sábado, 30 de julho de 2011

Isto é Discipulado!

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E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mt 24:14)

Jesus afirmou claramente que o evangelho será pregado em todo o mundo até pouco antes da sua volta. Mas quem irá pregar? Seus enviados, seus missionários. Nós somos os precursores da vinda de Cristo. Quanto a nós, você e eu, que somos seus seguidores, nos dispusermos a responder ao seu chamado e levarmos o evangelho até os confins da terra, então este mesmo Jesus voltará.

Portanto, a tarefa missionária deve ser cumprida até o fim. Devemos esperar pela gloriosa volta de Jesus e pela consumação dos séculos, porém não de braços cruzados. Por isso, quando, em outra ocasião, os discipulos perguntaram a Jesus quando se daria a restauração do reino, sua resposta não foi diferente - evangelizem o mundo (At 1:6-8). [1]



Lembre-se: O sinal da volta de Cristo não são as guerras e rumores de guerras, nem a degradação do mundo, da sociedade ou da familia, e até mesmo a apostasia da igreja. O sinal claro da volta eminente de Cristo é: "E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim".

Que Deus nos mantenha firmes, vigilantes e perseverantes!

[1] Citação Carrier, C. Timóteo. A Visão Missionária na Bíblia : uma história de amor - Viçosa, MG : Ultimato, 2005. pág. 120

A Verdade Absoluta

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E agora, ó Israel, que é que o Senhor seu Deus pede de você, senão que tema o Senhor, o seu Deus, que ande em todos os seus caminhos, que o ame e que sirva ao Senhor, ao seu Deus, de todo o seu coração e de toda a sua alma, e que obedeça aos mandamentos e aos decretos do Senhor, que hoje lhe dou para o seu próprio bem? Ao Senhor, ao seu Deus, pertencem os céus e até os mais altos céus, a terra e tudo o que nela existe. (Dt 10.12-14)

Por Anderson Guarnieri

Relativismo é a teoria filosófica que se baseia na relatividade do conhecimento e repudia qualquer verdade ou valor absoluto. Ela parte do pressuposto de que todo ponto de vista é válido. Essa filosofia afirma ainda que todas as posições morais, todos sistemas religiosos, todos movimentos políticos, etc., são verdades que são relativas ao indivíduo. Infelizmente, a filosofia do relativismo é penetrante em nossa cultura. Isto é demonstrável através de nosso ambiente social: do sistema judicial deteriorado que possui cada vez mais dificuldades em punir os criminosos; da mídia que continua a nos empurrar o seu pacote particular do que seja moralidade e decência; de nossas escolas que ensinam a evolução e a "tolerância social", etc.

Como conseqüência, o relativismo moral está cada vez mais ganhando espaço no sentido de: encorajar a todos em aceitar o homossexualismo, de propagar e afirmar como certo a pornografia na TV e a fornicação e uma avalanche de outros pecados que outrora foram considerados errados e perniciosos, mas que agora estão sendo aceitos e até mesmo encorajados em nossa sociedade. A Bíblia nos ensina a dizer a verdade porque mentir é errado; ela nos diz para amar nosso próximo porque odiar é errado; e nos instrui a fazer sexo só dentro da relação de casamento, porque o sexo pré ou extraconjugal é errado.

Mas, por que essas coisas são certas ou erradas? Será porque a Bíblia, a lei de Deus, as torna certas ou erradas? Não, a lei não torna certo o certo e nem errado o errado. Só porque algo está escrito numa lei, ela não o torna certo ou errado. A verdadeira autoridade da lei está em quem a faz. É o próprio Deus quem define o certo e o errado, porque ele é essa autoridade; ele é a verdade absoluta. A verdade absoluta não é algo que Deus decide; é algo que ele é.

A verdade absoluta é absoluta porque tem origem no Original – a pessoa de Deus. Deus é a fonte de toda a Verdade: “Ó Soberano Senhor, tu és Deus! Tuas palavras são verdadeiras...” (2 Sm 7.28). Foi por isso que Jesus disse: "Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará". (Jo 8.31,32) "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.” (Jo 14.6). A verdade não é definida pelos mandamentos e leis de Deus, mas por seu caráter e natureza. A base de tudo o que chamamos moral, a fonte de tudo o que é bom, é a eterna pessoa de Deus.

Tiago disse: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes.” (Tg 1.17). A razão de termos este conceito de que algumas coisas são certas e outras erradas é por haver um Criador: Deus, o justo Todo-poderoso. A razão de pensarmos que há coisas “justas” e coisas “injustas” é porque o nosso Criador é um Deus justo. O motivo de ser o amor uma virtude e o ódio ser um vício é porque o Deus que nos criou é um Deus de amor. A razão de ser a honestidade certa e o engano ser errado é porque Deus é verdadeiro. A razão de ser a castidade moral e a promiscuidade ser imoral é porque Deus é puro.

Portanto, se você quer realmente saber o que é certo e errado na vida, tem de compreender quem está certo. E a resposta é esta: a Rocha, o Deus da Verdade.

Fonte: Sou da Promessa  | compartilhado no PCamaral

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ser benção é bem diferente de querer benção

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Por PCamaral

Quando Deus chamou Abrão para ser pai de uma nação deu a ele um imperativo; “Sê tu uma benção” (Gn 12:2), e uma promessa, “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12:3). Abraão, como individuo, deveria refletir o caráter de Deus em sua vida, para assim ser um canal de bênçãos para o povo. E este caráter deveria ser multiplicado, na nação que dele surgiria, para assim abençoar todas as famílias da terra, ou seja, abençoar todos os outros povos do planeta.

Olhando para o nosso tempo, observamos que os crentes parecem ter esquecido o imperativo dado por Deus a Abraão e, que não se restringe apenas a ele. Abraão é considerado pai da fé e todos aqueles que pela fé aceitam Jesus como salvador fazem parte da família de Abraão, como filhos, e, por conseguinte, são herdeiros da promessa e, inclusive da ordenança: “Sê tu uma benção”.

Por outro lado, além do esquecimento, é triste constatar que o “imperativo” mudou, o homem inverteu a ordem, não é mais Deus quem fala “Sê tu uma benção”, e sim o próprio homem quem diz, declara, determina, que Deus seja uma benção para ele. Onde pessoas cultuam e oram, a Deus, cobrando as “bênçãos por Ele prometidas”. Se é Deus quem tem, agora, a obrigação de ser para mim uma benção, então, como fica a promessa: “em ti serão benditas todas as famílias da terra”? Afinal, não é Ele quem abençoa em todas as circunstâncias?

Sem o meu compromisso de obedecer ao imperativo como fica a promessa? Se eu não sou benção, e se eu reivindico a benção para mim, indivíduo, como pode Deus abençoar as outras pessoas, se a parte que me cabe não faço? Não que Deus deixará de abençoar alguém porque eu não faço o que Ele ordena, a coisa é mais séria ainda, na verdade, implicitamente eu digo: "estou me lixando para os outros...quero é a minha benção"!

"Sê tu uma benção" traz consigo uma forma de proceder, um estilo de vida que agrada a Deus. O testemunho individual que agrada ao Senhor. Que reflete o caráter do Salvador Jesus Cristo em nossa vida. Não apenas em momentos particulares, de reunião ou culto solene, mas a toda hora, em todo momento, em todos os dias. As pessoas precisam enxergar Jesus através de nosso proceder, através de nosso caráter. Aí sim, somos benção, primeiro para Deus, depois para todos os povos.

Se praticarmos a Palavra da Verdade , conforme a vontade do Senhor e formos por Ele aprovados, então, nos transformamos em um canal por onde Deus opera, abençoando a todos a nossa volta.

Meu querido irmão, como você está tratando essa ordenança do Senhor? Tu és uma benção? Isto é uma realidade em sua vida? Glórias a Deus por isso! Continue perseverando nesse caminho e se aperfeiçoando cada vez mais no Senhor.

Lembremos do Senhor Jesus que em seu ministério na terra foi uma benção ao ponto de Deus testemunhar duas vezes sobre Ele: “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.(Mateus 3:17) e “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.”(Mateus 17:5) e que, com sua morte sacrificial abençoou a todas as famílias da terra.

O imperativo continua válido para todos os crentes: “Sê tu uma benção”! Para o quê? Para que “em nós sejam abençoadas todas as famílias da terra”!

A vocação dos discípulos e o ministério da oração

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Por Valdir Steuernagel
Uma das coisas que aprendi há algum tempo é que o discípulo dificilmente vai além do seu mestre. Aliás, Jesus mesmo advertiu seus discípulos quando lhes lavou os pés: “Nenhum escravo é maior do que o seu senhor” (Jo 13.16). Ele não lhes pediu nada que ele próprio não tivesse feito ou vivido. Estava sempre ensinando a boa nova às multidões, curando os enfermos e libertando as pessoas da possessão demoníaca. E é isso que ele requer dos seus seguidores. Queremos neste artigo olhar para a vida de oração de Jesus e para o seu convite aos discípulos para que façam o mesmo.

Nos Evangelhos, a vida de oração de Jesus é retratada de diferentes maneiras e em diferentes situações. Mas todas têm em comum o fato de que ele orava e ensinava os discípulos a orar. Nos momentos mais importantes da sua vida, parece que uma janela se abre e vislumbramos uma intensa intimidade entre ele e o Pai. No batismo, a palavra do Pai o alcança com a amorosa afirmação: “Tu és o meu filho amado; em ti me agrado” (Mc 1.11). Antes da crucificação, é ele quem procura o Pai e, com a alma angustiada, pede-lhe que, se possível, poupe-o do cálice da morte (Mc 14.36).

A escolha dos discípulos parece ter sido um desses momentos centrais na vida de Jesus. Conta o evangelista Lucas que antes de escolhê-los ele “saiu para o monte “a fim de orar”, e “passou a noite orando a Deus”. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou apóstolos” (Lc 6.12-13).

A oração era mais do que algo “funcional” na vida de Jesus; era uma expressão de profunda intimidade com o Pai. A oração é o espaço nobre no qual se nutre a relação entre Pai e Filho. É dessa relação de intimidade entre os dois que brota a afirmação de pertencimento (batismo), a oferta da sua entrega sacrificial (crucificação) e a própria escolha dos discípulos. Segundo o comentarista Howard Marshall, com a oração preparatória e a designação apostólica dos doze, Jesus dá um passo importante na fundação da igreja. Os discípulos são chamados para a oração e a igreja nasce pela oração. O Evangelho de João torna isso ainda mais explícito e amplo ao dizer que Jesus orou, não apenas pelos doze, mas também por todos os que viessem a crer nele. Assim, ele orou por você e por mim em nosso desejo e esforço por segui-lo: “Minha oração não é apenas por eles, diz Jesus. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles” (Jo 17.20).

Desde tempos imemoráveis, diz Ole Hallesby, a oração “foi considerada o fôlego da alma”. Assim como o ar nos envolve e temos livre acesso a ele -- dele dependemos e nunca o possuímos, mas somos possuídos por ele -- a oração é o fôlego que nos é dado por Deus, que nos envolve e alimenta a nossa vida. A oração é a graça divina que alimenta o pulmão da nossa relação vital com Deus, do sentido da nossa existência e do cultivo da nossa vida comunitária e missional.

A oração é o alimento da nossa relação com Deus -- Pai, Filho e Espírito Santo. Quando Jesus ora, ele se alimenta da Trindade e alimenta a Trindade. E quando a Trindade se reúne, o amor flui, a salvação é desenhada e a eternidade, gestada. Quando oramos, somos batizados no amor, tornamo-nos partícipes do plano de salvação e somos agraciados com o gosto da eternidade que passa a balizar os nossos caminhos de obediência e os nossos sonhos para o amanhã. Oramos porque simplesmente não há outra maneira de viver a nossa fé.

O caminho da oração não é óbvio nem fácil. Os discípulos nos deixam entrever as dificuldades e os desafios inerentes a uma vida de oração. Quando, no Getsêmani, diante da morte iminente, Jesus lhes pede que vigiem com ele em oração, os discípulos dormem (Mc 14.32-37). E quando eles tentam, em vão, expulsar os demônios de um menino possesso, Jesus lhes diz que isso só seria possível pela oração (Mc 9.14-29).

Se a oração é o reconhecimento da nossa dependência de Deus, a sua ausência é a manifestação da nossa insuficiência e pseudossuficiência. Enquanto a oração é o atestado da suficiente graça de Deus, a ausência dela é o atestado da nossa fraqueza e limitação. Assim, é necessário não apenas que oremos, mas também que Deus nos ensine a orar. Eis um grande mistério: o mesmo Deus que nos convoca a orar sem cessar afirma que só podemos orar quando o Espírito nos capacita e conclama a fazê-lo. E mais belo ainda se faz o mistério quando lemos no livro de Isaías (65.24), na descrição dos novos céus e da nova terra que, “ainda antes de clamarmos”, Deus responderá e “antes de falarmos” Deus já nos terá ouvido! Graças a Deus. Ele não apenas nos exorta a orar, mas também ora por nós. Ele não apenas nos convoca a orar, mas também nos ensina a orar:

Quando vocês orarem, digam:
Pai!
Santificado seja o teu nome.
Venha o teu Reino.
Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano.
Perdoa-nos os nossos pecados,
Pois também perdoamos a todos os que nos devem,
E não nos deixes cair em tentação.
Lucas 11.2-4

• Valdir Steuernagel é pastor luterano e trabalha com a Visão Mundial Internacional e com o Centro de Pastoral e Missão, em Curitiba, PR. É autor de, entre outros, Para Falar das Flores... e Outras Crônicas.
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Fonte: Ultimato

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Trindade infernal

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Infidelidade, corrupção e terror. Apenas uma destas situações já causa enormes estragos, imagine as três juntas, é infernal.

Por Edmilson Ferreira Mendes
Apesar do ambiente financeiro europeu estar causando pânico nas economias de todo mundo, continuamos ouvindo que a qualidade de vida aumentou, os carros melhoraram, os pobres consomem mais e todos são livres para fazer o que quiser. No entanto, paradoxalmente, as mais estranhas neuras e maluquices se avolumam dia após dia.

Infidelidade, corrupção e terror são as três chamadas de capa da Veja desta semana. Com apenas três palavras a revista sintetizou a realidade infernal com a qual convivemos. O terror foca no recente atentado a bomba no centro de Oslo, capital da Noruega. A corrupção fala sobre os artifícios que nos roubam sistematicamente. A infidelidade revela os dramas e separações de casais e famílias por conta do sexo na internet. Ué? E a tal modernidade? E a independência soberba que o homem insiste em ter de Deus, não está resolvendo? Não, não está.

O cardápio para nos entreter e fazer o inferno parecer céu é amplo: novelas, filmes, futebol, corrida, copa, olimpíada, sites eróticos, festinhas proibidas, moda, bares, jogos, bebidas, carros, pacotes de viagem, redes sociais, especialização atrás de especialização, enfim, tudo bacana. Mas tudo convivendo com infidelidade, corrupção e terror.

A lista do cardápio acima é boa. Nada contra, gosto é gosto. O problema é que cada vez mais consumidores destas listas estão enfrentando depressões, síndromes e doenças inexplicáveis. Como um mundo com listas aparentemente tão boas ainda enfrenta infidelidade, corrupção e terror? Pode me chamar de simplista, tudo bem, mas falta Deus na equação. Não estes deuses dos cristais, das cartas, dos horóscopos, das adivinhações, das cachoeiras, das montanhas, das árvores, não estes, afinal, estes têm feito milhares de cabeças desta geração e são comprados como espiritualidade filosófica moderna. O Deus que tem sido subtraído é o Deus da Bíblia e, com Ele, os seus mandamentos.

O resultado é lamentável. Jovens cada vez mais insubmissos a pais, professores e autoridades. Pais cada vez mais frios e distantes. Casais cada vez mais cansados da própria família. Políticos cada vez mais descarados. Bandidos cada vez mais gratuitamente violentos. Ou seja, tecnologias melhoram, ciências avançam, materialismo e racionalismo vão fincando bandeiras, mas a alma continua seca, vazia, fria. Esta é a história que as mídias escrevem sem perceber, pois todo progresso sem Deus leva invariavelmente a trindades como essa: infidelidade, corrupção e terror.

Elimine a infidelidade com o Deus Fiel. Elimine a corrupção com o Justo Juiz. Elimine o terror com o Príncipe da Paz. Eis a autêntica e única trindade capaz de frear as trindades infernais que sofremos. Volte-se para o Pai, o Filho e o Espírito, único caminho para redimirmos as terríveis notícias de capa da nossa história.

Paz!
***
Edmilson Ferreira Mendes é teólogo. Atua profissionalmente há mais de 20 anos na área de Propaganda e Marketing. Voluntariamente, exerce o pastorado há mais de dez anos. Além de conferencista e preletor em vários eventos, também é escritor, autor de quatro livros: ''Adolescência Virtual'', ''Por que esta geração não acorda?'', ''Caminhos'' e ''Aliança''.

Fonte: Guiame

Morre John Stott, teólogo britânico que ajudou a construir a Igreja contemporânea.

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"Tudo a ver com alguém que, ao morrer, possuía apenas um sítio e um apartamento e definia dessa maneira o que é ser evangélico: 'É ser um cristão simples e comum.'"
Livre como um pássaro
Nos últimos anos, o pastor e teólogo britânico John Stott já não podia, em função da idade, praticar uma de suas paixões: a ornitologia. Aficionado pela observação de pássaros, era nos bosques do Reino Unido que ele passava boa parte de suas horas de folga, com binóculo em punho, máquina fotográfica a tiracolo e o inseparável caderninho de anotações. Desavisados poderiam pensar que era apenas mais um idoso preenchendo o ócio da aposentadoria. As aparências enganam. Ali estava um dos gigantes da fé cristã contemporânea, que ajudou a construir a Igreja Evangélica ao longo do século 20. Teólogo brilhante, pastor apaixonado, filantropo convicto, conferencista eloquente, escritor inspirado e idealista de vanguarda, Stott deixou esta vida no dia 27 de julho, em Londres, de causas naturais, aos 90 anos. Livre como os pássaros que ele tanto amava.

No seu último aniversário, em abril, amigos, colaboradores e parentes mais chegados – Stott era solteiro e não tinha filhos – fizeram uma reunião com ele na casa de repouso onde vivia. O encontro teve inegável caráter de despedida. “Já sabíamos o que estava para acontecer. Stott deixou um exemplo impecável para lideres de ministérios em todo o mundo – amor pela Igreja global, paixão pela fidelidade bíblica e amor pelo Salvador”, define Benjamin Homam, presidente de John Stott Ministries, entidade criada pelo pastor para apoiar líderes cristãos ao redor do mundo. A instituição é apenas uma parte do imenso legado espiritual daquele que, segundo David Brooks, colunista do New York Times, seria eleito papa, caso os protestantes tivessem um.

“SIMPLES E COMUM”
Nascido em família abastada, John Robert Walmsley Stott era filho de sir Arnold Stott, médico da Família Real. Criado na Igreja Anglicana com as três irmãs, ele fez sua decisão por Cristo aos 18 anos de idade. A mente privilegiada levou-o à prestigiada Universidade de Cambridge, onde graduou-se em letras. Ali, conheceu a Aliança Bíblia Universitária e sentiu o chamado para o pastorado. Formou-se em teologia no Seminário Ridley Hall e logo assumiu o púlpito da Igreja Anglicana All Souls (“Todas as almas”), onde ministrou durante três décadas, sempre disponível às ovelhas apesar da agenda cada vez mais apertada.

Capelão da Coroa Britânica entre 1959 e 1991, foi neste período que o ministério de Stott atingiu seu maior esplendor. Protagonista do movimento conhecido como Evangelho integral, ele organizou, na companhia do evangelista Billy Graham e outras lideranças, o Congresso Internacional de Evangelização, em Lausanne (Suíça), em 1974. O evento entrou para a história da Igreja Cristã por lançar as bases de uma abordagem da fé inteiramente contextualizada à sociedade, sem, contudo, abrir mão dos princípios basilares do Evangelho, consubstanciada no Pacto de Lausanne. Fundou ainda o London Institute for Contemporary Christianity, em 1982.

John Stott escreveu cerca de 40 livros e percorreu o mundo como convidado especial em cruzadas, congressos e solenidades. Esteve no Brasil duas vezes. Numa delas, reuniu cerca de 2 mil pastores no Congresso Vinde em 1989, com outro tanto do lado de fora por falta de espaço. Em todas estas viagens, sempre recusou hospedagem em hotéis cinco estrelas. Não costumava nem repetir refeições. “Quando comemos um segundo prato, alguém está deixando de comer o primeiro”, dizia. Tudo a ver com alguém que, ao morrer, possuía apenas um sítio e um apartamento e definia dessa maneira o que é ser evangélico: “É ser um cristão simples e comum.”

"Em memória de John Robert Walmsley Stott"
Clique o botão "cc" nos controles do vídeo para ativar as legendas em Português.

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Cristianismo Hoje - Video peguei no Genizah

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Amy Winehouse: ela disse NÃO, NÃO, NÃO

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Por Pr. Alexandre Néri de Oliveira

Amy Jade Winehouse, nascida em 16 de setembro de 1983. Ela completaria 28 anos em menos de 2 meses. Desde os 10 anos de idade Amy Winehouse demonstrava seu gosto e talento para interpretar músicas nos estilos musicais Jazz e Soul. Vendeu milhões de discos. Ganhou 5 Grammy Awards que é o maior reconhecimento que um cantor pode receber no mundo da música.

Esta é a história de uma carreira promissora de uma jovem inglesa que com seu talento musical conquistou o mundo. Mas o Senhor Jesus já havia alertado “Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo?” Lucas 9.25 (NVI). Infelizmente a história da famosa Amy Winehouse (vinho da casa ou casa do vinho em português) é igual a de muitos jovens anônimos que desejam ganhar o mundo e terminam por se destruírem, interrompendo carreiras promissoras, perdendo a fé em Cristo e perdendo a vida.

Neste sábado dia 23, por volta das 16 horas (horário local), Amy foi encontrada morta em sua casa em Londres. Este foi o desfecho de um histórico de abusos e consumo de álcool, cigarro e drogas. Desde o primeiro anúncio de sua morte os sites de notícias não falam de outra coisa. Porém a cada dia centenas ou milhares de jovens anônimos morrem ou estão neste caminho mortal por todo o mundo. Sejam famosos ou anônimos, o fim daqueles que se deixam vencer pelo álcool e pelas drogas é o mesmo a não ser que um milagre aconteça em suas vidas.

Em REHAB, uma das músicas que mais fizeram sucesso em sua breve carreira, Amy Winehouse fala que seu pai e pessoas próximas tentaram mandar ela para a reabilitação mas ela disse NÃO, NÃO, NÃO. Ela foi o retrato da rebeldia e da rejeição para com pessoas que a amavam que queriam ajuda-la a se libertar dos vícios que a levaram a uma morte prematura.

Eu quero encerrar este artigo dizendo a você que está envolvido pelos laços dos vícios ou que está começando a trilhar por um caminho de noitadas, bebidas e flerte com as drogas. Ouça as palavras daqueles que são os seus verdadeiros amigos: seus pais, irmãos da igreja e pastores. Quando eles oferecerem ajuda, quando eles te aconselharem diga SIM, SIM, SIM. E muito mais do que eles existe alguém que te ama profundamente. Ele foi preso para que você vivesse em liberdade, ele se humilhou para que você não mais sofresse humilhações e finalmente ele morreu para que você tivesse vida – vida vitoriosa e vida eterna.

Jesus, o teu maior e melhor amigo, ele te deu vida, ele te ama, ele te chama: diga SIM, SIM, SIM.
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Fonte: Sou da Promessa compartilhado no PC@maral

A Igreja que não existe mais!

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Por Ariovaldo Ramos
“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2. 43-47

Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.

Segundo o texto, os participantes do "grupo do Cristo" não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum)– os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo a disposição de todos.

Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz. Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles. Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária. O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje. (MT 6.9) ” estava respondido, e diariamente. Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.

Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.

Essa Igreja não existe mais...

“Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o com óleo em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” Tg 5.14,15

Os membros da comunidade do Cristo não precisavam orar por cura física, bastava procurar os presbíteros: lideres eleitos pelo povo, a partir de suas qualidades como cristãos (1Tm 3.1-7); que eles ungiriam com óleo, que representa a ação do Espírito Santo, porque é o Espírito Santo, quem unge e cura (Lc 4.18), e a pessoa seria curada; claro, sempre segundo a vontade do Senhor, porque essa é a regra de ouro: “Venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu". (MT 6.10)

Os crentes em Jesus de Nazaré, não precisavam fazer varredura espiritual para ver se tinham qualquer problema, parecido com o que hoje é chamado de maldição hereditária, ou similar. A oração dos presbíteros ministrava o perdão de Deus, conquistado por Cristo na cruz e na ressurreição.

Deus havia respondido todas as orações por cura física pela instituição de presbíteros, que tinham a autoridade para ministrar o poder de Cristo sobre a enfermidade, segundo a vontade de Deus, dependendo, portanto, apenas, do que o Altíssimo tivesse decidido sobre a pessoa em questão.

Essa Igreja não existe mais...

Pelo que orava a Igreja do Novo Testamento? “Mas eles ainda os ameaçaram mais, e, não achando motivo para os castigar, soltaram-nos, por causa do povo; porque todos glorificavam a Deus pelo que acontecera; pois tinha mais de quarenta anos o homem em quem se operara esta cura milagrosa. E soltos eles, foram para os seus, e contaram tudo o que lhes haviam dito os principais sacerdotes e os anciãos. Ao ouvirem isto, levantaram unanimemente a voz a Deus e disseram: Senhor, tu que fizeste o céu, a terra, o mar, e tudo o que neles há; que pelo Espírito Santo, por boca de nosso pai Davi, teu servo, disseste: Por que se enfureceram os gentios, e os povos imaginaram coisas vãs? Levantaram-se os reis da terra, e as autoridades ajuntaram-se à uma, contra o Senhor e contra o seu Ungido. Porque verdadeiramente se ajuntaram, nesta cidade, contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, não só Herodes, mas também Pôncio Pilatos com os gentios e os povos de Israel; para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho predeterminaram que se fizesse. Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a intrepidez a tua palavra, enquanto estendes a mão para curar e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Servo Jesus. E, tendo eles orado, tremeu o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com intrepidez a palavra de Deus.” (At 4.21-31)

Oravam para que nenhum sofrimento os impedisse de glorificar a Cristo, de anunciá-lo com coragem e determinação – o Cristo que eles viviam diariamente pela fraternidade solidária. Oravam por missão!

Para além da Igreja que está sob perseguição, não há sinal de que essa Igreja ainda exista!

O que existe?

- A Comunhão dos santos existe na realidade da Igreja invisível. Mas, que relevância tem na história uma igreja invisível?

- Ajuntamentos cúlticos – há os que procuram e se pautam pela Bíblia, e os que nem tanto.

- Instituições – (muitas e cada vez mais) há as que ainda tentam ser apenas um odre para o vinho, e as que nem tanto.

- Discursos sobre Cristo e sua obra – há os que falam sobre Jesus, segundo a Bíblia, e os que nem tanto.

- Conversões pessoais – há as que trazem marcas do Novo Testamento, e as que nem tanto.

- Missionários – há os que pregam a Cristo, sua morte e ressurreição, e os que nem tanto. O apoio ao missionário está mais para esmola do que para sustento.

- Ação social – há as que querem emancipar o pobre, por amor a Cristo, e as que nem tanto.

- Pastores e Lideres – há os que tentam alcançar o padrão dos presbíteros do Novo Testamento, e os que tanto menos.

- Títulos - em profusão, constratanto com a escassez de irmãos.

- Orações - principalmente, por necessidades materiais, sociais e de cura, que parecem não ser respondidas, pelo menos, não a contento.

- Milagres – (mas pessoais) a misericórdia divina continua se manifestando, porém, não se entende mais o princípio de sua ação.

- Ministérios – há os que são ministros (servos), e os que nem tanto.

- Riqueza – Instituições estão cada vez mais ricas, e há os que usufruem da mesma.

- Ricos e Poderosos - muitos e cada vez mais se declaram conversos, mas não se converteram como Zaqueu.

- Irmãos e irmãs que amam a Cristo e a Igreja, mas que estão cada vez mais confusos sobre o que estão assistindo – e há, cada vez mais, um amor em crise.

E ecoa a voz do Cristo: Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lc 18.8)

Talvez, ainda haja tempo de pedir perdão!


Fonte: Ariovaldo Ramos via Cristão Confuso compartilhado no PCamaral

Moda no exterior, carro preto fosco chega às ruas brasileiras

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A partir de R$ 900, motorista pode mudar a pintura do carro com tinta ou fita adesiva que fazem sucesso nos EUA e na Europa

Claudia em sua L200: espanto quando descobrem
que o preto fosco não é tinta
Gustavo Poloni, de São Paulo 

Toda vez que a artista plástica Claudia Tiela estaciona seu carro novo nas ruas de São Paulo é a mesma coisa: curiosos se aproximam para conversar, passar a mão na lataria e disparar uma série de perguntas. O interesse das pessoas não está na potência do motor ou nos acessórios da vistosa picape L200 Triton, fabricada pela montadora japonesa Mitsubishi. Os curiosos querem mais informações sobre a cor inusitada do carro.

Para fazer a mudança, nada de tinta ou pincel. A transformação foi feita com uma nova técnica que aplica um adesivo na lataria. Claudia é mais uma adepta do preto fosco, cor que virou moda entre os motoristas americanos e europeus e que chegou às ruas do Brasil nos últimos meses. “As pessoas ficam espantadas quando digo que não é tinta”, diz Claudia. “Faz sucesso em todo lugar que vou”.

No Brasil, algumas empresas se especializaram em aplicar o adesivo preto fosco em carros. Em geral, elas já trabalhavam com envelopamento de frotas (técnica que cobre os veículos com adesivos) e passaram a incluir a nova cor em seus serviços. O Grupo Surya é uma delas. Especializada em comunicação visual, no fim do ano passado começou a receber ligações de clientes que tinham acabado de voltar de viagens ao exterior e queriam mais informações sobre a nova moda. “Resolvi investigar o mercado e percebi que existia uma boa oportunidade”, afirma Paulo Bento, fundador e sócio do Grupo Surya. Para atender a demanda, ele criou em março a Preto Fosco, empresa do grupo que faz a aplicação dos adesivos em cerca de 20 carros por mês. Hoje, a Preto Fosco já responde por 10% do faturamento mensal de R$ 250 mil do Grupo Surya.

Secador de cabelo

Aplicar o preto fosco é um trabalho artesanal. Importado da Bélgica, o adesivo é colado na lataria e moldado com a ajuda de um soprador térmico, espécie de secador de cabelo cuja temperatura pode chegar a 630º Celsius, e uma espátula. A dificuldade está em cobrir quinas e curvas do veículo, em especial no parachoque. “Se a instalação for mal feita o adesivo pode se soltar em pouco tempo”, diz Bento. Entre os motoristas que procuram o Grupo Surya, a maior parte quer deixar o carro preto fosco por causa da estética - alguns dizem que ela lembra a cor do Batmóvel, veículo usado pelo superherói Batman. Mas o adesivo também ajuda a preservar a pintura original. Esse foi um dos argumentos usados por Claudia para convencer o marido a desembolsar R$ 2,1 mil pelo serviço. “Faço rally e tinha acabado de tirar o carro da concessionária”, diz a artista plástica. “Preferi colocar o adesivo agora a ter de pintá-lo mais tarde por causa dos arranhões causados nas corridas”.

Água e sabão neutro

A nova cor exige atenção especial dos motoristas e os cuidados começam antes mesmo da aplicação. Se a lataria estiver amassada ou com problemas na pintura original, os defeitos serão realçados. Uma vez instalado, o adesivo preto fosco requer outro tipo de cuidado. Na hora de lavar o carro é bom evitar máquinas de alta pressão, que podem ajudar a descolá-lo. Também é recomendado não deixar o carro no sol e o uso de substâncias agressivas, como solventes, que podem desbotar a cor. “O ideal é lavar o carro com água e sabão neutro”, diz Miguel Lima, especialista em marketing da divisão de comunicação visual da 3M do Brasil, que produz um dos adesivos usados na aplicação. Se o motorista não gostar do resultado e quiser retirar o adesivo também é recomendado que procure ajuda de especialistas. "Se for puxado de mau jeito, ele pode até arrancar a tinta do carro", diz Lima.

O utilitário Cayenne, da Porsche, ganhou adesivo preto fosco
que virou moda nos Estados Unidos e na Europa
e que acaba de chegar ao Brasil - Foto: Divulgação
A princípio, qualquer carro pode ganhar um aspecto preto fosco. A diferença está no tempo e no preço do serviço. Em carros de pequeno porte, como um Celta, da GM, três instaladores demoram um dia para realizar o serviço, que sai por R$ 900. Em automóveis grandes, como a picape L200, da Mitsubishi, a instalação é feita no dobro do tempo e custa R$ 2,2 mil. A diferença deve-se à quantidade de adesivo usado para cobrir o carro. "Já fizemos todo tipo de carro, de uma Porsche Cayenne até uma picape Montana, vindos de várias partes do Brasil", diz Bento, do Grupo Surya. Outro detalhe está no acabamento. Se a cor original do automóvel não for preta, o adesivo será aplicado de forma a esconder toda a lataria. Se for preto, ele ganha uma espécie de moldura (veja passo a passo da instalação na galeria abaixo).
Antes de aplicar o adesivo na lataria do automóvel, é preciso desmontar algumas peças, como as maçanetas, frisos e o parachoque, e deixar o carro bem limpo - Foto: Divulgação

O adesivo, que tem 1,2 metro de largura, é posicionado sobre a carroceria do carro e recortado de acordo com o tamanho da peça - Foto: Divulgação
Com um soprador térmico, uma espécie de secador de cabelos cuja temperatura atinge até 630º Celsius, e uma espátula, o aplicador molda o adesivo na lataria - Foto: Divulgação
Quando a cor original não é preta, como neste caso, é preciso cobrir toda a lataria do veículo. Caso contrário o adesivo ganha uma espécie de moldura nas emendas - Foto: Divulgação
Depois de dois dias e R$ 2,2 mil gastos no serviço, o carro preto fosco está pronto para ganhar as ruas das cidades - Foto: Divulgação
Detalhe do acabamento da perua Volvo, que passou por um processo de adesivação - Foto: Divulgação
Não se sabe ao certo a origem da moda do preto fosco. Blogs americanos especializados na indústria automotiva especulam que ela teria surgido com a cultura do tuning, que consiste na customização de carros. Nos últimos anos, a cor ganhou destaque depois de ser aplicada em modelos de luxo, como Ferrari e Lamborghini. Celebridades, como o jogador de futebol inglês David Beckham e a atriz americana Lindsay Lohan, gostaram tanto da novidade que compraram modelos com essa cor. Ao mesmo tempo, montadoras como a Mazda e a Renault lançaram modelos que saíam de fábrica já pintados de preto fosco. No Brasil, nenhuma fabricante oferece essa opção. Mas a novidade chamou a atenção da concessionária Brabus, que vende carros Mitsubishi em São Paulo. Por meio de uma parceria com o Grupo Surya ela vai oferecer a aplicação do adesivo como um acessório.

Cuidado com a multa

Quem não quiser aplicar o adesivo no carro pode optar por outra técnica para deixar o carro preto fosco: a pintura. A técnica tem vantagens e desvantagens. Ela demora apenas uma hora para ser aplicada, tem durabilidade maior e o motorista não precisa tomar cuidados ao lavar o carro. Por outro lado, é bem mais cara (custa até três vezes mais do que o adesivo) e não pode ser simplesmente retirada caso o motorista não goste do resultado. “É por isso que o pessoal prefere usar adesivos”, diz Kleidson dos Santos, colorista da Speed Clean Tech, que faz esse tipo de pintura. “Se fizer com tinta e não gostar tem de pintar o carro de novo”. Para fazer a pintura, a Speed Clean Tech usa uma mistura especial de tinta e, desde meados de 2009, já pintou 15 automóveis.

De acordo com a legislação brasileira de trânsito, os motoristas podem alterar a cor de seus automóveis. Caso a mudança seja superior a 50% da cor original, é preciso fazer alterações nos documentos. É o que acontece com a moda do preto fosco. Um exemplo: se o dono de um modelo prata aplica o preto fosco em seu automóvel ele precisa informar o departamento de trânsito da sua cidade. O procedimento para mudar o documento custa R$ 280 em São Paulo e leva algo em torno de cinco dias para ficar pronto. De acordo com o Departamento de Trânsito da capital paulista, quem não fizer essa mudança corre o risco de receber uma multa de R$ 182,26, cinco pontos na carteira nacional de habilitação e ter o carro apreendido. Além da dor de cabeça e do prejuízo, o motorista desligado vai ficar alguns dias sem rodar com o carro que é considrado o último grito da moda no exterior.
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IG Economia Empresas

Que Jesus você serve?

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Por Leonardo Gonçalves
Cada vez fica mais evidente a diferença entre aquilo que Cristo pregou e viveu, e aquilo que os seus discípulos pregam e vivem. Muitos “seguidores” de Cristo parecem ignorar diversos fatos da vida do Mestre, dando a clara impressão de servirem a outro Jesus, que não é o da Bíblia.

Os crentes da atualidade ensinam uma religião hedonista, onde Cristo não é o salvador da alma, e sim o salvador “da pele”. O objetivo principal dessa religião não é ser salvo ou agradar a Deus, mas desfrutar de todas as benesses de uma vida religiosa. Promete-se uma vida de abundante felicidade e isenta de enfermidade ou dor, um verdadeiro oceano cor-de-rosa! Não há nele qualquer menção ao sofrimento, afinal, os filhos de Deus não sofrem nunca, e jamais serão pobres: “Nosso Deus é o dono do ouro e da prata” [1], dizem, ignorando completamente que esse ouro é dele, e não nosso. A dissonancia desse Cristo triunfalista é obvia: Jesus nos chamou para serví-lo, e não para servir-nos dele. Ele disse: “Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a cada dia a sua cruz, e siga-me”[2]. E no tocante ao Reino, ele foi bastante sincero ao dizer que o seu “Reino não é deste mundo”[3].

Aqueles que pregam este cristianismo hedonista dizem que ninguém jamais saiu triste da presença de Jesus, pois ele sempre correspondeu às expectativas dos seus seguidores. Eles ignoram o caso daquele jovem rico, que ao ter seu coração descoberto e sua avareza desvelada, afastou-se de Jesus, triste de verdade [4].

Ora, o Evangelho não são benesses temporais, mas uma vida atemporal, no céu. Não é satisfação para os nossos prazeres, e sim a mortificação da nossa carne. Aqueles que pensam que Jesus é um grande solucionador de problemas, um Silvio Santos gospel a jogar aviãozinhos de dinheiro para o auditório, estão muito equivocados. Os que assim procedem, definitivamente, não conhecem a Jesus.

Agora, se por um lado há aqueles que pensam que Jesus é um Silvio Santos celestial, por outro há também quem pense que ele é um fariseu enfurecido cheio de raios nas mãos, pronto para dispará-los sobre as cabeças daqueles que tiverem qualquer comportamento não-religioso. O pior é que nesse exacerbado zelo, eles acabam optando por um ascetismo hipócrita, isolando-se das pessoas e vendo o mundo como um inimigo, e não como objeto do amor de Deus e como nosso campo missionário [5]. Tais crentes comportam-se como separatistas radicais, fazem violência a individualidade humana ao impor uma série de proibições absurdas, como “não toques, não proves, não manuseies” [6], e se esquecem que Jesus não foi um abitolado que se escondia das pessoas por medo de se contaminar: ele comia com os publicanos pecadores, participava de festas [7], e abriu seu ministério com um milagre sem igual: transformou 600 litros de água em vinho da melhor qualidade! Os neo-fariseus, no entanto, passam de largo por estes textos, preferindo uma fé míope e legalista, do que viver a plena liberdade que Cristo nos oferece. Para os tais, um Cristo que bebe vinho, come com pecadores e é amigo de prostitutas, definitivamente é carta fora do baralho. Aliás, a própria menção da palavra “baralho” é suficiente para provocar-lhes escândalo.

Olho para ambos grupos com uma profunda tristeza em meu coração, pois percebo que nenhum deles compreendeu ainda a essência do evangelho. Como é difícil a moderação! Qualquer que seja a época, a tendência da igreja (instituição) é sempre polarizar: ou legalista, fariseu e xiita, ou liberal, hedonista e leviano. O bom senso, velho árbitro da moralidade, está em falta na prateleira do mercado religioso.

Contudo, o mais deprimente é ver que ambos grupos não conhecem a Jesus. Eles dizem conhecê-lo e até serví-lo, mas na verdade eles adoram um ídolo. Sim, um ídolo forjado por eles mesmos, uma divindade de Edom, feita sob medida para satisfazer suas concupiscências e prazeres mundanos. Ou um outro totalmente diferente, mas igualmente destrutivo, um divinade xiito-farisaica, produto de uma consciência culpada que deseja comprar o favor de Deus mediante a autojustificação e uma “santificação” alienígena, que está muito mais relacionada ao corte de cabelo e com as vestimentas, do que com o caráter, pensamentos e atitudes de Cristo. Ambos pisam a graça divina, pois se o hedonista não pensa nas coisas espirituais e anela um céu na Terra, o legalista deseja até morar no céu, mas não está disposto a confiar na graça barata, na graça de graça: ele quer pagar o direito de piso. Simonista, ele espera comprar o Dom de Deus mediante a observância de certas práticas que, “apesar de parecerem sábias, uma verdadeira demonstração de humildade e disciplina, não tem nenhum valor para controlar as paixões que levam à imoralidade” [8].

Contrastando com o Jesus fariseu e com o Jesus libertino, está o Jesus bíblico. Olvidado e desprezado, já quase não figura nos púlpitos do nosso país. Cada vez mais me convenço de que o Brasil ainda é um campo missionário, pois apesar do assombroso crescimento dos cristãos evangélicos, apenas uma pequena parcela demonstra conhecer o Cristo da bíblia, o qual é “uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo”[9]. Muitos tropeçam, se escandalizam e caem, mas a Providência de Deus afirma: “Quem crer nele não será confundido”[10], e é por isso que, por mais que me apresentem um outro Cristo, e ainda que esse Cristo genérico faça chover milagres do céu, não abro mão das minhas convicções. Eu sei em quem tenho crido. Eu cri no Cristo. Jamais poderão me confundir!
***
Notas: 1. Ag 2.8 / 2. Mc 8.34 / 3. Jo 18.36 / 4. Mt 19.22 / 5. Jo 3.16 / 6. Cl 2.21 / 7. Jo 2.1 / 8. Cl 2.23 / 9. Rm 9.33; 1Pe 2.8 / 10. Rm 9.33

Fonte: Púlpito Cristão compartilhado no PC@maral

terça-feira, 26 de julho de 2011

Como Matar um País e Manchar sua História

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Por esses dias publiquei uma noticia que rodou diversos blogs e agencias de noticias no Brasil. O texto de Jackie Salomao inicia assim: "Imagine se todos os políticos eleitos tivessem que colocar seus filhos na escola pública? Parece um sonho utópico, mas não para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que transformou a ideia no Projeto de Lei n°. 480 - obrigaria os filhos de todos os agentes públicos eleitos a serem matriculados em escolas públicas (...)". LEIA AQUI.

Pois é, cheguei a comentar: Olhe, eu até torço para que uma coisa dessas tenha de acontecer, para que "esses homens", que o "povo" elege, para dirigir esse país, sinta na pele, como anda a educação pública no Brasil. Eu torço, mas não tenho ilusões em relação a isto. Talvez meu ta-ta-ra-neto, ou até mais ta-ta-ta-ta-ta-ta-ra-neto ainda possa vislumbrar uma coisa dessas acontecendo, fora isso, não creio que tão cedo seja aprovada uma lei assim.

Hoje; enviado por Marcelo N Sancho; este video onde o ator Osmar Prado, aparece desabafando sobre o estado precario dos professores e da educação pública no Brasil.
Uma vergonha que neste país , uma profissão tão importante, que seria o pilar de formação da sociedade brasileira, que é a educação, que é a base de sustentação de qualquer sociedade (...) Venho pedir aos governantes que tenham vergonha na cara (...)
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Por email Marcelo N Sancho

170 mil conversões a Cristo por dia e 175 mil mártires cristãos por ano

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170 mil conversões por dia e 175 mil mártires cristãos por ano em todo o mundo
Quase todos os anos, são divulgadas pesquisas atualizadas sobre as religiões do mundo, trazendo dados estatísticos curiosos. Porém, dentre as pesquisas divulgadas nos últimos anos, a que chama mais a atenção é a do International Bulletin of Missionary Research (IBMR). A instituição norte-americana, que mantém uma revista mensal apenas para assinantes e colaboradores, divulgou recentemente que, dos 6,7 bilhões de pessoas no mundo em 2008, 2,2 bilhões são cristãos (aqui, como na maioria das pesquisas, somam católicos romanos com ortodoxos e protestantes de várias matizes), 1,4 bilhão são muçulmanos, 888 milhões são hindus, 391 milhões são budistas e 15 milhões são judeus. De acordo com esse censo, há 1,13 bilhão de católicos romanos, 806 milhões de protestantes de várias matizes e 253 milhões de ortodoxos.

Informações ainda mais interessantes surgem quando o IBMR apresenta os dados detalhados do Cristianismo no mundo. Trata-se de uma fotografia quase perfeita de como anda a fé cristã em nosso planeta.

Número de convertidos e desviados por dia

Um dos dados interessantes do International Bulletin of Missionary Research diz respeito ao número total de convertidos e desviados todos os dias no mundo em relação a todos os segmentos denominados cristãos.

De acordo com o IBMR, cerca de 170 mil pessoas se convertem todo dia ao Cristianismo no mundo, mas, em contrapartida, todos os dias 91 mil cristãos se desviam, o que significa que há um acréscimo real diário de 79 mil novos cristãos em todo o mundo.

Ou seja, 53% dos que se convertem ao Cristianismo todos os dias no mundo se desviam. Apenas 47% permanecem. Claro que há razões, peculiaridades e contextos variados dentro desse número de desviados por dia, mas esse dado não deixa de enfatizar a necessidade de as igrejas investirem mais em discipulado.

Cabe a cada um de nós, que formamos a Igreja, o Corpo de Cristo, fazer a nossa parte com afinco. “Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa”, João 4.35.

Frequência aos cultos e número de mártires cristãos

Mais duas informações interessantes da pesquisa do IBMR dizem respeito à frequência à igreja dos cristãos e ao número de mártires do Cristianismo no mundo atualmente.

Segundo o levantamento do IBMR, dos 2,2 bilhões de cristãos no mundo, apenas 1,5 bilhão são cristãos que vão regularmente à igreja. Isto é, 700 milhões não vão à igreja ou quase não vão, o que significa que 33% dos cristãos do planeta são nominais.

Ainda segundo a IBMR, há 39 mil denominações cristãs hoje no mundo, com 3,7 milhões de congregações.

Quanto aos mártires, a IBMR afirma que o número de mártires cristãos chega a 175 mil por ano. Isso significa que em nenhuma outra época da História da Humanidade morreram mais cristãos por causa da sua fé do que agora. Nem na época da perseguição à Igreja Primitiva por parte do Império Romano havia tantas mortes de cristãos assim como vemos hoje. São 480 novos mártires por dia em todo o planeta. Homens, mulheres e jovens que pagam com a vida pelo “crime” de seguirem a Cristo.
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Fonte CPADNEWS

domingo, 24 de julho de 2011

EN-V, um carro-bolha de apenas duas rodas e que dispensa motorista

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Dorly Neto 
Para o TechTudo

A General Motors (GM), uma das maiores empresas no ramo automobilístico do mundo, mostrou sua versão para o que eles acreditam ser o carro do futuro. Seu nome é EN-V e consiste em um carro-bolha de apenas duas rodas, controlado por um joystick no estilo videogame no lugar do tradicional volante, que também possui a possibilidade de se mover no modo automático e com alimentação elétrica, totalmente não poluente.
EN-V, o novo protótipo da GM. (Foto: Divulgação)EN-V, o novo protótipo da GM. (Foto: Divulgação)
EN-V significa Eletric Networked Vehicle, e pode atingir até 40 km/h. Apesar da pouca velocidade, ele foi projetado não para grandes locomoções entre cidades, mas para trajetos locais. O diferencial do EN-V é o seu controle automático, que reconhece qualquer carro ou obstáculo a sua volta, fazendo manobras e evitando colisões. Se todos os carros na rua usassem esse sistema, não seria mais necessário motorista, pois todos os carros se respeitariam no trânsito, através de sensores e câmeras que manteriam a ordem, a menos que houvesse uma pane elétrica, que é o maior perigo desses sistemas integrados. Mas num sistema perfeito, você poderia colocar seu filho no carro sozinho que o veículo o levaria diretamente para a escola, por exemplo.

Ainda não há planos para comercializar o EN-V, porém, a GM garante que se ele fosse popularizado, custaria cerca de 1/5 do preço normal de um carro nos dias de hoje. Alguns protótipos já foram feitos, confira no vídeo abaixo:
Fonte: techtudo

Artista instala imagem de "Nossa Senhora do Crack" em São Paulo e usuários quebram.

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GIBA BERGAMIM JR.
DE SÃO PAULO - FOLHA.COM

À frente de um fundo azul, a imagem de Virgem Maria feita de gesso tem adornos dourados. A escultura, que seria muito comum dentro de uma igreja, está numa espécie de altar instalado na região da cracolândia (centro). A nova santa da cidade é a "Nossa Senhora do Crack".

A espécie de padroeira dos viciados foi montada pelo fotógrafo e artista plástico Zarella Neto, 33, na rua Apa, em Santa Cecília. Assim que a santa foi colocada, viciados pegaram seus cachimbos e começaram a usar a droga ali mesmo.
Obra do artista plástico Zarella Neto, que utiliza imagem de Nossa Senhora na rua Apa, região da cracolândia, em SP
Se o fundador da doutrina comunista, o alemão Karl Marx, costumava reproduzir a frase "religião é o ópio do povo", Neto juntou droga e fé no mesmo contexto artístico. "Resolvi democratizar a santa. Ninguém enxerga essas pessoas. Elas merecem proteção. Sou cristão e a santa é do povo", disse Neto, que nasceu e cresceu no bairro.

A fachada de uma casa abandonada foi o ponto escolhido para a obra, bem em frente à calçada onde viciados se juntam todos os dias. Para iluminar a inscrição dourada com o nome da santa, Neto puxou a energia elétrica do imóvel onde funciona seu estúdio, perto dali.

Na tarde de ontem, moradores e trabalhadores da região paravam para olhar a obra. "Achei bonito, mas batizar a santa assim é um pecado", afirmou o serralheiro Ednaldo da Silva, 30. O arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, elogiou a iniciativa e disse que não existe profanação na obra. "Vi e fiquei comovido. O drama dos dependentes químicos não pode nos deixar indiferentes. São humanos, são irmãos, são filhos de Deus. Nossa Senhora do Crack, rogai por eles e por nós também!", disse Scherer.

Sábado [23]

TALITA BEDINELLI
DE SÃO PAULO

Usuários de crack quebraram na manhã de sábado a imagem de uma santa batizada como "Nossa Senhora do Crack", que tinha sido instalada na sexta-feira na região da cracolândia (centro de São Paulo).

Apenas uma espécie de altar continua no local, com uma luz que ilumina a inscrição dourada com o nome da santa. Segundo Neto, a imagem teria sido quebrada por usuários de crack incomodados com a repercussão do caso e com a presença de equipes de televisão no local.
Apu Gomes/Folhapress
Obra do artista plástico Zarella Neto, com imagem de Nossa Senhora, foi instalada na cracolândia (SP)e amanheceu depredada na rua Apa neste sábado, provavelmente devido à repercussão do caso na mídia
O artista diz que pretende repor a santa, mas não sabe quando isso será possível. Enquanto isso, ele manterá a energia elétrica --puxada do imóvel onde funciona seu estúdio, perto dali-- para iluminar o altar.
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Fonte: FOLHA.COM

sábado, 23 de julho de 2011

Crentes Viciados em Pornografia

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Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. (1 Coríntios 6:10)

Publicado originalmente em Christianity Today

Por Shaun Groves

Eu não queria continuar olhando, mas não conseguia parar...

As últimas brasas da fogueira já estavam quase apagadas. As etiquetas nas garrafas estavam danificadas, depois de dias expostas ao sol. Os que haviam acampado perto de minha barraca já estavam longe há algum tempo. Meu amigo e eu pegamos as coisas que estavam para trás. Ficou apenas um CD de hip-hop. Tínhamos algumas malas e garrafas vazias. Além de uma revista. Sua capa estava molhada e irreconhecível. Eu a abri com um pedaço de galho que encontrei no chão. Havia orvalho naquele dia e as páginas da revista também estavam molhadas. Naquele momento eu vi uma mulher. Ela estava com seus seios descobertos.

Desde meus sete anos tenho fugido. Quero dizer, meninas eram “problemáticas”. Elas eram indesejáveis. Elas tinham alguma coisa que desejávamos, mas não sabíamos dizer o que, já que nunca as alcançávamos. Eu ainda me lembro daquela cena. Eu estava ao mesmo tempo empolgado e receoso. Eu não conseguia entender a razão, mas sabia que ninguém deveria flagrar-me olhando aquela revista.

De uma coisa eu sabia: eu queria mais.

Alguns anos depois eu tive minha chance. Dessa vez eu não fugi. Eu tinha treze anos e estava na casa do meu amigo Tyler (nome fictício). Ele era meu único amigo com acesso à internet. Quase todos os dias nós jogávamos no computador por horas. Certo dia, eu cliquei em um ícone que pensei ser um jogo; tudo mudou em nossa vida. Não era um jogo, mas um vídeo. Nossa primeira reação foi cair na gargalhada com as lentas imagens daquelas mulheres. Era uma gargalhada do tipo “desligue isso; é tão ridículo”. Contudo, nós não desligamos. Assistimos ao vídeo e, então, eu fui para casa. Tyler continuou procurando por vídeos daquela natureza e me mostrou o que havia encontrado. Dessa vez, eu não fugi. Eu não queria continuar olhando, mas eu continuei. Eu estava hipnotizado.

Com o tempo, ficar olhando, juntos, aquela nudez na internet causava em nós estranheza e desconforto. Por isso, Tyler e eu preferimos nos dedicar ao pornô solo. Tyler continuou a fazer download de tudo o que podia. Dos vídeos mais leves aos mais pesados. Eu, àquela altura, estava dividido entre o prazer de ver aquelas cenas e a culpa que carregava dentro de mim pelo que estava a fazer. Em alguns dias eu estava forte, e resistia. Em outros, eu parecia um viciado em pornografia, desesperado para achar uma imagem. Apesar disso, eu nunca comprei ou fiz download de um filme pornô. Era um garoto nascido na igreja, em uma cidade pequena. Todos me reconheceriam se fosse possível descobrir quem estava comprando aqueles vídeos. Além disso, eu não tinha computador em casa. Ao invés de comprar pornô, eu comecei a roubá-los.

Eu vasculhava as casas de meus amigos para ver se os pais deles tinham alguma revista Playboy. Quando não achava, eu as roubava de lojas de conveniência. Não muitas; apenas três ou quatro em alguns anos. De qualquer jeito, eu fiz. Página por página eu ficava imaginando se aquilo poderia ser real para mim. Sei que é constrangedor dizer isso, mas aquelas mulheres pareciam me fazer sentir amado. Meus olhos desejavam aqueles corpos e faziam sentir-me um homem. Por um momento, eu me senti desejado. Eu me sentia perto de alguém, e não me incomodava o fato de aquele alguém não ser real. Para mim era muito real.

Entretanto, aqueles momentos de plenitude passavam. Sempre. O prazer fracassava. Em pouco tempo eu era tomado por um sentimento de remorso e culpa. Sentia-me a milhões de quilômetros da bondade e a bilhões de anos luz de Deus. Eu sempre pensava naquela primeira foto de mulher pelada que eu vi, na minha infância. Achava que Deus estava com um bastão em sua mão, me punindo à distância e me mostrando que não tínhamos nada em comum.

Sabia que aquilo não era verdade. Eu era um cristão. Sabia que Deus me via perfeito e amável, assim como via seu próprio Filho. Conhecia todas aquelas coisas. Amor. Graça. Perdão. Contudo, eu não experimentava tais coisas em minha vida. Pior! Eu crescia cada vez mais frustrado comigo mesmo. Eu havia prometido para mim mesmo que eu não me incomodaria mais com aquilo, só para repetir meus erros.

Tyler não estava nada melhor. Ele começou a achar impossível crer em um Deus que o impediria de assistir seus vídeos pornôs. Sem Deus em sua mente, ele se convenceu de que pornografia era apenas diversão. De que forma uma diversão pode machucar alguém? Tendo decidido que não era ruim, ele resolveu que aquilo seria algo útil para sua vida. Ele fez uma assinatura da revista Playboy e começou a comprar todos os seus vídeos.

Perceber o que estava acontecendo com o Tyler foi uma forma de me despertar. Eu sabia que estava fadado ao mesmo destino. Por isso, pedi ajuda. Certo dia, estava conversando com um amigo que é um bom cristão. Sem vergonha, disse tudo o que estava acontecendo a ele. Disse que se pudesse assistir a um filme pornô de graça, sem ser acusado por minha consciência, eu o faria. Pedi ajuda a ele e nós oramos juntos.

Para minha surpresa, meu amigo me disse que tinha o mesmo problema. Na verdade, a maioria dos meus amigos tinha. Pedimos a uma pessoa mais velha de nossa igreja para se encontrar conosco uma vez por semana e nos ajudar. Aquele homem não tinha nenhuma sabedoria mágica ou força sobrenatural para nos ajudar contra a pornografia. Contudo, ele nos ouviu, aconselhou e orou conosco. Ele se tornou um cuidadoso mentor para todos nós. A primeira coisa que ele nos mostrou foi que não estávamos sozinhos naquilo, não éramos os únicos a enfrentar aquele problema e tampouco éramos loucos.

Quando me encontrei com meu grupo, vi que minha vida precisava mudar. Muitas daquelas mudanças ainda se aplicam em minha realidade hoje. Primeira lição: Corra! “Voe”, dizia nosso mentor. “Alcoólatras devem atravessar a rua para fugir de uma garrafa de bebida”. Em meu caso, isso significa que não posso entrar sozinho em uma banca de jornal, ou usar sozinho um computador sem filtros de internet.

Preciso limitar as oportunidades que dou para a tentação. Tenho que criar um espaço que me distancie da pornografia. Não posso me dar o direito de assistir TV sozinho. Mesmo com filtros na internet, não uso o computador se não tiver outra pessoa em casa. Essas restrições me aborrecem algumas vezes. Todavia, elas me ajudam demais.

A segunda coisa que aprendi foi a perguntar: Como posso aprofundar meu desejo por Deus e esquecer-me dessas coisas que me fazem pecar? Alguém me disse, certa vez, que há dois cachorros no quintal do meu coração. Um cachorro cava egoísmo, pecado e prazer. O outro cachorro cava justiça, misericórdia, paz e obediência a Deus. Quando acordo todas as manhãs, escolho qual cachorro pretendo alimentar. O que eu alimento cresce até o outro não poder mais ser visto.

Preciso alimentar o cachorro correto. Faço isso quando cultivo relacionamentos honestos com cristãos. Tenho um amigo com quem converso de forma particular diariamente. Falamos abertamente sobre sexo, pecado e tudo o que nos leva a pecar. Juntos, nós buscamos formas de evitar o pecado. Nós oramos, choramos, nos ensinamos, nos deixamos aprender.

Eu também alimento o cachorro correto ao estudar a Bíblia em grupo. Eu não apenas a leio. Escrevo o que aprendi e o que desejo fazer com aquilo. Passo um tempo em silêncio, esperando para ver o que Deus falará comigo. Eu oro, adoro, sirvo outras pessoas.

Na maior parte das vezes, o cachorro bom prevalece. Aquele terrível monstro está tão sufocado agora que nem o vejo com tanta frequência. Contudo, de vez em quando ele aparece. Começa a latir e logo me vejo na direção errada. Ele late muito alto, quando não tomo cuidado em resistir às tentações. Então eu fujo. O deixo esquecido, ignorado.

Além disso, eu oro: “Deus, me ajude a fazer hoje o que é certo. Ajude o Tyler também. Livra-nos da pornografia e leve-nos próximos da perfeição. Faça-nos amar mais ao Senhor do que a nós mesmos e nos cerque com pessoas que nos façam lembrar que tu nos amas mesmo quando erramos. Cerque-nos com amigos que sejam conosco uma igreja que promove a vida em santidade. Mate esse cão mau e alimente o bom, dentro de mim. Amém!”

Fonte: Cristianismo Hoje | Copyright © 2011 por Christianity Today International | Compartilhado no PCamaral

Como remover as máscaras

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Por Hernandes Dias Lopes
Se as pessoas nos conhecessem como Deus nos conhece ficariam escandalizadas. Se as pessoas pudessem ler todos os nossos pensamentos, ouvir todas as vozes que abafamos dentro de nós e auscultar todos os desejos do nosso coração afatar-se-iam de nós com assombro. Somos, muitas vezes, um ser ambíguo e contraditório. Queremos uma coisa e fazemos outra. Exigimos dos outros aquilo que nós mesmos não praticamos. Condenamos nos outros aquilo que não temos coragem de confrontar em nós mesmos. Para manter nossas aparências usamos máscaras, muitas máscaras. Se você diz que nunca usou uma máscara, é muito provável que esteja acabando de afivelar a máscara da mentira em seu rosto. Algumas máscaras são muito atraentes. Encantam as pessoas. Elas passam a nos admirar não por quem somos, mas por quem aparentamos ser. O profeta Samuel ficou impressionado com Eliabe, filho mais velho de Jessé, e pensou que estava diante do ungido de Deus. Mas, o Senhor lhe corrigiu dizendo: “Não atenteis para a sua aparência, eu vejo o coração”. Vamos, aqui descrever três máscaras que ostentamos:

1. A máscara da piedade. O apóstolo Paulo em 2 Coríntios 3.12-18 fala que nós não somos como Moisés, que colocava véu sobre a face, para que as pessoas não atentassem para a glória desvanecente do seu rosto. Moisés foi um homem ousado. Enfrentou com grande galhardia Faraó e seus exércitos. Liderou o povo de Israel em sua heróica saída do cativeiro. Porém, houve um dia em que Moisés deixou de ser ousado e colocou uma máscara. Foi quando desceu do Monte Sinai. Seu rosto brilhava. Então, colocou um véu para que as pessoas pudessem se aproximar dele. De repente, Moisés percebeu que o brilho da glória de Deus estava se desvanecendo de seu rosto. Porém, ele continuou com o véu. Ele não queria que as pessoas soubessem que a glória estava acabando. Moisés manteve o véu para impressionar as pessoas. Ele usou a máscara da piedade. Muitas vezes as pessoas ficam impressionadas com a beleza das máscaras que usamos. Elas ficam admiradas da propaganda que fazemos da nossa espiritualidade. Pensam que por trás do véu existe uma luz brilhando, quando na verdade, esse brilho já se apagou a muito tempo.

2. A máscara da autoconfiança. O apóstolo Pedro era um homem de sangue quente. Falava muito e pensava pouco. Um dia, disse a Jesus que estava pronto a ir com ele para a prisão. E mais: ainda que todos os demais discípulos o abandonassem, ele jamais faria isso, pois estava pronto a morrer por Jesus. Pedro pensava que era melhor e mais consagrado do que seus condiscípulos. Era do tipo de crente que confiava no seu taco. Dizia com todas as letras: a corda nunca roe do meu lado. Mas, aquela máscara tão grossa de autoconfiança não passava de um fina camada de verniz de consumada covardia. Quando foi colocado à prova, Pedro dormiu em vez de vigiar. Pedro abandonou Jesus em vez de ir com ele para a prisão. Pedro seguiu Jesus de longe, em vez de estar ao lado de seu Mestre. Pedro negou a Jesus em vez de morrer por ele. Não é diferente conosco. Passamos uma imagem de que somos muito firmes e fiéis. Até fazemos propaganda de nossa fidelidade incondicional a Jesus. Mas, não poucas vezes, essa autoconfiança não passa de uma máscara para impressionar as pessoas.

3. A máscara da hipocrisia. Os fariseus eram os santarrões que tocavam trombetas acerca de sua espiritualidade. Faziam propaganda de sua piedade. Julgavam-se melhores do que os outros. Achavam que só eles eram fiéis. Quem não concordasse com eles, estava riscado do seu mapa. Eram especialistas em ver um cisco no olho de outra pessoa, mas não enxergavam a trave que estava em seus olhos. Porém, toda aquela aparência de santidade não passava de uma máscara de hipocrisia. A espiritualidade dos fariseus era só casca, apenas propaganda falsa. Jesus chamou os fariseus de hipócritas, ou seja, atores que representam um papel. Disse, ainda que eles eram como sepulcros caiados, bonitos por fora, mas cheios de rapina por dentro. Precisamos humildemente entender que somente pelo poder do Espírito Santo poderemos remover essas máscaras. Vamos começar a fazer isso?
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Fonte: Palavra da Verdade

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Arrependimento, a manchete do evangelho

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Por Hernandes Dias Lopes

João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. Arrependimento significa mudar de mente e de direção. Implica em mudança. Exige transformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida. [e como muitos gostam de sorrir à vontade - comentario pcamaral]

O arrependimento exige mudanças em três áreas vitais da vida:

1. A razão. Arrependimento significa mudar de mente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam. Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A emoção. Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro. A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão. Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado que conduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A vontade. Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento. Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado. Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira do diabo. Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus. Não é rasgar as vestes, mas o coração.

O arrependimento é a manchete do evangelho, a porta de entrada no reino de Deus, uma exigência inegociável para a salvação.

Fonte: Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Nada que o Gato Viralatas do Vizinho não tenha feito umas "n" vezes aqui na rua!

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Esquilo dublê encara um Lamborghini a 160 km/h. Ele não quis saber de faixa de pedestres e mostrou sua habilidade para atravessar a rua.

EU JÁ VI UM GATO FAZER ISSO AQUI NA MINHA RUA kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

terça-feira, 19 de julho de 2011

A Torta de Deus.

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Parece que estamos tão envolvidos em nossas próprias necessidades, tão egocêntricos e confiantes, que esquecemos da parte que cabe a Deus, Daquilo que Ele próprio nos dá e provém.

Será que nossa atitude para com Deus é a mesma do personagem do filme?

Assista e responda você mesmo.

Enquanto isso lá na terra do Rubinho Pirola....

Um comentário:
Natalia de Andrade - Ao vivo no Passeio dos Alegres


Dica do Wânder Meira [cantor lírico mineiro]

Dezenove dos prédios mais inusitados e curiosos do mundo

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Uma biblioteca pública em Kansas City, EUA


Lutheran church in Reykjavík, capital da Islândia


Uma casa de ponta-cabeça, na Polônia


Uma casa distorcida, também na Polônia


Shopping Center Bull Ring, em Birmingham, Inglaterra


Projeto “Eden”, um jardim botânico na Cornuália, Inglaterra


Biblioteca em Nice, França


Complexo residencial do Edificio Mirado,
em Madri, Espanha


Nautilus, uma casa muito pouco usual,
situada nos suburbios da Cidade do México.


Complexo residencial Habitat-67. Montreal, Canadá


A maior casa de madeira do mundo, ficava
em Arkhangelsk, Rússia. Foi demolida em 2009.


Uma casa de Pedra em Portugal


Museu de Arte de Denver, EUA


Museu de Arte em Graz, Áustria.


Palácio Hauterive, na França.


Casas cúbicas em Roterdã, Holanda.


Casa Batlló, desenhada por Antonio Gaudi
em Barcelona, Espanha


Teatro nacional da China, em Pequim.


Esta ponte fantástica fica em Seul, Coréia do Sul.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eu quero alguém para me matar.

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Por Edmilson Mendes

O presidiário Wellington ouviu o pedido acima da advogada Giovana Mathias Manzano, 35 anos. O teor da reportagem tenta explicar os motivos. Primeiro ela descobriu que era adotada. Depois veio o divórcio, o qual jamais aceitou. Crises e mais crises de depressão. Em 2010 prestou concurso para a polícia. Na época, rezou assim: Se for pra me reprovar no exame físico, nem me passe no escrito. Na prova escrita, passou, na física, reprovou. Como resultado jogou no lixo imagens religiosas e com uma overdose de remédios tentou se matar. A reza mudou: Não acredito mais em Deus.

Por esses dias ela conseguiu o que queria. Num canavial conseguiu ser planejadamente assassinada. A carta que deixou, escrita de próprio punho, revela a sede e o desespero de quem não conseguiu conhecer a beleza da vida na própria vida:
Mãe, adeus, finalmente consegui o que queria. Tios, tias e primos amo vocês. Isso era tudo o que eu queria. Eu quis isso, não aguento mais sofrer. Di, te amo, sinto sua falta. Luninha, você é incrível. Não aguentava mais ser forte. Desculpe. Vou tentar ser feliz. Mãe, saiba que a decisão foi minha e você sabe quanto eu a queria. Família, amo todos vocês, espero que entendam. Beijos.
Uma das palavras que pode explicar a tragédia desta história é a palavra rejeição. A rejeição machuca, tritura, mata. Somos impotentes para arriscar qualquer juízo. No entanto, amadurecer nossos valores é possível. Para o amor fomos chamados. Compreender, aconselhar, ajudar, perdoar, ouvir, estender a mão e abraçar, são gestos que cabem em toda língua e cultura. Apenas não demore demais para amar. O bem precisa ser praticado hoje, aqui onde estou, aí onde você está.

Depois que meus pais partirem, meus amados, meus filhos, minha esposa, eu mesmo, aí tudo se resumirá a lembranças e saudades, que poderão ter a marca do arrependimento ou da gratidão. Tudo vai depender da decisão de amar ou não.

A Giovana não suportou a vida vivida em sua vida e procurou alguém para matá-la. A morte, aprendemos, é certa. Nossa procura deve ser por alguém que possa nos ressuscitar. Para Maria, irmã de Lázaro, Jesus afirmou que Ele pode: Eu sou a ressurreição e a vida. Que bom, que alívio, que consolo. Ele rejeita pecados mas não rejeita pecadores. Em Jesus a rejeição torna-se aceitação e transformação. Experimente, a vida agradece.
Paz!
Edmilson Ferreira Mendes é teólogo. Atua profissionalmente há mais de 20 anos na área de Propaganda e Marketing. Voluntariamente, exerce o pastorado há mais de dez anos. Além de conferencista e preletor em vários eventos, também é escritor, autor de quatro livros: ''Adolescência Virtual'', ''Por que esta geração não acorda?'', ''Caminhos'' e ''Aliança''.

ENTENDA O CASO

Do Portal R7 - 10/07/2011 - 22:58

Um crime fora do comum: a história da mulher que, atormentada pelo sentimento de rejeição, encomendou a própria morte. Considerada muito inteligente e com um futuro brilhante, a advogada Giovana Matias Manzano, de 35 anos, alternava momentos de alegria com profunda tristeza e solidão. Nessa história, a face mais perversa de uma personalidade venceu e a mulher planejou a própria morte. Acompanhe o caso.

Fonte: Guiame - Video e reportagem R7.com/Hoje em Dia

Quando Deus transforma o sofrimento em porta de entrada para o evangelho

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O sofrimento do cristão abre portas e caminhos para o avanço do evangelho.
Por Hernandes Dias Lopes

O apóstolo Paulo enfrentou toda sorte de provações e sofrimentos desde sua conversão. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado e preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica, enxotado de Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, acusado em Cesaréia, enfrentou um naufrágio na viagem para Roma e foi picado por uma cobra em Malta. Mas, ao chegar algemado na maior metrópole do mundo, a capital do império, Paulo escreveu sua carta aos filipenses, dizendo que as coisas que lhe haviam acontecido tinham contribuído para o progresso do evangelho. A palavra “progresso”, na língua grega, era usada para os engenheiros que abriam estradas para as viagens do imperador. O sofrimento do cristão abre portas e caminhos para o avanço do evangelho. Porque Paulo estava preso, três coisas muito importantes aconteceram:

1. Os crentes foram mais encorajados a pregar a Palavra. O ministério de Paulo não foi limitado com sua prisão, pois se considerava prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mas o ministério da igreja foi ampliado com suas cadeias. A igreja sentiu-se mais encorajada a pregar. É bem verdade que algumas pessoas passaram a pregar o evangelho com motivações duvidosas, com o propósito de despertar ciúmes em Paulo. Mas, como estavam pregando o evangelho e não uma outra mensagem, Paulo se regozijava em ver que seu sofrimento estava abrindo picadas para o avanço de novos obreiros e alargando estradas para a caminhada mais rápida do evangelho. Deus não desperdiça sofrimento na vida de seus filhos. O sofrimento dos filhos de Deus contribui para o progresso do evangelho.

2. Os membros da guarda pretoriana foram evangelizados. Porque Paulo estava algemado, sob os cuidados do imperador, dois soldados da guarda pretoriana eram algemados a ele, em três turnos por dia, durante dois anos. Esses guardas faziam parte de um grupo de elite. Eram dezesseis mil soldados de escolta, gente que tinha trânsito livre no palácio e influência política no império. Nesses dois anos, Paulo estava com as mãos presas, mas seus lábios estavam livres para testemunhar. Nesse tempo, Paulo evangelizou esses soldados e os demais membros do palácio. Nero, o imperador, não sabia, mas Deus o havia constituído em presidente das missões estrangeiras do império, pois havia colocado no palácio o maior missionário da igreja e diante dele o seu auditório. Durante essa prisão em Roma, Paulo ganhou muitas pessoas para Cristo, a ponto de escrever aos filipenses: “Os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César” (Fp 4.22). No sofrimento os filhos de Deus podem testemunhar e colher muitos frutos para a glória de Deus.

3. Cartas abençoadoras foram escritas. Porque Paulo estava preso, ele não podia visitar as igrejas. O que ele fez? Começou a escrever cartas e essas cartas são verdadeiros tesouros ainda hoje. Que cartas foram escritas dessa primeira prisão em Roma? Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom. Essas epístolas têm sido luzeiros a brilhar para milhões de pessoas em todo o mundo. São cartas inspiradas pelo Espírito de Deus que têm edificado a igreja, consolado o rebanho de Cristo e sido instrumentos para levar tantos outros aos pés do Salvador. Para um observador desatento, a vida de Paulo estava à deriva. Por todo lado por onde passava era açoitado pelo azorrague do sofrimento, mas Deus estava no comando em cada circunstância, transformando os sofrimentos do apóstolo em abertura de novos caminhos para a proclamação do evangelho. De fato a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória acima de toda comparação. Não precisamos nos desesperar no vale da dor, pois nosso Deus é especialista em transformar nossos sofrimentos em portas de entrada para o evangelho.
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Fonte: Palavra da Verdade