sábado, 14 de maio de 2011

A Onipresença – Atributos de Deus

Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? – diz o Senhor, porventura não encho eu os céus e a terra? – diz o Senhor. (Jr 23:2)


Entende-se por onipresença de Deus a capacidade do Todo-Poderoso de estar presente em todos os lugares, ao mesmo tempo. O referido termo vem do latim: omnis (toda) e praensens (presença). É muito dificil para seres humanos, limitados e condicionados à realidade fisica, a tempo e espaço, às medidas de largura, comprimento e altura, entender tal realidade divina. Porém, quando nos lembramos de que Deus á superlativo absoluto nos condicionarmos, não só espiritualmente, mas até relacionalmente para o alcance e o entendimento desse Senhor Todo-Poderoso. O conceito da onipresença de Deus fica mais bem entendido quando, sem medo de errar, afirmamos que a mente de Deus está em todos os lugares. Usando uma situação da nossa dimensão para compreendermos uma verdade da dimensão espiritual, lembramos que a luz do sol alcança charcos, lodos e até fezes, sem se contaminar, e, associada a essa verdade, recorremo-nos da essência de Deus; Deus é luz, Deus é amor e Deus é espírito; tudo isso porque onipresença requer, juntamente, o conceito de imaterialidade, pois não dá para imaginar um ser material que não seja limitado no espaço. [Outro atributo que anda junto com a onipresença de Deus é a Eternidade de Deus. Por ser eterno, o tempo não tem poder sobre Deus, não lhe impõe limites, pois, em essência, Deus é eterno. Grudem define essa eternidade, dizendo que Deus não tem principio nem fim, nem sucessão de momentos no seu próprio ser, e percebe todo o tempo com igual realismo. Mas isso é assunto de outro estudo – LEIA + AQUI]

Confesso, contudo, a dificuldade verbal que encontro para uma perfeita comunicação do tema “Deus Todo-Presente”, porém, mais do que explicações lógicas e teológicas, a ratificação desta verdade é encontrada nas narrativas bíblicas, que são modelos práticos realizados e realizáveis para o tempo presente, pois o Salvador nos garantiu: Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.

I – O que a Bíblia diz sobre a Onipresença de Deus:

No estudo sobre a Eternidade de Deus, a Bíblia nos ensinou que o Senhor não está limitado ao tempo; agora, a Palavra de Deus nos ensina que ele não está limitado ao espaço; esta qualidade da natureza divina é chamada de “onipresença”, que, na Bíblia significa Deus presente em toda parte do universo. Berkhof define a onipresença como a “perfeição do Ser Divino pela qual ele transcende todas as limitações espaciais e, contudo, está presente em todos os pontos do espaço com todo o Seu Ser” [BERKHOF. L. Teologia Sistemática. Campinas: Luz Para o Caminho. 1990. p.63.]. Por sua veza, Grudem declara que “Deus não tem tamanho nem dimensões espaciais e está presente em cada ponto do espaço com todo o Seu Ser; ele, porém, age de modos diversos em lugares diferentes.” [GRUDEM. W. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova. 2000. págs. 121-124.]

As definições anteriores estão totalmente alinhadas com as Escrituras Sagradas, em que encontramos declarações de que o Deus Trino (Pai, Filho e Espírito Santo) habita em algum lugar, em algum momento: o Pai está nos céus (Mt 6:9); o Filho, à direita da Majestade nas alturas (Hb 1:3), e o Espírito Santo está, individualmente, nos salvos e, coletivamente, na igreja (Ef 2:22; I Co 3:16, 6:16,19; Rm 10:6; Jo 7:37-40). Vemos, também, que o Pai está no Filho e o Filho está no Pai (Jo 17:21); e ainda: o Pai é sobre todos, age por meio de todos e está em todos (Ef 4:6), e mais: assim como o Filho está presente onde estiverem duas ou três pessoas reunidas em seu nome (Mt 18:20), a Trindade Divina está presente em todos os salvos (Rm 8:9).

Estas afirmações bíblicas provam que Deus não está limitado ao espaço que ele próprio criou, uma vez que a criação do mundo físico ou material exige a presença do espaço; contudo, ele transcende ao espaço, como esclarece Grudem:
... Devemos tentar evitar conceber Deus em termos de tamanho ou dimensões espaciais. Deus é um ser que existe sem tamanho nem dimensões no espaço. De fato, antes que Deus criasse o Universo, não havia matéria e nem material; portanto, não havia também espaço. Porém, Deus existia assim mesmo. Onde estava Deus? Não se encontrava num lugar que poderíamos chamar “onde” nem “espaço”. Mas Deus, ainda assim existia! Esse fato nos faz perceber que Deus se relaciona com o espaço de maneira bem diferente da nossa ou de qualquer coisa criada. Ele existe como uma espécie de ser bem diferente e bem maior do que podemos imaginar [GRUDEM. W. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova. 2000. págs. 121-124.]
O fato de Deus estar em todos os lugares não pode ser confundido co a doutrina panteísta que afirma: “tudo é Deus e Deus é tudo”. Contrariando essa doutrina pagã, a palavra de Deus ensina que Deus não é igual e nem é parte da criação; ele está presente em toda a criação e é totalmente distinto dela. A presença de deus em todos os lugares, portanto, simplesmente significa que ele não pode ser limitado pelo espaço. A respeito disto, Horton [3] informa que. Nos dias do Antigo Testamento, as nações vizinhas de Israel serviam a deuses regionais ou nacionais, cujo poder limitava-se às localidades e a rituais. Na maioria dos casos, os devotos achavam que esses deuses tinham poder somente nos domínios habitados pelo povo que lhes prestava culto. O fato de Deus se apresentar a Israel como aquele que se manifesta no Santo dos Santos, e mais à frente, no Templo, não contradizia a sua onipresença, porque sua manifestação nesses lugares específicos era uma concessão às limitações do entendimento humano. Talvez por isso Moisés e Salomão tenham lembrado ao povo que o espaço não põe limites a Deus, mas é Deus quem domina o espaço: Eis que os céus e os céus dos céus são do Senhor, teu Deus, a terra e tudo o que nela há )Dt 10:14); de fato, habitaria Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei (I Rs 8:27).

A Bíblia ensina que a onipresença de Deus, quando visível, acontece dentro dos limites da compreensão e da cultura humana, bem como de acordo com a situação em que o ser humano se encontra. Deus nunca foi visto como realmente é; foi visto como estava. Ou seja, em condições e apresentação  suportáveis ao ser humano limitado, imperfeito e mortal; assim, Deus se contextualiza à realidade humana (Js 5:13-15). João dá a entender que não o tinha visto como realmente ele é, e sim, como ele estava diante dos homens: Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-lo como Ele é (I Jo 3:2).

Todos os seres criados – entre os quais estão os anjos – estão restritos a determinados lugares. Quando um ser criado está num lugar, o outro está noutro, sendo que dois seres criados não podem ocupar o mesmo lugar, ao mesmo tempo. Assim é com todas as coisas materiais: elas ocupam parte do espaço, mas não o espaço todo. Todavia, Deus, que criou o espaço, transcende a este, excede ao infinito, e, por ser perfeito, está presente em toda a parte, como ele próprio declarou, pela boca do profeta Jeremias: Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o Senhor, e não também de longe? Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? – diz o Senhor; porventura, não encho eu os céus e a terra? – diz o Senhor (Jr 23: 23-24). Sabendo disto, Davi escreveu uma das declarações mais belas e profundas sobre a onipresença de Deus:
Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos. Sabes muito bem quando trabalho e quando descanso; todos os meus caminhos te são bem conhecidos. Antes mesmo que a palavra me chegue à língua, tu já a conheces inteiramente, Senhor. Tu me cercas, por trás e pela frente, e pões a tua mão sobre mim. Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance, é tão elevado que não o posso atingir. Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá.(Sl 139:1-10)
Estas declarações e Davi reforçam a idéia bíblica segundo a qual Deus está presente em todos os lugares do universo de forma completa, isto é, com todo o seu ser. Deus, porém, não é onipresente para mostrar que tem poder para preencher todos os espaços, ao mesmo tempo, mas sim, e principalmente, para proporcionar aos seres criados condições de vida. Quando o apóstolo Paulo compreendeu essa verdade, afirmou aos atenienses: ... nele vivemos, e nos movemos, e existimos (At 17:28), e aos Colossenses: Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste (Cl 1:17).

As declarações de Davi reforçam, ainda, que Deus não pode ser contido por nenhum tipo de matéria ou espaço, seja uma muralha, o mar, o céu, a terra ou qualquer outra grandeza; ele é maior do que tudo o que existe de maior no universo:
Assim diz o Senhor: "O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? É este o meu lugar de descanso? Não foram as minhas mãos que fizeram todas essas coisas, e por isso vieram a existir? ", pergunta o Senhor. "A este eu estimo: ao humilde e contrito de espírito, que treme diante da minha palavra. (Is 66:1-2).
E por último, Davi nos alerta sobre a impossibilidade de fugirmos de Deus, não dá para nos escondermos debaixo das águas, em cima das nuvens, em cima da terra, debaixo da terra. Fugir da presença de Deus é uma impossibilidade marcante na vida dos seres humanos. Nenhuma pessoa, seja salva ou não salva, pode se ocultar da presença de Deus, que garante: se te remontares como águia a puseres o teu ninho entre as estrelas, de lá te derribarei, diz o Senhor (Ob 4). Logo conquanto não o vejamos com nossos olhos naturais, é melhor crermos que ele está presente entre nós (Jo 20:26-29) um vez que a Bíblia garante: [Deus] não está longe de cada um de nós (At 17:27).

Portanto, como é impossível, ou melhor, maravilhosamente impossível, nos ausentarmos do olhar do Todo-Poderoso, vivamos as maravilhas reveladas no hino Castelo Forte, de Martinho Lutero, no Salmo 91:1 [Aquele que habita no esconderijo do Altissimo, à sombra do Onipotente descansará] e no Salmo 124 que diz:
Se o Senhor não estivesse do nosso lado; que Israel o repita: Se o Senhor não estivesse do nosso lado quando os inimigos nos atacaram, eles já nos teriam engolido vivos, quando se enfureceram contra nós; as águas nos teriam arrastado e as torrentes nos teriam afogado; sim, as águas violentas nos teriam afogado!  Bendito seja o Senhor, que não nos entregou para sermos dilacerados pelos dentes deles. Como um pássaro escapamos da armadilha do caçador; a armadilha foi quebrada, e nós escapamos. O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez os céus e a terra.
II – Lições para a vida cristã

1 – Deus está presente em todos os lugares para sustentar: Deus não está presente em todos os lugares para fazer a mesma coisa. Há momentos, por exemplo, em que sua presença é manifestada para sustentar. Ele ocupa todos os lugares no espaço, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder (Hb 1:3). Os animais não semeiam e nem colhem, mas continuam a viver, porque a presença do Senhor os sustenta (Mc 6:26; Lc 12:24; Jó 4:4). As pessoas se deitam, pegam no sono, acordam, porque a presença do Senhor as sustenta (Sl 3:5); as pessoas pecam, caem e se levantam porque a presença do Senhor lhes devolve a alegria da salvação e lhes sustenta com espírito voluntário (Sl 51:12; 54:4; 119:117): Nele, tudo subsiste (Cl 1:17). Esta é a razão por que ele não está longe de cada um de nós (At 17:27); perto está o Senhor que nos sustenta (Fp 4:5).

Deus é infinitamente sábio para fazer convergir para o nosso bem todos os eventos (Rm 8:28). Ele está constantemente perto de nós, incluindo aqueles momentos mais terríveis. É por isso que em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos. Sua gloriosa presença dá-nos forças para levarmos sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Enfim, nós, que por ele somos sustentados de forma singular, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também, a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal (II Co 4:8-11), de forma que em todas as coisas, somos mais que vendedores, por meio daquele que nos amou (Rm 8:37).

2 – Deus está presente em todos os lugares para abençoar: Para os salvos, a onipresença de Deus é um fato extraordinário, porque a maioria dos textos bíblicos sobre o tema enfatizam as bênçãos divina. Sobre isso o salmista Davi diz: Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delicias perpetuamente (Sl 16:11; At 2:28). Afirma a Palavra que onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade (II Co 3:17); na sua presença há também vida espiritual (Rm 8:9-10), e, em havendo amor e obediência, é garantida a presença viva da divindade: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada (Jo 14:23). Essas maravilhosas bênçãos, entretanto, não dependem do lugar, porque Deus está presente em todos os ambientes, e, por isso, qualquer local pode se tornar um espaço de bênção (Jo 4:20-24).

Lamentavelmente, muitas pessoas, insistem em localizar a bênção de Deus nas chamadas “terras santas”, “lugares sagrados”, “denominações santificadas”. A samaritana pensou que, para ser abençoada, deveria ir ao monte Gerezim (monte da bênção); porém, ouviu de Jesus a declaração de que onde estivessem verdadeiros adoradores, Deus estaria ativamente abençoando as pessoas, independentemente da condição geográfica:
Mas desde o nascente do sol até o poente, é grande entre as nações o meu nome; e em todo lugar lhe é queimado incenso e trazidas ofertas puras, porque o meu nome é grande entre as nações, diz o Senhor dos Exércitos (Ml 1:11).
É por isso que a Bíblia diz: Quero. Portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade (I Tm 2:8). Portanto, a presença abençoadora de Deus não está condicionada ao espaço, mas ao coração contrito: Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração (Jr 29:13).

3 – Deus está presente em todos os lugares para julgar: Se por um lado, a onipresença de Deus é motivo de santificação para os salvos, para os ímpios é motivo de pavor. O fato de Deus estar presente em todos os lugares significa que ele sabe tudo sobre todos: as atitudes certas e as erradas; os atos de obediência e de desobediência, de rebeldia e de insubmissão; aliás, nas poucas vezes em que a Bíblia declara que “Deus está longe, ela não está dizendo que ele não está presente em algum lugar do espaço, mas simplesmente que “não está presente para abençoar” (Is 59:2; Pv 15:29). Neste caso, Deus está presente para testemunhar a perversidade  e julgá-la. Por esa razão é que o autor de Hebreus garante que não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas (Hb 4:13). Por sua vez, Paulo se refere à consciência de todo homem. Na presença de Deus (II Co 4:2); e, de uma forma aterrorizante, o profeta Amós narra a determinação de Deus à caça dos malfeitores, a fim de julgá-los com justiça:
Vi o Senhor junto ao altar, e ele disse: “Bata no topo das colunas para que tremam os umbrais. Faça que elas caiam sobre todos os presentes; e os que sobrarem matarei à espada. Ninguém fugirá, ninguém escapará. Ainda que escavem até às profundezas, dali a minha mão irá tirá-los. Se subirem até os céus, de lá os farei descer. Mesmo que se escondam no topo do Carmelo, lá os caçarei e os prenderei. Ainda que se escondam de mim no fundo do mar, ali ordenarei à serpente que os morda. Mesmo que sejam levados ao exílio por seus inimigos, ali ordenarei que a espada os mate. Vou vigiá-los para lhes fazer o mal e não o bem”. (Am 9:1-4).
Para que a onipresença de deus não seja um instrumento de destruição, tenhamos cuidado para que jamais aconteça haver em qualquer um de nós perverso coração de incredulidade que nos afaste do deus vivo; pelo contrário, exortemo-nos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de nós seja endurecido pelo engano do pecado (Hb 3:12-13). Desta forma, permanecei nele [em obediência a Cristo], para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda (I Jo 2:28).

Conclusão

Por sua onipresença, Deus está em todos os lugares agindo na demonstração do que é o seu caráter, possuindo o controle de todas as coisas. Esse controle é estabelecido com dois critérios: o critério diretivo, pelo qual ele faz a história, e o critério permisivo, pelo qual respeita o livre arbítrio que deu aos seres humanos, e dá aos homens as rédeas da história, só assumindo de volta por decurso de prazo.

Não há uma cidade, um povoado, uma vila ou uma casa que não esteja sob os olhos de deus. Ele conhece toda ocorrência ou aventura, à semelhança da aliança matrimonial, em situações de alegria ou tristeza, riqueza ou pobreza, sucesso ou fracasso, dor ou prazer, vitória ou derrota, saúde ou doença. Assim sendo; temos a garantia de que os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males ( I Pe 3:12; Pv 15:3)
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Fonte: Estudo bíblico de autoria do Pastor Adelmilson Julio Pereira - Divulgado no PC@maral 

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