando nosso Senhor falou estas palavras e ainda é verdade agora. Não permita que o diabo amplie a sua condenação tentando-o a se abandonar totalmente ao pecado e ao desespero. As misericórdias do Senhor duram para sempre. A porta da graça está aberta para todos aqueles que se aproximam através de Jesus.

Conclusão

Como é que podemos derrotar as mentiras do diabo? Somente pela Palavra de Deus. É a verdade que nos dá base sólida e que não permite que sejamos levados por qualquer vento de doutrina. É a verdade que santifica. É a verdade que é a mola-mestra do crescimento à maturidade em Cristo. É a chave para derrotar o diabo.

Leitura da Bíblia, meditação e memorização da Bíblia, e encarnação da Bíblia - experimentando as suas verdades nas nossas vidas - são para sempre as únicas ferramentas disponíveis ao povo de Deus para sobrepujar o inimigo. Como em todas as coisas, Jesus é o nosso modelo para lidar com as mentiras do diabo. Quando tentado por Satanás no deserto, ele citou as Escrituras em resposta a cada mentira (Mt 4.1-10). "Está escrito" deve ser a nossa senha tanto quanto foi a dele.


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Extraído do Jornal Heartcry, uma publicação de Life Action Ministries (www.LifeAction.org), um ministério de avivamento e despertamento espiritual. P.O. Box 31, Buchanan, Michigan, EUA, 49107-0031.

Fonte: O Arauto da Sua Vinda - Ano 23 nº 6 - Novembro/Dezembro 2005 :: Via Sou da Promessa compartilhado no PC@maral

Dez mentiras a respeito do pecado - Parte I

Um comentário:
"Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (Jo 8.44).

Este versículo nos fala muito a respeito da natureza do diabo. O diabo é um mentiroso. As mentiras são a sua língua nativa, e ele as usa ardilosamente. Elas são o seu principal instrumento para a ruína e destruição da humanidade. Na verdade, o diabo assassina através das suas mentiras.

Paulo tece um comentário sobre as mentiras do diabo numa advertência aos crentes de Corinto: "O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo" (2 Co 11.3). Observe as palavras "a mente de vocês" - esta é a área que está sob ataque constante do diabo. A corrupção da mente é uma das principais maneiras de o diabo desviar as pessoas de Cristo (veja também 2 Ts 2.9-10; 1 Tm 4.1).

É imperativo, portanto, desmascarar as artimanhas de Satanás de tal modo que não abracemos as suas mentiras. O grau da nossa santificação é proporcional à extensão da nossa crença e prática da verdade (Jo 17.17). Devemos estar preparados para resistir aos ataques do diabo familiarizando-nos com os seus desígnios.

Primeira Mentira - O Pecado Traz Realização

Não existe um pecado que não seja influenciado por essa racionalização. Pensamos que o pecado nos torna mais felizes. Mas, na realidade, o pecado é a causa principal de toda a miséria e infelicidade nesta vida. Morte, doença, desavenças, guerra, fome, vício (de qualquer espécie), famílias desmanteladas, ódio, dor, sofrimento e uma miríade de outros males, tudo isso encontra a sua origem no pecado. Não havia nenhuma dessas coisas antes que o pecado tivesse entrado no mundo, e quando os céus e a terra forem recriados em justiça, também lá não estarão (Ap 21.2-4).

O pecado contradiz diretamente o propósito para o qual nós fomos criados, e jamais seremos felizes num tal estado. Bem no âmago da nossa humanidade, Deus nos fez com o desejo de buscá-lo (At 17.24-28), de aprender os seus mandamentos (Sl 119.73) e de servi-lo com alegria (Sl 100.1-3). A Escritura mostra com muita clareza que a alegria e a satisfação vêm somente do Senhor (Sl 16.11). Nunca seremos verdadeiramente felizes até que realizemos o propósito de Deus para as nossas vidas.

Isso deveria ser evidente, já que Deus é a fonte de todas as bênçãos, tanto naturais quanto espirituais. Como o doador é maior do que o dom é razoável supor que a nossa alegria em Deus deveria ser maior do que a nossa alegria pelos dons. É uma afronta a Deus encontrar maior satisfação nos seus dons do que nele próprio. Fazendo isso, estamos trocando o Criador pela criatura.

É muito importante lembrarmos que o pecado pode oferecer somente prazer temporário (Hb11.25). A satisfação do pecado não só não dura, como também sempre acaba em miséria maior ainda (1 Jo 2.17). Portanto, a questão verdadeira é: queremos prazer temporário ou alegria duradoura?

Segunda Mentira - O Pecado é Facilmente Derrotado

Uma das coisas em que o diabo quer que acreditemos, a fim de que a nossa vigilância diminua, é que o pecado não é um inimigo perigoso. Mas a Bíblia nos ensina que o pecado é tão poderoso que, a menos que o poder sobrenatural de Deus intervenha, nós nos tornamos seus escravos e permanecemos sob a escravidão das suas ordens (Jo 8.34). Embora nascidos de novo, a depravação é uma força poderosa dentro de nós, como testemunha o apóstolo a respeito da sua própria experiência (Rm 7.14-25).

O que complica o assunto é que o pecado é enganoso (Hb 3.13); nem sempre aparenta ser mau. O escritor de Hebreus faz referência ao pecado "que tenazmente nos assedia" (Hb12.1). Por essa razão, a Bíblia nos ordena a tomarmos muito cuidado com o pecado e a lutarmos com força contra ele. Paulo disse que esmurrava o seu corpo e o mantinha sob controle a fim de não ser reprovado (1 Co 9.24-27). Em outro lugar, comparou a vida cristã a uma batalha (2 Tm 2.3). Para derrotar o pecado, precisamos estar armados para a guerra (Ef 6.10-20).
John Owen deu o seguinte conselho sábio: "Mate o pecado ou o pecado matará você... Não existe um dia sequer em que o pecado não derrote se não for derrotado, e não prevaleça se não for subjugado; e assim será enquanto vivermos neste mundo."
Terceira Mentira - Você Pode Lidar com o Pecado Sem Recorrer a Cristo

O perigo desta mentira é que ela leva à frustração e ao desespero. Infelizmente, muitas pessoas que aceitam esta mentira descobrem que não podem competir em condições de igualdade com a depravação que existe dentro delas e, por isso, desesperançadas, desistem de lutar contra o pecado.

Quando o evangelho é apresentado no Novo Testamento, o foco é sempre na obra de Cristo e na paz com Deus que encontramos nele (2 Co 5.17-21). A Bíblia exorta as pessoas a primeiro abraçarem a Cristo e, só depois disso, a buscarem a santidade. O evangelho não é um simples apelo a um viver moral e, sim, a uma transformação sobrenatural. Ninguém é capaz de vencer o pecado separado de Cristo e do Espírito Santo (Rm 8.13). Deus não é honrado quando tentamos remediar a nossa situação pecaminosa sem a sua graça, por isso é inimaginável supor que Deus irá abençoar um sistema de justiça produzido pelo próprio homem.

Quarta Mentira - É Impossível Atingir os Padrões de Deus

É uma tendência humana culpar as circunstâncias ou as outras pessoas pelos nossos escorregões no pecado. Preferimos pensar que, diante das circunstâncias, seria impossível deixar de pecar. Queremos pensar dessa maneira porque alivia as nossas consciências e nos isenta de responsabilidade quando pecamos. Afinal de contas, como Deus pode nos responsabilizar por aquilo que é impossível?

Há um sentido em que a santidade de Deus, de fato, representa um padrão impossível para a humanidade pecadora. Quando os discípulos ouviram Jesus explicar o custo do discipulado para o jovem rico, perguntaram: "Então, quem pode ser salvo?" (Lc 18.26). Jesus respondeu: "O que é impossível para os homens é possível para Deus" (v.27). Portanto, é um erro fundamental desculpar-se do comportamento pecaminoso, já que Deus prometeu graça para obedecer a quem o busca pela fé.

Não existe pecado que não possamos vencer nem tentação que não possamos resistir pela graça (1 Co 10.13; 2 Co 12.9; Fp 4.13). Deus quebra o poder do pecado na nossa conversão. Este é o ponto focal de Paulo no sexto capítulo de Romanos: estamos mortos para o pecado; portanto não precisamos viver nele (vv.1-2). A graça de Jesus remove a carga pesada da obrigação de guardar os mandamentos de Deus (1 Jo 5.3).

Quinta Mentira - Você Não Precisa Tratar com o Pecado Imediatamente

Procrastinação é um pecado do qual todos nós somos culpados e a respeito do qual temos costume de brincar. Mas a demora nas coisas espirituais pode ser fatal. A Bíblia nos diz que "agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação" (2 Co 6.2). E o escritor de Hebreus, citando o Salmo 95, exorta-nos a ouvir hoje a voz de Deus (Hb 3.7,13,15).

Por que isso se torna tão necessário?

Primeiro, quanto mais o pecado permanece em nós sem que haja arrependimento, mais difícil será nossa mudança, devido à força do hábito. Quanto mais acalentamos um desejo pecaminoso ou uma atitude errada, mais o pecado ficará entranhado na nossa natureza. Será menos e menos notado. Terá um lugar mais permanente nas nossas afeições. A nossa resistência a ele irá se tornando cada vez mais fraca.

Segundo, é necessário porque a conseqüência maligna do pecado começa a fazer efeito no momento em que consegue entrada na alma. Foi somente um leve toque na arca que matou Uzá, e é somente uma simples brincadeira com o pecado que pode matar a alegria espiritual e os frutos nas nossas vidas.
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Extraído do Jornal Heartcry, uma publicação de Life Action Ministries (www.LifeAction.org), um ministério de avivamento e despertamento espiritual. P.O. Box 31, Buchanan, Michigan, EUA, 49107-0031.

Fonte: O Arauto da Sua Vinda - Ano 23 nº 6 - Novembro/Dezembro 2005 :: Via Sou da Promessa compartilhado no PC@maral

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Perdoados e Limpos

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Por PC@maral

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça (I Jo 1:9)

Quando entristecemos o nosso Deus, sejam por pensamentos, palavras, ações ou omissões, cometemos pecado, e muitas são as conseqüências. O sentimento de culpa e impureza é a conseqüência mais evidente. Na realidade, o pecado atrai o peso da mão do Senhor [aplicação de justiça], e a condição espiritual de que estamos sujos. Creio que estas sensações são benéficas, por que demonstram que Deus não desistiu de nos amar e que deseja resolver essa situação, o que somente ele pode fazer: libertar-nos do pecado e dar-nos outra chance. Talvez seja por isso que a necessidade de recomeçar e de se limpar seja tão latente nos seres humanos.

A garantia de que Deus nos dá sempre uma chance para recomeçarmos, ao limpar-nos da sujeira do pecado, é dada pela morte e pela ressurreição de Jesus Cristo, pois, sem derramamento de sangue, não há remissão (Hb 9:22), e como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição (Rm 6:4-5).

A Palavra de Deus nos garante vitória; porém, o Senhor não pode nos transformar, se não admitirmos que cometemos pecados e se não formos à sua presença, em atitude humilde de confissão. Confissão é algo difícil, mas indispensável; é sinônimo de quebrantamento, de reconhecimento de erros cometidos e de renúncia destes erros. Quando confessamos nossos pecados, estamos dando um basta a um círculo vicioso de transgressões e rompendo as correntes da escravidão espiritual: Ou dizemos não ao pecado ou Deus nos dirá não. Sem Deus, estaremos eternamente perdidos: sem as promessas bíblicas, sem o conforto e a direção do Espírito Santo, sem paz, sem alegria, sem objetivo de vida, sem perspectiva de salvação, sem a presença do Senhor e sem a sua glória, por toda a eternidade.

Davi, conforme está escrito, no Salmo 51 experimentou amargamente o que é viver longe da vontade do Pai. Desesperado orou: Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos (...) lava-me, e ficarei mais alvo que a neve (...). Não me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação (VV. 2-4,7, 11, 12).

Podemos, diariamente, escolher entre andarmos sujos esmagados pela culpa, ou perdoados e limpos, pela fidelidade, pelo amor, pela graça, pela misericórdia e pelo poder de Deus.
***

PC@maral

O Investimento no Reino de Deus

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Por PCamaral

E disse Pedro: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos. E ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos pelo reino de Deus e não haja de receber muito mais neste mundo e, na idade vindoura, a vida eterna. (Lc 18:28-30)

O coração do homem tem a tendência de seguir os seus tesouros, suas riquezas. Cabe a cada um de nós esta análise: “Onde está minha riqueza?” A motivação interna move o comportamento do ser humano. Diante disto, é necessário evitar que as possessões pessoais sejam colocadas em lugar errado.

A generosidade focada em Deus é a melhor maneira de direcionar o comportamento do cristão, formando uma reserva de caráter e também de riqueza material, sendo que esta deve ser entregue para o reino de Deus. O cristão não pode acreditar, como se veicula no mundo, que o sentido da vida seja armazenar tesouros na terra, onde tudo perece, assim afirmou Jesus.

O cristão precisa entender que os recursos colocados em suas mãos são bênçãos de Deus, e devem ser utilizados em seu reino. Muitas vezes, somos tentados a fazer a mesma afirmação de Pedro a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo”. Se formos analisar a vida dos discípulos de Jesus, certamente questionaremos: o que eles deixaram?

Dizer: “Eis que deixamos tudo”, quando isto não aconteceu é uma afronta para com o Mestre dos mestres, que entregou sua própria vida e derramou seu sangue para salvar a humanidade.

Todos os tesouros que o homem possa acumular na face da terra não serão coisa alguma, comparados ao valor de uma vida resgatada para o reino de Deus, pois o custo é o sangue de Jesus Cristo.

Jesus em sua infinita misericórdia, afirma a seus discípulos que todos os que abrirem mão das coisas deste mundo pelo reino de Deus, hão de receber muito mais neste mundo, e, por fim, a vida eterna: (...) Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos por amor de mim e por amor do evangelho, que não receba, já no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna. (Mc 10:30).

Qual tem sido nossa oferta ao Senhor? O que nós já entregamos a Ele? É importante analisar qual o reconhecimento que temos demonstrado para com a obra de Deus, diante das bênçãos que nos tem proporcionado. Jesus entregou o que de mais precioso Ele tinha: a própria vida!

Nossa oferta, caro irmão, cara irmã, deve refletir as bênçãos recebidas. É verdade que Deus nos abençoa porque nos ama e tem misericórdia de nós, mas é verdade também, que há chuvas de bênçãos, enviadas por Deus, para quem, com fé, alegria e adoração, é fiel na entrega do dízimo, das ofertas e das contribuições que mantém a casa de Deus em pleno desenvolvimento.

Além da resposta financeira, com reconhecimento de que, tudo pertence ao Senhor e nós administramos e, sendo abençoados, abençoamos outros também; caminha junto a disponibilidade em fazer funcionar a obra do Senhor, quando doamos nosso tempo, nossa inteligência, nossa capacidade de trabalho, para o crescimento do reino de Deus.

Invista no reino de Deus! Com toda certeza o Senhor continuará nos ajudando e nos abençoando!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Aquele que nos Fortalece

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Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar (Jo 5:8-9a)

Jesus não ignora o fraco. A sociedade pode ignorar o fraco, mas ele não. A família pode ignorar o fraco, mas ele não. Até mesmo a igreja pode ignorar o fraco, mas ele não. Quando Jesus vê um fraco, um desclassificado, um excluído, um miserável, um pecador atirado no chão, prostrado no pó da terra, pisado por pés humanos, para; aproxima-se; conversa; pergunta; abaixa e estende a mão para levantá-lo. Essa é uma das maiores belezas do caráter de Jesus Cristo. O evangelho de João, no capitulo cinco, versiculos do um ao quatorze, mostra Jesus dando atenção a um homem fraco, um homem que não ficava de pé nem andava.

I – OLHANDO PARA JESUS

Algum tempo depois de curar, de longe, o filho do oficial, Jesus subiu a Jerusalém (Jo 5:1b). Era um tempo de festa: havia uma festa entre os judeus. Esta deve ter sido uma das três festas da peregrinação: a Páscoa, o Pentecostes ou a festa dos Tabernáculos. O que levou Jesus a Jerusalém? Ele não foi até lá para participar da festa em si, mas para “curar um homem e usar o milagre como ponto de partida para uma mensagem dirigida ao povo” [WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico expositivo: NT, vl. I. Santo André, SP: Geográfica, 2006 pág. 391]. Tendo por base a narrativa desse milagre, olhemos para a percepção de Jesus, a pergunta feita por Jesus, a autoridade e a exigência de Jesus, aquele que nos fortalece.

A percepção de Jesus: Assim que chegou, Jesus se dirigiu não ao templo, mas ao tanque, chamado, em hebraico, de Betesda. Este é um nome de significado interessante: casa da misericórdia. Ali, estava um homem que, há trinta e oito anos, vivia enfermo (Jo 5:5). Isso, porém, “não significa, certamente, que ele estivera ali por todo esse tempo”. O fato é que o Senhor enxergou aquele homem: E Jesus, vendo este deitado (Jo 5:6a). Sem dúvida, ele o olhou com um olhar de compaixão (Mc 8:3, 10:21). Jesus sabia que o homem estava naquele estado há muito tempo (Jo 5:6b). Ele pode ter obtido essa informação por meios naturais ou espirituais. Jesus percebia o sofrimento alheio. Ele via o sofrimento estampado no corpo, que causava deficiência física. Jesus percebeu as costas corcundas por 18 anos da mulher encurvada (Lc 13.11), a pele doente dos dez leprosos (Lc 17:14) e os olhos baços do cego de nascença (Jo 9:1). Ele via também o sofrimento escondido na alma, que produzia desgastes emocionais. Jesus enxergou a dor daquela mulher que já havia perdido o marido e agora estava sepultando o único filho (Lc 7:13), a tristeza do jovem rico (Lc 18:24) e as lágrimas da irmã e dos amigos de Lázaro, sepultado quatro dias antes (Jo 11.33) [CÉSAR, Elben M. Lenz. Pastorais para o terceiro milênio. Viçosa (MG): Ultimato, 2000 pág. 85].

A pergunta feita por Jesus: Jesus se aproximou daquele que se achava enfermo (Jo 5:5). Perguntou-lhe: Queres ficar são? A pergunta parece absurda, mas não é. Ele podia mesmo não querer a cura. A cura lhe traria, por assim dizer, alguns prejuízos. Ele perderia a simpatia das pessoas e, consequentemente, o sustento pessoal. Além disso, não teria mais desculpas para seus fracassos pessoais [RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008 pág. 210]. Enfim, seria preciso começar a vida outra vez! “É possível que, depois de tantos anos nesta condição, o homem preferiria não enfrentar os desafio de uma vida sadia normal” [BRUCE, F. F. João: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1987 pág. 115]. Uma pergunta objetiva exige uma resposta objetiva. A resposta mais óbvia seria: “Sim, quero ser curado!” Mas não foi o que Jesus ouviu. O enfermo respondeu-lhe desta maneira: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me coloque no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim (Jo 5:7). Não disse “sim” nem disse “não”. Disse apenas que não tinha quem o auxiliasse. Faltou-lhe a objetividade do cego de Jericó (Lc 18:35-43). Quando Jesus lhe perguntou: Que queres que te faça? Ele respondeu prontamente: Senhor, que eu veja.

A autoridade de Jesus: Após uma pergunta aparentemente estranha e uma resposta incrivelmente imprecisa, veio uma instrução grandemente intrigante: Levanta-te, toma tua cama e anda (Jo 5:8). Fazia quase quatro décadas que aquele homem não conseguia se levantar nem se locomover sozinho. Como, então, cumpriria a ordem dada por Jesus? Quem lhe deu a ordem, lhe deu o poder para cumpri-la: ...logo, aquele homem ficou são, e tomou a sua cama (Jo 5:9a). Ele recebeu poder para fazer o que, momentos antes, estivera bem aquém de sua capacidade. O que ele fez depois de curado? Partiu (Jo 5:9b). Preste atenção nessa reação, por favor. Não faltou gratidão? Faltou! “Ficamos esperando que ele caia de joelhos ao ser milagrosamente curado, mas não faz isso” [ SPANGLER, Ann e WOLGEMUTH, Robert. Eles: 50 homens da Bíblia que marcaram a história do povo de Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 2004 pág 379]. Também “esperamos que ele mostre certa curiosidade sobre a pessoa que o curou, mas ele mesmo sequer pergunta o nome de Jesus” [ SPANGLER, Ann e WOLGEMUTH, Robert. Eles: 50 homens da Bíblia que marcaram a história do povo de Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 2004 pág 379]. A multidão que assistiu ao milagre igualmente permaneceu silenciosa. Os líderes religiosos, em vez de se alegraram com o livramento maravilhoso daquele homem, o censuraram e o condenaram, dizendo: É sábado, não te é lícito levar a cama (Jo 5:10) [WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico expositivo: NT, vl. I. Santo André, SP: Geográfica, 2006 pág. 392] – [Os líderes religiosos haviam feito uma lista de 39 trabalhos que não poderiam ser realizados no sábado, e levar uma carga era um deles].

A exigência de Jesus: Ao encontrar aquele homem, um pouco mais tarde, no templo, Jesus lhe fez uma afirmação e uma advertência: Eis que já estás são não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior (Jo 5:14). Alguns acreditam que, aqui, Jesus está se referindo à condição passada daquele homem. “Isso sugere que Jesus via alguma conexão, por indireta que fosse, entre esse caso de sofrimento e algum pecado de que o homem era culpado” [Bruce (2009:1720).]. A coisa pior pode bem ser a morte. Pior do que ficar trinta e oito anos doente é morrer. Às vezes (mas nem sempre – cf. 9:2,3; II Sm 4:4; I Rs 14:4; II Rs 13:14), as doençeas são pena pelos pecados cometidos pessoalmente (I Rs 13:4, II Rs 1:4, II Cr 16:12). Outros entendem que, aqui, “Jesus está se referindo não ao que supostamente aconteceu quase quarenta anos atrás, mas à condição presente desse homem”. Fisicamente, estava saudável, mas, espiritualmente, continuava adoecido. Ainda não havia feito as pazes com Deus. Continuava no pecado. Ele não deveria continuar naquela situação. Se não mudasse a sua condição, haveria guardada para ele uma coisa pior do que a doença da qual há pouco fora libertado, que pode ser a punição eterna. De fato, o tempo do verbo “pecar”, no grego, significa: Não mais continue ou prossiga no pecado.

A ordem de Jesus: não peques mais, quer signifique “não repita o pecado cometido”, quer “signifique não continue nele”, expressa a nova condição em que aquele homem deveria viver. Essa nova condição de vida é biblicamente denominada de santificação. Mas não devemos esquecer que a exigência não peques mais veio após a cura. O que deveria provocar o bom comportamento no homem que fora curado seria a força da gratidão. Quando é a gratidão que promove a mudança de vida, esta se torna mais fácil. O agraciado sente-se no dever de amar aquele que o curou, não só de palavras, mas também de atos.

II – OLHANDO PARA NÓS

Se desejamos ser fortalecidos, busquemos a pessoa certa - Ao redor do tanque de Betesda, jazia grande multidão de enfermos (...) esperando o movimento das águas (Jo 5:3). As pessoas se ajuntam ao redor de qualquer coisa que parece prometer qualquer solução ou resposta para os seus problemas. Inúmeras pessoas procuram libertação através de objetos: a rosa ungida, ramos de arruda, sal grosso, óleo, água, vinho, pedrinhas trazidas da “terra santa”, fitinhas, lenços. A nossa libertação não vem de objetos, mas de uma pessoa, e esta pessoa chama-se Jesus. É no Senhor Jesus que deve estar a nossa esperança. É dele que vem a nossa salvação (At 4:12).

Se desejamos ser fortalecidos, tenhamos a resposta certa - Vimos que a primeira coisa que Jesus fez com o paralítico de Betesda foi perguntar-lhe: Queres ficar são? (Jo 5:6). Se você está prestes a se separar, ele pergunta: “Quer que eu os ajunte outra vez?” Se você é um alcoólatra, ele pergunta: “Quer que eu o liberte do álcool?” Se você é um dependente de droga, ele pergunta: “Quer que eu o livre das drogas?” Se você é um homossexual, ele pergunta: “Quer que eu lhe restaure a identidade sexual?” [CÉSAR, Elben M. Lenz. Pastorais para o terceiro milênio. Viçosa (MG): Ultimato, 2000 pág. 15]. Se você é um pecador, ele pergunta: “Quer que eu o perdoe?” Qual será a sua resposta? Diga “sim”, mas seja objetivo!

Se desejamos ser fortalecidos, adotemos a conduta certa - Não peque mais, disse Jesus ao homem curado. Ele diz o mesmo para você, hoje e agora: Não peque mais. Não volte a usar drogas, não volte a se refugiar no álcool, não volte para os braços da amante. Não peque mais. Não continue acessando sites pornográficos, não continue a fazer sexo com pessoas do mesmo sexo, não continue abusando da misericórdia de Deus. Não peque mais. Você precisa tomar muito cuidado. Você corre o risco de ser duramente castigado. Não com doença ou morte. O castigo é outro, muito pior. É o castigo eterno. Não corra o risco da perdição eterna. Então, deixe de pecar e faça o que é certo (Dn 4:7).

CONCLUSÃO

Talvez você seja igual ao paralítico: inválido, sem opção. Está, há algum ou há muito tempo, deitado no chão, ferido e exausto. Você quer levantar-se da tristeza, da angústia, do choro e não se levanta. Você quer levantar-se da ansiedade, da tensão, do medo e não se levanta. Você quer levantar-se das lembranças do passado, da idéia fixa, do trauma e não se levanta. Você quer levantar-se do desânimo, do pessimismo, da desesperança e não se levanta. Olhe para Jesus. Ouça, ele está dando uma ordem para você: Levante-se, pegue a sua cama e ande! (Jo 5:8 – NTLH).

Com a força de Cristo, você pode levantar se de qualquer situação! tudo posso naquele que me fortalece. (Fp 4:13).

Que Deus nos ajude e nos abençoe!
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DEC - PC@maral

Quando não Tenho Nada Para Fazer Faço Isso [5]

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O homem encolhe Mini-carro para caber dentro de seu MotorHome


O Mini é conhecido por suas proporções reduzidas - mas para este mecânico ainda era muito grande ... ele queria que fosse menor. Com essa finalidade, Lester Atherfold passou três meses encurtando sua versão vermelho cereja do seu Mini 850 ano 1964 para que coubesse dentro de sua MotorHome.

Mesmo com tamanho reduzido, o "mini" carro ainda consegue atingir velocidades de 75 mph - e agora pode ser transportado em seu ônibus AEC Reliance enquanto ele viaja pelo mundo.


Falando de sua mini-mini, Atherfold disse: "As pessoas costumam rir do carro, especialmente jovens, por algum motivo."

O mecânico aposentado acrescentou: "O Mini era o único carro no mundo que caberia no MotorHome, todos os outros eram muito grandes e altos.

"O carro nos dá liberdade quando estamos de férias. Permite-nos ver e fazer coisas que outra forma não seria capaz de fazer se a gente só tivesse o MotorHome.

"Nenhum outro carro no mundo caberia debaixo da sua cama, e ele pode encaixar no menor dos espaços de estacionamento."

Atherfold encurtou o Mini original cortando dois pés a partir do meio e diminuindo sua largura para um estreito quatro pés de oito polegadas, a fim de levar o carro amado por uma turnê por todo o país.


A personalização custou apenas £ 95 com a montagem de um novo motor, transmissão, sub-quadro de embreagem, e o painel de um Mini Clubman.
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Fonte: Newslite - tradução PC@maral

Saiu o Ganhador do Livro "Nove Marcas de uma Igreja Saudável" de Mark Dever - Ed. Fiel

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O Blog do PC@maral e o Portal Mádua sortearam o Livro "Nove Marcas de uma Igreja Saudável" de Mark Dever - Ed. Fiel e a feliz ganhadora foi a Cristiane! [@Cristianeccldm] Ele fez o 31º comentário do sorteio. E ainda dise que não tinha sorte e que não ganhava nada!




Foram 42 inscritos e no sorteio o Livro saiu para o 31º comentário [este acima].

O ARTIGO DO SORTEIO: PARA CONFERIR OS COMENTARIOS ACESSE AQUI

Sinopse:

O que constitui uma igreja saudável? Uma grande congregação? Estacionamento suficiente? Música vibrante? Talvez você já leu obras sobre este assunto - mas não como esta. Nove Marcas de uma Igreja Saudável não é um manual de instrução para o crescimento de igrejas. É a recomendação de um pastor a respeito de como avaliar a saúde de sua igreja, usando nove qualidades negligenciadas por muitas das igrejas contemporâneas. Quer você seja líder, quer seja um membro envolvido no ministério de sua igreja, você pode cultivar essas qualidades em sua igreja, trazendo-lhe vida e nova saúde, para a glória de Deus.

Para concorrer, ERA muito simples:

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O sorteio

Depois de todos os comentários publicados, cada um terá o seu número de participação, respeitando a ordem da publicação. O sorteio será feito no Random.org no dia 19/12, domingo.

A divulgação do(a) vencedor(a) será no mesmo dia, aqui no blog.

Obs.: os comentários são publicados na ordem em que são feitos, ou seja, o comentário com data mais antiga é o primeiro da lista. A contagem de comentários seguirá essa ordem.

Para receber o prêmio

O feliz ganhador não precisa se preocupar! O exemplar será entregue na casa do sorteado sem nenhuma despesa. O envio é feito diretamente pelo Portal Mádua.
Por isso, não esqueça de colocar o seu email no comentário, para que a Mádua entre em contato com você.

Agora é só comentar!!!!! Lembre-se de colocar o seu email.

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PARABÉNS CRISTIANE! QUE ESTE LIVRO TE EDIFIQUE E ABENÇOE EM NOME DE JESUS!

Agradecemos a todos os nossos amigos seguidores pela participação! Em breve, mais promoções por aqui!

Que Deus abençoe a todos!

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Tiririca é Aplaudido e Maluf Vaiado na Diplomação em São Paulo

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Durante cerimônia de diplomação na Assembleia Legislativa de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (17), os deputados federais eleitos Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR), e Paulo Maluf (PP) tiveram recepções distintas: enquanto o humorista foi muito aplaudido pelos presentes ao receber o diploma, o pepista, recém-absolvido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu uma ampla vaia.

Na Assembleia Legislativa, Tiririca é o 1º a ser diplomado. Muito aplaudido, ele agradeceu dizendo "Obrigaduuu", imitando o cantor Fábio Jr; já o deputado federal reeleito Paulo Maluf foi vaiado    

LEIA TODA MATÉRIA AQUI

Fonte: UOL

Crentes de Cristal

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Por Edmilson Mendes

Cuidado, frágil! Olhe atentamente, observe, procure. Na maioria dos crentes você encontrará o aviso alertando para a fragilidade dos mesmos. Nunca viu? Talvez não tenha olhado para a causa, focando apenas os sintomas. Beicinhos, birrinhas, manhazinhas, ciumezinhos, enfim, uma série de sintomas que caracterizam os crentes notadamente melindrosos, sintomas que podem ter a seguinte leitura: Cuidado, frágil!

Lembre do dia em que entrou numa loja de cristais. Lembre dos pais com seus filhos pequenos. As recomendações eram insistentes: Cuidado! Não toque! Não pegue! Cristal é caro! Se cair, quebra! Não chegue perto, cuidado! Quando pequeno, ouvi tudo isso dos meus pais. Agora sou pai, já disse tudo isso para os meus filhos.

Crentes de cristal funcionam exatamente assim. Não se pode tocar, seja com gestos, intenções ou palavras. Por qualquer coisa desistem. A intensidade espiritual dos relacionamentos com toda a carga de verdade, sinceridade, emoção e amadurecimento que se almeja em todo grupo de comunhão, é insuportável para os crentes de cristal, pois diante de uma justa e amorosa exortação eles não crescem, ao contrário, quebram.

Crentes de cristal se sentem intocáveis. Querem ficar expostos na cristaleira, sendo admirados, jamais usados. A lógica dos crentes de cristal diz: Não venha querer corrigir meus filhos, não critique o excesso de vaidade da minha esposa, não censure a altivez do meu marido, somos exemplos, aliás, somos os melhores exemplos, se mexerem com a nossa família esqueçam nossas ofertas, esqueçam da gente, acharemos uma igreja melhor, e ponto.

Que coisa! Tocou, caiu, quebrou. Uma antiga música afirmava: Eu sou como um cristal bonito, que se quebra quando cai. Frágeis todos somos. Mas as políticas do não-me-rele e não-me-toque não se aplicam para os filhos de Deus. O caminho estreito não ilude, é apertado. Os desertos da falta de dinheiro, de saúde, de alegria, de amigos, de horizonte, são desertos pelos quais todos passamos. Caímos, é verdade, mas pela graça dEle não ficamos prostrados. Prateleira adornada por vaidades que nos fazem sentir superiores, não é o nosso lugar. Nosso lugar é lavando pés, distribuindo pão, oferecendo a outra face, caminhando a segunda milha, aguardando com a comunidade dos santos a vinda do Cordeiro.

Na Bíblia, existia uma igreja repleta de crentes de cristal. Se julgavam puros, brilhantes, perfeitos, belos, intocáveis. Jesus, para trazê-los a realidade não economizou nas palavras, com toda ênfase denunciou o que eles pensavam de si mesmos e revelou o que de fato eram: Como dizem: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu. Apocalipse 3.17, nos versículos seguintes Jesus dá um conselho. Meu conselho? Pegue sua Bíblia e saboreie este texto. Seguir o conselho deixado por Cristo terá o poder de transformar cristal em ouro, o metal que resiste as mais duras provas. Que tal? Vamos lá, afinal cristaleira não é o nosso lugar.

Paz!

Fonte: Pr. Edmilson Mendes no portal Guiame