sábado, 30 de abril de 2011

Preciosa Graça - Tatiana Costa

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Para descançar nos braços do Senhor Jesus! Preciosa Graça.



PC.IAPBA

Diário do PCamaral

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Nenhuma igreja se associou comigo, unicamente vós!

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A igreja de Filipos era multicultural e multirracial e nesta igreja existia também três classes sociais diferentes, a classe alta, média e classe baixa, o capitulo 16 de Atos relata a conversão de algumas dessas pessoas. William Barclay diz que não há nenhum outro capítulo na Bíblia que mostre tão bem o caráter universal da fé que Jesus trouxe aos homens.
Os filipenses dedicaram-se como nenhuma outra igreja a assistência do seu missionário, em sua carta aos Filipenses 4.10-20, o apóstolo Paulo agradece a igreja pelas ofertas e mostra aos cristãos que Deus supriria todas as suas necessidades.
Mesmo confiando que Cristo o sustentava, Paulo escreve desejando que a igreja saiba sua apreciação pelas ofertas e os elogia por terem se associado com ele, o apóstolo considerava sua relação com a igreja em Filipos como uma via de mão dupla, ambos estavam envolvidos em partilhar as bênçãos, tanto espirituais como materiais. A linguagem usada no versículo 17 é comercial, a dádiva como diz Paulo, ou oferta é um investimento a render lucros espirituais na obra de Deus assim como o dinheiro aplicado rende juros.

A associação dos filipenses com o ministério de Paulo se estendeu na sua viagem até Tessalônica e outras localidades como Corinto onde o apóstolo teve dificuldades em ser apoiado, e teve que evitar sugestões de que ele pregava o evangelho por interesses financeiros (I Coríntios 9.4-14). Na carta aos filipenses a parceria no evangelho é clara, Paulo fala de cooperação: Pela vossa cooperação no evangelho desde o primeiro dia até agora (1.5), participação:  Como tenho por justo sentir isto de vós todos, porque vos retenho em meu coração, pois todos vós fostes participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões como na minha defesa e confirmação do evangelho (1.7), e ele comunicou: E bem sabeis também, ó filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente (4.15).

A parceria entre igreja e missionário tem que acontecer, essa associação envolve o aspecto espiritual, emocional e material, e é importante que este processo seja acompanhado por intermédio de uma agencia missionária, mas isso não isenta a responsabilidade da igreja local quanto ao contato, oração e sustento do missionário.

Note a importância do contato pessoal entre a igreja e o missionário. Paulo e Barnabé criaram laços de relacionamento com a igreja de Antioquia, laços estes que permitia a igreja saber quem era o missionário, onde estava e o que fazia. Este conhecimento da igreja para com o missionário gera maior envolvimento dos membros através de oração e contribuição. Nossas igrejas precisam ter esta associação com os missionários, conhece-los e participar de forma efetiva na missão.

A igreja que nega o envolvimento no trabalho missionário não cumpre a tarefa a qual lhe da razão de existir.
"Uma igreja não existe para si mesma, mas sim para o mundo” George Carey.
Infelizmente encontramos crentes que por falta de entendimento bíblico não abraçam a missão dada por Deus para fazer missões. Fazer nos fala de envolver-se totalmente, o general norte americano Norman, que atuou na guerra do Golfo, explicou muito bem a diferença entre envolvimento e comprometimento: Ele fala dos dois elementos principais do típico café da manhã norte americano, o bacon e os ovos. Disse ele que ao dar os ovos a galinha envolveu-se, mas o porco ao dar o bacon se comprometeu, pois deu sua própria vida.

È muito comum que uma igreja ao participar de alguma atividade missionária, talvez uma programação ou dar alguma ajuda financeira esporádica sem compromisso para missões, depois se dê por satisfeita. Isso às vezes até acontece por desencargo de consciência, mas, além de evangelismo e missões não ser programa, pois deve estar no sangue da igreja como estilo de vida, os projetos missionários a serem realizados entre aqueles que tem tido menos acesso ao evangelho quando não, nenhum acesso, exige um compromisso, pois o missionário come, bebe e dorme também, e as atividades no campo exigem outros gastos que às vezes se tornam mais caros por ele ser um estrangeiro. Paulo defendendo os direitos de apóstolo disse em sua defesa “não temos nós o direito de comer e beber?” (I Coríntios 9.4).

Apóstolo em sentido restrito é aquele que viu a Cristo ressuscitado, mas em sentido mais amplo, apóstolo pode significar missionário, assim como um embaixador, apóstolo sugere a idéia daquele que é enviado com uma mensagem no lugar do seu senhor ou rei com a mesma autoridade.

Os apóstolos de hoje infelizmente não tem sido missionários, tem sido mais administradores de impérios ou sensacionalistas figurões, pregadores que gostam de “dar carteirada”, atraem multidões e criam uma dependência do povo na sua pessoa como que se para a glória de Deus manifestar dependesse dele, fora as programações que tem por objetivo atrair as pessoas para igreja e não produz salvação e sim dependência na solução do problema, Charles Spurgeon disse certa feita:

“A missão de entretenimento não produz convertidos”.

Prover entretenimento para as pessoas não é a função da Igreja, se este é um trabalho Cristão eu me pergunto, porque Cristo não falou sobre ele?

Charles Spurgeon diz que se Cristo tivesse introduzido mais elementos agradáveis, ou seja, aquilo que as pessoas buscam, ele teria sido mais popular, e conclui:
Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, mais atraente e com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma". Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.
A necessidade é de conhecimento bíblico que venha a produzir discípulos com verdadeira espiritualidade e desejo em cumprir a tarefa da Grande Comissão dada por Jesus.

A igreja brasileira é a que mais cresce no mundo, somos a primeira maior igreja do mundo com 55 milhões de evangélicos, mais da metade do total de evangélicos da América Latina. Estima-se que no Brasil as conversões cheguem a 6.500 por dia e quase 2 milhões por ano, mas o trabalho com os não alcançados pelo evangelho é desproporcional ao crescimento dos evangélicos, menos de 300 igrejas das mais de 200.000 no Brasil tem enviado missionários transculturais.

O número de missionários enviados aos povos não alcançados pelo evangelho não passa de 3.200 e a média de nossa oferta anual por pessoa para missões aos não alcançados não passa de R$ 1,30.

Veja como temos investido:

· 95% são investidos em atividades na igreja local.

· 4,5% em missões nos centros urbanos do Brasil.

· 0,5% aos Povos não alcançados da Janela 10-40 e indígenas.

(O investimento latino americano acontece da mesma maneira e em alguns paises latinos ele é bem menor, pois a igreja ainda esta sendo estabelecida).

Pesquisas mostram como os cristãos gastam seu dinheiro:

Gastam mais com:

· Roupas e Sapatos de Grife.

· Cosméticos e Produtos de Limpeza.

· Comida Supérflua e Animais de Estimação.

· Eventos e Programações de Avivamento.

do que com MISSÕES.

De modo geral o valor de um CD que um cristão compra é maior do que o investimento que ele faz em missões.

O valor que um cristão gasta com Coca-Cola por mês é muito maior do que seu investimento em missões.

O poder financeiro da igreja é enorme, se um terço dos membros das igrejas evangélicas protestantes ofertasse para missões o valor de um real por mês, isso renderia mais de 18 milhões de reais, suficiente para suprir muitas das carências ainda existentes no campo missionário e dobrar a força missionária. Como afirmar que amamos a obra missionária, se missões é o nosso menor investimento?

"Evangélicos brasileiros gastam mais com Coca-Cola do que investem naquilo que dizem acreditar: MISSÕES”  David Botelho.


“... estamos separados uns dos outros ao longo do muro” (Neemias4: 19).
***

Extraído: Livro Grande Comissão ou grande Omissão?, capítulo 6.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Igreja Primitiva x Igreja Atual

3 comentários:
Encontrei este artigo no blog da Assembleia de Deus Santa Felicidade. Foi publicado em 1 de outubro de 2010, apenas este, com nenhum comentário. Continua atual. O autor faz uma comparação entre a Igreja primitiva e a Igreja dos dias de hoje. A constatação feita naquela época nunca esteve tão evidente como agora. Infelizmente estes sintomas estão aumentando. Eu sei que Deus controla tudo e que está vendo o que acontece com Sua Igreja. O que me preocupa é: O que estará reservado para meus netos? Que tipo de Igreja eles encontrarão pelo caminho? Oro para que Deus os leve para uma mais parecida com a Igreja primitiva e que os ajude e os mantenham sempre.

01) - A Igreja Primitiva gozava de uma imagem pública positiva; A Igreja Atual tem uma imagem extremamente negativa diante do povo.

02) - A Igreja Primitiva fazia muito com pouco; A Igreja Atual com muito não faz nada (ou quase nada).

03) - A Igreja Primitiva tinha comunhão; A Igreja Atual apenas associação.

04) - A Igreja Primitiva tinha uma fé capaz de abalar o mundo; A Igreja Atual tem uma fé abalada por qualquer coisinha.

05) - A Igreja Primitiva tinha uma mensagem Cristocêntrica (por Ele, para Ele e N´Ele); A Igreja Atual tem uma mensagem Antropocêntrica (mensagens que massageiam os nossos egos, desejos e prioridades).

06) - A Igreja Primitiva não se importava com a concorrência; A Igreja Atual perde para a concorrência e faz concorrência entre si mesma.

07) - A Igreja Primitiva tinha doutrina; A Igreja Atual, apenas tradições.

08) - A Igreja Primitiva tinha membros à imagem de Deus; A Igreja Atual tem membros que são caricaturas de uma denominação.

09) - A Igreja Primitiva era procurada pelas pessoas; A Igreja Atual não é procurada e nem procura as pessoas (a não ser quando tem interesse em encher seus cofres com os “dízimos, primícias e afins” dos pobres fiéis manipulados).

10) - A Igreja Primitiva era perseguida pelo mundo; A Igreja Atual persegue a si mesma.

11) - A Igreja Primitiva se ocupava com o essencial (a vida em Cristo, o caráter cristão, o proceder com o semelhante etc); A Igreja Atual, com o trivial (tamanho do vestido, se usa brinco ou não, se o pregador usa terno e gravata – ao invés de se preocupar se o pregador tem vida com Deus e possui bom caráter).

12) - A Igreja Primitiva se interessava pelas pessoas perdidas fora de suas igrejas (como o nome ‘igreja’, no original, em grego, mesmo se traduz); A Igreja Atual se orgulha com o número de seus membros ($$).

13) - A Igreja Primitiva tinha culto; A Igreja Atual apenas liturgia ou entretenimento.

14) - A Igreja Primitiva crescia em qualidade e quantidade; A Igreja Atual, nem em qualidade.

15) - A Igreja Primitiva incomodava o mundo; A Igreja Atual se acomoda ao mundo e por isso é incomodado por ele.

16) - A Igreja Primitiva mudou o mundo de sua época; A Igreja Atual tem sido mudada pelo mundo atualmente.

17) - A Igreja Primitiva contava com membros que tinham vida de cristãos; A Igreja Atual tem apenas o nome de cristãos.

18) - A Igreja Primitiva tinha a maioria de suas atividades fora dos portões da igreja; A Igreja Atual já nem sabe o que está fazendo dentro dos portões da igreja.

19) - A Igreja Primitiva era temida pelos demônios; A Igreja Atual teme aos homens.

20) - A Igreja Primitiva estava disposta a morrer pelo Evangelho; A Igreja Atual não consegue nem viver o Evangelho.

21) - A Igreja Primitiva era uma tradução da Bíblia; A Igreja Atual tem apenas traduções da Bíblia.

A Igreja Primitiva transformou a palavra escrita em palavra encarnada!
Certa feita três teólogos discutiam entre si sobre qual era a melhor tradução da Bíblia, até que um deles disse: “A melhor tradução da Bíblia é minha mãe”; todos se silenciaram, então continuou ele: “Ela traduziu a Bíblia em atitude, em vida, e qualquer analfabeto podia ler e entender”.
Que Deus tenha misericórdia de todos nós pelo o que estamos fazendo com Sua Igreja!!!


Fonte: AD Sta Felicidade

E se o casamento do Príncipe William fosse no Brasil?

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Kibado do PavaBlog

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O que significa "feira" nos dias da semana?

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Hoje é Quinta-Feira. Você sabe porque?


Todo mundo sabe os dias da semana, não há quem não saiba: Segunda-Feira, Terça-Feira, Quarta-Feira, Quinta-Feira, Sexta-Feira, Sábado e Domingo. Mas basta aprender algum outro idioma e aí começa o nó. Cadê o Feira? Vamos ver no inglês: Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday, Friday, Saturday, Sunday. Perceberam que não tem nada a ver? De onde então vem os nomes dos dias da semana, tanto em português como em outras linguas? A charada não é tão dificil de matar assim. Primeiro no Inglês. Todos eles vem do antigo inglês, que muitas vezes é derivado do antigo alemão ou holandês (quem diria, hã?):

Monday = Moon's Day = Dia da Lua
Tuesday = Tyr's Day = O dia de Tyr / Marte
Wednesday = Wodne's day = Wonden Day = Dia de Wonden / Mercúrio
Thursday = Thunor's day = Thor Day = Dia de Thor / Jupiter
Friday = Frige's Day = Frige Day = Dia de Frige / Vênus
Saturday = Saturn's Day = Saturn Day = Dia de Saturno
Sunday = Sun Day = Dia do Sol

Os nomes são antigos, tiveram poucas mudanças e vem das culturas pagãs. Alguns nomes mudam conforme a lingua, e em geral, os que apresentam certa diferença são na lingua Espanhola, nas linguas árabes e para os Judeus. Mas na sua maioria, os nomes tem a ver com deuses, ou épocas do ano. Dos nomes em inglês, o nome mais recente é o de sabado, que foi mudado para um deus da mitologia romana, ao contrário dos antigos deuses escandinavos.

Mas isso tudo não responde porque hoje é Quinta-Feira.

Martinho Dume
Martinho de Dume, um bispo de Braga e de Dume considerado santo pela Igreja Católica, que tomou a iniciativa de nomear os dias que antecediam a pascoa (semana Santa) com nomes litúrgicos. Daí surgiram Prima Feria, Secunda Feria, Tertia Feria, Quarta Feria, Quinta Feria, Sexta Feria, Sabbatum. "Feira" vem de feria, que, em latim, significa "dia de descanso". O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa.

Após algum tempo, os dias da semana foram adotados para a semana de todo o ano, já que os nomes vinham primordialmente de deuses pagões, e como portugal sempre teve raizes fortes católicas, optou por substituir em seu país, e em suas "colônias".

Mas mesmo a igreja católica não consegiu fugir pra muito longe dos dias "pagãos" ou de outras origens. Sábado tem esse dia por causa do Shabbat, o dia de descanso dos Judeus, literalmente o "Dia do Senhor". Hoje Domingo é o dia de descanso, com excessão de algumas vertentes do Cristianismo e para o Judaísmo, que continua tendo o sábado como "dia do Senhor".

Sobre o Domingo

O imperador romano Constantino influenciou em grande parte na inclusão de dogmas na igreja cristã baseados em tradições. O Domingo foi instituído dia de descanso através do Edito de Constantino, do ano de 321, que dizia:
"Que todos os juízes, e todos os habitantes da Cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo céu." (in: Codex Justinianus, lib. 13, it. 12, par. 2.)
O culto ao deus Sol

Essa escolha se deu por dois motivos. Em muitas culturas, o deus maior é o deus Sol, chamado de Rá pelos Egípcios e reverenciado por culturas desde civilizações Européias até Africanas e Americanas. O nascimento de Jesus, segundo registro se deu em 7 de Janeiro. Porém em torno do dia 25 de Dezembro eram comemoradas as festividades pagãs do soltício de inverno. Também era considerado as festividades da saturnália, em honra ao Deus saturno (entre os dias 17 e 22 de dezembro) e era tido também como o nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude. Tudo girava em torno do Sol, inclusive o dia, "dia do sol". Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã.

Bíblicamente, Jesus é o "sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12). Mas a transição do nascimento de Cristo mudou com o tempo. Em 321 foi instituído o dia de descanso, aos domingos. Em 325 o Primeiro Concílio de Nicéia confirmou a tradição apostólica, e estabeleceram universalmente o primeiro dia da semana como sagrado, substituindo o "Dies Solis" para "Dies Domenica" em memória à Ressurreição, sendo o primeiro dia da semana o Dominicus, ou seja, o Domingo. Já a mudança da festividade do soltício de inverno para o nascimento de Jesus aconteceu só em 336. Afinal, o dia do Sol já era o dia do Senhor.

Assim a Prima Feria virou Dominicus. Foi Constantino também que instituiu definitivamente a semana com 7 dias, e a escolha não foi aleatória. Os romanos adotavam semanas com 8 dias à epoca. Os babilônios já dividiam o ano em conjuntos de sete dias, e constava na bíblia que o Senhor havia criado o mundo em 6 dias e descansado no sétimo.

Nota: Braga atualmente é uma cidade portuguesa, porém à altura do concílio, portugal não era independente, e Braga pertencia ao reino dos suevos.
***

Fontes:


http://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/pergunta_287767.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda-feira
http://pt.wikipedia.org/wiki/Saturno_%28mitologia%29
http://en.wikipedia.org/wiki/Frige
http://en.wikipedia.org/wiki/Thor
http://en.wikipedia.org/wiki/W%C5%8Dden
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tyr
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dito_de_Constantino
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlio_de_Laodic%C3%A9ia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiro_Conc%C3%ADlio_de_Nic%C3%A9ia
http://ricardomonteiro.org/?p=158
http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal
http://pt.wikipedia.org/wiki/Braga


Fonte: Desplugue - - Via UMAP Votuporanga

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dez boas maneiras de andar em sabedoria

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Por João Carlos Marcelino de Toledo

1. Passe tempo com a Palavra de Deus. “Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento então, entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus” (Pv 2:1,2,5).

2. Peça sabedoria. “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg 1:5).

3. Reconheça o Senhor em todas as coisas. “Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Pv 3:6).

4. Ande em reverência a Deus. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv 9:10).

5. Dê ouvidos a pessoas sabias. “Inclina o ouvido, e ouve as palavras dos sábios, e aplica o coração ao meu conhecimento” (Pv 22:17).

6. Valorize a sabedoria acima de tudo. “Adquire a sabedoria, adquire o entendimento e não te esqueças das palavras da minha boca, nem delas te apartes. Não desampares a sabedoria, e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá” (Pv 4:5,6).

7. Ande em obediência. “Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade” (Pv 2:7).


8.Seja humilde. “Em vindo a soberba, sobrevém a desonra, mas com os humildes está a sabedoria” (Pv 11:2).

9. Ame o seu próximo. “O que despreza o próximo é falto de senso, mas o homem prudente, este se cala” (Pv 11:12).

10. Busque a sabedoria de Deus e não a do mundo. “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1:30). “Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co 1:20,21).

terça-feira, 26 de abril de 2011

A natureza do escorpião - O Mestre e o Escorpião

2 comentários:
Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, (Tito 3:10)


Um mestre oriental viu um escorpião que se afogava e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião lhe picou. Como reação à dor, o mestre soltou-o e o animal caiu na água e, de novo, estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião o picou. Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do mestre e disse: - Perdão, mas você é muito teimoso! Não entende que cada vez que tentar tirá-lo da água, ele o picará?
O mestre respondeu: - A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar. Então, com a ajuda de um ramo, o mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
Assim como na fábula, na vida real existem pessoas como os "escorpiões". Essas pessoas pedem oportunidades e quando menos esperamos nos ferem, nos machucam, nos enganam com seu "papo amigo" e envolvente. Mostram uma atitude de piedade mas negam a eficácia dela. Mas assim que são descobertos pedem desculpas e clamam por perdão, dão dois passos para trás e um para frente... Fazem com tanta eloquência que acabamos nos convencendo de que devemos perdoá-los. Grande erro, mal viramos as costas, em um momento de distração nos dá outra ferroada, tão dolorosa como a primeira. Não negam, assim, a sua natureza.

O conselho é bem simples: Não mude a sua natureza se alguém lhe magoar, apenas tome as devidas precauções.

PC@maral

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Os Piores Coelhinhos da Páscoa de todos os Tempos

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Coelhinho da Páscoa, por que essas orelhas tão grandes? Por que esses olhos tão malignos? Por que você está tão esquisito? Ele deveria ser amado, idolatrado, venerado... Afinal de contas, nos traz chocolate. Mas, às vezes, o coelho mais querido do mundo não acorda muito bem. Mau humor, olheiras, companhias estranhas. Será que o Coelhinho cansou de ser bonzinho e decidiu migrar para o "lado negro da força"? Confira uma seleção com os Coelhinhos mais bizarros, assustadores e sem noção que fazem de qualquer Páscoa uma verdadeira esquisitice e torça para ganhar pelo menos um pedacinho de chocolate, porque com eles, nunca se sabe. Feliz Páscoa...ou não!
Isso, não se mexe. Fica paradinha. Talvez ele não perceba sua presença e vá embora...

"Tenho mais o que fazer do que ficar aqui com essas crianças. Saco!"

Pinguim da Páscoa, o que trazes... Espera aí! Pinguim?

Que mané dar pulinhos! Coelhinho moderno entrega os ovos de moto

Olha lá, que gracinha... O nenê tentando imitar o Coelhinho que tá todo engessado. Fofura!

Três animais fantasiados de coelho

Fica calma, querida. Coelhão vai fazer nada com você, não. Sorri pra tia!

Cavalinho de Páscoa? Coelinho de Troia? Ai, acho que comi muito chocolate

Espia só que sádico o Coelhinho rindo da criança aos prantos. É um danadinho mesmo esse coelho, não é?

Direto do R7

O ataque da mídia e a inversão de papéis na família

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Imagem de Natalina Cóias Lisboa, S. Domingos de Rana, Portugal

Por Arildo Gomes

Todo cristão bem informado sabe que a família é a instituição mais básica e importante na face da terra. A família é um projeto de Deus. O Senhor a criou para que ela fosse feliz. Logo, a base fundamental da família é o casal, homem e mulher. Se o casal está bem, toda a família vai bem. Porém, tenho percebido que a mídia está pegando cada vez mais pesado na luta pela desconstrução daquilo que Deus idealizou para uma família santa, harmoniosa e feliz.

Fiquei abismado ao ver, por exemplo, o novo comercial da Bombril, que você poderá assistir abaixo:



Toda essa campanha publicitária da Bombril gira em torno de uma suposta evolução das mulheres. Criaram até um site onde as mulheres podem editar vídeos pré-produzidos colocando o rosto de seus maridos em um personagem que executa serviços domésticos, como se estivesse sendo adestrado pela sua "dona" esposa que aparece com um chicote na mão.
Os filmes usam frases fortes como 'homem é bom, mas é tosco' e 'homem tem no máximo cinco utilidades, a Bombril tem mais de 1001'. 'É como se fosse a guerra dos sexos. Mostramos que os produtos da marca evoluíram com as mulheres. Retratamos esse momento da mulher autoafirmativa, que sabe que tem poder e que manda em casa', conta Fernando Rodrigues, vice-presidente de criação da DPZ.

Os comerciais podem até parecer engraçados para a maioria, mas trouxe-me certa preocupação. A mídia televisiva está incutindo na mente dos brasileiros uma inversão de papéis sem precedentes no que tange aos princípios estabelecidos por Deus para a família.

Percebi que tudo se intensificou após os brasileiros terem eleito uma mulher para presidência da República. Desde então, temos visto manifestações de apoio provenientes de todas as partes do país. É claro que é um orgulho para o Brasil ter uma mulher como presidenta. Entretanto, o movimento feminista não "dormiu nas palhas" e aproveitou o momento e o movimento.

Em Efésios 5:22, 25; 6:1, 4 lemos: As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, (...) Maridos, amai vossa mulher, (...) Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, (...) E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira.

Esse texto bíblico resume o ensinamento de que cada pessoa tem o seu papel na família. O homem não pode considerar-se superior à mulher; nem a mulher considerar-se superior ao homem; bem como, os filhos em reciprocidade. Penso que as mulheres que aderirem à esse movimento estarão, na verdade, rebaixando-se ao mesmo nível (ou pior) dos antigos, porém, não ultrapassados, machistas. Contra quem por tanto tempo lutaram.

Por favor, leia os textos a seguir:

"E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou." Gn 1:27
"Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus." Gl 3:28.

Como a palavra de Deus apresenta, homens e mulheres foram criados à imagem e semelhança de Deus. Não há respaldo bíblico para acreditarmos, e muito menos defendermos, qualquer movimento machista ou feminista que se apresente.

domingo, 24 de abril de 2011

Um homem (in)comum nos Reconciliou com Deus

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Ele viveu conosco, como um de nós, no meio das multidões

Prego, martelo, machadinha, plaina, formão, esquadro, todas essas ferramentas eram bem comuns para ele. Em Nazaré era conhecido apenas como um carpinteiro. Ele não é melhor do que nós, diziam. É apenas um carpinteiro, o filho de Maria (Mc 6:3, BV). Se eles soubessem!... Se tivessem ao menos idéia de quem estava diante deles: Era o próprio Deus, Jesus! Ele se fez gente, se humilhou, tornou-se semelhante aos homens (Fp 2:7), participou da história humana como um humano.

A Bíblia narra este fato com as seguintes palavras: O Verbo (Jesus) se fez carne, e habitou entre nós... (Jo 1:14a). É isso mesmo! Você não leu errado. Jesus se fez homem. Aquele que criou o mundo, que existe desde antes da fundação do mundo, veio participar da história do mundo como um ser humano.

Como isso é possível, você pode estar perguntando? Tudo começou com sua concepção sobrenatural (cf. Mt 1:18). Por mais ilógico que possa parecer, Jesus entrou no mundo como um bebê. Precisou ser amamentado, trocado, cuidado. Cresceu como uma criança judia normal. “Ah! Se o líder da sinagoga em Nazaré soubesse quem era aquele garoto que ouvia seus sermões...”.

Durante sua vida sentiu o que eu e você sentimos. Derramou lágrimas (Jo 11:35). Sentiu medo (Lc 22:42). Teve sede (Jo 19:28), fome (Mt 4:2). Cansou-se (Jo 4:6). Não viveu numa “separação elevada”, mas “conosco”, como um de nós, no meio das multidões.

Mas, qual a razão do Filho de Deus vir morar entre nós? Porque ele deixou toda a sua glória para vir a esta terra? A Bíblia responde: Jesus veio, principalmente, para nos salvar: Veio para os que eram seus, mas os seus não o receberam, mas a todos os que o receberam, àqueles que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. Jesus se fez gente para que a salvação se tornasse possível para o ser humano! Paulo concorda com essa verdade quando afirma: ... Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores (I Tm 1:15). Se por um homem entrou o pecado, a graça de Deus, por um só homem, Jesus Cristo, abundou para muitos (Rm 5:15).

Jesus veio morar conosco para que um dia nós possamos ir morar com ele! Se existe uma pessoa que pode ser tomada como exemplo de verdadeira empatia esse alguém é Jesus. Por causa dele e através dele, a salvação se tornou possível aos seres humanos: Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna (Jo 3:16). Que glorioso presente! Você está disposto a aceitá-lo?
***

DEC

sábado, 23 de abril de 2011

Eostre ou Ostera - De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa

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Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora”. É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

Este pentáculo, usado como pingente, representa um
pentagrama circunscrito, usado como símbolo da
Wicca por muitos adeptos.
Ostara é uma festividade moderna de religiões pagãs como a Wicca. Está relacionada com festividades que se celebram durante o equinócio de primavera. A moderna celebração tem forte relação com outras celebrações pagãs históricas, pois a religião Wicca revive nos dias de hoje os ritos antigos.

Ostara é o primeiro dia da Primavera, ocorre cerca de 21 de Setembro no hemisfério Sul e 21 de Março no hemisfério Norte. O inicio da primavera marca também a volta do Sol e uma época do ano em que dia e noite tem a mesma duração depois do inverno. Para os wiccans é o despertar da Terra com sentimentos de equilíbrio e renovação. Ostara, também conhecida como Eostre (Deusa Anglo-Saxã, que significa Deusa da Aurora) ou Easter (Pascoa, em inglês), pois a pascoa no hemisfério norte é realizado nesta época, são deusas da primavera, da ressurreição e renascimento e tem como símbolo o coelho. Uma das principais tradições desse festival é a decoração de ovos. O ovo representa a fertilidade da Deusa e do Deus. Outra tradição muito antiga é a de esconder os ovos e depois achá-los.(Talvez veio daí o costume dos Norte-americanos de esconderem os ovos de chocolate no dia da Páscoa para que as crianças os achem.) Mesmo os não wiccans sentem-se diferentes neste período, mais dispostos, comem menos, dormem menos e acordam mais cedo.

Para os wiccanos também é época de começar a plantar, época do amor, de promessas e de decisões, pois a Terra e a natureza despertam para uma nova vida.

Ostara.
Posteriormente, a igreja católica absorveu a Páscoa das festividades pagãs de Ostara adaptando muitos de seus costumes, inclusive os ovos e coelhinho da Páscoa. Podemos perceber isso pelo próprio nome da Páscoa em inglês, Easter, muito semelhante a Eostre. O nome Eostre ou Ostara, como também a Deusa é chamada, tem origem anglo-saxã provinda do advérbio ostar que expressa algo como “Sol nascente” ou “Sol que se eleva”, Muitos lugares na Alemanha foram consagrados a ela, como Austerkopp (um rio em Waldeck), Osterstube (uma caverna) e Astenburg.

Eostre estava relacionada à aurora e posteriormente associada à luz crescente da Primavera, momento em que trazia alegria e bênçãos a Terra. Por ser uma Deusa um tanto obscura, muito do que se sabia sobre ela foi se perdendo através dos tempos, e descrições, mitos e informaçõe sobre ela são escassos.

Seu nome e funções têm relação com a Deusa grega Eos, Deusa do Amanhecer na mitologia grega. Alguns historiadores dizem que ela é meramente uma das várias formas de Frigg - deusa indo-européia – esposa de Odin -, ou que seu nome seria um epíteto para representar Frigg em seu aspecto jovem e primaveril. Outros pesquisadores a associam à Astarte (Deusa Fenícia) e Ishtar (deusa Babilônica), devido às similaridades em seus respectivos festivais da Primavera.
Dizem as lendas:

Eostre tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse, elas a seguiam e a Deusa adorava cantar e entretê-las com sua magia. Um dia, Eostre estava sentada em um jardim com suas tão amadas crianças, quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da Deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre, uma lebre. Isto maravilhou as crianças. Com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação, porque não mais podia cantar nem voar. As crianças pediram a Eostre que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre decidiu esperar até que o inverno passasse, pois nesta época seu poder diminuía. Quem sabe quando a Primavera retornasse e ela fosse de novo restituída de seus poderes plenamente pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente em pássaro, nem que fosse por alguns momentos. A lebre assim permaneceu até que então a Primavera chegou. Nessa época os poderes de Eostre estavam em seu apogeu e ela pôde transformar a lebre em um pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro botou ovos em homenagem a Eostre. Em celebração à sua liberdade e às crianças, que tinham pedido a Eostre que lhe concedesse sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo. Para lembrar às pessoas de seu ato tolo de interferir no livre-arbítrio de alguém, Eostre entalhou a figura de uma lebre na lua que pode ser vista até hoje por nós. Eostre assumiu vários nomes diferentes como Eostra, Eostrae, Eastre, Estre e Austra. É considerada a Deusa da Fertilidade plena e da luz crescente da Primavera. Seus símbolos são a lebre ou o coelho e os ovos, todos representando a fertilidade e o início de uma nova vida.
A lebre é muito conhecida por seu poder gerador e o ovo sempre esteve associado ao começo da vida. Não são poucos os mitos que nos falam do ovo primordial, que teria sido chocado pela luz do Sol, dando assim vida a tudo o que existe.

Eostre também é uma Deusa da Pureza, da Juventude e da Beleza. Era comum na época da Primavera recolher o orvalho para banhar-se ritualisticamente. Acreditava-se que orvalho colhido nessa época estava impregnado com as energias de purificação e juventude de Eostre, e por isso tinha a virtude de purificar e rejuvenescer.

Fontes de Consulta:

Coven – Criando e Organizando seu próprio grupo – Claudyney Prieto Explorando o Druidismo Celta – Sirona Knight Grimoire: Ayesha Grimoire: IDC Rituais Celtas – Andy Bagggot Todas as Deusas do Mundo – Claudinei Prieto Trabalho mágico para covens – Edain McCoy Wicca – A Feitiçaria ModernaWicca – A Religião da Deusa – Claudiney Prieto – Gerina Dunwich


Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A História do Ovo e de Outros Símbolos da Páscoa

Um comentário:

O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data. A tradição de presentear com ovos – de verdade mesmo – é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza – lá eles têm até nome, pêssanka – em celebração à chegada da primavera.

Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas. Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés. SAIBA MAIS AQUI

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus – o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate – iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

Na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.

Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.


O chocolate


Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.

Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.



O Coelho da Páscoa

A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.

A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.


Curiosidades

Os ovos de Páscoa mais famosos do mundo nem são ovos de comer: um joalheiro russo, Carl Fabergé, fez seus ovos de ouro, prata e pedras preciosas. Abertos, revelavam pequenas imagens de pessoas, animais, plantas ou prédios, e eram dados como presentes pelo imperador russo aos amigos.








Fontes: Sua Pesquisa.com | Brasil Escola | Wikipédia , Arteducação | Via www.fashionbubbles.com

quinta-feira, 21 de abril de 2011

E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

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Raw Lightscapes from Enrique Pacheco on Vimeo.


Fonte: RAW

Jesus negro será queimado em pneus na Paixão de Cristo da Cidade de Deus

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Espetáculo 'Outra Paixão' será encenado por grupo de teatro da comunidade. Peça adaptou personagens da Bíblia para os dias atuais.


Por Alícia Uchôa Do G1 RJ

Espetáculo Outra Paixão - Cidade de Deus
(Foto: Françoise Mattoso & Joana Sanz / Divulgação)
Sexta-feira da Paixão e a Cidade de Deus vai ter seu próprio espetáculo da Paixão de Cristo neste feriado. Em vez de Jesus de madeixas longas crucificado, a comunidade da Zona Oeste do Rio vai ver o filho de Deus de cabelo no estilo black power sendo queimado em pneus, na tortura feita por traficantes conhecida como "micro-ondas". Dirigida por um ex-menino de rua, a Companhia Teatro da Provocação vai encenar a peça “Outra Paixão” no CIEP da favela, neste fim de semana.

Admitindo a polêmica de “queimar” o filho de Deus na Cidade de Deus, Adilson Dias garante que está preparado para a repercussão. “Não fui eu quem executei Jesus. Li o evangelho e acho a palavra dele a mais avançada das mais avançadas das tecnologias. É revolucionário”, resume o diretor.

A ideia, conta ele, surgiu de uma conversa com um amigo da Favela do Barbante, em Campo Grande, também na Zona Oeste. “Ele falou: ‘aqui, só Jesus salva’. Comecei a imaginar Jesus chegando ali. O que ele encontraria se viesse nos dias de hoje”, explica Adilson.

Na peça, Jesus é Messias, jovem que tentaevangelizar traficantes
(Foto: Françoise Mattoso & Joana Sanz / Divulgação)

Maria lavadeira

Na história, Messias, que é filho de Dona Maria, lavadeira da comunidade, chega à favela na tentativa de evangelizar dois jovens envolvidos com o tráfico de drogas. Acaba sendo traído por um deles e é condenado ao ‘micro-ondas’ pelo chefe do crime no local.

Algumas das cenas, como a que traficantes vendem drogas gritando “pó de R$ 10” e “maconha de R$ 5” assustaram alguns vizinhos do espaço de ensaios, que não ouviam frases de feira livre de drogas desde a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na comunidade, em 2009. Já antevendo que isso poderia lhe trazer problemas, Adilson levou o roteiro da peça para o major Romeu, capitão da UPP local.

Ex-menino de rua

A relação de Adilson com a religião e com a cultura começou nas ruas. Menor de rua, ele ‘morava’ em frente à Candelária, no Centro da cidade. “Entrava no Centro Cultural Banco do Brasil para beber água gelada e ficava encantado”, lembra ele, hoje com 30 anos.

Adilson Dias já viveu nas ruas e hoje é
diretor da Companhia Teatro de Provocação
(Foto: Françoise Mattoso & Joana Sanz / Divulgação)
Depois de sofrer uma agressão na região, foi viver em frente à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. “Até 14 anos eu era um cara sujo, cheia de marcas no corpo e que as pessoas não enxergavam e não davam oportunidade. Naquela época, achavam que dali não sairia quem prestasse. Eu falei para mim: ‘ou estudar e dar a volta por cima’”, conta o diretor, que saiu antes da chacina da Candelária, mas chegou a conviver com as vítimas.

Com a determinação, completou o Ensino Médio, estudou teatro e hoje faz faculdade de pedagogia. Seu padrinho no teatro é o ator Sérgio Britto, que ficou impressionado com o menino na porta do Teatro Glória. “Estava na porta pedindo ingresso, ele me perguntou se era isso mesmo que eu queria e fui ver “O Zelador”, de Harold Pinter, com Selton Mello”, lembra ele.

Serviço

"Outra Paixão" fica em cartaz nesta sexta, sábado e domingo, às 20h, no CIEP João Batista, na Rua Edgar Werneck, 1565 na Cidade de Deus. A entrada é gratuita.

Fonte: G1

terça-feira, 19 de abril de 2011

Jesus o nosso "Cordeiro Pascal" morreu por nós no dia 14 de abibe

Um comentário:
Mas, preciso prosseguir hoje, amanhã e depois de amanhã, pois certamente nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! (Lucas 13:33)

Por PCamaral

Em que dia morreu e ressuscitou Jesus Cristo? - Para a maioria dos cristãos a resposta à esta pergunta é: “morreu na Sexta-feira e ressuscitou no Domingo de Páscoa”. Porém não é tão simples assim. Examinando as Escrituras encontraremos a verdade sobre o dia da morte de Jesus na Cruz. O presente estudo tem como objetivo examinar uma série de textos bíblicos que nos fará entender melhor os fatos que envolveram a pessoa de Cristo com relação à sua morte e ressurreição.

Antes de analizarmos os pontos deste estudo quero deixar uma observação: Todo estudioso da Bíblia e todo teólogo responsável irá confirmar duas coisas: Primeiro - A Páscoa dos Judeus era comemorada no dia 14 de abibe ou nisã. Segundo - Após a Páscoa, do dia 15 de abibe ao dia 21 de abibe era comemorada a Festa dos Pães Asmos. No dia 15 de abibe era realizada a reunião solene ou seja um Grande Sábado ou Shabat. No dia 21 de abibe, outra reunião solene, outro Shabat. Conforme texto biblico de Levitico 23: 5-8

No mês primeiro, [abibe] aos catorze do mês, pela tarde, é a páscoa do SENHOR. E aos quinze dias deste mês é a festa dos pães ázimos do SENHOR; sete dias comereis pães ázimos. No primeiro dia [dia 15] tereis santa convocação [Shabat = Sábado - feriado - cessação de trabalho]; nenhum trabalho servil fareis; Mas sete dias oferecereis oferta queimada ao SENHOR; ao sétimo dia [dia 21] haverá santa convocação [Shabat = Sábado - feriado - cessação de trabalho]; nenhum trabalho servil fareis.

Outra observação: Jesus só aboliu a lei dos mandamentos (Colossenses 2:14) após sua morte na cruz. Antes disto cumpriu todos os preceitos da lei e todas as suas ordenanças.

O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. 1 Pedro 2:22

Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, Efésios 2:15

Etimologia da palavra Shabat: A palavra hebraica שבת, shabāt, tem relação com o o verbo שבת, shavāt, que significa "cessar", "parar". Apesar de ser vista quase universalmente como "descanso" ou um "período de descanso", uma tradução mais literal seria "cessação", com a implicação de "parar o trabalho". Portanto, Shabat é o dia de cessação do trabalho; enquanto que descanso é implícito, mas não é uma denotação da palavra em si. Por exemplo, a palavra em hebraico para "greve" é shevita, que vem da mesma raiz hebraica que Shabat, e tem a mesma implicação, nominalmente que trabalhadores em greve se abstêm ativamente do trabalho, ao invés de passivamente. Algumas pessoas perguntam por que Deus precisou "descansar" no sétimo dia da Criação de acordo com Gênesis. Se o sentido da palavra é entendido como "cessação do trabalho" ao invés de "descanso", isso é mais consistente com a visão bíblica de um Deus onipotente. Shabat é a fonte para o termo em português Sábado, e para a palavra que denomina esse dia da semana em muitas outras línguas. A palavra "sabático" - se referindo ao ano sabático na Bíblia, ou o ano que uma pessoa tira sem trabalhar, especialmente no mundo acadêmico, também vem desta raiz.

I- A PÁSCOA: SUA RELAÇÃO COM A MORTE DE CRISTO

Há uma estreita relação entre a antiga Páscoa judaica e a morte de Cristo. E não se pode analisar os fatos que culminaram com Sua morte sem se levar em conta a relação existente entre ela e a Páscoa que lhe serviu de sombra (Cl. 2:17).

1 - A instituição da Páscoa (Êx. 12:1-14; Dt. 16:6,16; Nm. 28:17,18): A Páscoa era celebrada no dia 14 de Abibe, que mais tarde tornou-se conhecido como mês de Nisã. Este era o primeiro mês do calendário hebraico (o que corresponde a março/abril do calendário atual). A data da Páscoa era fixa, diferindo da Páscoa cristã, pois esta correspondia à lua cheia do equinócio de inverno. A Páscoa comemorava a libertação do cativeiro egípcio. O cordeiro escolhido, para esse jantar familiar, deveria ser separado no dia 10 e imolado no dia 14, no crepúsculo da tarde. O décimo quinto dia, o primeiro dos festejos pascais era separado para o repouso (em hebraico “shabbat”), nele não se fazia nenhuma obra. Do décimo sexto ao vigésimo primeiro dia eram os dias dos pães ázimos (sem fermento); e no vigésimo segundo dia, observava-se um novo repouso (outro “shabbat”) (Lv. 23:8).

2 - Os elementos da Páscoa (Êx. 12:5): O cordeiro, a ser morto na ocasião da Páscoa, deveria ter um ano de idade e ser perfeito. Essa exigência divina no tocante ao cordeiro justificava-se por ser ele uma representação de Cristo, o Filho de Deus (Jo. 1:29). Ainda havia naquela composição: pão asmo e ervas amargosas. O pão da Páscoa precisava ser asmo ou ázimo, isto é, sem fermento, e não podia haver nenhum traço de impureza, significada pelo fermento (Êx. 12:18-20), pois prefigurava o Cristo (também sem pecado); e as ervas amargosas os sofrimentos de Israel, e o ministério de Jesus com suas aflições (Jo.19:17).

3 - A morte de Jesus e sua relação com a Páscoa (I Co. 5:7): Jesus, como o Cordeiro de Deus, é a nossa Páscoa e comemora a libertação da escravidão do pecado. Relacionada ao ministério público de Jesus, a Páscoa é algo determinante que faz coincidir, também, no mesmo dia e hora a morte de Jesus. O cordeiro da Páscoa era imolado à tarde do décimo quarto dia de Nisã e comido depois ao pôr-do-sol. Da mesma forma que o cordeiro pascal lembra a salvação da escravidão do Egito, Cristo, o cordeiro pascal, lembra a salvação do pecado.

II- A DETERMINAÇÃO DA DATA DA MORTE DE JESUS

Vamos agora descobrir o ano da crucificação de Jesus, tendo já descoberto que o dia da Sua morte se deu no dia 14 de Abibe, quando se comemorava a Páscoa.

1 - A profecia de Daniel (Dn. 9:24-27): O anjo explicou a Daniel que passaria 69 semanas proféticas desde a saída da ordem de restaurar e edificar Jerusalém até ao Messias, o Príncipe. Na profecia de Daniel, a palavra semana, segundo se entende no contexto, significam 7 anos. Tomando isso por base, faremos o cálculo para saber o tempo em que apareceria o Messias. Segundo as Escrituras, desde que se deu a ordem para a restauração de Jerusalém nos dias do rei Artaxerxes, que foi no ano 457 a.C. (Ne. 2:1), até o dia quando chegasse o Messias, passariam 483 anos (69x7 = 483 – 457 = 26). Este tempo cumpriu-se literalmente no batismo de Jesus, quando João o batizou no rio Jordão, iniciando, assim o seu ministério no outono do ano 27 d.C. Segundo a profecia, o Príncipe seria tirado (morto) no meio da septuagésima semana profética, ou seja, três anos e meio depois do concerto, o que se deu no ano 31 d.C.

2 - O ano da Sua morte (Lc .3:1-3): Lucas declara que João Batista começou a batizar no décimo quinto ano do reinado de Tibério César, o imperador romano. Isso ocorreu 15 anos após o ano 12 d.C., quando começou a reinar com Augusto. Portanto, temos aqui o ano do batismo de Jesus, que se deu no ano 27 d.C. O ministério de Jesus foi de três anos e meio, o que somado aos 27, somos transportados ao ano 31 d.C. Sendo assim, temos o ano 31 como sendo o ano da morte de Cristo.

3 - O sinal da sua morte (Mt. 12:40): Há três palavras gregas para designar milagres: a) “teras”, coisa maravilhosa; b) “dunamis”, poder maravilhoso; c) “semeion”, uma prova ou sinal sobrenatural. Os judeus pediram um sinal para Jesus. Para confirmar a obra de Jesus, haveria o maior prodígio de todos. O tempo de permanência na sepultura foi dado por Jesus como o sinal da Sua messianidade. Esse tempo seria, segundo Jesus, de três dias e três noites. A analogia a Jonas serviu ao propósito de Jesus para apontar para Sua ressurreição.

III- O MINISTÉRIO DA ÚLTIMA SEMANA

Um cuidadoso exame dos textos bíblicos vai mostrar com suficiente clareza onde Jesus esteve em cada um dos dias da última semana de Seu ministério terreno. Entretanto, é oportuno esclarecer que os acontecimentos narrados nos evangelhos não obedecem a nenhuma ordem cronológica. A despeito disto, porém, é possível ordenar-se boa parte dos acontecimentos, inclusive porque a maioria ocorreu durante a última semana.

1 - Sexta-feira anterior à morte (Jo. 12:1; Lc. 13:22): Jesus saiu de Efraim e se dirigiu para Betânia. Isso ocorreu 6 dias antes da comemoração da Páscoa dos judeus. Isto significa que a referida saída ocorreu no dia 9. O percurso entre Efraim e Betânia não poderia ser feito senão em um dia comum de trabalho, em razão da distância, cerca de vinte quilômetros.

2 - Sábado anterior à morte (Lc. 13:10, 31-33; 14:1; 18:31-34; 19:1-5): Jesus ensina numa sinagoga. Neste mesmo dia vamos encontrá-lo participando de um banquete. De acordo com o costume judaico, o Senhor não teria prosseguido com Sua viagem no Sábado. No final daquele Sábado, Jesus foi informado de que Herodes procurava ocasião para matá-lo, e isso fez com que se retirasse dali com Seus discípulos para Jericó (Mc. 10:46,51-52). Porém, antes de sair, mandou dizer a Herodes que tinha uma agenda a ser cumprida, abrangendo três dias de intensa atividade e que só depois disso, seria consumado. Naquela noite, Jesus pousou na casa de Zaqueu, em Jericó.

3 - Primeiro dia da semana anterior à morte (Mt. 20:29; 21:1-11): Pela manhã do primeiro dia da semana, Jesus juntou-se à uma caravana de peregrinos vindo da região da Peréia, dalém do Jordão, e com eles entrou em Jerusalém, montado em um jumentinho. Nesse mesmo dia expulsou os cambistas do templo (Lc. 19:45,46). À noite, retirou-se para Betânia, onde pousou (Mc. 11:11). Chegava ao fim o primeiro dia da sua agenda de trabalhos mencionada em Lucas 13:31-33.

4 - Segunda-feira anterior à morte (Mt. 26:1, 14-16, 22): Jesus voltou à Jerusalém na manhã de Segunda-feira, dia 12 de Abibe, indo ao templo, onde ficou ensinando (os ensinos são os que estão em Mateus 21:23 a 25:46). Mateus registra que “daqui a dois dias é a Páscoa...”. E ele ainda acrescenta que é nesse dia que “o Filho do homem será entregue para ser crucificado”. Isto iria ocorrer no dia 14 de Abibe, numa Quarta-feira, o último dos 6 dias de João 12:1 e também o último dos 3 dias mencionados em Lucas. Ainda nesse mesmo dia Judas procurou o príncipe dos sacerdotes para combinar o preço da traição.

5 - Terça-feira anterior à morte (Lc. 22:17-19): Ao pôr-do-sol daquele dia Jesus mandou preparar o local dos preparativos da Páscoa que seria comido ao entardecer do dia 14. Jesus, porém, antecipou para a noite do dia 13 (Terça-feira), comendo assim a Páscoa com seus discípulos uma noite antes do normal. Depois levantou-se da mesa e lavou-lhes os pés (Jo. 13:1-17) e instituiu a Santa Ceia (Mt. 26:26-29). Logo após anunciou a traição dando um bocado de pão a Judas que saiu para chamar os soldados, “e era já noite” (Jo. 13:30). Jesus deu as últimas instruções aos Seus discípulos (Jo. 13:31 a 17:26). Depois saiu com eles para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um horto “e Judas, que o traia, também conhecia aquele lugar” (Jo. 18:1,2). Logo após, Judas chega com soldados, “a corte e oficiais dos principais sacerdotes e fariseus, veio ali com lanternas, tochas e armas” para prenderem a Jesus. Os discípulos fogem, deixando Jesus sozinho. Ainda nessa mesma noite, Ele foi levado perante Anás (Jo. 18:3,12,13).

IV- O DIA DA MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS

Já pudemos observar que a última Páscoa comemorada por Jesus ocorreu no ano 31 d.C., e o cordeiro pascal, segundo as Escrituras, devia morrer exatamente no dia 14 do mês de Abibe. Vejamos agora em que dia ocorreu a morte do nosso Salvador.

1 - O dia da Sua morte (Lc. 22:66-71; 23:6-12; Jo. 18:39,40): Cedo, de manhã, na Quarta-feira, dia 14 de Abibe, Jesus foi levado da casa de Caifás para a audiência com Pilatos. Antes, passou pelo julgamento formal diante do Sinédrio. Pilatos enviou Jesus a Herodes. Herodes enviou Jesus novamente a Pilatos, que soltou a Barrabás (Mt. 27:15,16,26). Jesus é coroado, espancado e forçado a levar a cruz até o monte do Gólgota, onde é crucificado entre dois ladrões (Mt. 27:27-38), e desde a hora sexta (meio-dia) até a hora nona (três horas após meio-dia) houve trevas. Houve um grande terremoto e o véu do templo se rasgou em duas partes (Mt. 27:45,51). À hora nona Jesus expirou, e caindo a tarde, José de Arimatéia foi ter com Pilatos para pedir o corpo de Jesus. A seguir, com Nicodemos, prepararam o corpo para o sepultamento (Mt. 27:57-60; Jo. 19:38-42), e o sepultaram num sepulcro novo, ao pôr-do-sol. A partir daqui começam “os três dias e três noites”.

2 - A preparação dos Judeus (Mt. 27:62): Sendo Jesus crucificado na Quarta-feira, o dia imediato, Quinta-feira, era o dia chamado “o grande Sábado” (feriado judaico, Jo. 19:31); era o dia 15 de Abibe ou Nisã, o primeiro dia após o sacrifício do cordeiro pascoal. Este dia da preparação não era a Sexta-feira, mas sim o preparo dos judeus para a Páscoa (Mt. 26:1-5; Mc. 14:1,2). Esse é o motivo de Mateus não ter usado o termo “Sábado”, para não ser confundido com esse dia.

3 - O dia da ressurreição (Mt. 28:1): Mateus registra que “no findar do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana”, as mulheres foram ver o sepulcro de Jesus. É importante notar que o dia hebraico termina no pôr-do-sol. Portanto, fica evidente que Jesus ressuscitou no pôr-do-sol do Sábado, e não no Domingo pela manhã, como é ensinado por muitos. A ressurreição de Jesus teria de se dar no Sábado, ao pôr-do-sol, no momento exato quando se completariam os três dias e as três noites – no seio da terra.

Relembremos aqui o tempo:
Jesus passou na sepultura, as noites de: Quarta para Quinta; de Quinta para Sexta e de Sexta para o Sábado = três noites;
passou os dias de: Quinta, Sexta e Sábado o dia todo até o momento da ressurreição, no findar do dia, segundo as Escrituras = três dias.
Portanto, “três dias e três noites” ( Veja o diagrama abaixo ).





V- A HARMONIA DOS EVANGELHOS

Há textos que se apresentam como forte objeção ao assunto; porém, o estudo dos mesmos ajuda a entender essas coisas. Quando comparados uns com os outros: a causa justa aparece. Vejamos como se harmonizam os evangelhos.

1 - A preparação das mulheres (Mc. 16:1,2; Lc. 23:53-56): Lucas registra a preparação das mulheres antes do Sábado e Marcos depois do Sábado. Como se explica isso? É importante lembrar que aquela semana teve dois sábados: o Sábado pascal e o sétimo dia. O Sábado pascal era comemorado no dia 15 de Abibe (não importava o dia da semana em que caísse). Neste dia era feita a “santa convocação” (Lv. 23:6,7). Assim fica claro que as mulheres compraram as especiarias na Sexta-feira daquela semana, e que o escritor Marcos faz referência ao Sábado pascal, o qual ocorreu numa Quinta-feira, enquanto Lucas menciona o Sábado do sétimo dia da semana.

2 - A ressurreição de Jesus e o primeiro dia da semana (Mc. 16:9): A Bíblia, quando foi escrita, não tinha as divisões de capítulos e versículos, como tem agora, tampouco, a pontuação, pois os textos eram escritos à mão e em ordem seguida, mesmo sem separação de palavras. Por conseguinte, a vírgula que aparece logo após a palavra “semana” não foi colocada por Marcos. Porém quando a pontuação entrou em vigor, foi colocada de acordo com o pensamento da ressurreição no primeiro dia da semana. Entretanto, o texto precisa ser lido com a pontuação da seguinte maneira: “E tendo Jesus ressuscitado, na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios”. A referência do primeiro dia é então ao encontro de Jesus com Maria e não à ressurreição.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Evangelho - Poder de Deus para Salvação de todo aquele que crê!

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Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. (2 Timóteo 4:2)



Vi no Hermes Fernandes e não vacilei! Preguei aqui também!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Onde está Deus na violência?

4 comentários:
A cruz desfaz o conceito de que ele [Deus] não se importa com nosso sofrimento.


Por Kassio F. P. Lopes
A quinta-feira do dia 7 de abril de 2011 tinha tudo para ser uma manhã como outra qualquer na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Até que, por volta das 8h30, tudo mudou. Ouvem-se gritos, sons de tiros, pânico e muito tumulto. Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, entrou no colégio portando dois revolveres calibre 38 e, com incrível habilidade e extrema frieza, efetuou muitos disparos contra os alunos. Doze adolescentes morreram e onze ficaram feridos. O massacre só terminou quando o sargento da Polícia Militar, Márcio Alexandre Alves, entrou no local e alvejou o assassino, imobilizando-o. Uma vez ferido, Wellington se suicidou na escadaria da escola, atirando contra a própria cabeça.

A chacina chocou o Brasil e ganhou repercussão internacional. Todos ficaram perplexos diante de tamanha violência e crueldade. O dia 7 de abril de 2011 ficará cravado em nossas mentes por muito tempo. Será para sempre lembrado como o dia em que os sonhos e o futuro de 12 adolescentes foram brutalmente roubados pela violência. Certamente, nos lembraremos com tristeza desse dia em que o sorriso contagiante de meninos e meninas deu lugar ao pavor e ao medo da morte. Como Peter Pan eles jamais crescerão, pois serão para sempre crianças em nossas lembranças.

Por mais que nos esforcemos, não somos capazes de entender esta tragédia. Os criminalistas, psicólogos, psicanalistas, educadores e cientistas da religião não são capazes de explicar a complexidade da mente de um assassino. “Como alguém pode fazer isso?” perguntam aqueles que desconhecem a capacidade humana de fazer o mal. Parecem não querer acreditar na potencialidade humana para a violência. Todos puderam ver na tela de seus televisores a verdade que a Bíblia afirma categoricamente há séculos: o homem é mau! O massacre do Rio de Janeiro exibiu em uma “vitrine grotesca” toda a violência e crueldade de que o homem é capaz.

Mas, nessa vitrine, pudemos contemplar outro lado. Tivemos a chance de ver casos de solidariedade e compaixão para com os familiares das vítimas. Diante de tragédias, a empatia se mostra mais evidente, fazendo-nos sentir a dor dos outros. Muitos de nós choramos ao ver o pânico dos alunos, o desespero das crianças ensangüentadas, os gritos de horror, os choros alucinados e a dor que afligia, e ainda aflige a alma dos pais enlutados. Atos como este, de extrema selvageria e violência, mexem profundamente conosco. Bagunçam nossas convicções e violam as leis de nosso status quo. A chacina do Rio de Janeiro põe em desordem a maneira como vemos a nós mesmos e a Deus. Neste momento uma voz, ainda que interna e tímida, começa a sussurrar em nossa consciência: Onde está Deus na violência? Como reage a ela? Será que realmente se importa?

Em circunstâncias como esta, são muitos os que enxergam Deus como um espectador impotente, que assiste com extrema frieza e indiferença nossas tragédias e sofrimentos. Por vezes, o imaginamos intocável no céu, enquanto sofremos aqui na terra. “O vemos como estando descansando, ou até mesmo tirando uma soneca em alguma cadeira de balanço celestial, enquanto milhões de pessoas morrem”. Pois é, “essa terrível caricatura de Deus que a cruz desfaz em pedaços. Não devemos vê-lo numa cadeira de balanço, mas numa cruz”.

Sim, a única visão capaz de silenciar as vozes perturbadoras, que emergem de nossos corações em meio à violência, é a visão do Cristo crucificado. Diante da cruel violência humana, o único Deus que nos satisfaz é o da cruz. Pois em última instância, aquele que foi crucificado também enfrentou a violência dos homens. Naquele dia, ele sentiu com mais intensidade as dores do mundo. “A cruz que sustinha o corpo de Jesus, nu e cheio de marcas, expôs toda a violência e injustiça deste mundo”. Assim como nessa chacina, naquele dia no Calvário, Jesus, com o corpo ensangüentado, expôs ao mundo toda a maldade e violência humana. Sim, ele morreu! Sendo Deus, baixou à rude cruz. Sendo imune ao sofrimento, decidiu sofrer. Sendo impassível, tornou-se passível de dor. Habitando nos céus, desceu à terra. “A cruz revelou que tipo de mundo nós temos e que tipo de Deus nós temos” . O Deus revelado na Bíblia é parceiro na dor daqueles que sofrem diariamente a violência assassina de um mundo caído.

A cruz nos mostra o amor solidário de Deus por nós ao decidir se identificar com nossas dores. A cruz nos mostra que Deus não é insensível, apático ou indiferente à dor das pessoas. Ele não está isolado da dor a 704 metros de altura no Corcovado. Pelo contrário, ele está aqui embaixo, com aqueles que choram. Os pais que perderam seus filhos de maneira tão cruel e violenta neste massacre não podem acusá-lo de ser indiferente à dor humana, pois ao se identificar conosco, ele, o Pai Eterno, também viu seu filho, Jesus, morrendo de forma desumana e atroz no Calvário. Por isso, podemos afirmar categoricamente que o coração de Deus bate na mesma cadência daqueles que choram agora pela morte de seus filhos. Sendo assim, eu concordo com John Stott quando diz:
“Eu [...] jamais poderia crer em Deus, se não fosse pela cruz. No mundo real da dor, como se pode adorar um Deus que seja imune a ela? [...] É esse o Deus para mim! Ele deixou de lado a sua imunidade à dor. Ele entrou em nosso mundo de carne e sangue, lágrimas e morte. Ele sofreu por nós. Nossos sofrimentos tornam-se mais manejáveis à luz dos seus. Ainda há um ponto de interrogação contra o sofrimento humano, mas em cima dele podemos estampar outra marca a cruz, que simboliza o sofrimento divino. A cruz de Cristo é a única autojustificação de Deus em um mundo como o nosso”.
A resposta para os questionamentos feitos sobre Deus na violência é a cruz. Que os enlutados por esta tragédia recebam o consolo do único Deus capaz de entendê-los e confortá-los: o Deus do Calvário.

Ao Jesus crucificado seja a glória!


Bibliografia:
Philip Yancey, Decepcionados com Deus, Ed. Mundo Cristão, 1997, p. 154.

John Stott, A Cruz de Cristo, Ed. Vida, 2006, p. 148.
Yancey (1997:154)
Stott (2006:151).


Kassio F. P. Lopes é missionário em Corumbá (MS)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tem que Twittar Tem que Twittar

7 comentários:
Homenagem carinhosa a meus queridos irmãos e irmãs: @Cristianeccldm @DricaHinen @dybastos @elidiarosa @MariiMissoes @m_gizella @WebEvangelista @xodo_d_jeova @intervalocristo @odilarjr1 que não passam um dia sem me apurrinhar no Twitter!

Tem que Twittar Tem que Twittar



EU FIQUEI COM ESSA "MUSICA" A SEMANA TODA NA CABEÇA E GOSTARIA QUE VOCÊS FICASSEM TAMBÉM... Sabe.... em solidariedade.... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tem que Twittar! Tem que Twittar!

Os Perigos que Enfrentamos no Ministério

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Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. (II Tm 2:15)

Por Jorge Himitián

(Baseado na Segunda Carta de Paulo a Timóteo)

O apóstolo Paulo escreve da prisão esta última carta ao seu discípulo Timóteo consciente que o tempo de sua partida esta próximo (4:6 e 7), e lhe adverte solenemente sobre os sérios perigos que deve evitar nos ministérios especialmente nos dias futuros.

1º Perigo - O profissionalismo (1:4-8).

Que é o profissionalismo? É quando ele se torna um ministro sem lágrimas, sem fé e sem fogo. "Lembrando das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria". Temos que tomar cuidado para não oferecermos uma adoração profissional, sem falta de quebrantamento. Não podemos ser profissionais na dor pelos perdidos, na intercessão pela Igreja (gemidos inexprimíveis). Cuidado com a “Fé fingida”. A fé é um dom de Deus - é fruto do espírito. Quando ela desaparece de nossas vidas ficamos com fé fingida (1:5). O profissionalismo nos faz naufragar na fé (1:19), e pode nos levar até a apostatarmos (4:1,2 - consciência cauterizada). Paulo recomenda a Timóteo viver um "reavivamento" (1:6-8). Falta de paixão pelos perdidos, falta de amor e valores corretos que são diferentes de covardia.

2º Perigo - Falta de lealdade (1:13-18).

Corremos risco no Ministério quando nos falta fidelidade a Deus e lealdade à Sua Palavra. (1:13,14;1 Tm 1:3,4; 4:6,16; 6:3-5; 2 Tm 2:2-4). Também é perigoso quando nos falta fidelidade e lealdade aos companheiros da obra (1:15-18); “alguns me abandonaram”, disse o apóstolo.

3º Perigo - Comodidade (2:1-3)

Isso acontece com quase todos nós. Começamos bem a caminhada ministerial. Mas, logo vamos nos acomodando; e essa busca por comodidade pode nos levar a terminar mal. Precisamos voltar a praticar a:
·         Diligência (v.1) - "esforça-te"
·         Eficiência (v.2) – “confia-o a homens fiéis”
·         Sofrimento (v.3) - "soldado"
·         Concentração (v.4) - "não se envolve"
·         Disciplina (v.5) - "luta; atleta".
·         Dedicação (v.6) - "deve trabalhar - lavrador"

4º Perigo - Falta de integridade (2:14-22)

Algumas perguntas sempre devem ser feitas à nossa consciência, como: Deus aprova a minha conduta? (v.15); Tem coisas que eu me envergonharia se meus irmãos soubessem? Eu me aparto da iniqüidade e vivo uma vida santa ou pratico a iniqüidade? Tenho caído em pecados sexuais? Tenho mentido? Sou correto no manejo do dinheiro? Estou em paz com meus irmãos? (v.22). Ser usado por Deus não significa ser aprovado por ele (v.20,21). Exemplos bíblicos disso podem ser vistos na vida de Balaão, Saul, Jonas, Judas (Mt 7:21-23).

5º Perigo - Aparência de piedade (3:1-9)

Isso descreve a pessoas de aparência religiosa (v.5), cujas vidas são uma contradição com aquilo que professam. São, muitas vezes, pessoas egoístas, ciumentas, individualistas, avarentas, jactanciosas, soberbas, arrogantes, blasfemas, vulgares, desobedientes, a Deus, às autoridades, aos mais velhos, ingratas e sem afeto. Implacáveis (duras, ditadoras), caluniadoras, sem temperança (cruéis), traidoras, inimigas do bem, impetuosas, vaidosas, hedonistas, amigas dos prazeres, lascivas, irreverentes.

Mas, há segurança em tempos difíceis (3:10 - 4:8)

Devemos seguir o exemplo de homens aprovados. Seguir sua doutrina, imitar sua conduta, propósito, fé, longanimidade, amor, paciência, perseguição, sofrimento. Persistir em tudo o que aprendemos das sagradas escrituras, levando em conta que o objetivo delas é nos aperfeiçoar e nos capacitar para a obra (3:4-17). Devemos pregar a Palavra em todo o tempo, instar, repreender, exortar com toda a paciência e doutrina (4:1-4). Fazer a obra da evangelização (4:5) Não se desviando da grande comissão!

***

Um texto como esse, escrito e publicado em setembro de 2001 nunca esteve tão atual e tão apavorante. Hoje, passados dez anos nada mudou, muito pelo contrário, piorou drásticamente. Homens e mulheres, que se dizem irmãos em Cristo manipulam multidões inteiras a seu bel prazer, totalmente longe dos principios da Palavra do Senhor. Mas para aqueles que amam a Palavra de Deus e a praticam, isso não é novidade! Jesus mesmo nos alertou sobre isso, por intermédio do apóstolo Paulo em sua segunda carta a Timóteo: "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. (...) Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados." (II Tm 3:1-5, 13)

Que Deus tenha misericórdia de todos nós!


 Adaptado de Jorge Himitián, Concepción, Setembro/2001. |  Sou da Promessa  | Comentário de PCamaral